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Visitação gratuita na Hidrelétrica Santo Antônio retorna com novidades

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Uma das experiências turísticas mais fascinantes de Porto Velho está de volta! O Circuito Energia, programa de visitas à Hidrelétrica Santo Antônio, retornou neste mês de fevereiro, trazendo novidades e atrações interativas para quem deseja conhecer de perto a quarta maior geradora de energia hídrica do Brasil.

O passeio gratuito permite que visitantes explorem a estrutura da usina do Grupo Eletrobras, percorrendo seus três quilômetros de barragem e descobrindo como a energia limpa e renovável é gerada a partir das águas do Rio Madeira.

O passeio começa pelo Mirante, de onde se tem uma vista panorâmica da usina, do reservatório e da cidade de Porto Velho ao fundo. O espaço conta com lunetas, que permitem observar os detalhes da estrutura e das turbinas, além de uma pá de turbina bulbo exposta para demonstrar o funcionamento da geração de energia.

Outro ponto alto da visita é a passagem pelo Sistema de Transposição de Peixes (STP), um canal que permite que os peixes migradores atravessem a barragem e sigam rio acima para reprodução. No local, uma novidade promete encantar os visitantes: a escultura gigante de uma Pirarara, peixe típico da Amazônia, com dois metros de comprimento – um cenário perfeito para fotos inesquecíveis.

História e impacto do projeto

Desde 2012, mais de 23 mil pessoas já participaram das visitas turísticas e institucionais à Hidrelétrica Santo Antônio. Criado em 2023, o programa Circuito Energia é realizado aos finais de semana em parceria com a Prefeitura de Porto Velho e a Secretaria Municipal de Indústria, Comércio, Turismo e Trabalho (Semdestur). Além de promover a educação ambiental e energética, a iniciativa fortalece o turismo local e gera emprego e renda para a população.

“Abrir as portas da usina para a comunidade e turistas é uma grande satisfação para a Eletrobras. Queremos mostrar a importância da energia sustentável e contribuir para o desenvolvimento econômico da região”, afirmou Caio Pompeu de Souza Brasil Neto, CEO da Hidrelétrica Santo Antônio.

Como participar?

📅 Dias: Sábados e domingos

⏳ Duração: 2 horas

🚍 Transporte: Ônibus de turismo com ar-condicionado

👤 Idade mínima: 14 anos

Os ingressos são gratuitos e podem ser reservados no site: www.santoantonioenergia.com.br/turismo.

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Inmet mantém alerta de perigo para temporais em todo o país

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O Instituto Nacional de Meteorologia (Inmet) emitiu alertas de perigo para chuvas intensas em todas as regiões do país. Os maiores acumulados de chuva nesta semana, até a próxima segunda-feira (16), são previstos para o norte do estado de São Paulo, Triângulo Mineiro, sul de Goiás e áreas do norte de Mato Grosso do Sul e da Amazônia Legal.

Para esta quarta-feira (11), há um alerta de grande perigo pelo acumulado de chuva no norte de São Paulo, sul de Minas e Triângulo Mineiro e região central de Mato Grosso do Sul. As precipitações devem passar de 60 milímetros por hora ou acima de 100 milímetros por dia, com grande risco de alagamentos, transbordamentos de rios e deslizamentos de encostas em cidades com essas características.

A semana deve apresentar chuvas persistentes, com acumulados que podem superar 200 milímetros no norte de São Paulo e no Triângulo Mineiro.

No último final de semana, duas pessoas morreram no estado de São Paulo, em decorrência das chuvas. Segundo a Defesa Civil, as duas mortes estão associadas a enxurradas que ocorreram nos municípios de São Bernardo do Campo e Sorocaba.

Na semana passada, as tempestades que atingiram estados da Região Sudeste desde o fim de fevereiro levaram o Ministério da Integração e do Desenvolvimento Regional a reconhecer situação de emergência em 16 cidades de Minas Gerais, Rio de Janeiro e São Paulo.

A maioria das cidades estão em Minas Gerais, onde o número de mortes causadas por deslizamentos e enchentes na Zona da Mata Mineira passou de 70.

Temperaturas

Uma frente fria também avança pela costa das regiões Sul e Sudeste, derrubando as temperaturas máximas no leste dessas regiões. Em contrapartida, a tendência é de temperaturas elevadas no centro-norte do Brasil, sobretudo em áreas do interior da Região Nordeste.

Fonte: Agência Brasil

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Prouni 2026: prazo para entrega de documentos termina nesta sexta

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Os pré-selecionados da segunda chamada do Programa Universidade para Todos (ProUni) do primeiro semestre de 2026 devem entregar a documentação que comprove as informações prestadas no momento da inscrição, diretamente na instituição privada de educação superior em que foram selecionados até esta sexta-feira (13).

O estudante pode comparecer à faculdade privada para entregar a documentação ou encaminhá-la virtualmente, por meio eletrônico disponibilizado pela instituição.

O resultado da segunda chamada foi divulgado pelo Ministério da Educação (MEC) no dia 2 de março, e pode ser acessado o Portal Único de Acesso ao Ensino Superior, na aba do Prouni.

