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CNU 2025: veja o que pode zerar sua resposta nas provas discursivas

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Faltam apenas três dias para a aplicação da prova discursiva do Concurso Nacional Unificado (CNU) e muitos candidatos ainda têm dúvidas sobre o que pode causar eliminação automática na etapa de entrega da folha de textos definitivos.

As regras valem para todos os oito blocos temáticos e aparecem no edital como orientações simples, mas o descumprimento resulta em nota zero, mesmo quando o conteúdo está correto.

A folha de textos definitivos é o documento entregue ao final da prova discursiva. Ela funciona como a versão final da resposta e não permite rasuras, anotações fora do espaço indicado ou qualquer marca que possa identificar o candidato.

A organização do concurso adota essas regras para manter igualdade entre todos. Por isso, a banca corrige apenas o texto que aparece dentro das linhas autorizadas e ignora qualquer trecho escrito em cadernos de rascunho, margens ou espaços não permitidos.

O candidato deve ficar atento aos itens mais rígidos. Um deles é a proibição de assinaturas, iniciais, desenhos, números de documentos ou qualquer marca pessoal que possa revelar a identidade do autor do texto.

A identificação gera eliminação imediata porque viola o critério de correção às cegas, prática usada para garantir que o avaliador não saiba quem escreveu a resposta.

Outra regra importante trata do uso de caneta. A banca exige caneta transparente com tinta preta desde o início da prova e considera inválido qualquer trecho feito com lápis, borracha ou tinta de outra cor.

Rasuras também precisam de cuidado. A folha definitiva não é um espaço para reescrita. Quando o candidato tenta apagar, sombrear ou modificar partes já escritas, corre o risco de perder a legibilidade do texto, o que também leva à nota zero.

O espaço destinado à resposta deve ser respeitado. A banca corrige apenas o que estiver dentro das linhas da folha oficial.

  • ⚠️ Se o candidato ultrapassar os limites e tentar continuar o texto em outra área, perde a pontuação. A regra vale tanto para textos muito longos quanto para respostas que ficam soltas ou desconectadas da área indicada.

O edital prevê ainda que a fuga completa do tema é outro ponto que elimina automaticamente.

Os enunciados da prova discursiva apresentam uma situação, um problema ou uma argumentação que deve ser desenvolvida. Quando o candidato ignora o assunto e entrega uma resposta sem relação com a proposta, a banca não atribui nota, independentemente da qualidade do texto.

O mesmo vale para modelos decorados, respostas prontas ou textos desconectados da pergunta.

A estrutura básica do texto também influencia. O edital determina que o candidato apresente uma resposta redigida de forma contínua, com início, desenvolvimento e conclusão.

A entrega de frases soltas, listas, esquemas ou textos incompletos indica que a proposta não foi cumprida. A banca considera isso insuficiente para avaliação e atribui nota zero.

A organização do concurso reforça ainda que o candidato deve respeitar as instruções impressas na própria folha.

Cada detalhe tem uma função, como limitar o tamanho do texto ou orientar o avaliador sobre onde começa e termina a resposta. Quando o participante ignora essas orientações e entrega o conteúdo fora do padrão, a banca desclassifica automaticamente.

Além das regras sobre a folha definitiva de reação, no dia da prova, apenas alguns itens são permitidos:

Confira as principais orientações para a 2ª edição do CNU — Foto: g1

Confira as principais orientações para a 2ª edição do CNU — Foto: g1

A aplicação da discursiva será no mesmo dia para todos os blocos temáticos, mas o formato varia conforme o nível da vaga.

Ainda nesta reportagem, entenda como será cada prova, qual é a pontuação atribuída a cada tipo de resposta e o que a banca espera do candidato no dia da aplicação.

Prova para nível superior

Para os cargos de nível superior, a prova será composta por duas questões discursivas. Cada uma deve ser respondida em até 30 linhas.

Ao todo, a etapa vale 45 pontos. Cada questão tem o valor de 22,5 pontos, distribuídos igualmente entre dois critérios.

