Polícia
Mulheres se destacam no setor elétrico em Rondônia
A presença feminina no setor elétrico tem crescido nos últimos anos, e a Energisa Rondônia é um exemplo de empresa que incentiva e valoriza a participação das mulheres em cargos de liderança e em funções antes dominadas por homens. Profissionais como Mereciana Ramos de Souza e Mayara Lopes do Amaral são a prova viva de que dedicação, competência e determinação não têm gênero.
Mereciana Ramos de Souza, 42 anos, ingressou na Energisa em 2019 como técnica em eletrotécnica e, atualmente, exerce a função de líder de campo na fiscalização, coordenando uma equipe de 22 profissionais. Sua trajetória é marcada por persistência e superação.
“Para mim, é muito gratificante representar as mulheres nessa área de fiscalização. Ainda são poucas, mas estamos mudando esse quadro. Mulher tem que estar onde quiser e onde se encaixar profissionalmente”, afirma.
A líder de campo destaca que o caminho até sua posição atual não foi fácil. Antes de ser admitida na Energisa, trabalhou em uma empresa terceirizada e passou por várias tentativas até conseguir a tão sonhada vaga na concessionária.
“Foi um sonho para mim entrar na Energisa. Fiz cinco ou seis tentativas até conseguir. Hoje, estou no meio de homens extremamente qualificados e competindo com eles todos os dias. Nós, mulheres, somos símbolo de força, e eu estou aqui para somar”, relata ela, que é mãe e avó.
Mayara Lopes do Amaral, 31 anos, também trilha um caminho de sucesso e empoderamento. Desde outubro de 2021, ela atua como eletricista de Rede de Distribuição, após ingressar na empresa por meio do projeto Geração Energia.
“Naquele momento da minha vida, estava em busca de uma nova profissão e nunca imaginei que trabalharia nessa área”, conta Mayara.
A rotina da eletricista é repleta de desafios e dinamismo. Seu trabalho envolve desde a substituição de medidores até a execução de emendas em cabos partidos, tarefas que exigem precisão e técnica apurada.
“Acho que a melhor palavra para descrever minha rotina é ‘intenso’. Há desafios, certamente, mas também tem um lado recompensador. Fico feliz em poder quebrar estereótipos e mostrar que as mulheres podem ser tão competentes quanto os homens, independentemente da área”, afirma.
Sabrina Amorim, Consultora de RH da Energisa afirma que histórias como as de Mereciana e Mayara inspiram outras mulheres a buscarem espaço e reconhecimento em áreas tradicionalmente masculinas. “Aos poucos, o setor elétrico se transforma, provando que a competência não tem gênero e que mulheres podem, sim, liderar e fazer a diferença onde quiserem”, destaca.
Polícia
Rondônia é o segundo estado com maior taxa de feminicídio do país
Rondônia registrou 25 casos de feminicídio em 2025, colocando o estado entre os três com as maiores taxas desse tipo de crime no Brasil. Os dados fazem parte do relatório “Retrato dos Feminicídios no Brasil”, divulgado nesta quarta-feira (4) pelo Fórum Brasileiro de Segurança Pública, na semana em que é celebrado o Dia Internacional da Mulher, em 8 de março.
De acordo com o levantamento, o estado apresentou taxa de 2,9 feminicídios para cada 100 mil mulheres, ficando atrás apenas do Acre, que registrou 3,2. Mato Grosso do Sul aparece logo em seguida, com taxa de 2,7.
O estudo também aponta que Rondônia tem apresentado crescimento expressivo nos últimos anos. Entre 2021 e 2025, o aumento foi de 53,8% no número de casos, percentual bastante superior à média nacional, que ficou em 14,5% no mesmo período.
Evolução dos casos em Rondônia
Os dados mostram variações ao longo dos últimos anos, mas indicam uma tendência recente de alta:
- 2021: 16 casos
- 2022: 23 casos
- 2023: 21 casos
- 2024: 13 casos
- 2025: 25 casos
Segundo o relatório, esse crescimento coloca Rondônia entre os estados que tiveram maior aumento proporcional de feminicídios no país.
Cenário nacional
Em todo o Brasil, 1.568 mulheres foram vítimas de feminicídio em 2025, o que representa aumento de 4,7% em relação ao ano anterior.
Desde que a Lei do Feminicídio entrou em vigor, em 2015, pelo menos 13.703 mulheres foram assassinadas no país por razões relacionadas ao gênero.
