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Polícia

Traficante de Rondônia é presa com mais de 30 quilos de supermaconha

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Policiais do Grupo Especial de Segurança de Fronteira (Gefron) e da Polícia Rodoviária Federal (PRF) prenderam uma traficante de Rondônia com mais de 30 quilos de drogas, incluindo cocaína e skunk, uma supermaconha. A prisão ocorreu na BR-174, no estado do Mato Grosso.

Segundo as informações, os policiais receberam uma denúncia de que um veículo modelo Jeep Commander, que havia saído de Rondônia com destino ao Mato Grosso pela BR-174, estava transportando drogas.

Em uma operação de vigilância, os policiais interceptaram o veículo e, durante a abordagem, encontraram os 30 quilos de drogas em seu interior. A mulher, que supostamente saiu da cidade de Ariquemes, optou por permanecer em silêncio após a prisão.

Polícia

Servidor público suspeito de estupro contra bebê e criança é solto após audiência

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A cidade de Cacoal, em Rondônia, vive dias de profunda consternação e revolta popular após a soltura de um servidor público da Câmara Municipal, suspeito de ter cometido abusos sexuais contra duas crianças de tenra idade. O caso, que envolve uma menina de aproximadamente 3 anos e um bebê de apenas 6 meses, chocou a comunidade local pela brutalidade dos relatos e pela rapidez com que o indivíduo retornou às ruas após a audiência de custódia.

O horror foi descoberto pela mãe das vítimas ao retornar para sua residência. Em um relato angustiante, a filha mais velha descreveu atos libidinosos praticados pelo homem, enquanto a gravidade da situação se confirmou de forma visual quando a mãe, ao dar banho no filho caçula, notou ferimentos severos na região genital do bebê. Diante do cenário desesperador, as crianças foram levadas imediatamente ao Hospital Materno Infantil, onde a equipe médica, após exames detalhados, teria confirmado os sinais de violência sexual, acionando prontamente as autoridades.

RELEMBRE O CASO:

A Polícia Militar efetuou a prisão do suspeito, que, segundo informações preliminares, já se encontrava afastado de suas funções no legislativo municipal sob a justificativa de problemas de saúde mental. No entanto, a indignação coletiva tomou conta das redes sociais e das ruas de Cacoal quando, em menos de 24 horas, a justiça concedeu ao homem o direito de responder ao processo em liberdade. A decisão gerou uma onda de protestos, com moradores e familiares questionando a segurança das vítimas e a eficácia do sistema judiciário em casos de extrema vulnerabilidade.

Atualmente, o caso permanece sob investigação rigorosa da Polícia Civil. Enquanto os laudos periciais e os depoimentos são consolidados, a sociedade rondoniense clama por uma resposta mais contundente das instituições competentes, manifestando o temor de que a impunidade prevaleça diante de um crime que interrompeu precocemente a inocência de duas crianças.

Fonte: Notícias Urgentes com informações do Rolnews

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Polícia

Professoras de creche são presas por sedar e agredir crianças

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Duas professoras de uma creche foram presas de forma preventiva por sedar e agredir crianças de 2 a 5 anos, nesta terça-feira (3/3), no Rio Grande do Sul. A ação ocorreu a pedido do Ministério Público do Estado (MPRS), que determinou a medida de prisão preventiva contra as acusadas após a conclusão da investigação.

De acordo com o MPRS, a investigação teve início com uma denúncia de mães de alunos, que tomaram conhecimento do caso e acionaram as autoridades.

O inquérito policial mostrou que as professoras de uma creche do município de Alvorada davam medicamentos para dopar as crianças e deixá-las dormindo ou “mais calmas”.

Além de fornecer remédios sem prescrição médica ou autorização dos pais, as professoras determinavam castigos, negligenciavam higiene e alimentação, além de “utilizar condutas degradantes”.

Ainda segundo o órgão público, na medida requerida pela promotora de Justiça Karen Mallmann, da 3ª Promotoria de Justiça Criminal de Alvorada, havia provas comprobatórias sobre os crimes.

