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Brasil tem 17 vinhos premiados em concurso internacional sediado na China
O Brasil conquistou 17 medalhas na 32ª edição do Concours Mondial de Bruxelles. A premiação, que distribui medalhas de prata, ouro e grande ouro para vinhos do mundo inteiro, revelou os resultados dos testes às cegas no fim de junho. Os rótulos avaliados foram tintos e brancos.
Ao todo, o Brasil ganhou sete medalhas de prata, nove de ouro e uma grande ouro. A premiação é uma das etapas do Mondial de Bruxelles, que também possui avaliações anuais específicas de vinhos espumantes, fortificados e de sobremesa.
A etapa de tintos e brancos ocorreu na cidade chinesa de Yinchuan, na província de Ningxia, considerada uma das melhores regiões vitivinícolas do país, no sopé da Montanha Helan.
Os testes às cegas reuniram 375 profissionais da área, de 56 nacionalidades, que avaliaram 7.165 rótulos de 49 países ao longo de três dias.

No panorama geral, a Espanha saiu como o território com mais medalhas grande ouro. Foram 16 delas entre as 361 medalhas totais. Em seguida veio a Itália, com 15 grande ouro e 343 medalhas totais, e a França, também com 15 grande ouro e 377 medalhas totais. Entre os quatro primeiros países do ranking, Portugal ficou com 14 grande ouro e 290 medalhas totais.
Destaques brasileiros
Os vinhos nacionais premiados no concurso são provenientes de regiões vitivínicolas conhecidas dos brasileiros, como a Serra Gaúcha e a Serra da Mantiqueira.
Destaques vão ainda para o Sul de Minas Gerais, que recentemente ganhou a indicação geográfica e de procedência para a produção de vinhos finos no Brasil, e para o interior de São Paulo, como a produção na cidade de Ribeirão Preto.
Conheça os vinhos tintos e brancos nacionais premiados no Concours Mondial de Bruxelles:
Medalha Grande Ouro
- Jolimont Chardonnay Reserva 2023 – Vinícola Jolimont (Serra Gaúcha)
Medalhas de Ouro
- Cuvée Barbara Eliodora 2021 – Vinícola Barbara Eliodora (São Gonçalo do Sapucaí, MG)
- Gran Reserva 24 Meses Barbara Eliodora 2021 – Vinícola Barbara Eliodora (São Gonçalo do Sapucaí, MG)
- Gran Reserva 205 Barbara Eliodora 2020 – Vinícola Barbara Eliodora (São Gonçalo do Sapucaí, MG)
- Garibaldi VG Palava Branco 2024 – Vinícola Garibaldi (Serra Gaúcha)
- Conde de Foucauld Cabernet Sauvignon 2021 – Vinícola Aurora (Serra Gaúcha)
- Aurora Reserva Cabernet Sauvignon 2022 – Vinícola Aurora (Serra Gaúcha)
- Jolimont Gran Reserva 2017 – Vinícola Jolimont (Serra Gaúcha)
- Entre Rios Evolução 2021 – Vinícola Terras Altas (Ribeirão Preto, SP)
- Amplitude 25 2022 – Vinícola Terras Altas (Ribeirão Preto, SP)
Medalhas de Prata
- Pinto Bandeira Chardonnay Branco Brut 2024 – Vinícola Aurora (Serra Gaúcha)
- Davo Vinho Fino Syrah 2023 – Vinícola Davo (Ribeirão Branco, SP)
- Jolimont Chardonnay Querências do Sul 2022 – Vinícola Jolimont (Serra Gaúcha)
- Jolimont Cabernet Sauvignon Tradicional 2022 – Vinícola Jolimont (Serra Gaúcha)
- Entre Rios Terroir 2022 – Vinícola Terras Altas (Ribeirão Preto, SP)
- Entre Rios Equilíbrio 2023 – Vinícola Terras Altas (Ribeirão Preto, SP)
- Segredos de Inverno 2022 – Vinícola Terrassos (Amparo, SP)

Mais vinhos nacionais premiados
Neste ano, outros vinhos nacionais entraram nos holofotes mundiais. Em fevereiro, o Casa Tés 2022 foi o único rótulo do Brasil a entrar para a lista World’s Best Sommeliers’ Selection 2025. Trata-se de um blend de Cabernet Franc e Merlot produzido pela Casa Tés em São Sebastião da Grama (SP), no Vale da Grama, que é circundado pela Serra da Mantiqueira.
