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Porto Velho é destaque nacional em projeto de inovação na gestão pública de saúde

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A Secretaria Municipal de Saúde (Semusa) está entre as oito organizações brasileiras selecionadas pelo Ministério da Saúde para participar do Projeto PIE — Institucionalização de Políticas Informadas por Evidências, sendo a única representante da região norte . Ao todo, 77 instituições se inscreveram, e a escolha da Semusa foi baseada em seu histórico de comprometimento, resultados concretos e boas práticas na área de Educação Permanente em Saúde.

Desenvolvido no âmbito do Programa de Apoio ao Desenvolvimento Institucional do SUS (Proadi-SUS), o projeto é uma iniciativa do Hospital Sírio-Libanês, em parceria com o Conselho Nacional de Secretarias de Saúde (Conass), Conselho Nacional de Secretarias Municipais de Saúde (Conasems) e o Departamento de Ciência, Tecnologia e Inovação do Ministério da Saúde (Decit/Sectics) do Ministério da Saúde. O objetivo é fortalecer o uso de evidências científicas nos processos de gestão e tomada de decisão em saúde pública, contribuindo para políticas mais eficazes e sustentáveis.

Segundo Angelita Mendes, enfermeira, servidora municipal, mestre em Educação e ponto focal do Grupo Condutor do projeto, a participação da Semusa representa um marco importante no avanço da gestão baseada em evidências. “Com o apoio da gestão municipal, temos avançado desde fevereiro deste ano na construção de um Plano de Melhorias, que busca implementar políticas embasadas em evidências, promovendo decisões mais assertivas, eficientes e sustentáveis para o SUS municipal”, destacou Angelita.

Essa conquista reforça que a Semusa se destaca nacionalmente pela capacidade técnica e pelo compromisso com uma gestão moderna e responsável. Também mostra que Porto Velho já alcançou um bom nível de maturidade institucional, adotando práticas de monitoramento, avaliação e uso de informações científicas para aprimorar as políticas públicas.

Além disso, o projeto traz apoio direto do Ministério da Saúde e de instituições de referência, fortalecendo a capacidade do município de planejar e executar políticas mais eficazes e transparentes.

Como o projeto funciona

O processo começa com a seleção de instituições com histórico de boas práticas em gestão, como a Semusa. Em seguida, ocorre a fase de capacitações e mentorias, em que o Grupo Condutor, formado por nove servidores municipais, recebe formação sobre como identificar problemas prioritários, buscar evidências científicas e aplicar esses dados na tomada de decisões e formulação de políticas públicas.

Cada secretaria participante cria seu próprio Núcleo de Apoio à PIE (Política de Inovação e Evidências), que será responsável por consolidar e expandir o uso de evidências dentro da instituição. A Semusa já iniciou a estruturação desse núcleo, com acompanhamento técnico de especialistas nacionais, como o pesquisador Jorge Barreto, que integra a equipe de mentoria do projeto.

Segundo Jorge Barreto, pesquisador e consultor do projeto, o envolvimento de Porto Velho reforça uma nova fase da gestão pública em saúde no Brasil.

“A Semusa tem mostrado grande engajamento e capacidade técnica para incorporar práticas baseadas em evidências. Isso demonstra um compromisso real com a melhoria contínua da gestão e com o fortalecimento do SUS municipal”, afirmou o pesquisador.

Ao final do ciclo, a Secretaria apresentará o Plano de Melhorias para Implementação da PIE na Semusa, previsto para 2026. O principal objetivo é criar uma cultura permanente de uso de evidências na gestão pública de saúde, transformando essa prática em rotina dentro da secretaria.

Para o secretário municipal de Saúde, Jaime Gazola, a participação de Porto Velho no projeto reafirma o compromisso da gestão em promover uma saúde pública cada vez mais eficiente, moderna e transparente.

“Esse reconhecimento é fruto do trabalho técnico e do empenho das nossas equipes. Estamos investindo em conhecimento e inovação para garantir que cada decisão da Semusa seja sustentada por evidências, sempre com o objetivo de melhorar a qualidade do atendimento à população”, destacou o secretário.

Com essa iniciativa, Porto Velho consolida sua posição de referência nacional em inovação e boas práticas na gestão pública de saúde, reafirmando o compromisso da Semusa com a eficiência, transparência e qualidade no atendimento à população.

Fonte: Secretaria Municipal de Comunicação (Secom)

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Enem 2026: prazo para pagamento da taxa de inscrição termina na quarta

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O prazo para o pagamento do boleto da taxa de inscrição do Exame Nacional do Ensino Médio (Enem) de 2026 termina nesta quarta-feira (17).

