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Divórcio Comunitário permite que moradores oficializem separação de forma gratuita 

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Nem todo fim precisa ser marcado por brigas. Para Jadila Lira e Henrique Weber, que foram casados por seis meses, o divórcio representou o encerramento do casamento, mas não do respeito e da amizade entre os dois.

Neste sábado (12), eles estiveram entre os moradores atendidos durante a ação de Divórcio Comunitário realizada no Teatro Municipal, em uma parceria da Prefeitura de Porto Velho, por meio da Secretaria Municipal de Inclusão e Assistência Social (Semias), com a Defensoria Pública de Rondônia.

Para Jadila, passar pelo processo de forma amigável tornou tudo mais simples.

“É uma fase como qualquer outra, que vai passar, mas a gente tem que levar de uma forma legal, respeitando os limites um do outro. Acabou o casamento, mas a amizade e o respeito continuam. Cada um já vive a sua vida, tem seus projetos e está tudo certo. E o que aconteceu aqui foi excelente: rápido, fácil, sem burocracia e, o melhor, sem gastar nada”.

Henrique também destacou a importância do serviço gratuito, principalmente para quem não tem condições de arcar com os custos de um processo particular.

“Para uma pessoa de baixa renda, ter que sair para resolver tudo isso gera um custo. Ter esse serviço de graça e de forma rápida foi bom demais. Não adianta transformar a separação em uma briga. A amizade pode prevalecer e a gente pode seguir em paz”.

Um ciclo encerrado no papel

A sensação de finalmente resolver uma pendência também foi vivida por Elisângela Barbosa, que ficou casada por 10 anos, mas já estava separada de corpos, mas ainda faltava oficializar a situação.

“Faltava só o papel. Eu pensei que ia demorar mais, mas foi bem rápido e fácil”.

O prefeito Léo Moraes destacou que a iniciativa aproxima os serviços públicos de quem mais precisa e permite que situações que se arrastavam há anos possam ser finalmente regularizadas.

“Estamos falando de pessoas que já encerraram um ciclo da vida, mas que muitas vezes não conseguem regularizar essa situação por falta de condições financeiras. Essa parceria permite acesso a um direito de forma gratuita e mais simples, para que cada pessoa possa seguir o seu caminho com segurança, dignidade e tranquilidade”.

Acesso gratuito

De acordo com o secretário municipal de Inclusão e Assistência Social, Paulo Afonso, mais de 700 inscrições foram realizadas por meio do PVH+ para participar da ação.

“Essa ação vai ao encontro da necessidade das famílias hipossuficientes, que muitas vezes não têm condições de contratar um serviço advocatício. Muitas já não convivem maritalmente e encontram aqui a oportunidade de oficializar e legalizar sua situação”.

Segundo o secretário, aproximadamente 60 pessoas saíram do Teatro Municipal neste sábado com o divórcio homologado.

Mais do que documentos assinados, a manhã foi de encerramento de ciclos. Para alguns, a confirmação oficial de uma decisão tomada há tempos. Para outros, a oportunidade de começar uma nova etapa. E, como mostraram Jadila e Henrique, seguir caminhos diferentes não significa deixar para trás o respeito construído ao longo da história.

Fonte: Secretaria Municipal de Comunicação (Secom)

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Orelha supera ferimentos, encontra cuidado e agora espera por uma família

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A história de Orelha começou em um terreno, onde ele foi encontrado em uma situação que exigia ajuda. Com aproximadamente sete anos de idade, o cão foi encontrado com um ferimento na região do crânio e presença de miíase na orelha.

Quem percebeu a situação e decidiu ajudá-lo foi um homem que cumpria pena e tinha autorização para trabalhar durante o dia, retornando à unidade prisional à noite. Mesmo diante de sua própria rotina e das dificuldades que enfrentava, ele não ignorou a situação do animal e ajudou no resgate de Orelha, que posteriormente recebeu atendimento na Clínica de Bem-Estar Animal.

Quando chegou à clínica, Orelha estava com dores e apresentava um comportamento bastante reativo. A agressividade, no entanto, não era sua verdadeira personalidade, mas uma resposta à condição em que se encontrava.

Com o início do tratamento e a redução das dores, a equipe passou a conhecer um outro Orelha.

O cão recebeu os cuidados necessários para tratar o ferimento e combater a miíase. A lesão na região do crânio e da orelha foi tratada e, atualmente, está completamente cicatrizada.Com o tempo, os cuidados começaram a transformar não apenas o estado físico do animal, mas também seu comportamento.