A metade da nota se refere ao domínio dos conhecimentos específicos, que são os conteúdos previstos nos anexos do bloco temático de inscrição. A Fundação Getúlio Vargas, banca organizadora, avaliará a compreensão do tema, a precisão conceitual e a pertinência das informações utilizadas pelo candidato.

outra metade corresponde ao uso da Língua Portuguesa. O avaliador verificará correção gramatical, estrutura do texto e organização das ideias. Segundo o edital, a coerência e a coesão serão determinantes para que a resposta tenha clareza e unidade.

Prova para nível intermediário

A discursiva do nível intermediário será uma redação dissertativo-argumentativa de até 30 linhas.

Ela vale 30 pontos e toda a nota será atribuída exclusivamente ao critério de uso da Língua Portuguesa.

Embora o tema tenha relação com os conhecimentos específicos do bloco, o edital não atribui pontuação por domínio técnico.

O desempenho dependerá da capacidade do candidato de estruturar um texto com introdução, desenvolvimento e conclusão, além de manter coerência, coesão e respeito à norma culta.

📎 Tanto as questões do nível superior quanto o tema da redação do nível intermediário serão baseados nos conteúdos específicos definidos nos anexos do edital. O candidato deve consultar o material correspondente ao seu bloco temático, já que os assuntos da prova virão exclusivamente dessa lista.

Como estudar?

Para se preparar, não basta memorizar. É preciso transformar conhecimento em texto, revisando os eixos do edital e identificando os temas mais cobrados.

Estude com três pilares: revisão focada, treino e simulação, dica da professora Leticia Bastos. Revise conteúdos-chave, treine redações respeitando 30 linhas e o tempo da prova e simule a prova completa pelo menos uma vez.

No nível superior, foque em conceitos, classificações, políticas públicas e procedimentos específicos. Por exemplo, no Bloco 5, Administração, é comum cobrar gestão por competências.

Leia o edital com atenção, explica Leticia Bastos. Confira formato da prova, eixos temáticos e critérios de correção para planejar seus estudos.

Para escrever bem dentro de 30 linhas, use estrutura em quatro parágrafos: introdução, dois blocos de desenvolvimento e conclusão, conselho da professora. Faça um rascunho com tese, argumentos e conclusão, distribua linhas e use conectivos claros.

O ideal é escolher palavras precisas, fundamentar a argumentação com conceitos previstos no edital e manter a progressão lógica do texto.

Equilibre conhecimento técnico e língua portuguesa. Nível superior divide a nota entre conteúdo e linguagem; intermediário avalia 100% língua portuguesa, orientação de Leticia Bastos.

Na revisão final, dedique 5 a 10 minutos para conferir tema, coerência e erros gramaticais, recomenda Leticia Bastos.

Quais são os horários?

Os portões serão fechados às 12h30, no horário de Brasília, e a prova começa às 13h. A partir daí, muda apenas a duração conforme o cargo:

  • No nível superior, a prova segue até 16h (três horas totais) e o caderno só pode ser levado a partir das 15h;
  • No nível intermediário, a prova termina às 15h (duas horas de aplicação) e a retirada do caderno é permitida a partir das 14h.

Em ambos os casos, o candidato deve permanecer pelo menos uma hora na sala, entregar o cartão de respostas e a folha de textos definitivos ao final, e as três últimas pessoas da sala precisam permanecer juntas até a assinatura da ata.

Como foi a primeira fase?

A primeira etapa do CNU 2025, realizada no dia 5 de outubro, teve números expressivos e algumas mudanças em relação ao ano anterior.

Para reforçar a segurança contra fraudes, foram produzidas 36 versões diferentes da prova objetiva, com quatro modelos distintos para cada bloco temático.

Outra novidade foi a permissão de levar o caderno de questões para casa — mas apenas para quem permaneceu até a última hora do período total da prova.

As provas começaram às 13h, com durações diferentes:

  • Nível Superior: 5 horas (até 18h)
  • Nível Intermediário: 3h30 (até 16h30)

Independente do nível, todos precisaram ficar na sala pelo menos duas horas antes de poder sair. A estrutura da objetiva foi dividida em duas partes:

  • Conhecimentos gerais, como português, lógica e atualidades.
  • Conhecimentos específicos, variando conforme o bloco temático.

O número de questões também variou:

  • 90 questões para nível superior (30 gerais + 60 específicas);
  • 68 questões para nível intermediário (20 gerais + 48 específicas).

