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Polícia

Três são presos com granadas, arma e drogas

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Durante a Operação Madeira-Mamoré, realizada de forma integrada com a Operação Protetor das Fronteiras e Divisas, forças de segurança pública apreenderam arma de fogo, granadas e entorpecentes no município de Guajará-Mirim, em Rondônia. A ação ocorreu na manhã da sexta-feira (02), por volta das 10h30, na Avenida Toufic Melhen Abichabki, nas proximidades da Avenida Salomão Abiorana, no bairro Jardim Esmeralda.

A operação contou com a atuação conjunta da Polícia Federal, Força Nacional, CCPI Amazônia, Polícia Rodoviária Federal e Polícia Militar de Rondônia, por meio do Batalhão de Polícia de Fronteira e Divisas (BPFRON), BPChoque (Canil) e 6º BPM, no enfrentamento aos crimes transfronteiriços na região de fronteira.

De acordo com informações policiais, a guarnição realizava patrulhamento ostensivo preventivo quando recebeu denúncia anônima relatando que um indivíduo estaria exibindo uma arma de fogo em via pública. Ao chegar ao local indicado, os policiais visualizaram um suspeito portando uma arma longa. Ao perceber a aproximação da viatura, o indivíduo fugiu para o interior de uma residência e conseguiu escapar pelos fundos do imóvel.

Durante as diligências no local, as equipes localizaram uma espingarda calibre 12, três munições do mesmo calibre, escondidas sob uma cama, além de quatro granadas com marcas e numerações ilegíveis, enterradas no quintal da residência. Também foi encontrado um vaso com três pés de maconha, bem como porções de maconha e cocaína, uma balança de precisão e seis aparelhos celulares.

Mulher é presa com granadas em Guajará-Mirim — Foto: PF

Três pessoas foram conduzidas à Delegacia de Polícia e responderão por porte ilegal de arma de fogo e posse de drogas para uso pessoal, conforme os artigos 16 da Lei nº 10.826/03 e 28 da Lei nº 11.343/06. Parte dos envolvidos preferiu permanecer em silêncio, informando que se manifestará apenas em juízo.

Segundo a Polícia Militar, a ação reforça o compromisso das forças de segurança no combate ao crime organizado e à criminalidade na faixa de fronteira.

A população pode colaborar com as forças policiais por meio do Disque Denúncia do BPFRON, pelo WhatsApp ou ligações no número (69) 99985-0805 – BPFRON.

Assessoria do BPFRON

Polícia

Mulher está desaparecida desde dezembro de 2025 após descer ao subsolo de prédio

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A corretora de imóveis, Daiane Alves Souza, 43 anos, está desaparecida desde dezembro de 2025, após descer até o subsolo do prédio em que mora em Caldas Novas, interior de Goiás. O caso chamou a atenção e ganhou repercussão nas redes sociais pela maneira repentina e inexplicável como ela sumiu.

No dia 17 de dezembro, ela desceu pelo elevador até o subsolo do prédio para verificar um problema de corte de energia no apartamento dela. O circuito da câmera de segurança do prédio e um vídeo enviado para uma amiga mostram a última vez em que foi vista. Veja:

Segundo a mãe de Daiane, Nilse Alves Pontes, de 61 anos, a mulher não parecia ter pretensão de sair do prédio por alguns motivos: a roupa simples do corpo e a porta destrancada do apartamento.

As imagens enviadas à amiga revelaram que a corretora mostrou o apartamento sem energia elétrica, filmou o trajeto até o elevador, desceu até a portaria e questionou o porteiro sobre a queda de energia. Durante o percurso no elevador, Daiane falou com outro morador sobre o assunto.

Já as câmeras de segurança mostraram Daiane retornando ao elevador e descendo até o subsolo do prédio, onde iria religar o relógio de energia. Ela seguiu gravando um novo vídeo com o seu celular, mas esse último vídeo, nunca foi enviado à amiga.

“E mais nada”, disse a mãe de Daiane sobre o desaparecimento.

Família e Amigos

A família da corretora, que reside em Uberlândia, na região metropolitana de Belo Horizonte, em Minas Gerais, possui seis apartamentos em Caldas Novas, cuja administração das locações era de responsabilidade dela.

Daiane deveria viajar para Uberlândia durante o Natal e retornaria posteriormente para atender à alta demanda do período de Ano Novo. Nesse intervalo, a mãe, Nilse, assumiria temporariamente a gestão dos imóveis.

