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Polícia

Furto de cabos deixa 2,3 mil clientes sem energia em Rondônia

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O furto de cabos da rede elétrica deixou mais de 2,3 mil consumidores de Rondônia sem energia ao longo de 2025, segundo dados da Energisa. Além dos prejuízos provocados pela interrupção do fornecimento, esse tipo de crime pode comprometer serviços essenciais e representar riscos à segurança da população.

Entre os municípios com maior número de registros estão Porto Velho e Ariquemes, que contabilizaram 18 ocorrências cada. Também foram registrados casos em Rolim de Moura, Guajará-Mirim, Machadinho do Oeste e Nova Mamoré.

Na última quinta-feira (17), a Energisa participou de uma nova ação da Operação Fio Desencapado, realizada em Porto Velho com o objetivo de combater o furto de materiais elétricos e a receptação de produtos de origem ilícita.

A fiscalização contou com equipes da Polícia Militar, por meio do 1º e do 5º Batalhões, além da Prefeitura de Porto Velho e outros órgãos envolvidos na operação. Durante as abordagens, o responsável por um dos locais fiscalizados foi preso em flagrante por furto de energia e encaminhado à Central de Flagrantes.

As equipes concentraram as inspeções em ferros-velhos, empresas de reciclagem e estabelecimentos comerciais que poderiam estar envolvidos na compra ou revenda irregular de fios, cabos de cobre e outros materiais. A estratégia busca atingir também a receptação, considerada um dos fatores que alimentam o comércio ilegal desses produtos.

De acordo com a Energisa, a retirada ou manipulação inadequada de componentes da rede elétrica pode provocar choques, queimaduras, incêndios, curtos-circuitos e até acidentes fatais. Cabos rompidos e estruturas danificadas também podem colocar em perigo moradores, pedestres e trabalhadores que circulam pelas áreas afetadas.

A concessionária orienta que a população denuncie situações suspeitas ou a venda de materiais sem procedência. As informações podem ser repassadas de forma anônima pelo 190, da Polícia Militar, ou pelo 0800 647 0120, da Energisa.

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Polícia

Três suspeitos de tentativa de latrocínio são presos durante operação

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A Polícia Civil de Rondônia, por meio da Delegacia de Candeias do Jamari, prendeu três suspeitos envolvidos em uma tentativa de latrocínio registrada durante a madrugada desta quinta-feira, em Itapuã do Oeste.

A ocorrência começou após moradores relatarem ter ouvido gritos e disparos de arma de fogo na região e visto um indivíduo correndo às margens do rio. A Polícia Militar, com apoio da Polícia Rodoviária Federal, foi acionada e localizou a vítima, que teve o celular e o aparelho do irmão levados por um grupo armado que invadiu sua residência.

Durante a madrugada, equipes da Polícia Civil realizaram diligências para identificar e localizar os envolvidos. As informações levantadas levaram os policiais até três suspeitos, que foram presos em flagrante.

Na ação, foram apreendidas uma pistola, uma espingarda, munições e uma quantidade de entorpecentes. Os celulares levados da vítima também foram recuperados e devolvidos.

Os três suspeitos foram autuados em flagrante por tentativa de latrocínio, porte ilegal de arma de fogo e tráfico de drogas e permanecem à disposição da Justiça.

A Polícia Civil de Rondônia segue atuando na investigação e no combate à criminalidade, trabalhando para esclarecer os fatos e garantir a segurança da população.

Fonte: Polícia Civil

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Polícia

Criminosos usam CPF de vítima, financiam carros e exigem R$ 60 mil

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A Polícia Civil de Rondônia, por meio da 8ª Delegacia de Polícia Civil de Porto Velho, investiga um caso de estelionato, extorsão e possível envolvimento com organização criminosa.

Durante as diligências, a polícia identificou que os dados da vítima teriam sido usados para aumentar o limite de crédito de aproximadamente R$ 12 mil para R$ 60 mil e financiar dois veículos.

De acordo com o que a vítima relatou, ela forneceu o CPF após receber a informação de que seria necessário para receber R$ 250 mil. De posse dos dados, um dos suspeitos teria realizado as compras dos veículos utilizando reconhecimento facial.

Depois, a vítima teria sido ameaçada para passar os R$ 60 mil disponíveis no limite de crédito em uma máquina de cartão.

A Polícia Civil de Rondônia trabalha continuamente na investigação e no esclarecimento de crimes dessa natureza, atuando para proteger a sociedade e manter a segurança da população.

Fonte: Polícia Civil

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Polícia

Organizador da ExpoJipa vira foragido após prisão por mortes de dois jovens

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O presidente da Associação Rural de Rondônia e organizador da ExpoJipa, Sérgio Sussumi Suganuma, é considerado foragido após a Justiça de Rondônia decretar sua prisão preventiva. Ele é réu no processo que apura as mortes de Ruan Lucas Hildebrandt, de 18 anos, e Alysson Henrique de Sá Lopes, de 23, ocorridas em 2016.

A ordem de prisão foi determinada na segunda-feira (14), após a suspensão do julgamento realizado em Ariquemes. A sessão foi interrompida depois que os advogados de defesa dos acusados deixaram o Tribunal do Júri.

Segundo informações divulgadas sobre o caso, a defesa alegou que teve acesso recentemente a documentos considerados novas provas. O Tribunal de Justiça de Rondônia, porém, informou que os materiais já faziam parte do processo e que apenas haviam passado por digitalização.

Ruan Lucas e Alysson Henrique desapareceram entre o fim de janeiro e o início de fevereiro de 2016. Alysson foi encontrado morto e com o corpo carbonizado dentro de um veículo, nas proximidades de uma fazenda na zona rural de Cujubim. Já Ruan Lucas continua desaparecido.

Após a interrupção do julgamento, o Ministério Público de Rondônia pediu a prisão preventiva dos acusados até que uma nova sessão seja marcada. Rivaldo de Souza, Moisés Ferreira de Souza e Jonas Augusto dos Santos Silva foram presos após a decisão judicial. Sérgio Sussumi acompanhava o julgamento por videoconferência e, após a decretação da prisão, não foi localizado.

O proprietário da fazenda, Paulo Iwakami, também responde ao processo, mas não participou do julgamento por questões relacionadas à saúde. A ação contra ele foi desmembrada e, diferentemente dos demais réus, não houve decretação de prisão preventiva.

Uma nova data para o julgamento dos acusados ainda deverá ser definida pela Justiça.

Fonte: Notícias Urgentes com informações do G1RO

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