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Polícia

Megaoperação contra o Comando Vermelho no Rio deixa ao menos 22 mortos, entre eles dois policiais

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Uma megaoperação das forças de segurança do Rio de Janeiro contra o Comando Vermelho deixou ao menos 22 mortos, entre eles, dois policiais e resultou na prisão de 56 pessoas nesta terça-feira (28), nos complexos do Alemão e da Penha, na zona norte da capital. A ação foi marcada por intensa troca de tiros e pela reação de criminosos, que incendiaram veículos e ergueram barricadas nas vias.

Imagens registradas por moradores mostram o som de quase 200 disparos em apenas um minuto, em meio à fumaça que tomou conta das comunidades.

Segundo informações da TV Globo, entre os mortos estão 18 suspeitos e dois policiais. A Operação Contenção, como foi batizada, faz parte de uma estratégia permanente do governo estadual para impedir o avanço da facção em diferentes regiões. Até o fim da manhã, a ação seguia em andamento.

Mais de 2,5 mil agentes das polícias Militar e Civil participaram da ofensiva, que tinha como objetivo cumprir cerca de 100 mandados de prisão. Em razão dos confrontos, escolas e unidades de saúde próximas permaneceram fechadas durante todo o dia.

De acordo com a Polícia Civil, integrantes da facção chegaram a usar drones para lançar explosivos contra as equipes, e alguns suspeitos fugiram pela parte alta do morro — cena que lembrou a ocupação do Complexo do Alemão em 2010.

Balanço parcial

  • Mortos: 18 suspeitos (incluindo dois da Bahia e um do Espírito Santo) e dois policiais.
  • Feridos: nove agentes baleados — dois deles morreram; três moradores também foram atingidos (um homem em situação de rua, uma mulher dentro de uma academia e outro homem em um ferro-velho).
  • Presos: 56 suspeitos — cinco permanecem internados sob custódia após serem baleados.
  • Apreensões: 31 fuzis, duas pistolas e nove motocicletas.

A operação é considerada uma das maiores ações integradas de segurança do estado neste ano. Autoridades afirmam que novas fases estão previstas para as próximas semanas, com o objetivo de desarticular células do Comando Vermelho que atuam em outras regiões do Rio e de estados vizinhos.

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Polícia

Mulher é condenada a 66 anos de prisão por envenenar ovo de Páscoa

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A mulher que envenenou um ovo de Páscoa que resultou na morte de duas crianças no Maranhão, no ano passado, foi condenada a 66 anos, oito meses e sete dias de prisão pelos crimes de duplo homicídio qualificado e tentativa de homicídio qualificado contra a mãe das crianças.

O Tribunl do Júri da  3ª Vara Criminal da Comarca de Imperatriz tomou a decisão nesta segunda-feira (22). Jordélia Pereira Barbosa terá que cumprir a pena em regime inicial fechado, com início imediato. Ela já estava detida desde 17 de abril de 2025. Cabe recurso.

De acordo com a denúncia, Jordélia enviou um ovo de Páscoa envenenado para a casa de Mirian Lira Rocha, em Imperatriz, por meio de um mototaxista. A mãe e os dois filhos, Luiz Fernando Rocha Silva, de 7 anos, e de Evillyn Fernanda Rocha Silva, de 13 anos, comeram o alimento. As duas crianças morreram e Mirian sobreviveu após receber atendimento médico.

A investigação indicou que a mãe das crianças era o alvo principal do ataque e o crime teria sido motivado por ciúmes, já que Mirian mantinha um relacionamento com o ex-companheiro da acusada. No entanto, os jurados reconheceram que a ré assumiu o risco de provocar a morte das crianças ao enviar o alimento envenenado para a casa onde eles viviam com a mãe.

No julgamento, também foi destacado que Jordélio planejou o crime. Ela teria saído da cidade onde morava, Santa Inês, para ir a Imperatriz usando um disfarce, se hospedado em um hotel com identidade falsa e monitorado a rotina da casa antes de praticar o crime.

A pena foi fixada da seguinte forma:

  • tentativa de homicídio contra Mirian – 14 anos, 9 meses e 25 dias
  • morte de Luiz Fernando – 25 anos, 11 meses e 6 dias pela
  • morte de Evillyn  – 25 anos, 11 meses e 6 dias

Jordélia também foi condenada a pagar uma indenização mínima por danos morais de 100 salários mínimos para Mirian e 400 salários mínimos para os pais das duas crianças, em razão dos prejuízos físicos, psicológicos e da perda irreparável sofrida pela família.

Fonte: Metrópoles

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Polícia

Servidora da Sedam morre em grave colisão entre caminhonetes na BR-364

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A servidora pública da Secretaria de Estado do Desenvolvimento Ambiental (Sedam), Genilcy do Nascimento Brito, foi identificada como a vítima fatal de um grave acidente ocorrido na tarde desta terça-feira (23) na BR-364, entre os municípios de Itapuã do Oeste e Candeias do Jamari.

Relembre:

Genilcy morreu após uma colisão frontal envolvendo duas caminhonetes no km 650 da rodovia. Ela não resistiu aos ferimentos e faleceu ainda no local antes da chegada do socorro.

Além da vítima fatal, outras quatro pessoas ficaram feridas e foram encaminhadas para unidades de saúde da região. As circunstâncias do acidente serão investigadas pela Polícia Rodoviária Federal (PRF) e pela Perícia Técnica.

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Polícia

Ex-conselheiro tutelar condenado em Rondônia é preso em Goiânia pela Polícia Civil

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A Polícia Civil de Goiás, por meio da Delegacia Estadual de Capturas (Decap), cumpriu na segunda-feira (22) um mandado de prisão definitiva contra um ex-conselheiro tutelar no Setor Santa Helena, em Goiânia.

O homem, identificado como Lorizete Feliciano Almeida, é oriundo de Vilhena (RO) e possui condenações que somam mais de 43 anos de prisão em regime fechado.

De acordo com as informações da polícia, ele foi condenado pela 2ª Vara Criminal de Vilhena por uma série de crimes, incluindo estupro de vulnerável, satisfação de lascívia na presença de criança ou adolescente, tráfico de drogas, receptação, furto, violação de direito autoral e descaminho.

A ordem de prisão cumprida nesta segunda-feira é decorrente de condenação definitiva, sem possibilidade de novos recursos. Após ser localizado, o condenado foi detido e encaminhado à custódia da Decap.

Ele deve ser transferido nos próximos dias para a Central de Triagem do Complexo Prisional de Aparecida de Goiânia, onde ficará à disposição da Justiça para início do cumprimento da pena.

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