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Polícia

Modelo é morta com 24 facadas pelo marido após pedir divórcio

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O mundo da moda italiana amanheceu em choque nesta quarta-feira (15) com o assassinato brutal da modelo e empresária Pamela Genini, de 29 anos, em Milão, na Itália. Ela foi morta a facadas pelo companheiro Gianluca Soncin, de 52 anos, na noite da última terça-feira (14), no terraço do apartamento onde vivia, no bairro de Gorla.

De acordo com a polícia italiana, Pamela foi atingida por cerca de 24 golpes de faca após uma discussão com o suspeito, que teria sido motivada pelo fim do relacionamento. Vizinhos ouviram gritos de socorro vindos da sacada e acionaram as autoridades.

Após o ataque, Soncin tentou tirar a própria vida com cortes no pescoço, mas foi socorrido e levado sob custódia ao Hospital Niguarda, onde segue internado fora de risco. O caso é investigado como feminicídio, crime que volta a provocar indignação no país em meio a uma escalada de violência contra mulheres.

Na semana passada, o governo italiano aprovou um projeto de lei que prevê prisão perpétua para autores de feminicídio, em resposta ao aumento de casos semelhantes.

Pamela revelou agressões para amiga

De acordo com a amiga Nicole, o abuso já acontecia há pelo menos um ano. Em entrevista ao programa Mattino Cinque, ela relatou que Pamela enviava fotos dos hematomas e mensagens contando sobre as agressões. O primeiro episódio teria ocorrido em setembro de 2023, durante o Festival de Cinema de Veneza, quando a modelo desapareceu por algumas horas após ser agredida por ciúmes.

“Meu marido e eu pedimos que ela denunciasse, mas ele voltou chorando, prometendo mudar”, contou Nicole. A amiga afirmou ainda que, nos meses seguintes, Pamela tentou várias vezes encerrar o relacionamento, mas era constantemente ameaçada. O agressor alternava entre promessas de casamento e intimidações contra a família e até o cachorro dela.

A vida e a carreira de Pamela Genini

Nascida em Strozza, uma pequena vila na província de Bérgamo, Pamela começou a carreira como modelo aos 16 anos e, nos últimos anos, havia se tornado empresária do setor de moda e imóveis de luxo. Ela era cofundadora da marca de biquínis EP SheLux, criada ao lado da amiga Elisa Bortolotti, que lamentou a morte em uma homenagem nas redes sociais:

“Louca, sim, mas não o suficiente para não saber o que estava fazendo. Só espero que haja justiça. Adeus, Pam, você nunca envelhecerá. Eu te amo, minha amiga.”

Pamela também administrava propriedades de alto padrão e mantinha um escritório em Milão. Nas redes sociais, exibia uma vida entre Milão, Monte Carlo e Dubai, com fotos de eventos, viagens e trabalhos de moda.

Sua última aparição pública foi no Festival de Cinema de Veneza, em setembro, onde posou com um vestido prateado ao lado de sua chihuahua Bianca, que a acompanhava em viagens e ensaios.

Por TG1

Polícia

VIOLÊNCIA: Duas crianças dão entrada em hospital por suspeita de abuso sexual e sevidor municipal acaba detido

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Um homem foi conduzido à delegacia para prestar esclarecimentos após duas crianças darem entrada em uma unidade hospitalar de Cacoal, na última segunda-feira (2), com sinais de violência sexual. O caso é tratado como extremamente grave pelas autoridades.

Ao atenderem as vítimas, profissionais de saúde identificaram indícios de abuso e acionaram a Polícia Militar. A ocorrência foi então encaminhada à Polícia Civil, que assumiu as investigações e solicitou exames periciais para auxiliar na apuração dos fatos. Por envolver menores de idade, o caso segue sob sigilo, conforme determina a legislação.

O suspeito, que estaria acompanhado das crianças, foi localizado e levado para prestar depoimento. As circunstâncias do caso não foram detalhadas pelas autoridades justamente para preservar as vítimas.