A iniciativa federal oferece bolsas de estudo integrais e parciais (50% do valor da mensalidade do curso) em cursos de graduação e sequenciais de formação específica, em instituições privadas.

Certificação 

Para os candidatos com 18 anos ou mais que fizeram o Exame Nacional do Ensino Médio (Enem) em 2025 e precisam do certificado de conclusão do Ensino Médio, o Instituto Nacional de Estudos e Pesquisas Educacionais Anísio Teixeira (Inep) disponibilizou um novo sistema que emite o comprovante de conclusão da educação básica.

Entre as exigências, é preciso ter alcançado 450 pontos em cada área do conhecimento do Enem 2025, além de ter obtido 500 pontos na redação.  

Bolsas de estudo

Neste ano, estão sendo ofertadas 595.374 bolsas, em 895 cursos de 1.046 instituições privadas de ensino superior de todo o país.

O MEC comemora que a edição de 2026 é a maior da história do Prouni, com 22 anos de existência.

O requisito para ter a bolsa integral do programa é comprovar a renda familiar menor ou igual a um salário-mínimo e meio por pessoa. Para a bolsa parcial (50%), a renda familiar não pode ultrapassar três salários-mínimos por pessoa.

Lista de espera

Quem está de olho nas vagas remanescentes e não foi selecionado na primeira e segunda chamadas, deverá manifestar interesse em participar da lista de espera do Prouni, nos dias 25 e 26 de março de 2026, também, por meio do Portal Único de Acesso ao Ensino Superior.

Todas as informações sobre as regras do processo seletivo estão no Edital nº 2/2026.

Fonte: Agência Brasil

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Jardins de chuva ajudam a reduzir impactos das chuvas

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Como parte das estratégias para melhorar o escoamento da água da chuva e minimizar os impactos do período chuvoso, a Prefeitura de Porto Velho, por meio da Secretaria Municipal de Infraestrutura (Seinfra), tem investido na implantação de jardins de chuva em pontos estratégicos da capital. A iniciativa faz parte de um modelo sustentável conhecido como infraestrutura verde.

Esse tipo de estrutura funciona como um sistema complementar de drenagem urbana. Ou seja, os jardins de chuva não substituem os sistemas de drenagem e também não têm a função de acabar com os alagamentos, mas atuam como um importante mecanismo de apoio para absorver parte da água das chuvas e ajudar a reduzir os impactos causados pelo grande volume de precipitação.

Cada jardim de chuva possui capacidade de armazenar até seis mil litros de água em aproximadamente 15 minutos, contribuindo para diminuir o acúmulo de água nas vias. Ao todo, cerca de 20 jardins de chuva serão instalados em diferentes pontos da cidade, escolhidos de forma estratégica para ampliar o sistema.

De acordo com o secretário da Seinfra, Thiago Cantanhede, a implantação desses espaços faz parte de um conjunto de ações voltadas à adaptação da cidade às condições climáticas da região. “Estamos adotando soluções modernas e sustentáveis que ajudam a cidade a lidar melhor com o volume de chuvas, reforçando o sistema de drenagem e contribuindo para reduzir os impactos nas vias”.

O prefeito Léo Moraes ressaltou que a iniciativa integra o planejamento da gestão para melhorar a infraestrutura urbana. “Nosso objetivo é investir em soluções inteligentes que ajudem a cidade a enfrentar os períodos de chuva com mais eficiência, garantindo mais segurança e qualidade de vida para a população”.

De acordo com o secretário executivo da Secretaria Municipal de Infraestrutura, Giovani Marini, a implantação desses espaços faz parte de um conjunto de ações voltadas à adaptação da cidade às condições climáticas da região.

“O jardim de chuva faz parte da chamada infraestrutura verde e funciona como um sistema complementar à drenagem urbana. Ele não vai acabar com os alagamentos, mas tem um papel importante ao ajudar na absorção da água da chuva, reduzindo o volume que chega rapidamente às bocas de lobo e, consequentemente, contribuindo para amenizar os alagamentos”.

A construção dos jardins segue um modelo técnico específico. Na parte mais profunda são colocadas rochas, que ajudam na infiltração e no armazenamento da água. Já na parte superior é aplicado solo adequado e realizado o paisagismo, com a implantação de plantas que também auxiliam no processo de absorção.

Embora exista um padrão de estrutura, os jardins podem apresentar tamanhos diferentes. Isso ocorre porque cada projeto é adaptado conforme as características do local onde será implantado, levando em consideração fatores como espaço, volume de água da região e até mesmo as variações das espécies de plantas utilizadas.

Porto Velho possui uma característica geográfica predominantemente plana, o que faz com que, em períodos de chuva intensa, a água demore mais tempo para escoar pelas bocas de lobo. Nesse cenário, os jardins de chuva funcionam como um sistema auxiliar, ajudando a reter parte da água e contribuindo para reduzir os pontos de alagamento na cidade.

Fonte: Secretaria Municipal de Comunicação (Secom)

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