O valor é R$ 85, e a Guia de Recolhimento da União (GRU Cobrança) para a quitação está disponível na Página do Participante no portal do Instituto Nacional de Estudos e Pesquisas Educacionais Anísio Teixeira (Inep). É preciso usar a senha do portal de serviços digitais do governo federal, o Gov.br.

Em caso de necessidade de reimpressão, o participante deverá gerar novamente a GRU Cobrança na mesma página eletrônica.

Meios de pagamento

O pagamento da taxa de inscrição do exame pode ser feito em qualquer banco, casa lotérica ou por meio de aplicativos bancários.

Não serão aceitos pagamentos de inscrições por meio de depósito em caixa eletrônico, via postal, transferência ou depósito em conta corrente, nem ordem de pagamento.

As opções de pagamento da GRU Cobrança são o Pix, cartão de crédito, débito em conta corrente ou poupança, dentre outros e pode variar de acordo com a instituição financeira do pagador.

Nos casos de Pix, a GRU Cobrança traz o QR Code para o participante quitar a taxa de inscrição.

Sem devolução de valor

O Inep avisa que o valor referente ao pagamento da taxa de inscrição não será devolvido, exceto em caso de cancelamento desta edição do Enem.

Também não será devolvido o pagamento da taxa de inscrição realizado em duplicidade nem se for enviado um valor diferente de R$ 85.

edital público do exame esclarece que é proibido transferir o valor referente ao pagamento da taxa de inscrição do Enem para outro participante.

Confirmação da inscrição

A inscrição será confirmada somente após o processamento do pagamento da taxa de inscrição pelo Banco do Brasil.

Caso o valor do pagamento seja inferior a R$ 85, a inscrição não será confirmada.

Isenção da taxa de inscrição do Enem

O Inep concedeu gratuidade no Enem 2026 a candidatos dos seguintes perfis:

  • alunos matriculados no 3º ano do ensino médio em escola pública, em 2026;
  • alunos que cursaram todo o ensino médio em escola pública ou como bolsistas integrais em escola privada e que possuam renda familiar de até 1,5 salário-mínimo por pessoa;
  • estudantes participantes do programa Pé-de-Meia do Ministério da Educação (MEC).
  • pessoas em situação de vulnerabilidade socioeconômica, pertencentes a famílias de baixa renda e com registro no Cadastro Único para Programas Sociais do governo federal (CadÚnico);
  • participantes que informaram na inscrição que usarão os resultados das provas para solicitar o certificado de conclusão do ensino médio e têm registro no CadÚnico;

Enem

O Exame Nacional do Ensino Médio avalia o desempenho escolar dos estudantes ao término da educação básica. A prova é a principal forma de entrada na educação superior no Brasil, por meio de programas federais como Sistema de Seleção Unificada (Sisu), Programa Universidade para Todos (Prouni) e Fundo de Financiamento Estudantil (Fies).

As instituições de ensino públicas e privadas usam os resultados das provas para selecionar os estudantes.

Desde a edição de 2025, o Enem voltou a certificar a conclusão dessa etapa de ensino para os candidatos com 18 anos de idade completos e que também alcancem a pontuação mínima em cada área do conhecimento nas provas e na redação.

Os resultados individuais do exame também podem ser aproveitados em processos seletivos de instituições portuguesas que têm convênio com o Inep. Os acordos garantem acesso facilitado às notas dos estudantes brasileiros interessados em cursar a educação superior em Portugal.

Fonte: Agência Brasil

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Ibama intensifica fiscalização contra incêndios florestais em Rondônia

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O Instituto Brasileiro do Meio Ambiente e dos Recursos Naturais Renováveis (Ibama) deu início à Operação Apoena, uma ação voltada ao fortalecimento do combate aos incêndios florestais e à preservação da Amazônia. A iniciativa reúne medidas de prevenção, fiscalização, investigação e responsabilização de proprietários e responsáveis por áreas onde houver uso irregular do fogo.

Como parte da operação, o órgão ambiental publicou notificações preventivas destinadas a grandes proprietários rurais localizados em municípios considerados prioritários para o controle das queimadas. A medida alcança áreas situadas nos estados de Rondônia, Acre, Amazonas, Maranhão, Mato Grosso, Pará e Roraima.

Os editais reforçam a necessidade de adoção imediata de práticas voltadas à prevenção de incêndios, abrangendo tanto áreas de vegetação nativa quanto regiões utilizadas para atividades agropecuárias. A iniciativa busca reduzir os riscos durante o período mais crítico de estiagem, quando tradicionalmente ocorre aumento no número de focos de calor.