À medida que a dor foi embora e Orelha passou a se sentir seguro, aquele cão que inicialmente reagia às aproximações começou a demonstrar confiança. O animal foi se tornando cada vez mais tranquilo e, hoje, é dócil, castrado e está recuperado.

A mudança de Orelha mostra que, muitas vezes, por trás de um comportamento considerado agressivo existe um animal assustado, machucado ou com medo. Com tratamento, paciência e cuidado, ele conseguiu recuperar a saúde e também a confiança.

Para o secretário da Sema, Arthur Borin, a história reforça a importância de olhar para além do comportamento apresentado pelo animal no momento do resgate.

“Orelha chegou em uma situação delicada e, principalmente por causa da dor, apresentava um comportamento bastante reativo. Com o tratamento, o cuidado diário e o acompanhamento da equipe, ele foi se recuperando e mostrando sua verdadeira personalidade. Hoje, temos um cão dócil, recuperado e pronto para ser adotado. É uma transformação que nos mostra como o cuidado pode fazer toda a diferença na vida de um animal.”

A trajetória também chamou a atenção pelo gesto de quem encontrou Orelha. Mesmo cumprindo pena e tendo uma rotina de trabalho durante o dia e retorno à unidade prisional à noite, o homem não passou indiferente pelo sofrimento do animal. Sua atitude foi o primeiro passo para que Orelha pudesse receber atendimento e ter uma nova oportunidade.

Para o prefeito Léo Moraes, histórias como a de Orelha mostram que um gesto de cuidado pode mudar o destino de um animal.

“A história do Orelha mostra que a solidariedade pode aparecer de diferentes formas e que um simples gesto pode salvar uma vida. Ele foi encontrado em uma situação muito difícil, recebeu atendimento, tratamento e cuidado e hoje está completamente diferente. Recuperado e dócil, ele agora precisa de uma família que possa continuar essa história, oferecendo amor, proteção e responsabilidade.”

Um recomeço depois da dor

Orelha passou por uma transformação que vai muito além da cicatrização de um ferimento. O cão que chegou à clínica com dores, assustado e reativo, hoje está recuperado, castrado e dócil.

Agora, ele espera por uma família que possa oferecer uma rotina de cuidado, alimentação adequada, segurança e carinho.

A história também reforça a importância de não julgar um animal apenas pelo comportamento apresentado em uma situação de dor ou medo. Com atendimento veterinário, paciência e acolhimento, Orelha conseguiu mostrar quem realmente é.

A adoção de Orelha é realizada na Clínica de Bem-Estar Animal. Para adotar, o interessado deverá apresentar comprovante de residência e documento com foto, além de comprovar que possui condições adequadas para cuidar do animal.

Depois de superar os ferimentos, os tratamentos e o medo, Orelha está pronto para viver aquilo que ainda não teve: um lar seguro, uma família e a chance de ser amado todos os dias. 

Fonte: Secretaria Municipal de Comunicação (Secom)

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Prefeitura leva mais de 7 mil kits de roupas a comunidades do Baixo Madeira

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Mais de 7 mil kits de roupas estão seguindo um longo caminho até chegar às famílias que vivem nas comunidades do Baixo Madeira. A operação envolve transporte terrestre, embarcações, transbordos de carga e equipes que permanecerão na região para alcançar mais de 30 localidades.

A ação é realizada pela Prefeitura de Porto Velho, por meio da Superintendência Municipal de Proteção e Defesa Civil (SMPDC). As roupas foram doadas pela Receita Federal do Brasil. O trabalho conta ainda com parceria do Sistema Fecomércio, por meio do Sesc Mesa Brasil, além do apoio da Defesa Civil Estadual de Rondônia.

Os materiais seguem de Porto Velho até a região da Boca do Jamari, onde são transferidos para embarcações. A partir daí, as equipes percorrem o rio Madeira, atendendo comunidades das regiões de São Carlos, Nazaré, Calama e Demarcação.

Para o coordenador-geral do projeto e diretor executivo da SMPDC, TC PM Marcelo Duarte, a prioridade é fazer as doações chegarem o mais próximo possível das famílias.

“Não bastava levar os kits até as sedes dos distritos. Montamos uma logística para avançar pelo Baixo Madeira e chegar o mais próximo possível dessas famílias. São mais de 7 mil kits e mais de 30 localidades, o que exige planejamento, embarcações, equipes em campo e integração entre todos os parceiros.”

O superintendente da SMPDC, Marcos Berti Cavalcanti, explica que a parceria entre as instituições tornou possível uma operação dessa dimensão.

