Polícia
Polícia prende suspeito de participação na morte de sargento da PM em Rondônia
A Polícia Civil do Estado de Rondônia prendeu, na região do município de Costa Marques, RONILDO C. V., um dos indivíduos envolvidos no homicídio do sargento da Polícia Militar João Américo Carneiro dos Santos, crime que teve como mandante José Pereira dos Santos, conhecido como “Zé do Brejo”. O investigado encontrava-se foragido da Justiça e foi localizado em ação conjunta realizada por policiais civis da 2ª Delegacia de Repressão ao Crime Organizado (DRACO2) e da Delegacia de Polícia de Costa Marques.
Conforme apurado nas investigações, o preso integra grupo criminoso responsável pela execução do sargento da Polícia Militar João Américo Carneiro dos Santos, ocorrida em uma emboscada previamente planejada. A vítima foi atingida por 13 disparos de arma de fogo, não resistindo aos ferimentos.
O crime ocorreu no dia 28 de junho de 2017, na Rua México, entre as ruas Jaci-Paraná e Amazonas, no bairro Nova Porto Velho, no momento em que o policial militar deixava um escritório de advocacia e se dirigia ao seu veículo.
Segundo consta nos autos do processo e na sentença de pronúncia, o homicídio foi praticado mediante o pagamento de aproximadamente R$ 30 mil, a mando de José Pereira dos Santos (“Zé do Brejo”). Ainda conforme a decisão judicial, o mesmo grupo criminoso é apontado como responsável por outros crimes, especialmente nas regiões de Vista Alegre do Abunã, Extrema e áreas circunvizinhas.
As investigações indicam que a motivação do assassinato estaria relacionada a desentendimentos envolvendo disputas por terras e exploração de madeira. A Polícia Civil destaca que a prisão do foragido representa importante avanço na persecução penal e reafirma o compromisso institucional com o combate ao crime organizado e a responsabilização dos envolvidos em crimes graves.
Fonte: Assessoria da Polícia Civil
Polícia
Polícia pede prisão de tenente-coronel por morte de esposa PM
A Polícia Civil solicitou à Justiça, nesta terça-feira (17/3), a prisão preventiva do tenente-coronel da Polícia Militar (PM) Geraldo Leite Rosa Neto, de 53 anos. O pedido sucede a conclusão, com base em perícia técnica, de que ele é o principal suspeito pela morte da esposa, a soldado Gisele Alves Santana, de 32 anos, encontrada baleada na cabeça no apartamento do casal, no Brás, região central de São Paulo, em 18 de fevereiro.
A necessidade do pedido de prisão ocorre após o avanço das investigações conduzidas pelo 8º Distrito Policial (Brás), que analisaram laudos periciais, depoimentos de testemunhas e registros das primeiras horas após o disparo que atingiu a policial militar. Segundo os investigadores, os elementos reunidos indicam que a dinâmica do caso não é compatível com a versão apresentada pelo oficial – que, desde o início, sustentava que a esposa teria cometido suicídio.
O dia do disparo
Gisele foi encontrada gravemente ferida na manhã de 18 de fevereiro, dentro do apartamento onde vivia com o marido. Ela foi socorrida por equipes do Corpo de Bombeiros e levada pelo helicóptero Águia da PM ao Hospital das Clínicas, onde morreu horas depois, em decorrência de traumatismo cranioencefálico provocado por disparo de arma de fogo, conforme o atestado de óbito.
Desde o início da investigação, depoimentos colhidos pela polícia e registros das primeiras horas após o tiro passaram a levantar dúvidas sobre a narrativa apresentada pelo coronel.
Socorristas e a cena no corredor
Socorristas relataram que encontraram o oficial no corredor do prédio quando chegaram ao local, enquanto a vítima estava caída na sala do apartamento, com grande quantidade de sangue na região da cabeça.
Testemunhas também afirmaram não ter visto manchas de sangue nas mãos ou nas roupas do militar, detalhe que passou a ser analisado pelos investigadores.
Intervalo entre o tiro e o pedido de socorro
Outro elemento considerado pelos investigadores foi o intervalo entre o disparo ouvido por vizinhos e as ligações feitas pelo coronel às centrais de emergência.
Uma moradora do mesmo andar afirmou ter sido acordada por um forte estrondo por volta de 7h28, enquanto o primeiro telefonema registrado pelo oficial, solicitando socorro, ocorreu às 7h57.