No dia 18 de dezembro, Nilse e a neta tentaram contato telefônico com Daiane, sem sucesso. A última troca de mensagens entre elas havia ocorrido na manhã do dia anterior. Após a abertura do imóvel, constatou-se a ausência de Daiane. Buscas em outros apartamentos da família não tiveram êxito, levando os familiares a registrar um boletim de ocorrência e a procurar informações em hospitais, unidades de pronto atendimento e com conhecidos, sem que nenhuma pista fosse localizada.

Os familiares questionam o desaparecimento e seu contexto. Para Nilse, além da falta de preparo para sair de casa, as câmeras de segurança não chegam ou não existem onde ela passou, além de que o segundo vídeo gravado no caminho, nunca chegou até sua amiga.

“Por que exatamente nos lugares onde a Daiane poderia ser vista saindo do prédio não existem filmagens? Trata-se de um prédio enorme, com 165 apartamentos. Ela desce para religar a energia elétrica e, a partir desse momento, não há nenhuma imagem dela, nem retornando pelo elevador ao apartamento, nem saindo para a rua. Então, essa é a questão: onde estão essas imagens? Por que elas não existem?”, questionou à reportagem.

Investigação

A Delegacia de Caldas Novas investiga o caso de desaparecimento de Daiane.

Conforme a Polícia Civil do Goiás, algumas testemunhas já foram ouvidas durante as diligências do caso.

“As investigações estão em andamento com o intuito de localizar o maior número de informações e identificar a causa/motivo do desaparecimento.”

Ainda segundo a PC, maiores detalhes do caso não serão divulgados para não atrapalhar o andamento da ocorrência.

CNN Brasil

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Polícia

Delegada é presa suspeita de ligação com PCC

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O Ministério Público de São Paulo deflagrou, na manhã desta sexta-feira (16), a Operação Serpens para apurar o suposto envolvimento de uma delegada de polícia com a facção criminosa Primeiro Comando da Capital (PCC). A investigada, identificada como Layla Lima Ayub, tomou posse no cargo em dezembro do ano passado e foi presa durante a operação.

A ação cumpriu sete mandados de busca e apreensão nos estados de São Paulo e do Pará, incluindo a cidade de Marabá, além de dois mandados de prisão temporária expedidos pela Justiça.

De acordo com informações divulgadas pelo próprio MPSP, a delegada mantinha vínculos pessoais e profissionais com integrantes do PCC. As investigações apontam que ela teria utilizado o cargo de forma irregular, especialmente durante audiências de custódia envolvendo presos ligados à facção criminosa.

A Operação Serpens conta com a atuação conjunta do Grupo de Atuação Especial de Combate ao Crime Organizado (GAECO), da Corregedoria-Geral da Polícia Civil de São Paulo e do Gaeco do Ministério Público do Estado do Pará.

O material apreendido durante as diligências será analisado e deve subsidiar o avanço das investigações, que seguem em andamento sob sigilo parcial.

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Polícia

PM prende dupla com coquetéis molotov e impede novo ataque incendiário na capital

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Uma ação rápida da Polícia Militar resultou na prisão de um jovem e na apreensão de um adolescente suspeitos de envolvimento em ataques incendiários contra operadoras de internet em Porto Velho. A ocorrência foi registrada na Rua Pirinópoles, no bairro Jardim Santana.

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De acordo com informações apuradas pela equipe do Notícias Urgentes, a ação foi realizada por policiais do setor 11 do 5º Batalhão, sob o comando do sargento Roque, com apoio do sargento Pimenta e do cabo André. Segundo a PM, os suspeitos estavam em uma motocicleta e seguiam em direção ao bairro Tancredo Neves, onde planejavam atacar uma empresa do setor de telecomunicações.

Durante a tentativa de abordagem, os ocupantes da moto fugiram, dando início a uma perseguição. Em determinado momento, ambos caíram do veículo e foram contidos pelos policiais.

Com os suspeitos, a guarnição apreendeu várias garrafas contendo líquido inflamável, além de um isqueiro. O material, de acordo com a polícia, seria utilizado para provocar incêndio no estabelecimento comercial.

Ainda conforme a PM, os detidos relataram que teriam recebido ordens de integrantes da facção criminosa Comando Vermelho (CV), que atua no residencial Orgulho do Madeira. O jovem foi encaminhado à Central de Flagrantes, enquanto o adolescente foi apresentado às autoridades competentes, ficando o caso à disposição da Justiça.

Fonte: Notícias Urgentes

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