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Polícia

Justiça coloca em liberdade digital influencer que deixou bomba falsa no Aeroporto de Porto Velho

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A Justiça decidiu libertar o influenciador digital Carlos Eduardo Lenartowicz Lima, 23, conhecido como Enzo Master, preso ontem por deixar uma bolsa com uma bomba falsa no aeroporto Internacional de Porto Velho. A decisão foi tomada pela 7ª Vara da Justiça Federal, após audiência de custódia hoje à tarde.

O caso ocorreu na noite de quinta-feira (14), mobilizou autoridades e fechou o aeroporto por quatro horas. A PF foi acionada, e o Esquadrão Antibombas da PM coletou e detonou o objeto. Ninguém ficou ferido. Nenhum voo chegou a ser cancelado

O artefato era composto por um tijolo envolto em papel alumínio, acoplado a uma calculadora, que simulava um detonador, e dois fios.

O advogado Jackson Chediak, que defende Enzo, disse na audiência que, como o objeto era inofensivo, a prisão feria o “princípio da proporcionalidade”. Ele afirmou ao UOL que a prisão do influenciador foi substituída por outras medidas cautelares.

Ele não causou perigo concreto à aviação, foi um alarme falso, e não um crime contra a segurança de transporte aéreo. Há uma ausência de dolo específico. A intenção dele era criar conteúdo de internet, não de causar terror ou perigo real. Nenhum voo foi cancelado, nenhuma operação comprometida.

O advogado explica ainda que, cerca de cinco minutos após deixar a bolsa, ele se arrependeu e ligou para a polícia avisando que a bomba era falsa. A defesa já solicitou a gravação do Ciops (Centro Integrado de Operações) para “comprovar ou não os fatos alegados por ele”.

“Temos o direito do arrependimento eficaz: Foi ele quem ligou para a polícia, e esclareceu de imediato que não havia bomba. Ele tem que responder sim pelo que ele fez, mas na medida da culpa dele”, diz.

Fonte: UOL

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Polícia

Donald Trump é retirado às pressas de evento após suspeita de tiros

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Um momento de celebração se transformou em tensão na noite deste sábado (25), durante o tradicional White House Correspondents’ Dinner, em Washington, nos Estados Unidos. O presidente Donald Trump precisou ser retirado às pressas do local após relatos de sons semelhantes a disparos nas proximidades do evento.

De acordo com informações iniciais, convidados viveram momentos de apreensão e chegaram a se abrigar enquanto agentes do Serviço Secreto agiam rapidamente para garantir a segurança das autoridades presentes. A retirada do presidente ocorreu de forma imediata, seguindo os protocolos de segurança.

Ainda não há confirmação oficial sobre a origem dos ruídos ou se houve, de fato, um ataque. Autoridades investigam o caso, e novas informações devem ser divulgadas nas próximas horas.

Apesar do susto, fontes indicam que Donald Trump está em segurança.

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Polícia

Polícia investiga morte de bebê e família denuncia falta de insumos em Hospital

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A Polícia Civil de Rondônia investiga as circunstâncias da morte da pequena Stefany Dandara, uma bebê prematura que faleceu na última terça-feira (21) após passar 47 dias internada em Hospital na capital. Nascida com sete meses de gestação no dia 4 de março, a criança sofria de uma inflamação aguda. No entanto, os pais denunciam que a unidade hospitalar enfrentava uma grave escassez de materiais essenciais, o que teria comprometido a recuperação da recém-nascida.

De acordo com Crislaine Vitória, mãe da bebê, a falta de insumos afetava desde itens de higiene até equipamentos de precisão. Ela relata que a ausência de uma sonda gástrica de numeração adequada fez com que o leite fosse administrado de forma inadequada, resultando em vômitos que atingiram o pulmão da criança. A família afirma que precisou desembolsar recursos próprios para adquirir curativos específicos e outros materiais básicos, como gaze e lenços, para tentar evitar infecções hospitalares.

A Defensoria Pública de Rondônia (DPE-RO) acompanha o caso e já iniciou um procedimento preliminar para apurar as responsabilidades. O defensor Sérgio Muniz informou que ofícios foram encaminhados à direção do hospital e à Secretaria de Estado da Saúde (Sesau) requisitando informações detalhadas sobre o prontuário e a disponibilidade de estoque no período. A família busca entender se a nova infecção adquirida pela bebê no ambiente hospitalar possui relação direta com a precariedade relatada.

Em nota oficial, a Sesau lamentou o falecimento e informou que a paciente apresentava um quadro clínico extremamente grave desde a internação. Segundo a pasta, foram utilizados todos os recursos disponíveis, incluindo suporte avançado de vida e antibióticos de amplo espectro. O Estado sustenta que o óbito foi decorrente de uma falência múltipla de órgãos, condição com alta taxa de mortalidade em prematuros, e defende que todas as condutas médicas foram adotadas de forma técnica e ética.

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Polícia

Homem cai em golpe do nudes, manda mais de R$ 1.400 para golpista e aciona a PM

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Após enviar fotos íntimas a um perfil falso, um homem passou a ser ameaçado e realizou diversas transferências para evitar a divulgação das imagens, em um caso de extorsão registrado por volta das 15 horas desta sexta-feira (24), no distrito de Calama, em Porto Velho.

Segundo relato da vítima, o contato começou após aceitar uma solicitação de amizade no Facebook de uma pessoa que se apresentava como “Mariana Rodapés”. Depois de iniciar a conversa, o perfil pediu o número de WhatsApp, onde a comunicação continuou.

Durante o diálogo, a pessoa do outro lado da conversa afirmou ter 19 anos e passou a solicitar fotos íntimas. Acreditando na informação, o homem enviou as imagens. Em seguida, a situação mudou quando passou a afirmar que teria 15 anos e iniciou ameaças de divulgação do material caso não recebesse dinheiro.

Assustado, o homem fez uma primeira transferência via PIX no valor de R$ 20,00.

A situação se agravou quando outro contato, que se identificou como “Gustavo” e disse ser irmão da suposta adolescente, passou a exigir dinheiro, alegando que um notebook teria sido danificado.

Sob pressão, a vítima realizou várias transferências somando mais de R$ 1.400. Mesmo após os pagamentos, as ameaças continuaram. Em contato mais recente, foi exigido o valor de R$ 1.000.

Diante do medo de ter as imagens divulgadas, o homem procurou a Polícia e registrou a ocorrência. Ele foi orientado a preservar mensagens e comprovantes de transferência, que poderão auxiliar nas investigações.

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