A Câmara de Vereadores de Cacoal informou, por meio de nota, que acompanha a situação com seriedade, já que o suspeito seria servidor do Legislativo municipal. No comunicado, o órgão afirmou que não compactua, não tolera e repudia veementemente qualquer forma de abuso, violência ou violação de direitos.

A Polícia Civil reforçou que as investigações seguem em andamento e que novas informações serão divulgadas somente após a conclusão das diligências.

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Polícia

Polícia Civil deflagra operação “Regra de Ferro” contra organização criminosa na fronteira

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A Polícia Civil do Estado de Rondônia deflagrou, nas primeiras horas da manhã desta terça-feira (3), a Operação “Regra de Ferro”, no município de Guajará-Mirim. A ação foi coordenada pela 1ª Delegacia de Polícia Civil da cidade, com apoio da DRACO-I, da CORE e da Delegacia de Nova Mamoré.

A operação teve como alvo investigados por suposta participação em organização criminosa e resultou, até o momento, no cumprimento de diversos mandados judiciais e na prisão de 10 pessoas. As medidas cautelares decorrem de investigações relacionadas a práticas conhecidas como “tribunal do crime”, além de apurações envolvendo homicídios, posse ilegal de armas de fogo, corrupção, extorsão e outros delitos atribuídos ao grupo.

Também foi apreendido um adolescente suspeito de participação na morte e no esquartejamento de uma pessoa, conhecida como “Loira”, crime ocorrido em 25 de fevereiro de 2026, em Nova Mamoré. O investigado apontado como possível líder do grupo no município, conhecido pelo codinome “Urso”, foi preso sob suspeita de envolvimento em tentativas de homicídio, sequestro, corrupção, tráfico de drogas e participação no crime contra C. L. A., ocorrido em 22 de janeiro de 2026.

As apurações indicam ainda possível envolvimento do grupo na subtração de moradias, com relatos de expulsão de moradores e marcação de imóveis com símbolo associado ao codinome “Urso”, supostamente como forma de intimidação e demonstração de domínio territorial.

A Polícia Civil do Estado de Rondônia reafirma seu compromisso com a repressão qualificada às organizações criminosas, por meio de ações integradas e contínuas em todo o território estadual. A Operação “Regra de Ferro” está inserida nesse contexto estratégico de enfrentamento ao crime organizado, especialmente nas regiões de fronteira. As investigações permanecem sob sigilo, podendo novas informações ser divulgadas oportunamente, conforme o avanço dos trabalhos policiais.

Fonte: Assessoria da Polícia Civil

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Polícia

GRAU: Motociclista que empinou moto e bateu em carro poderá pegar dois anos de prisão e ter CNH suspensa

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Um vídeo que circulou como prova em um processo judicial mostrou o momento em que um motociclista realizava a manobra conhecida como “grau”, trafegando com a roda dianteira levantada, em Jaru. Durante a exibição, ele perdeu o controle da direção e acabou colidindo contra um veículo que estava estacionado.

O caso, que inicialmente tramitava no Juizado Especial Criminal, teve novo encaminhamento após manifestação do Ministério Público. O entendimento foi de que a conduta se enquadra no artigo 308 do Código de Trânsito Brasileiro (CTB), dispositivo que trata da participação em exibição ou demonstração de manobra perigosa em via pública.

Com essa tipificação, a prática deixa de ser vista apenas como infração administrativa e passa a configurar crime, cuja pena pode chegar a até dois anos de detenção, além de multa e suspensão ou proibição de obtenção da Carteira Nacional de Habilitação (CNH).

Diante da gravidade e da pena máxima prevista, a Justiça determinou o envio do processo ao juízo comum da comarca, onde o caso seguirá sob rito ordinário. A decisão reforça que empinar motocicleta em via pública, colocando em risco pedestres, motoristas e o próprio condutor, pode gerar consequências criminais severas.

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