Polícia
URGENTE: Policial Militar é morto a tiros em distrito de Porto Velho
Um policial militar aposentado do estado do Mato Grosso, identificado como Joaquim Batista, de 66 anos, foi assassinado a tiros na tarde desta sexta-feira (31/05). O crime ocorreu em uma propriedade rural localizada no distrito de Nova Califórnia, em Porto Velho (RO).
De acordo com as primeiras informações, o ex-militar foi atingido por disparos de arma de fogo no peito e morreu no local. A perícia foi acionada e realizou os procedimentos de praxe. Em seguida, o corpo de Joaquim foi removido pelo rabecão para o Instituto Médico Legal (IML).
Policiais da Delegacia de Homicídios estiveram no local, reuniram informações e deram início às investigações para esclarecer mais este crime de assassinato na capital rondoniense.
Matéria em atualização.
Polícia
Técnico de enfermagem aplicou 10 vezes seringa com desinfetante em mulher em UTI
Miranilde Pereira da Silva (foto em destaque), 75 anos, uma das vítimas dos técnicos de enfermagem que atuavam dentro da Unidade de Terapia Intensiva (UTI) do Hospital Anchieta, em Taguatinga (DF), morreu após um dos investigados usar uma seringa para aplicar desinfetante no corpo dela.
Segundo o delegado responsável pelo caso, Wisllei Salomão, a vítima recebeu “pelo menos 10 vezes” o produto. Miranilde, que era professora aposentada, teve o óbito declarado em 17 de novembro de 2025.
Segundo uma publicação feita pelo Sindicato dos Professores (Sinpro) à época, a vítima era lotada na Regional de Ensino de Ceilândia como professora de atividades na Escola Classe 3.
“Sua dedicação, sensibilidade e cuidado marcaram a trajetória de inúmeras crianças e fortaleceram a escola pública como um espaço de afeto, aprendizagem e cidadania”, declarou o Sinpro. A professora deixou três filhos, uma filha, duas netas e cinco netos.
Embora a polícia não tenha revelado a identidade das vítimas, o Metrópoles apurou quem são os mortos na ação criminosa cometida pelos técnicos de enfermagem Marcos Vinícius Silva Barbosa de Araújo (à esquerda na foto abaixo), Amanda Rodrigues de Sousa e Marcela Camilly Alves da Silva (à direita).
Outras vítimas
Uma segunda vítima do trio é Marcos Moreira (à esquerda na foto abaixo), 33 anos. Ele era morador de Brazlândia (DF) e servidor dos Correios. Ele deixou uma filha de 5 anos.
O Sindicato dos Trabalhadores dos Correios e Telégrafos do Distrito Federal e Região do Entorno (Sindect-DF) lamentou a morte do carteiro, ocorrida no início de dezembro.
“É com pesar que o Sintect-DF comunica o falecimento do carteiro Marcos Raymundo Fernandes Moreira, trabalhador dos Correios lotado no CDD Brazlândia. Nossa solidariedade vai para os familiares, amigos e colegas de trabalho neste momento de despedida e dor. Descanse em paz, Marcos”, disse o sindicato em nota.
O servidor dos Correios deu entrada na UTI com dores abdominais e morreu no dia 1º de dezembro de 2025. O velório aconteceu no dia seguinte, no Campo da Esperança de Brazlândia.
Em entrevista ao Metrópoles, a esposa de Marcos afirmou que a notícia da morte do marido foi recebida com muita surpresa. “Ele chegou consciente e conversando normalmente com a equipe médica. Foi um choque”, disse a mulher.

Entenda o caso
- A primeira fase da Operação Anúbis foi deflagrada na manhã de 11 de janeiro, com o apoio do Departamento de Polícia Especializada (DPE).
- Na ocasião, dois investigados foram presos temporariamente por ordem judicial. Também foram cumpridos mandados de busca e apreensão em endereços localizados em Taguatinga, Brazlândia e Águas Lindas, no Entorno do Distrito Federal.
- Durante as diligências, os policiais recolheram materiais considerados relevantes para a apuração, que passaram a ser analisados pelos investigadores.
- A polícia busca esclarecer a dinâmica das mortes, o papel de cada suspeito e se houve participação de outras pessoas.
- As investigações tiveram um novo avanço na última quinta-feira (15), com a deflagração da segunda fase da Operação Anúbis.
- Nesta etapa, a Polícia Civil cumpriu mais um mandado de prisão temporária contra uma investigada e realizou novas apreensões de dispositivos eletrônicos em Ceilândia e Samambaia.
A outra vítima é João Clemente Pereira (à direita na foto acima). Ele tinha 63 anos e era servidor da Caesb. Segundo a família, o paciente reclamava de dores de cabeça. No hospital, foi constatado que ele estava com um coágulo na parte superior do crânio.
Após cirurgia, o paciente apresentou algumas complicações pulmonares devido à intubação, mas melhorou com o passar dos dias. Em 18 de novembro, ele sofreu quatro paradas cardíacas e morreu.
João Clemente se aposentaria em dois anos. Ele deixa a esposa, dois filhos e um neto.
A Polícia Civil (PCDF) agora investiga pelo menos 20 outros atestados de óbito em hospitais do Distrito Federal.
Por Metrópoles
Polícia
Homem é preso após dirigir bêbado, estacionar na porta da Central de Flagrantes e dormir no local – VEJA O VÍDEO
Um motorista foi preso em flagrante na madrugada de domingo (18), em Porto Velho (RO), após uma sequência de infrações que terminou dentro da Central de Flagrantes. Ele estacionou o carro sobre a calçada da unidade policial e foi encontrado dormindo na recepção.
