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Polícia

Terceira vítima de explosão por vazamento de gás morre após dias internada

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A tragédia que chocou moradores de Ji-Paraná teve um desfecho ainda mais triste nesta segunda-feira (9). Morreu a terceira vítima do incêndio provocado por uma explosão causada por vazamento de gás em uma casa localizada no bairro Valparaíso, na região da T-19.

Inicialmente, a primeira morte confirmada foi a do pequeno Benício Nathanael de Paulo Souza, de apenas 1 ano e 7 meses. Poucas horas depois do acidente, a mãe da criança, Kyara, também não resistiu aos ferimentos. Agora, após vários dias internado, Emerson, pai do menino e companheiro de Kyara, também faleceu em decorrência das queimaduras, encerrando de forma trágica a história da família.

A explosão ocorreu na manhã de domingo (1º). Informações levantadas indicam que havia vazamento de gás na residência. Quando uma lâmpada foi ligada, ocorreu a ignição que provocou a explosão e, em seguida, o incêndio que se espalhou pelo imóvel.

As três vítimas sofreram queimaduras graves. Equipes do Serviço de Atendimento Móvel de Urgência (Samu) foram acionadas rapidamente e prestaram socorro, levando os feridos para atendimento hospitalar.

Benício teve queimaduras em praticamente todo o corpo. Ele chegou a ser internado na Unidade de Terapia Intensiva (UTI) infantil, mas não resistiu à gravidade das lesões e morreu ainda no mesmo dia.

Kyara também ficou em estado crítico devido às queimaduras e permaneceu internada na UTI por alguns dias, mas acabou falecendo apesar das tentativas de estabilização feitas pela equipe médica.

Emerson continuou hospitalizado por vários dias, lutando contra as complicações provocadas pelas queimaduras, mas infelizmente morreu nesta segunda-feira.

O caso causou forte comoção entre moradores de Ji-Paraná e repercutiu em toda a região. A tragédia também reforça o alerta sobre os riscos de vazamentos de gás dentro de residências, que podem resultar em acidentes extremamente graves.

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Polícia

Polícia investiga morte de bebê e família denuncia falta de insumos em Hospital

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A Polícia Civil de Rondônia investiga as circunstâncias da morte da pequena Stefany Dandara, uma bebê prematura que faleceu na última terça-feira (21) após passar 47 dias internada em Hospital na capital. Nascida com sete meses de gestação no dia 4 de março, a criança sofria de uma inflamação aguda. No entanto, os pais denunciam que a unidade hospitalar enfrentava uma grave escassez de materiais essenciais, o que teria comprometido a recuperação da recém-nascida.

De acordo com Crislaine Vitória, mãe da bebê, a falta de insumos afetava desde itens de higiene até equipamentos de precisão. Ela relata que a ausência de uma sonda gástrica de numeração adequada fez com que o leite fosse administrado de forma inadequada, resultando em vômitos que atingiram o pulmão da criança. A família afirma que precisou desembolsar recursos próprios para adquirir curativos específicos e outros materiais básicos, como gaze e lenços, para tentar evitar infecções hospitalares.

A Defensoria Pública de Rondônia (DPE-RO) acompanha o caso e já iniciou um procedimento preliminar para apurar as responsabilidades. O defensor Sérgio Muniz informou que ofícios foram encaminhados à direção do hospital e à Secretaria de Estado da Saúde (Sesau) requisitando informações detalhadas sobre o prontuário e a disponibilidade de estoque no período. A família busca entender se a nova infecção adquirida pela bebê no ambiente hospitalar possui relação direta com a precariedade relatada.

Em nota oficial, a Sesau lamentou o falecimento e informou que a paciente apresentava um quadro clínico extremamente grave desde a internação. Segundo a pasta, foram utilizados todos os recursos disponíveis, incluindo suporte avançado de vida e antibióticos de amplo espectro. O Estado sustenta que o óbito foi decorrente de uma falência múltipla de órgãos, condição com alta taxa de mortalidade em prematuros, e defende que todas as condutas médicas foram adotadas de forma técnica e ética.

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Polícia

Homem cai em golpe do nudes, manda mais de R$ 1.400 para golpista e aciona a PM

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Após enviar fotos íntimas a um perfil falso, um homem passou a ser ameaçado e realizou diversas transferências para evitar a divulgação das imagens, em um caso de extorsão registrado por volta das 15 horas desta sexta-feira (24), no distrito de Calama, em Porto Velho.

Segundo relato da vítima, o contato começou após aceitar uma solicitação de amizade no Facebook de uma pessoa que se apresentava como “Mariana Rodapés”. Depois de iniciar a conversa, o perfil pediu o número de WhatsApp, onde a comunicação continuou.

Durante o diálogo, a pessoa do outro lado da conversa afirmou ter 19 anos e passou a solicitar fotos íntimas. Acreditando na informação, o homem enviou as imagens. Em seguida, a situação mudou quando passou a afirmar que teria 15 anos e iniciou ameaças de divulgação do material caso não recebesse dinheiro.

Assustado, o homem fez uma primeira transferência via PIX no valor de R$ 20,00.

A situação se agravou quando outro contato, que se identificou como “Gustavo” e disse ser irmão da suposta adolescente, passou a exigir dinheiro, alegando que um notebook teria sido danificado.

Sob pressão, a vítima realizou várias transferências somando mais de R$ 1.400. Mesmo após os pagamentos, as ameaças continuaram. Em contato mais recente, foi exigido o valor de R$ 1.000.

Diante do medo de ter as imagens divulgadas, o homem procurou a Polícia e registrou a ocorrência. Ele foi orientado a preservar mensagens e comprovantes de transferência, que poderão auxiliar nas investigações.

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Polícia

Universidade demite dois servidores por assédio sexual 

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A Universidade Federal do Ceará (UFC) demitiu uma professora e um técnico-administrativo após a comprovação de casos de assédio sexual no ambiente acadêmico. As decisões foram tomadas após processos administrativos disciplinares conduzidos pela instituição.

No caso do técnico-administrativo, a vítima foi uma estudante. A denúncia foi registrada por meio da plataforma Fala.BR, plataforma de ouvidoria do Governo Federal, e relatava condutas ao longo de 2024, como investidas não correspondidas, conversas de teor sexual indesejadas, insistência em convites, envio de presentes e perseguição em redes sociais. Após investigação, o servidor foi afastado e, ao final do processo, demitido.

Já no caso da docente, as apurações reuniram 10 denúncias envolvendo alunos e professores. Entre as condutas identificadas estão exposição de estudantes a situações constrangedoras, comunicação desrespeitosa e comentários e simulações de teor sexual em sala de aula. Cinco vítimas foram ouvidas formalmente, e o processo levou cerca de dois anos até a conclusão.

Segundo a universidade, os processos garantiram direito de defesa aos investigados e foram analisados por instâncias internas antes da decisão final.

Além dos dois casos concluídos, a instituição informou que outros 17 casos de assédio seguem sob investigação.

Fonte: Metrópoles

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