Segudo o Ministério da Gestão, a participação de candidatos surpreendeu: quase 60% dos inscritos compareceram, reduzindo a abstenção para 42,8%, um índice muito menor que o de 2024 (54%).

Ao todo, mais de 760 mil pessoas se inscreveram, reforçando o CNU como o maior concurso público do país.

O menor índice de abstenção foi no Distrito Federal (30,8%); o maior, no Amazonas (51,2%).

A primeira fase, portanto, fechou com boa participação e reforçou a expectativa para a etapa discursiva, que agora decide o futuro dos candidatos.

Sobre o CNU 2025

A segunda edição do CNU organizou suas vagas em nove blocos temáticos. Com uma única inscrição, o candidato concorre a todas as vagas do seu bloco. O títulos dos blocos são:

  1. Seguridade Social
  2. Cultura e Educação
  3. Ciências, Dados e Tecnologia
  4. Engenharias e Arquitetura
  5. Administração
  6. Desenvolvimento Socioeconômico
  7. Justiça e Defesa
  8. Intermediário – Saúde
  9. Intermediário – Regulação

Os salários vão de R$ 4 mil a R$ 16 mil, dependendo do cargo e do nível. Embora a maioria das vagas esteja em Brasília, há oportunidades em vários estados.

O CNU 2025 também trouxe uma mudança importante: agora todo o processo é regido por um único edital, facilitando o acesso às informações e a comparação entre blocos.

📅 Próximos Passos

  • 7 de dezembro – Aplicação da Prova Discursiva
  • 23 de janeiro de 2026 – Divulgação da nota preliminar e espelho de correção
  • 26 e 27 de janeiro de 2026 – Prazo para recursos
  • 18 de fevereiro de 2026 – Resultado dos pedidos de revisão e nota definitiva da Discursiva
  • 20 de fevereiro de 2026 – Divulgação das listas de classificação (vagas imediatas e lista de espera)

Fonte: G1

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Estrada de Ferro Madeira-Mamoré celebra 114 anos preservando a memória e fortalecendo a identidade de Porto Velho

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No dia 1º de agosto, Porto Velho celebra os 114 anos da inauguração oficial da Estrada de Ferro Madeira-Mamoré, um dos mais importantes marcos da história da Amazônia e patrimônio que deu origem ao desenvolvimento da capital rondoniense. Mais do que uma obra de engenharia, a ferrovia representa um legado de coragem, diversidade cultural e transformação social que continua vivo na identidade do povo porto-velhense.

Construída em meio aos desafios da floresta amazônica, entre 1907 e 1912, a Madeira-Mamoré nasceu para cumprir um compromisso firmado no Tratado de Petrópolis, garantindo o escoamento da produção boliviana pelo rio Madeira. Durante sua construção, milhares de trabalhadores de diversas nacionalidades enfrentaram doenças, dificuldades climáticas e obstáculos naturais, tornando a ferrovia conhecida mundialmente como uma das mais desafiadoras de sua época.

Ao redor dos trilhos surgiu um povoado que, anos mais tarde, daria origem à cidade de Porto Velho. A ferrovia impulsionou o crescimento econômico, atraiu pessoas de diferentes culturas e consolidou a ocupação da região, tornando-se um dos principais símbolos da história de Rondônia.

Memória Viva

Para a historiadora Rita Vieira, a Madeira-Mamoré representa muito mais que uma obra ferroviária. “A história de Porto Velho está diretamente ligada à Estrada de Ferro Madeira-Mamoré. Foi a partir dela que a cidade ganhou forma, recebeu pessoas de diferentes partes do mundo e construiu uma identidade marcada pela diversidade cultural. Preservar esse patrimônio é preservar a memória de quem ajudou a construir a nossa história.”

O secretário executivo de Turismo da Semtel, Aleks Palitot, destaca que a valorização da ferrovia também fortalece o turismo histórico da capital.

“A Madeira-Mamoré é o maior patrimônio histórico de Porto Velho e um dos principais atrativos turísticos da Amazônia. Cada visitante que conhece esse complexo compreende a grandeza da nossa história e a importância de preservar esse legado para as futuras gerações.”