Visita de desembargador
As investigações também apontaram movimentações incomuns no apartamento após o episódio.
Imagens de câmeras de segurança mostram que o desembargador Marco Antônio Pinheiro Machado Cogan, amigo do coronel, foi ao prédio e chegou a entrar no apartamento, acompanhado do oficial, após a retirada da vítima (assista abaixo). O local ainda não havia sido periciado.
Depoimentos indicam ainda que o coronel tomou banho e trocou de roupa antes de deixar o imóvel, comportamento que também passou a ser analisado no curso das investigações.
Conclusão da perícia
Com o avanço das análises periciais e a reconstituição da sequência de acontecimentos dentro do imóvel, a Polícia Civil concluiu que a dinâmica do disparo não corresponde à hipótese de suicídio inicialmente apresentada.
Com base nesse conjunto de elementos, a Justiça autorizou a prisão do tenente-coronel, que passou a responder pela morte da policial militar.
O caso segue sob investigação do 8º DP, que ainda reúne novos elementos periciais e depoimentos para esclarecer completamente as circunstâncias da morte de Gisele Alves Santana.
Fonte: Metrópoles
Polícia
Mãe denuncia, e jovem de 18 anos é detido por envolvimento com criança de 11 anos
Uma ocorrência de extrema gravidade mobilizou a Polícia Militar de Ji-Paraná na manhã desta segunda-feira (16). Um jovem de 18 anos foi detido no Segundo Distrito do município após ser denunciado por manter um relacionamento com uma criança de apenas 11 anos de idade. A denúncia partiu da mãe da vítima, que acionou as autoridades após descobrir a proximidade entre o rapaz e sua filha.
Segundo as informações, o suspeito é funcionário de uma empresa situada nas proximidades da residência da família. O contato entre os dois teria se intensificado nos momentos em que a mãe se ausentava para o trabalho, facilitando a aproximação do jovem. Relatos indicam que a situação havia escalado a ponto de a criança sair de casa escondida durante o período noturno para se encontrar com o investigado.
A descoberta do caso ocorreu devido à percepção da mãe, que notou alterações atípicas no comportamento da filha. Ao confrontar a menina em uma conversa franca, a mulher obteve a confirmação de que os encontros estavam ocorrendo de fato. Diante da revelação, a Polícia Militar foi chamada e se deslocou até o endereço profissional do suspeito, onde efetuou a detenção e o conduziu para a UNISP para o registro da ocorrência.
No depoimento inicial perante a Polícia Civil, o jovem negou ter tido relações sexuais com a menor, alegando que o envolvimento entre ambos se limitava a gestos de afeto, como beijos e abraços. No entanto, o caso agora segue para a Delegacia Especializada de Defesa da Mulher (DEAM), onde passará por uma investigação detalhada.
Vale ressaltar que a legislação brasileira é rigorosa em casos envolvendo menores de 14 anos: de acordo com o Artigo 217-A do Código Penal, qualquer ato libidinoso com vulnerável pode resultar em uma pena de reclusão que varia de oito a quinze anos.
Fonte: Notícias Urgentes com informações do Jornal Inforondonia
Polícia
Justiça absolve casal preso após apreensão de 6 toneladas de drogas em RO
A Justiça decidiu absolver um casal que havia sido preso durante uma das maiores apreensões de drogas já registradas, envolvendo cerca de seis toneladas de skunk. A decisão foi baseada na falta de provas que comprovassem que os acusados eram, de fato, os responsáveis pelo entorpecente.
RELEMBRE O CASO: Forças de segurança apreendem carregamento toneladas de drogas em carreta
Segundo informações do caso, apesar da grande quantidade de droga apreendida, não foi possível comprovar a ligação direta do casal com o material ilícito. Durante o processo, a defesa sustentou que não havia elementos suficientes que demonstrassem a posse ou propriedade da carga, argumento que foi acatado pela Justiça.
Ainda conforme os autos, não foi identificado o verdadeiro dono da droga, o que enfraqueceu a acusação e levou à absolvição dos réus. Sem provas concretas de autoria ou participação no crime, o Judiciário entendeu que não havia base legal para a condenação.
O caso chama atenção pelo volume expressivo de entorpecente apreendido, mas também evidencia a necessidade de provas robustas para sustentar acusações criminais, especialmente em situações de grande repercussão.
Fonte: Notícias Urgentes com Rota Comando
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