“No pedido de prisão, depoimentos e imagens mostram crianças sedadas, compartilhamento inadequado de utensílios e mensagens entre funcionárias sugerindo o aumento de doses de remédios”, detalhou o MPRS, em nota.

Após juntar os fatos na investigação, com materiais midiáticos comprovando a autoria das professoras, o MPRS determinou que havia risco à ordem pública e à instrução criminal, pois as suspeitas influenciavam testemunhas durante a investigação.

As professoras são investigadas pelos crimes de lesão corporal e tortura, além de outras irregularidades cometidas previstas no Estatuto da Criança e do Adolescente (ECA). A Justiça acolheu a prisão preventiva requerida pela promotora Karen.

“A gravidade concreta do delito foi um dos principais elementos que tornou necessária a prisão das investigadas”, explicou a promotora.

Segundo ela, “os crimes foram cometidos contra crianças de tenra idade, cujos pais confiaram os seus cuidados e segurança, e as investigadas, para facilitar o seu trabalho no manejo com os alunos, ministravam-lhes medicamentos com efeito sedativo, além de negligenciar nos cuidados de higiene e agredi-los física e psicologicamente”.

A prisão expedida pelo MPRS recebeu o nome de Operação Dose de Silêncio e contou com o apoio do Grupo de Atuação Especial de Combate ao Crime Organizado (Gaeco) e com apoio da Brigada Militar. As professoras foram detidas em Canoas e Alvorada.

Denuncie

Para denúncias relacionadas a crianças, procure a Delegacia de Polícia, o Conselho Tutelar ou a Promotoria de Justiça mais perto ou disque 100. Em caso de urgência: disque 190, da Polícia Militar.

Fonte: Metrópoles

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Polícia

PF combate crimes de abuso sexual infantojuvenil em Porto Velho

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A Polícia Federal deflagrou, nesta quarta‑feira (4/3), a Operação Argos, com o objetivo de dar cumprimento a mandado de busca e apreensão em Porto Velho, expedido pela Justiça Federal de Rondônia .

A investigação é conduzida no âmbito de inquérito policial instaurado para apurar a possível prática dos crimes relacionados à produção, ao armazenamento, ao compartilhamento e à posse de material envolvendo criança ou adolescente.

Durante a ação policial, equipes da PF realizaram diligências no endereço do alvo, visando identificar e apreender dispositivos eletrônicos e demais elementos de prova que possam corroborar a materialidade e a autoria dos crimes investigados.

Nomenclatura e alerta

Embora o termo “pornografia” ainda seja utilizado em nossa legislação (art. 241-E da Lei nº 8.069, de 1990 – Estatuto da Criança e do Adolescente) para definir “qualquer situação que envolva criança ou adolescente em atividades sexuais explícitas, reais ou simuladas, ou exibição dos órgãos genitais de uma criança ou adolescente para fins primordialmente sexuais”, a comunidade internacional entende que o melhor nessas situações é referir-se a crimes de “abuso sexual de crianças e adolescentes” ou mesmo “violência sexual de crianças e adolescentes”, pois a nomenclatura ajuda a dar dimensão da violência infligida nas vítimas desses crimes tão devastadores.

Além disso, a Polícia Federal alerta aos pais e aos responsáveis sobre a importância de monitorar e orientar seus filhos no mundo virtual e físico, protegendo-os dos riscos de abusos sexuais. Conversar abertamente sobre os perigos do mundo virtual, explicar como utilizar redes sociais, jogos e aplicativos de forma segura e acompanhar de perto as atividades on-line dos jovens são medidas essenciais de proteção. Estar atento a mudanças de comportamento, como isolamento repentino ou segredo em relação ao uso do celular e do computador, pode ajudar a identificar situações de risco.

É igualmente importante ensinar às crianças e aos adolescentes como agir diante de contatos inadequados em ambientes virtuais, a fim de reforçar que podem e devem procurar ajuda. A prevenção é a maneira mais eficaz de garantir a segurança e o bem-estar de crianças e de adolescentes, e a informação continua sendo um instrumento capaz de salvar vidas.

Fonte: PF

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