Orgulho da nossa origem

O prefeito Léo Moraes reforça que preservar a memória da ferrovia é um compromisso com a identidade da cidade. “Celebrar os 114 anos da Estrada de Ferro Madeira-Mamoré é reconhecer a importância de um patrimônio que ajudou a construir Porto Velho. Nossa gestão trabalha para preservar esse legado, fortalecer o turismo e garantir que a história da nossa cidade continue sendo conhecida e valorizada por todos.”

Hoje, a Estrada de Ferro Madeira-Mamoré permanece como um dos principais cartões-postais de Porto Velho, atraindo visitantes do Brasil e do mundo. Seus trilhos, locomotivas e edificações seguem contando a história de homens e mulheres que desafiaram a floresta para construir um dos maiores símbolos da Amazônia.

Passados 114 anos de sua inauguração oficial, a Madeira-Mamoré continua viva, não apenas como um patrimônio histórico, mas como a origem da identidade, da cultura e da memória de Porto Velho.

Acompanhe as ações, serviços e notícias da Prefeitura de Porto Velho. Siga o canal oficial no WhatsApp e receba as principais informações diretamente no seu celular:

https://whatsapp.com/channel/0029VbCaSTO5q08TB4mYNM0o

Fonte: Secretaria Municipal de Comunicação (Secom)

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Mega Sena acumula e pode pagar R$ 100 milhões neste domingo

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O concurso 3.039 da Mega-Sena pode pagar neste domingo (2) R$ 100 milhões para quem acertar as seis dezenas que forem sorteadas. O sorteio será realizado às 11h, no Espaço da Sorte, em São Paulo, e terá transmissão ao vivo pelas redes sociais da Caixa. 

As apostas podem ser feitas até as 22h deste sábado nas casas lotéricas.

No último concurso,  na quinta-feira (30), ninguém acertou as seis dezenas, e o prêmio acumulou. As dezenas sorteadas no concurso 3.038 foram 30,35,38,39, 46 e 50.

Fonte: Agência Brasil

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Zé Felipe é alvo de 3 denúncias no Ministério dos Direitos Humanos

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O cantor sertanejo Zé Felipe foi denunciado no Ministério dos Direitos Humanos e da Cidadania depois de publicar um vídeo polêmico no qual estimula o filho caçula, José Leonardo, a repetir palavras de cunho sexual

O ex-marido de Virginia Fonseca foi alvo de, pelo menos, três denúncias junto ao órgão realizadas por meio do Disque 100, canal oficial do governo envolvendo violações de direitos humanos. As informações são da revista Quem.

Denúncias

As denúncias contra o filho de Leonardo foram encaminhadas ao Conselho Tutelar de Goiânia (GO) e a uma delegacia regional. Em posse das queixas, os órgãos competentes vão analisar se uma investigação será aberta contra o sertanejo.

A polêmica ganhou repercussão na segunda-feira (27/7), quando Zé Felipe compartilhou um momento em que o filho de quase 2 anos participa de uma brincadeira feita por adultos.

Nas imagens, o menino é perguntado sobre “o que vai dar para as meninas” e responde apontando para a região pélvica. “Pau”. A gravação repercutiu nas redes sociais e gerou críticas de internautas, que questionaram o conteúdo envolvendo a criança.

Reagiu

Com a repercussão do vídeo, o cantor voltou às redes sociais para falar sobre o assunto. Primeiro, ele minimizou a situação e disse que tudo era uma brincadeira: “Da forma que fui criado e onde fui criado, sempre teve. Isso não moldou nada a relação que tenho com as mulheres da minha vida. É coisa de criação mesmo”, argumentou.

Depois, porém, o famoso mudou o discurso: “Não sabia. A gente não sabe de tudo e está aqui para aprender e melhorar. Houve outros pontos de vista com os quais não concordei e achei um ‘mimimi’ do caralho. Mas quando a gente é pessoa pública, deve satisfação, sim, para as pessoas”, afirmou.

Ele aproveitou a oportunidade para se desculpar. “Para quem se sentiu incomodado, quem não foi criado do jeito que fui, quero pedir desculpas. De verdade. A intenção era só mostrar o dia a dia, não foi para gerar constrangimento ou passar nada ruim para ninguém. Para os que eu não concordo, também me desculpem.”

Fonte: Metrópoles

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