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Caixa começa a pagar Bolsa Família de março

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A Caixa Econômica Federal começa a pagar a parcela de março do Bolsa Família. Recebem nesta quarta-feira (18) os beneficiários com Número de Inscrição Social (NIS) de final 1. Ao todo cerca de 18,7 milhões de famílias receberão o benefício neste mês.

Os beneficiários de nove estados receberão o crédito nesta quinta, independentemente do número final do NIS. O pagamento unificado beneficia localidades em situação de emergência ou em estado de calamidade pública nos seguintes estados: Amazonas, Bahia, Minas Gerais, Piauí, Paraná, Rio de Janeiro, Rio Grande do Norte, Roraima e Sergipe.

O valor mínimo corresponde a R$ 600. Além do benefício mínimo, há o pagamento de três adicionais. O Benefício Variável Familiar Nutriz paga seis parcelas de R$ 50 a mães de bebês de até seis meses de idade, para garantir a alimentação da criança. O Bolsa Família também paga um acréscimo de R$ 50 a famílias com gestantes e filhos de 7 a 18 anos e outro, de R$ 150, a famílias com crianças de até 6 anos.

No modelo tradicional do Bolsa Família, o pagamento ocorre nos últimos dez dias úteis de cada mês. O beneficiário poderá consultar informações sobre as datas de pagamento, o valor do benefício e a composição das parcelas no aplicativo Caixa Tem, usado para acompanhar as contas poupança digitais do banco.

Além do benefício integral, cerca de 2 milhões de famílias estão na regra de proteção em março. Em vigor desde junho de 2023, essa regra permite que famílias cujos membros consigam emprego e melhorem a renda recebam 50% do benefício a que teriam direito por até dois anos, desde que cada integrante receba o equivalente a até meio salário mínimo.

Desde junho do ano passado, o tempo de permanência na regra de proteção foi reduzido de dois para um ano. No entanto, quem entrou na regra até maio de 2025 continua a receber metade do benefício por dois anos.

Desde 2024, os beneficiários do Bolsa Família não têm mais o desconto do Seguro Defeso. A mudança foi estabelecida pela Lei 14.601/2023, que resgatou o Programa Bolsa Família (PBF). O Seguro Defeso é pago a pessoas que sobrevivem exclusivamente da pesca artesanal e que não podem exercer a atividade durante o período da piracema (reprodução dos peixes).

Fonte: Agência Brasil

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Porto Velho inova na prevenção do câncer do colo do útero

Serviço será disponibilizado gratuitamente através do SUS em toda rede municipal de saúde

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Prefeitura de Porto Velho, por meio do prefeito Léo Moraes, anunciou a oferta gratuita do teste de DNA do HPV em toda a rede municipal de saúde a partir do dia 28 de março, pelo Sistema Único de Saúde (SUS).

A iniciativa coloca o município na vanguarda da prevenção, ao disponibilizar o método mais moderno e eficaz para o rastreamento do câncer do colo do útero, antes restrito à rede privada.

Segundo o prefeito, a medida deve impactar diretamente a saúde das mulheres. “Esse exame vai salvar a vida de milhares de mulheres, pois permite identificar o vírus antes mesmo do surgimento da doença, facilitando a prevenção”, destacou.

Outro avanço importante é o intervalo maior entre os exames. De acordo com Léo Moraes, em caso de resultado negativo, a paciente só precisará repetir o teste após cinco anos.

A orientação da Prefeitura é que mulheres entre 25 e 64 anos procurem, a partir do dia 28 de março, qualquer unidade de saúde do município para realizar o exame.

O câncer do colo do útero ainda está entre os que mais afetam mulheres no Brasil, principalmente por ser silencioso em sua fase inicial, o que dificulta o diagnóstico precoce. Com a nova estratégia adotada pela gestão municipal, a expectativa é ampliar a detecção precoce e reduzir casos avançados da doença.

A Secretaria Municipal de Saúde reforça que as unidades estão preparadas para orientar e atender a população feminina.

Texto: Augusto Soares/Françoíse Almeida
Foto: Arquivo Secom
Secretaria Municipal de Comunicação (Secom)

Fonte: Assessoria

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Classificação por cores nas UPAs garante prioridade e melhora o atendimento

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Quem procura atendimento nas Unidades de Pronto Atendimento (UPAs) de Porto Velho pode até estranhar ao ver pessoas sendo atendidas fora da ordem de chegada. No entanto, essa dinâmica segue um protocolo fundamental para salvar vidas: a classificação de risco por cores. Adotado em todo o país, o sistema organiza o atendimento com base na gravidade do quadro clínico de cada paciente.