Entre as exigências estabelecidas estão a proibição do uso do fogo sem autorização ambiental, a manutenção de aceiros, a proteção de áreas preservadas, o monitoramento constante das propriedades e a capacitação de trabalhadores para atuação em situações de emergência. Também é obrigatória a adoção de planos de prevenção e combate a incêndios, além da comunicação imediata às autoridades em caso de ocorrência de focos de fogo.

O Ibama destaca que o cumprimento das medidas será acompanhado por meio de tecnologias de monitoramento remoto e imagens de satélite. Proprietários que deixarem de atender às determinações poderão ser alvo de penalidades administrativas, além de responder civil e criminalmente pelos danos causados.

Segundo o órgão, a Operação Apoena tem caráter preventivo e busca evitar que o bioma amazônico enfrente novamente os impactos provocados por grandes incêndios florestais registrados nos últimos anos.

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Curso prepara catadores de Porto Velho para atuação com resíduos eletroeletrônicos

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Trabalhadores da reciclagem de Porto Velho participam, entre os dias 17 e 19 de junho, do Curso de Destinação Socioambiental de Resíduos Eletroeletrônicos, promovido pelo Instituto GEA – Ética e Meio Ambiente, entidade ambiental sem fins lucrativos, em parceria com o Laboratório de Sustentabilidade da Escola Politécnica da USP (Lassu-USP), com apoio do Fundo Socioambiental Caixa. A Secretaria Executiva de Serviços Básicos (Sesb), vinculada à Secretaria Municipal de Infraestrutura (Seinfra), contribuiu para a articulação entre as instituições parceiras da iniciativa. A formação acontece na Universidade Federal de Rondônia (Unir) e deve reunir representantes de dez cooperativas e associações.

O curso integra o Projeto ReciclaON, presente nas 26 capitais brasileiras e no Distrito Federal. A iniciativa prevê ações de diagnóstico, formação, estruturação e fortalecimento de cooperativas que atuam na cadeia da reciclagem. O objetivo é ampliar o conhecimento técnico dos participantes sobre o manejo, a separação e a destinação adequada de equipamentos eletroeletrônicos descartados, como computadores, impressoras, celulares e outros aparelhos. Durante os três dias de atividades, os participantes terão acesso a conteúdos teóricos e oficinas práticas de desmontagem, além de orientações sobre segurança no trabalho, uso de equipamentos de proteção individual (EPIs) e armazenamento adequado dos materiais.

Segundo o diretor do Departamento de Saneamento Básico da Sesb, Marcelo Barroso, o curso terá como foco principal os trabalhadores que atuavam na Vila Princesa, mas também contará com participantes de outros municípios do estado. “Essa formação é voltada principalmente aos catadores da Vila Princesa, mas também terá a participação de representantes de outras cidades de Rondônia. A proposta é oferecer conhecimento e novas oportunidades para esses trabalhadores, fortalecendo a inclusão socioprodutiva e ampliando a atuação deles na cadeia de reciclagem de equipamentos eletroeletrônicos”.

Marcelo explicou que a realização do curso em Porto Velho foi resultado de uma articulação entre o Instituto GEA, a Universidade Federal de Rondônia, a Prefeitura de Porto Velho, o Governo do Estado e outras instituições parceiras. Além do treinamento técnico, o Projeto ReciclaON prevê a estruturação de cooperativas por meio do fornecimento de ferramentas, mobiliário e equipamentos de proteção, além de apoio na gestão dos negócios e na divulgação dos serviços prestados pelos grupos participantes.

Para o prefeito Léo Moraes, investir na qualificação dos trabalhadores da reciclagem é uma forma de promover inclusão social, geração de renda e sustentabilidade. “Estamos apoiando iniciativas que valorizam quem desempenha um papel fundamental para o meio ambiente e para a cidade. Ao oferecer capacitação e ampliar oportunidades para os catadores, fortalecemos a economia circular, contribuímos para a destinação correta dos resíduos e ajudamos a construir uma Porto Velho mais sustentável e inclusiva”.

A abertura do curso está prevista para o dia 17 de junho e deve contar com a presença do secretário executivo de Serviços Básicos, Giovanni Marini. Para o secretário, iniciativas voltadas à qualificação dos trabalhadores da reciclagem contribuem para ampliar as oportunidades de trabalho e fortalecer a gestão adequada dos resíduos. “A gestão municipal tem buscado apoiar iniciativas que ampliem as oportunidades para os catadores e fortaleçam a destinação adequada dos resíduos. A participação dessas cooperativas em projetos como o ReciclaON contribui para a inclusão produtiva e para o desenvolvimento de uma cadeia de reciclagem mais estruturada em Porto Velho”.

Fonte: Secretaria Municipal de Comunicação (Secom)

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