Existe um grande trabalho entre receber o material e fazê-lo chegar às famílias. A parceria permite unir capacidades diferentes e realizar uma ação muito maior do que qualquer instituição conseguiria isoladamente.”

Em algumas localidades, o trabalho continua depois que os barcos chegam. Os kits precisam ser carregados por barrancos, escadarias, passarelas e outros acessos até os pontos de distribuição.

Para o prefeito Léo Moraes, a operação também representa uma forma de aproximar os serviços das famílias que vivem longe da área urbana.

“Porto Velho tem grandes distâncias e muitas famílias dependem do rio para seus deslocamentos. Por isso, nossas equipes estão fazendo esse caminho para que as doações cheguem diretamente às comunidades. É uma operação construída com parceiros e pensada para alcançar quem vive no Baixo Madeira”, afirmou o prefeito.

Fonte: Secretaria Municipal de Comunicação (Secom)

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Mais perto das famílias, novos polos ampliam atendimento do Cadastro Único

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A Prefeitura de Porto Velho, por meio da Secretaria Municipal de Inclusão e Assistência Social (Semias), ampliou a estrutura de atendimento do Cadastro Único para Programas Sociais do Governo Federal (CadÚnico), com a implantação de novos polos metropolitanos e o reforço das equipes responsáveis pelo cadastramento e atualização dos dados das famílias.

Entre as medidas adotadas estão a implantação do Polo Metropolitano da Biblioteca Viveiros das Letras, na Zona Sul, e do Polo Metropolitano da Praça CEU, na Zona Leste, além da contratação de 12 novos cadastradores, que passaram a atuar nos Centros de Referência de Assistência Social (Cras).

As ações ampliaram e descentralizaram o atendimento, aproximando os serviços das comunidades e contribuindo para uma distribuição mais equilibrada da demanda. Atualmente, mais de 270 mil pessoas estão vinculadas ao Cadastro Único em Porto Velho, o que demonstra a dimensão da política pública e a necessidade de uma estrutura capaz de atender às famílias em diferentes regiões do município.

Atendimento mais próximo

A criação dos novos polos permitiu levar os serviços do Cadastro Único para regiões de grande concentração populacional, reduzindo a necessidade de deslocamento dos usuários para outras unidades da rede socioassistencial.

Nos locais, as famílias podem buscar serviços como inclusão e atualização cadastral, inclusão ou exclusão de integrantes da família, transferência de município e orientações relacionadas ao CadÚnico e aos programas sociais.

A descentralização também contribuiu para melhorar a distribuição dos usuários entre os diferentes pontos de atendimento, reduzindo a sobrecarga de determinadas unidades e proporcionando mais agilidade aos procedimentos.

Reforço nas equipes

Paralelamente à ampliação dos pontos de atendimento, a Semias reforçou a estrutura de pessoal com a contratação de 12 novos cadastradores, que passaram a integrar as equipes dos Cras.

O aumento do número de profissionais ampliou a capacidade operacional da rede e possibilitou melhor distribuição das demandas, maior agilidade no atendimento e mais condições para a realização dos procedimentos cadastrais.

O reforço das equipes também contribuiu para a conferência de documentos, realização das entrevistas e orientação adequada às famílias sobre a importância de manter os dados atualizados.

Mais acesso às políticas públicas

O Cadastro Único é uma das principais portas de entrada para diversas políticas públicas e programas sociais. Por isso, manter uma rede de atendimento acessível e estruturada é fundamental para garantir que as famílias possam realizar e atualizar seus cadastros de forma adequada.

Para o secretário municipal de Inclusão e Assistência Social, Paulo Afonso, a ampliação fortalece a estratégia de aproximar os serviços da população.

“Estamos ampliando a estrutura e levando o Cadastro Único para mais perto das famílias. Com os novos polos e o reforço das equipes, conseguimos oferecer um atendimento mais ágil, acessível e organizado”, afirmou o secretário.

O prefeito de Porto Velho, Léo Moraes, destacou que a expansão da rede representa um avanço na prestação dos serviços públicos.

“Nosso objetivo é facilitar o acesso das famílias aos serviços da Prefeitura. Ampliar os pontos de atendimento e reforçar as equipes significa reduzir a espera e levar o serviço público para mais perto de quem precisa”, informou o prefeito.

Com os polos metropolitanos da Biblioteca Viveiros das Letras e da Praça CEU, somados ao reforço dos 12 novos cadastradores nos Cras, a Prefeitura de Porto Velho e a Semias ampliaram a capacidade de atendimento do Cadastro Único e fortaleceram a descentralização dos serviços socioassistenciais no município.

Fonte: Secretaria Municipal de Comunicação (Secom)

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