A análise de 5.729 casos registrados entre 2021 e 2024 revela que, na maioria das situações, o autor do crime possui vínculo direto com a vítima:
- 59,4% foram mortas pelo companheiro
- 21,3% pelo ex-companheiro
- 10,2% por outros familiares
- 4,9% tiveram como autores pessoas desconhecidas
Perfil das vítimas
O levantamento também traz um retrato das mulheres assassinadas:
- 62,6% eram negras
- 36,8% eram brancas
- cerca de metade tinha entre 30 e 49 anos
- 15,5% tinham 50 anos ou mais
- 5,1% eram menores de 18 anos
Outro dado relevante é que 97,3% dos feminicídios foram cometidos por homens.
Locais onde ocorrem os crimes
Na maioria dos casos, o crime acontece dentro do próprio ambiente doméstico. A residência da vítima foi o local de 66,3% dos feminicídios, enquanto 19,2% ocorreram em vias públicas.
Em relação aos meios utilizados:
- 48,7% dos assassinatos foram cometidos com arma branca
- 25,2% com arma de fogo
Maior risco em cidades pequenas
O estudo também indica que municípios menores apresentam maior vulnerabilidade. Em cidades com até 100 mil habitantes, a taxa foi de 1,7 feminicídio por 100 mil mulheres, acima da média nacional, que é de 1,4.
Nos municípios com até 20 mil habitantes, a taxa chega a 1,8, cerca de 28,5% maior que a média do país.
Mesmo concentrando apenas 41% da população feminina brasileira, cidades com até 100 mil habitantes registraram metade dos feminicídios no período analisado.
Um dos fatores apontados para esse cenário é a baixa estrutura da rede de proteção às vítimas:
- apenas 5% dos pequenos municípios possuem Delegacia da Mulher
- 3% contam com Casa Abrigo
- cerca de 27,1% oferecem algum serviço especializado de atendimento
Medidas protetivas
O relatório também revela que 13,1% das vítimas tinham Medida Protetiva de Urgência ativa no momento do crime, considerando dados de 16 estados analisados.
Os números reforçam a necessidade de fortalecer políticas públicas de prevenção, proteção e atendimento às mulheres em situação de violência, especialmente em regiões com menor estrutura de assistência.
Polícia
Suspeito de estupro é alvo de operação da Polícia Civil
A Polícia Civil do Estado de Rondônia, por meio da Delegacia Especializada no Atendimento à Mulher (DEAM) de Vilhena, deflagrou, na data de ontem (04), operação policial no município de Vilhena.
O objetivo da ação foi dar cumprimento ao mandado de busca e apreensão no âmbito de investigação que apura os crimes de estupro (art. 213 do Código Penal) e registro não autorizado da intimidade sexual (art. 216-B do Código Penal). Os fatos estão sendo apurados em procedimento que tramita sob sigilo, medida adotada para resguardar a integridade e privacidade da vítima.
Durante o cumprimento da ordem judicial, foram apreendidos dispositivos eletrônicos que serão submetidos à perícia técnica. No local, os policiais também localizaram aproximadamente 200 gramas de substância análoga à skunk, conhecida como “super maconha”, além de uma balança de precisão e outros objetos comumente associados à prática do tráfico de drogas. As investigações também indicam que o investigado é suspeito de fornecer entorpecentes em festas universitárias.
A Polícia Civil de Rondônia reforça seu compromisso com a proteção das vítimas, especialmente em casos que envolvem crimes contra a dignidade sexual, e informa que novas atualizações poderão ser divulgadas conforme o avanço das investigações.
Fonte: Polícia Civil
Polícia
Operação da Polícia Civil prende suspeito de homicídio e apreende drogas e arma
A Polícia Civil do Estado de Rondônia, por meio da Delegacia de Polícia de Candeias do Jamari, cumpriu, nesta quarta-feira (04), mandado de prisão expedido pelo Poder Judiciário em desfavor de W. J. S. M. O indivíduo é investigado por suposto envolvimento no homicídio que vitimou V. H. S. A., ocorrido em 16 de janeiro de 2026, no município de Itapuã do Oeste.
Durante o cumprimento da decisão judicial, também foi executado mandado de busca e apreensão em um endereço apontado pelas investigações como possível ponto de comercialização de entorpecentes, conhecido popularmente como “boca de fumo”. Na residência, os policiais localizaram quantidade de substâncias entorpecentes que indica a prática de mercancia ilícita no imóvel.
Além disso, no momento da prisão, W. J. S. M. foi flagrado na posse de uma arma de fogo, que foi imediatamente apreendida. Ainda no local, um menor de idade foi apreendido pela suposta prática de ato infracional análogo ao crime de tráfico de drogas.
A Polícia Civil de Rondônia reitera que as investigações seguem em andamento, com o objetivo de identificar e responsabilizar todos os envolvidos no crime.
Fonte: Polícia Civil
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