Polícia
PF deflagra operação em combate ao desmatamento ilegal em Reserva Extrativista de RO
A Polícia Federal, com o apoio do Instituto Chico Mendes de Conservação da Biodiversidade (ICMBio), deflagrou, nos dias 9 e 10/2, a Operação Jacaúna, para combater crimes ambientais, sobretudo o desmatamento ilegal, na Reserva Extrativista Rio Ouro Preto, em Guajará-Mirim/RO.
Na sexta-feira (9/2), a equipe, composta por nove policiais federais e quatro servidores do ICMBio, localizou uma carvoaria clandestina em pleno funcionamento e um acampamento utilizado como ponto de apoio para as ações de desmatamento ilegal e beneficiamento de madeira.
As estruturas foram destruídas e os investigados responderão pelos crimes de dano à Unidade de Conservação e de corte ou transformação de madeira de lei em carvão, com penas que podem chegar a 7 anos de reclusão.
No sábado (10/02), foram realizadas novas ações fiscalizatórias na RESEX Rio Ouro Preto e em suas imediações, a fim de controlar a entrada de pessoas na Reserva, cujo acesso é permitido apenas a moradores extrativistas e a pessoas autorizadas pelo órgão ambiental, bem como impedir a saída clandestina de produtos florestais.
Dois homens foram flagrados transportando cerca de 150 sacos de carvão ilegal, em um caminhão. Eles foram encaminhados à Polícia Federal para lavratura de Termo Circunstanciado de Ocorrência pela prática de crime de transporte de carvão ilegal. Se condenados, poderão receber pena de até 1 ano de detenção e multa. O material ilícito e o caminhão utilizado para o transporte clandestino foram apreendidos.
A carvoaria de origem do material foi localizada nas imediações da RESEX e não possuía autorização válida para exploração da atividade.
O nome da Operação “Jacaúna” significa “indivíduo de peito negro” ou “indivíduo de cabeça negra”, em língua indígena, e faz alusão ao rio Ouro Preto, que cruza a Reserva Extrativista de mesmo nome.

Polícia
Polícia Civil prende cinco investigados por homicídio durante Operação
A Polícia Civil do Estado de Rondônia, por meio da 9ª Delegacia de Polícia de Extrema, deflagrou na manhã da última sexta-feira (29) a Operação Erro Fatal, com o objetivo de cumprir medidas cautelares de prisões preventivas e mandados de busca e apreensão domiciliar.
A ação, que também contou com apoio da 1ª Delegacia de Polícia de Guajará-Mirim, da Delegacia de Polícia de Nova Mamoré e da Coordenadoria de Operações e Recursos Especiais (CORE), é resultado de investigação instaurada para apurar o homicídio qualificado de P. H. R. da S., ocorrido em janeiro deste ano, em um estabelecimento comercial localizado no distrito de Extrema.
Durante as investigações, foi apurado que o crime teria sido praticado por integrantes de organização criminosa, em contexto de ação previamente planejada. Os trabalhos investigativos permitiram identificar os suspeitos e apontaram indícios de participação coordenada na execução do delito, incluindo suporte logístico, ocultação de veículo utilizado na ação criminosa, planejamento de fuga e possíveis atos de intimidação contra testemunhas e familiares da vítima.
O nome da operação faz referência às circunstâncias apuradas durante a investigação, segundo as quais a vítima teria sido confundida com o alvo inicialmente pretendido pelos executores do crime, resultando em um desfecho fatal para pessoa diversa daquela originalmente visada.
Ao todo, foram cumpridos sete mandados de busca e apreensão domiciliar e efetuadas cinco prisões. Os investigados foram conduzidos às unidades policiais para os procedimentos de praxe e posteriormente encaminhados ao sistema prisional, onde permanecerão à disposição da Justiça.
A Polícia Civil de Rondônia reafirma seu compromisso com a elucidação de crimes graves, a responsabilização de seus autores e a promoção da segurança pública em todo o Estado.
Fonte: Polícia Civil
Polícia
Operação Fuligem prende suspeitos de homicídio em Rondônia
A Polícia Civil de Rondônia, por meio da 1ª Delegacia de Polícia de Seringueiras, deflagrou, nesta data (29), a Operação Fuligem. A ação é resultado das investigações sobre o homicídio ocorrido em janeiro de 2026, no município.
De acordo com o apurado, foi identificado um grupo suspeito de participação no planejamento, monitoramento e execução do crime, motivado por possível acerto de contas relacionado a fatos criminosos anteriores.
Ao todo, foram cumpridos 7 mandados de busca e apreensão e 5 mandados de prisão temporária. Duas pessoas foram presas e três permanecem foragidas. Durante as buscas, os policiais apreenderam uma pistola calibre 9mm e munições compatíveis.
As investigações prosseguem com a análise dos materiais apreendidos e diligências para localização dos foragidos, visando o completo esclarecimento dos fatos e a responsabilização de todos os envolvidos.
A operação também contou com o apoio da 1ª Delegacia de Polícia de Cacoal, Delegacia Especializada de Atendimento à Mulher (DEAM) de Ji-Paraná, 1ª Delegacia de Polícia de Urupá, 1ª Delegacia de Polícia de São Miguel do Guaporé e 1ª Delegacia de Polícia de Costa Marques.
O nome “Operacão Fuligem” faz referência aos vestígios deixados após uma queima. A escolha simboliza justamente a tentativa de apagar rastros e eliminar pessoas que poderiam esclarecer crimes anteriores, numa típica dinâmica de “queima de arquivo”.
A Polícia Civil do Estado de Rondônia destaca que essa ação integra o planejamento estratégico da instituição voltado à repressão qualificada de crimes violentos e à preservação da ordem pública.
Fonte: Polícia Civil
Polícia
Caminhonete com registro de roubo é recuperada pela PRF na BR-364
A Polícia Rodoviária Federal em Rondônia recuperou, ontem (28), no município de Pimenta Bueno, uma caminhonete com registro de roubo/furto. Durante ronda ostensiva, por volta de 19h20, na BR-364, km 197, o veículo foi abordado pela equipe policial e, na fiscalização, a partir do emprego de técnicas de entrevista, aprofundaram-se as averiguações, ocasião em que foram constatados sinais de adulteração.
Uma vez realizados os procedimentos de identificação veicular, concluiu-se que a caminhonete original possuía registro de furto/roubo em Nova Lima (MG). O condutor foi enquadrado nos delitos previstos nos artigos 311 e 180 do Código Penal, respectivamente, adulteração de sinal identificador de veículo automotor e receptação. A caminhonete e o infrator foram encaminhados à Polícia Judiciária para as providências cabíveis.
Fonte: PRF
