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Polícia

Polícia Civil prende suspeito de ter praticado fraude financeira que movimentou mais de 4 milhões de reais

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Na manhã desta segunda-feira (30/09), a Polícia Civil do Estado de Rondônia, por meio da Delegacia Especializada em Repressão Às Fraudes – DEFRAUDE, em ação conjunta com o Corpo de Bombeiros Militares de Rondônia, deflagrou a Operação Trust.

A investigação teve início a partir de denúncias realizadas junto à Corregedoria do Corpo de Bombeiros, relatando o possível envolvimento de integrante daquela Corporação. Tais denunciantes também compareceram na DEFRAUDE para registrar Boletim de Ocorrência, no que foi dado início tanto à sindicância administrativa quanto ao inquérito policial para apurar os fatos.

Como resultado desse trabalho conjunto, identificou-se fortes indícios da existência de um esquema de fraude financeira onde dezenas de vítimas eram induzidas a “investir” elevadas quantias sob a promessa de lucros garantidos, sendo que, até o presente momento, apurou-se que os valores investidos pelas vítimas superam 4 milhões de reais.

A operação de hoje visou cumprir o mandado de prisão preventiva em desfavor do suspeito de ser o líder da fraude, bem como foram cumpridos 4 mandados de busca e apreensão, além de ordens de afastamento de sigilo de dados, bloqueio de valores, sequestro e indisponibilidade de bens.

O nome da operação faz referência ao modus operandi do suspeito, que se valia da elevada confiança que as vítimas depositavam nele, ante ao cargo público que ocupa.

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GRAU: Motociclista que empinou moto e bateu em carro poderá pegar dois anos de prisão e ter CNH suspensa

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Um vídeo que circulou como prova em um processo judicial mostrou o momento em que um motociclista realizava a manobra conhecida como “grau”, trafegando com a roda dianteira levantada, em Jaru. Durante a exibição, ele perdeu o controle da direção e acabou colidindo contra um veículo que estava estacionado.

O caso, que inicialmente tramitava no Juizado Especial Criminal, teve novo encaminhamento após manifestação do Ministério Público. O entendimento foi de que a conduta se enquadra no artigo 308 do Código de Trânsito Brasileiro (CTB), dispositivo que trata da participação em exibição ou demonstração de manobra perigosa em via pública.

Com essa tipificação, a prática deixa de ser vista apenas como infração administrativa e passa a configurar crime, cuja pena pode chegar a até dois anos de detenção, além de multa e suspensão ou proibição de obtenção da Carteira Nacional de Habilitação (CNH).

Diante da gravidade e da pena máxima prevista, a Justiça determinou o envio do processo ao juízo comum da comarca, onde o caso seguirá sob rito ordinário. A decisão reforça que empinar motocicleta em via pública, colocando em risco pedestres, motoristas e o próprio condutor, pode gerar consequências criminais severas.

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Ação rápida do BPTRAN prende apenado e frustra possível crime no bairro Aponiã

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Equipe do Cavalo de Aço do Bptran agiu rápido e evitou uma possível ação criminoso no bairro Aponiã, zona leste de Porto Velho, na noite do último sábado (28).

Na fiscalização foi constatado: passageiro com simulacro de arma de fogo e utilizando papel alumínio na tornozeleira eletrônica, em tentativa de dificultar o monitoramento; condutor sem CNH; veículo com licenciamento vencido e entregue a pessoa não habilitada.

As medidas criminais e administrativas foram adotadas, o simulacro apreendido e o monitorado encaminhado à Polícia Penal.

A ação rápida e técnica do BPTRAN reforça o compromisso com a segurança viária e a proteção da sociedade.

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Polícia diz que adolescente era mantida amarrada à cama, dormia no chão sem coberta e se alimentava de restos de comida – VEJA O VÍDEO

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A Polícia Civil de Rondônia prendeu três familiares da adolescente Marta Isabelly, de 16 anos, suspeitos de envolvimento direto na morte da jovem, registrada no bairro Jardim Santana, em Porto Velho. Foram detidos o pai, a madrasta e a avó da vítima.

Inicialmente, o pai apresentou à polícia uma versão de desaparecimento. No entanto, o avanço das investigações revelou que a adolescente estaria sendo mantida em cárcere privado há cerca de dois meses e sofria agressões constantes dentro da própria residência.

Durante coletiva realizada na manhã desta terça-feira (03), a Polícia Civil detalhou os principais pontos da investigação. Segundo a delegada responsável pelo caso, a morte de Marta não foi resultado de um episódio isolado, mas sim consequência de um ciclo contínuo de violência física e psicológica.

A perícia identificou múltiplas lesões graves pelo corpo, além de sinais evidentes de negligência e ausência de atendimento médico. Conforme apurado, a adolescente era mantida amarrada à cama, dormia no chão sem coberta e se alimentava de restos de comida. A imobilização prolongada teria provocado feridas profundas e lesões antigas.

As investigações também apontam a suspeita de que Marta possa ter sido vítima de abuso, hipótese que ainda está sendo apurada por meio de exames periciais e demais diligências. Veja o abaixo;

De acordo com a Polícia Civil, Marta nasceu na Paraíba e passou a morar com o pai em Rondônia por volta dos 9 ou 10 anos de idade. Com o passar do tempo, as agressões teriam se tornado frequentes. Ela foi retirada da escola sob a justificativa de que seria transferida para o Nordeste, mas acabou permanecendo isolada, sem contato com o meio social.

Há cerca de dois meses e meio, segundo os investigadores, a adolescente passou a viver em cárcere privado, período em que as agressões teriam se intensificado.

Os três suspeitos permanecem à disposição da Justiça. O caso segue sob investigação para esclarecer todas as circunstâncias e responsabilidades relacionadas à morte da adolescente.

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