Logo na entrada da unidade, todos passam por uma triagem realizada por profissionais de enfermagem, que avaliam sintomas, sinais vitais e o estado geral de saúde. Após essa avaliação, o paciente recebe uma classificação que define o tempo de espera e a prioridade no atendimento.

As cores funcionam como um guia rápido e eficiente para as equipes de saúde:

Vermelho: emergência absoluta, com risco imediato de morte e atendimento imediato;

Laranja: casos muito urgentes, que necessitam de atenção rápida; (até 10 minutos de espera)

Amarelo: urgência intermediária, com necessidade de atendimento, mas sem risco imediato; (até 1h de espera)

Verde: baixa urgência, com possibilidade de aguardar; (até 2h de espera)

Azul: situações não urgentes, que podem ser encaminhadas para a atenção básica. (até 4h de espera)

Prioridade

De acordo com o Diretor Técnico UPA Sul, Maxwendell Gomes Batista, mais do que organizar filas, o sistema tem papel decisivo na redução da superlotação das unidades. Ao identificar rapidamente os casos mais graves, as equipes conseguem priorizar recursos e orientar pacientes com quadros leves a buscarem atendimento em postos de saúde.

“Aqui na UPA Sul, por exemplo, são em média 500 atendimentos por dia. A movimentação é grande, por isso seguimos o protocolo de Manchester. O Paciente, por exemplo, que está em choque, em parada cardiorrespiratória, ou em iminência de parada cardiorrespiratória tem prioridade por causa do risco eminente”, destacou o diretor.

Ainda segundo Maxwendell Gomes, essa triagem inicial também contribui para tornar o serviço mais ágil. Com um fluxo melhor distribuído, diminui-se o tempo de espera para atendimentos urgentes e aumenta-se a eficiência no uso das equipes e da estrutura das UPAs, em especial da unidade da zona sul da capital.

Segundo o prefeito de Porto Velho, Léo Moraes, com esse protocolo, as UPAs de Porto Velho reforçam o compromisso com um atendimento mais organizado, humanizado e eficiente, onde a prioridade é sempre preservar vidas.

“A gente sabe que em situações de emergência, cada minuto conta e a classificação de risco é uma ferramenta essencial para que o atendimento aconteça no tempo certo. Por isso é fundamental a população buscar as UPAs quando se enquadrarem nesses critérios”, finaliza.

Fonte: Secretaria Municipal de Comunicação (Secom)

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Governo de RO reabre inscrições para cadastro reserva de candidatos a beneficiários de imóveis

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O governo de Rondônia por meio da Secretaria da Mulher, da Família, da Assistência e do Desenvolvimento Social (Seas), publicou o Edital nº 17/2026 com procedimentos e regras para reabertura de prazo para inscrição e formação de cadastro reserva para o processo de seleção de candidatos a beneficiários das unidades habitacionais do Empreendimento Residencial Morar Melhor II, em Ji-Paraná, do Programa Minha Casa Minha Vida (PMCMV), cujos recursos são do Fundo de Arrendamento Residencial (FAR). Os interessados podem se inscrever, gratuitamente, até o dia 14 de abril, pelo sistema Cadastro Habitacional. Dúvidas podem ser sanadas na unidade do Tudo Aqui, que funciona de segunda a sexta-feira, das 7h30 às 13h30, na rua Maringá, 597, bairro Nova Brasília.

Para o governador de Rondônia, Marcos Rocha, a reabertura das inscrições para formação de cadastro reserva foi necessária, considerando que até a assinatura do contrato os candidatos a beneficiários podem ser desclassificados por alteração de status ou por não regularização documental. “Esta reabertura do prazo para novas inscrições tem por objetivo garantir ampla margem de suplentes para que não haja paralisação do processo de entrega do empreendimento por falta de beneficiários dentro dos critérios estabelecidos”, explicou.

A secretária da Seas, Luana Rocha reforça que as novas inscrições não significam a garantia da conquista do imóvel, pois os novos selecionados passarão por todas as etapas do processo de seleção, conforme os critérios e normas do Minha Casa Minha Vida. “Para concorrer a um imóvel, as pessoas devem ter cadastro atualizado como responsável familiar no Cadastro Único, residam em Ji-Paraná/RO há no mínimo 2 anos, tenham idade a partir dos 18 anos, renda bruta mensal familiar de até R$ 2.850, não tenham outro imóvel em seu nome, entre outros critérios que podem ser analisados no edital”, pontuou.

Fonte: Secom – Governo de Rondônia

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