Polícia
Irmãos planejavam de dentro de penitenciária assassinar Promotora de Justiça em Rondônia
O Ministério Público do Estado de Rondônia (MPRO), por intermédio de seu Grupo de Atuação Especial da Segurança Pública (GAESP) e da 5ª Promotoria de Justiça de Ariquemes, deflagrou, em conjunto com a Polícia Civil do Estado de Rondônia, nesta manhã (19/6/2024), a Operação Fraternum, com a finalidade de cumprir mandados de busca e apreensão em residências de 9 (nove) alvos, deferidos pelo Juízo de Direito Plantonista Criminal da Comarca de Ariquemes/RO.
A investigação visa a instruir Procedimento Investigatório Criminal (PIC) instaurado no âmbito da 5ª Promotoria de Justiça, a partir de notícia-crime enviada ao Ministério Público de Rondônia, tendo como objeto a apuração da suposta prática dos crimes de integrar organização criminosa (art. 2º, caput, da Lei nº 12.850/2013), embaraçar investigações (art. 2º, § 1º, da Lei nº 12.850/2013), além do crime de ameaça a uma Promotora de Justiça (art. 147 do Código Penal).
Segundo apurado, dois irmãos condenados no tribunal do júri estariam arquitetando, de dentro do presídio, ceifar a vida de uma Promotora de Justiça, sendo que usariam o valor adquirido como proveito de um dos crimes praticados por eles para financiar a empreitada criminosa.
O Grupo de Atuação Especial da Segurança Pública e a 5ª Promotoria de Justiça levantaram as primeiras informações e realizaram diligências iniciais suficientes a fundamentarem o pedido de busca e apreensão domiciliar e pessoal, bem como de autorização de acesso aos dados armazenados em dispositivos eletrônicos eventualmente apreendidos, além da autorização para afastamento do sigilo de dados telemáticos, tudo em relação às pessoas que, segundo as informações coletadas, prestavam auxílio aos criminosos.
A Polícia Civil do Estado de Rondônia (PCRO) auxiliou no levantamento de informações sobre qualificações e endereços dos envolvidos, além de ficar encarregada da execução do cumprimento dos mandados, com equipes compostas por integrantes das Delegacias da Regional de Ariquemes e da Comarca de Machadinho do Oeste.
A Secretaria de Estado da Justiça (Sejus) e a Direção da Unidade Prisional também contribuíram com atuação rápida e efetiva, através de revista realizada nos pavilhões do presídio, por meio da ação do Grupo de Ações Penitenciárias Especiais (GAPE), objetivando buscar mais elementos de informação nas celas em que os alvos estão custodiados.
O nome atribuído à operação advém do latim Frater, que significa fraterno e faz referência a irmandade, pois, se de um lado há a irmandade dos criminosos; do outro, está evidente a do sistema de justiça: Ministério Público, Polícia Civil e Polícia Penal.
Gerência de Comunicação Integrada (GCI)
Polícia
Sete suspeitos são presos após sequestrar e torturar jovem por dois dias
Sete pessoas foram presas suspeitas de sequestrar e torturar uma jovem de 24 anos em Naviraí, no Mato Grosso do Sul. Segundo a Polícia Civil, a vítima teria permanecido por dois dias sob o poder do grupo e sido agredida com um porrete de madeira. Ela conseguiu fugir do cativeiro e procurou a polícia.
A ocorrência foi divulgada nesta quinta-feira (3). Conforme o relato da vítima à Polícia Civil, ela foi sequestrada após ser acusada pelos suspeitos de furtar drogas pertencentes a traficantes. A jovem teria sido levada para um endereço, onde permaneceu durante aproximadamente duas noites e sofreu agressões.
Após receber a denúncia, equipes policiais foram até o local indicado pela vítima e prenderam os sete suspeitos. Durante a ação, foram apreendidas porções de crack e maconha, dinheiro e um porrete de madeira que, segundo a investigação, teria sido utilizado nas agressões.
Os sete envolvidos foram autuados por tráfico de drogas, associação criminosa e tortura, com causa de aumento de pena pelo emprego de sequestro.
Um dos suspeitos também foi autuado por extorsão e receptação. A Polícia Civil solicitou à Justiça a conversão das prisões em flagrante em prisões preventivas.
Fonte: G1 Mato Grosso
Polícia
“Tribunal do crime”: adolescente é encontrada morta após oito dias desaparecida
Uma adolescente de 15 anos foi encontrada morta e enterrada em uma área de mata no bairro Tiradentes, em Marabá, no Pará, após passar oito dias desaparecida. O corpo de Valentina Irene Alves da Silva foi localizado na quarta-feira (2). No dia seguinte, a Polícia Civil informou que investigava a possibilidade de a jovem ter sido vítima de integrantes de uma facção criminosa.
Valentina desapareceu em 25 de agosto. Segundo as investigações, ela teria sido capturada por criminosos e submetida ao chamado “tribunal do crime”, uma espécie de julgamento clandestino realizado por integrantes de organizações criminosas para punir pessoas consideradas suspeitas de desobedecer às regras do grupo.
Uma das linhas investigadas pela polícia é a de que uma foto da adolescente fazendo gestos supostamente associados a uma facção criminosa teria motivado o crime. Conforme a investigação, a imagem teria sido compartilhada com integrantes de um grupo rival, que passaram a suspeitar que Valentina tivesse ligação com a organização adversária.
O corpo foi localizado durante as buscas realizadas em uma área de mata e estava enterrado no local.
Até a última atualização, três pessoas haviam sido presas sob suspeita de envolvimento no assassinato. A Polícia Civil continua investigando o caso para esclarecer a participação de cada suspeito e a motivação do crime.
Fonte: Metrópoles
Polícia
Idoso fica ferido após cair e bater a cabeça
Um idoso ficou ferido após sofrer uma queda na manhã desta sexta-feira (4). De acordo com informações apuradas pela a equipe do Notícias Urgentes, ele teria tropeçado enquanto caminhava e acabou caindo sozinho.
Durante a queda, o homem bateu a cabeça e sofreu diversos ferimentos pelo corpo. O socorro foi acionado e a vítima foi encaminhada para uma Unidade de Pronto Atendimento (UPA), onde recebeu atendimento médico.
As circunstâncias exatas do acidente não foram detalhadas.

