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Política

Caiado anuncia saída do União Brasil e se filia ao PSD de Kassab

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O governador de Goiás, Ronaldo Caiado, anunciou na noite dessa terça-feira (27) sua saída do União Brasil. O chefe do Executivo goiano informou que irá se filiar ao PSD, partido comandado por Gilberto Kassab, após impasses internos na legenda inviabilizarem sua pré-candidatura à Presidência da República.

A decisão ocorre em meio a divergências dentro do União Brasil, liderado por Antônio Rueda, especialmente após a federação firmada com o PP, de Ciro Nogueira (PI). Segundo Caiado, não havia apoio suficiente na cúpula do partido para sustentar seu projeto presidencial.

No PSD, Caiado passará a disputar espaço com outros dois governadores que também são pré-candidatos ao Planalto: Eduardo Leite, do Rio Grande do Sul, e Ratinho Júnior, do Paraná. A definição de quem representará a legenda na eleição presidencial de outubro será feita internamente pelo partido.

Em vídeo publicado no Instagram, Caiado apareceu ao lado de Leite e Ratinho Júnior e comentou a mudança partidária. “Chegou a hora de dar um passo adiante e hoje, com total desprendimento, nos juntamos para construir um projeto de verdadeira mudança para um novo Brasil”, declarou.

Ainda na gravação, o governador de Goiás afirmou que a decisão no PSD será coletiva. “Aqui não tem interesse pessoal de cada um. Aquele que for escolhido levará esta bandeira de um projeto de esperança e de resgate daquilo que o povo tanto espera. O que sair daqui candidato terá o apoio dos demais”, disse.

A saída do União Brasil já vinha sendo sinalizada por Caiado desde o ano passado. O governador chegou a dialogar com outras siglas, como Solidariedade, Podemos e Republicanos, mas as conversas não avançaram. No caso do Podemos, houve apenas uma reunião inicial, enquanto o Solidariedade chegou a formalizar um convite.

Em nota, o União Brasil afirmou que “registra com respeito a decisão” de Caiado de seguir um novo caminho partidário. A legenda destacou que segue comprometida com o projeto de unir o país, com foco na governabilidade, responsabilidade institucional e atenção às demandas da sociedade brasileira.

Sobre o governador, o partido ressaltou que sua contribuição ao debate público nacional e à política brasileira é relevante, assim como sua participação na história e no fortalecimento do União Brasil nos estados, além da defesa de uma agenda de responsabilidade institucional.

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Política

STJ mantém condenação da ex-deputada Flordelis a 50 anos de prisão

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A Sexta Turma do Superior Tribunal de Justiça (STJ) manteve, por unanimidade, a condenação da ex-deputada Flordelis a 50 anos de prisão pela morte do pastor Anderson do Carmo de Souza, em 2019, quando ele era seu marido.

A Corte concordou com decisão do Tribunal de Justiça do Rio de Janeiro, que, em 2022, já havia mantido a condenação da ex-deputada a 50 anos de prisão.

Em 2022, Flordelis dos Santos de Souza foi condenada pelo Tribunal do Júri pelos crimes de homicídio triplamente qualificado consumado, homicídio duplamente qualificado tentado, associação criminosa armada e uso de documento falso. 

A ex-deputada foi considerada culpada por planejar o assassinato, ocorrido na casa da família em Niterói (RJ). A motivação, segundo a acusação do Ministério Público, foi o controle das finanças da família e a forma rígida como o pastor administrava os conflitos entre os integrantes.

Segunda instância

A defesa de Flordelis recorreu ao STJ, após a 2ª Câmara Criminal TJRJ negar, por unanimidade, recursos de apelação. 

À segunda instância, os advogados alegaram diversas nulidades processuais, entre as quais a não apresentação de alegações finais na fase de pronúncia e a falta de fundamentação das qualificadoras do crime.

A relatora do caso, desembargadora convocada Nilsoni de Freitas, contudo, entendeu não ter ficado demonstrado o prejuízo concreto para a defesa da ex-deputada. 

A Sexta Turma manteve também a decisão que anulou a absolvição de Rayane dos Santos, Marzy Teixeira e André Luiz de Oliveira – a neta biológica e os dois filhos adotivos da ex-deputada que são acusados de participar do crime. 

Fonte: Agência Brasil

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Política

Candidatos não poderão ser presos a partir deste sábado

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Candidatas e candidatos que disputam as eleições 2026 não poderão ser presos ou detidos a partir deste sábado (19).

A medida é prevista pelo Código Eleitoral, para os 15 dias que antecedem o primeiro turno, marcado para 4 de outubro. Ela valerá até 48 horas após o encerramento da votação.

Durante o período de vigência da regra, prisões ou detenções só poderão ocorrer em casos de flagrante delito. A garantia alcança todos os candidatos registrados para a disputa eleitoral.

De acordo com o calendário aprovado pelo Tribunal Superior Eleitoral (TSE), os eleitores irão às urnas em 4 de outubro para escolher presidente da República, governadores, senadores e deputados federais, estaduais e distritais.

Fonte: Agência Brasil

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Política

Justiça Eleitoral rejeita cerca de 1,2 mil registros de candidatura

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A Justiça Eleitoral já indeferiu cerca de 1,2 mil registros de candidaturas às eleições gerais de outubro. De acordo com dados do sistema de candidaturas do Tribunal Superior Eleitoral (TSE), são 335 registros indeferidos definitivamente e 869 que ainda podem ser contestados por meio de recursos às instâncias superiores.

O levantamento do TSE mostra que o descumprimento de requisitos formais previstos na legislação eleitoral é o principal motivo dos indeferimentos. Na sequência, aparecem a falta de condições de elegibilidade, ilegalidades na convenção partidária e a ausência de incompatibilização com o cargo público.

Segundo o tribunal, cerca de 99% dos pedidos de registro de candidatura já foram analisados pela Justiça Eleitoral em todo o país. Ao todo, foram apresentados 20,9 mil pedidos.

Eleições

O primeiro turno das eleições será realizado em 4 de outubro. Serão eleitos deputados federais, deputados estaduais e distritais, governadores, senadores e o presidente da República.

O segundo turno está marcado para o dia 25 e poderá ocorrer nas disputa para os cargos de governador e presidente.

A segunda votação será realizada caso nenhum candidato alcance mais de 50% dos votos válidos no primeiro turno, excluídos os votos em branco e os nulos.

Fonte: Notícias ao Minuto

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