Conforme a Polícia Militar, o veículo trafegava pela Avenida Raimundo Cantuária e entrou na Avenida Governador Jorge Teixeira pela contramão. Em seguida, o carro foi deixado na calçada em frente à Central, obstruindo a circulação de pedestres.
Os policiais localizaram o homem dentro do prédio, apresentando claros sinais de embriaguez. Mesmo se recusando a realizar o teste do bafômetro, os indícios foram suficientes para a prisão em flagrante por embriaguez ao volante.
O automóvel foi removido do local, e a PM informou que as infrações administrativas de trânsito não puderam ser aplicadas devido à jurisdição federal da área.
Polícia
Técnicos de enfermagem são presos suspeitos de matar pacientes com produto químico em hospital
A Polícia Civil do Distrito Federal (PCDF) investiga a atuação de técnicos de enfermagem suspeitos de provocar a morte de pacientes dentro do Hospital Anchieta, em Taguatinga, por meio da aplicação de uma substância considerada letal e de difícil detecção em exames iniciais. Os suspeitos foram presos nesta segunda-feira (19/1) pela Polícia Civil do DF.
A substância, quando administrada fora de protocolos médicos, pode causar parada cardíaca em poucos minutos.
Fontes ligadas à investigação afirmam que o uso do composto químico chama atenção dos investigadores por se tratar de um composto que pode levar à morte sem deixar sinais evidentes em um primeiro momento, o que dificulta a identificação da causa real do óbito e pode simular morte natural ou complicações clínicas.
Prisões e buscas
A primeira fase da operação foi deflagrada na manhã de 11 de janeiro, com apoio do Departamento de Polícia Especializada (DPE).
Na ocasião, dois investigados foram presos temporariamente por determinação judicial. Também foram cumpridos mandados de busca e apreensão em endereços em Taguatinga, Brazlândia e Águas Lindas, no Entorno do Distrito Federal.
Durante as diligências, a polícia apreendeu materiais considerados relevantes para a investigação, incluindo documentos e dispositivos eletrônicos. O material passou a ser analisado para reconstruir a dinâmica dos crimes e verificar se houve planejamento ou repetição do método.
Segundo a PCDF, a investigação busca esclarecer se as mortes ocorreram de forma isolada ou se houve um padrão de atuação dentro da unidade hospitalar, além de identificar possíveis comparsas e eventuais falhas nos controles internos do hospital.
Segunda fase amplia apuração
O caso ganhou novo desdobramento na última quinta-feira (15), com a deflagração da segunda fase da Operação Anúbis. Nessa etapa, a Polícia Civil cumpriu mais um mandado de prisão temporária contra uma investigada e realizou novas apreensões de aparelhos eletrônicos em Ceilândia e Samambaia.
De acordo com os investigadores, os equipamentos apreendidos devem ajudar na análise de comunicações, registros de plantão e possíveis vínculos entre os envolvidos, além de contribuir para a confirmação do uso da substância e da motivação dos crimes.
A Polícia Civil informou que as investigações seguem em andamento e que outras medidas não estão descartadas. O objetivo é esclarecer completamente os fatos, responsabilizar todos os envolvidos e apurar se houve falhas institucionais que permitiram a prática dos crimes dentro do hospital.
O que diz o hospital
Confira a nota enviada pelo Hospital Anchieta:
O Hospital Anchieta S.A., referência em cuidados de saúde em Brasília/DF há 30 anos, vem a público esclarecer as providências adotadas diante de fatos graves envolvendo ex-funcionários da instituição.
Ao identificar circunstâncias atípicas relacionadas a três óbitos ocorridos em sua Unidade de Terapia Intensiva, o Hospital instaurou, por iniciativa própria, em cumprimento ao seu dever civil, ético e ao seu compromisso com a transparência, comitê interno de análise e conduziu investigação célere e rigorosa, que em menos de vinte dias resultou na identificação de evidências envolvendo ex-técnicos de enfermagem, as quais foram formalmente encaminhadas às autoridades competentes.
Com base nessas evidências, fruto da investigação interna realizada pela instituição, o próprio Hospital requereu a instauração de inquérito policial, bem como a adoção das medidas cautelares cabíveis, inclusive a prisão cautelar dos envolvidos os quais já haviam sido desligados da Instituição, prisões as quais foram cumpridas pelas autoridades nos dias 12 e 15 de janeiro de 2026.
Pautado pela transparência de seus processos e pela confiança nos protocolos internos que norteiam sua atuação, o Hospital entrou em contato com as famílias envolvidas, prestando todos os esclarecimentos necessários de forma responsável e acolhedora. Reitera, ainda, que o caso tramita em segredo de justiça, o que impossibilita a divulgação de informações adicionais bem como a identificação das partes envolvidas.
O hospital entende que o segredo de justiça é imprescindível à preservação da apuração, à proteção das partes envolvidas e ao regular exercício das atribuições das autoridades competentes, o qual deve ser estritamente observado de acordo com os limites impostos pela decisão judicial.
O Hospital, enquanto também vítima da ação destes ex-funcionários, solidariza-se com os familiares das vítimas, e informa que está colaborando de forma irrestrita e incondicional com as autoridades públicas, reafirmando seu compromisso permanente com a segurança dos pacientes, com a verdade e a justiça.
Fonte/Créditos: Metrópoles
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