No fim de junho, o vinho Isabela Syrah 2023, da Vinícola Maria Maria, de Boa Esperança (MG), foi o único rótulo nacional a receber uma medalha de ouro no Decanter World Wine Awards 2025. Ao todo, o Brasil conquistou 145 medalhas na competição.
CNN Brasil
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Nubank passa a cobrar por proteção que era oferecida gratuitamente
Clientes do cartão Ultravioleta, modalidade premium do Nubank, passaram a ter uma nova opção de proteção contra fraudes e roubos. O serviço, chamado Ultravioleta Protegido, custa R$ 19,99 por mês, o que representa R$ 239,88 ao ano.
A mudança ocorre após o fim de uma proteção que era disponibilizada sem cobrança adicional aos clientes da categoria. O seguro para compras não reconhecidas deixou de ser gratuito e foi substituído pelo novo pacote, que oferece coberturas mais amplas.
Entre as situações previstas estão golpes digitais, roubo de pertences pessoais e problemas relacionados a transações. De acordo com as condições do produto, a indenização pode chegar a R$ 30 mil em casos de golpes digitais e a R$ 7,5 mil para roubo de itens pessoais.
A alteração faz parte de uma reformulação dos benefícios oferecidos aos clientes Ultravioleta. Em 2026, o Nubank também modificou as condições de acesso à HBO Max para usuários da categoria.
Contratação é opcional
O Ultravioleta Protegido não é obrigatório. Os clientes que optarem por não contratar o serviço não terão a mensalidade de R$ 19,99, mas também não contarão com as coberturas oferecidas pelo novo pacote.
A mudança gerou manifestações de clientes nas redes sociais, principalmente pela substituição de uma proteção que era gratuita por uma alternativa com cobrança mensal. Para quem mantiver o seguro durante um ano inteiro, o custo será de R$ 239,88.
Fonte: DOL
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Conta de luz volta à bandeira verde em outubro e fica sem cobrança extra
A conta de energia elétrica terá uma redução no custo adicional a partir de outubro. A Agência Nacional de Energia Elétrica (Aneel) informou nesta sexta-feira (25) que a bandeira tarifária voltará a ser verde, o que significa que não haverá cobrança extra sobre o consumo.
A mudança ocorre após cinco meses de bandeira amarela, que acrescentava R$ 1,885 a cada 100 kWh utilizados. Segundo a Aneel, a melhora está relacionada ao aumento das chuvas, principalmente nas regiões Sul e Sudeste, contribuindo para a recuperação dos níveis dos reservatórios das usinas hidrelétricas.
Com melhores condições de armazenamento de água, a necessidade de utilizar usinas termelétricas, que possuem custos de geração mais elevados, tende a diminuir.
O sistema de bandeiras tarifárias foi criado pela Aneel em 2015 para sinalizar aos consumidores as condições e os custos de geração de energia no Sistema Interligado Nacional (SIN). As cores definidas para cada mês indicam se haverá ou não cobrança adicional na fatura.
Na bandeira verde, não há valor adicional. Já a bandeira amarela representa uma cobrança extra de R$ 1,88 para cada 100 kWh consumidos. No caso da bandeira vermelha, o acréscimo é de R$ 4,46 por 100 kWh no Patamar 1 e de R$ 7,87 no Patamar 2.
A definição da bandeira considera a previsão dos custos variáveis para a geração de energia elétrica durante cada período.
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Após onda de calor, Brasil deve ter 10 dias de chuva
A chuva voltará a se espalhar por diversas áreas do Brasil nos próximos dez dias, chegando após uma onda de calor excessivo que atinge vários estados. Na Região Sul, a instabilidade tem início já neste fim de semana, com destaque para o Rio Grande do Sul, onde os acumulados podem ultrapassar 200 mm entre domingo e terça-feira.
No Norte do país, o cenário atual corresponde ao verão amazônico, marcado pelo período de pouca chuva, o oposto do inverno amazônico, que ocorre entre dezembro e meados de maio e responde por 60% a 70% do volume anual. Apesar disso, haverá tempo atípico para a estação nos próximos dez dias, com pancadas de chuva na maior parte do território, atingindo até áreas normalmente muito secas nessa época, como Tocantins, e com maiores acumulados previstos para o Amazonas.
No Centro-Oeste, a estiagem terminará com pancadas de chuva isoladas, porém intensas, como em Brasília, concentradas no último dia de setembro e ao longo da primeira semana de outubro. No Sudeste, o pico de chuva ocorre no mesmo período, com foco em São Paulo, Rio de Janeiro e leste de Minas Gerais. Já no Nordeste, as chuvas permanecem fracas e restritas ao litoral e ao oeste baiano.
Fonte: Ultimo segundo
