Polícia
PF deflagra operação em combate ao desmatamento ilegal em Reserva Extrativista de RO
A Polícia Federal, com o apoio do Instituto Chico Mendes de Conservação da Biodiversidade (ICMBio), deflagrou, nos dias 9 e 10/2, a Operação Jacaúna, para combater crimes ambientais, sobretudo o desmatamento ilegal, na Reserva Extrativista Rio Ouro Preto, em Guajará-Mirim/RO.
Na sexta-feira (9/2), a equipe, composta por nove policiais federais e quatro servidores do ICMBio, localizou uma carvoaria clandestina em pleno funcionamento e um acampamento utilizado como ponto de apoio para as ações de desmatamento ilegal e beneficiamento de madeira.
As estruturas foram destruídas e os investigados responderão pelos crimes de dano à Unidade de Conservação e de corte ou transformação de madeira de lei em carvão, com penas que podem chegar a 7 anos de reclusão.
No sábado (10/02), foram realizadas novas ações fiscalizatórias na RESEX Rio Ouro Preto e em suas imediações, a fim de controlar a entrada de pessoas na Reserva, cujo acesso é permitido apenas a moradores extrativistas e a pessoas autorizadas pelo órgão ambiental, bem como impedir a saída clandestina de produtos florestais.
Dois homens foram flagrados transportando cerca de 150 sacos de carvão ilegal, em um caminhão. Eles foram encaminhados à Polícia Federal para lavratura de Termo Circunstanciado de Ocorrência pela prática de crime de transporte de carvão ilegal. Se condenados, poderão receber pena de até 1 ano de detenção e multa. O material ilícito e o caminhão utilizado para o transporte clandestino foram apreendidos.
A carvoaria de origem do material foi localizada nas imediações da RESEX e não possuía autorização válida para exploração da atividade.
O nome da Operação “Jacaúna” significa “indivíduo de peito negro” ou “indivíduo de cabeça negra”, em língua indígena, e faz alusão ao rio Ouro Preto, que cruza a Reserva Extrativista de mesmo nome.

Polícia
Operação policial mobiliza equipes especializadas em Rondônia
A Polícia Civil do Estado de Rondônia, por meio da Delegacia Especializada de Proteção à Criança e ao Adolescente (DEPCA), deflagrou na manhã desta terça-feira (26) uma operação integrada relacionada às investigações envolvendo B. C. de A.
A ação ocorreu para execução de mandado de busca e apreensão e contou com apoio do Grupamento Especializado em Operações Prisionais (GEOPE) e do Grupo de Ações Penitenciárias Especiais (GAPE), reforçando a integração entre as forças de segurança pública.
Durante a operação, o cão farejador “Bazuca” auxiliou as equipes na varredura técnica do local, contribuindo para a localização de materiais de interesse investigativo.
Os objetos apreendidos foram encaminhados à sede da DEPCA, onde passarão por análise pericial e integrarão o procedimento investigativo em andamento.
A Polícia Civil de Rondônia segue atuando com firmeza na proteção de crianças e adolescentes, conduzindo investigações com técnica, integração e efetividade no combate à criminalidade
Fonte: Polícia Civil
Polícia
Operação conjunta apreende 600 kg de cocaína na BR-364
Ação conjunta realizada entre Polícia Rodoviária Federal (PRF) em Rondônia, Receita Federal e Departamento de Narcóticos da Polícia Civil/RO (DENARC), deflagrada no último sábado (23), resultou na apreensão de 600 kg de substância análoga à cocaína, no município de Vilhena/RO.
Ação ocorreu por volta das 12h00, no km 1,0 da BR-364, quando a equipe PRF, em razão de indicativo decorrente de análise de risco, realizou abordagem a um veículo que transportava, supostamente, uma carga de suplementos alimentares. Aprofundadas as averiguações, uma vez realizado o narcoteste, constatou-se resultado positivo para substância com características análogas à cocaína.
Conforme nota fiscal das embalagens dos suplementos, apreenderam-se 600 kg da substância ilícita. Diante dos fatos, o veículo e a carga foram encaminhados pela equipe da Polícia Civil à UNISP de Vilhena, para adoção das medidas cabíveis e formalização do procedimento flagrancial.
Fonte: PRF
Polícia
MPRO investiga condições estruturais de delegacias da Polícia Civil em Rondônia
O Ministério Público de Rondônia (MPRO), por meio da 26ª Promotoria de Justiça instaurou, na última quinta-feira (21/5), inquérito civil para apurar possíveis irregularidades na estrutura física de três delegacias da Polícia Civil pertencentes à comarca de capital. A investigação envolve a 9ª Delegacia de Polícia no distrito de Extrema, a Delegacia de Itapuã do Oeste e a unidade de segurança pública de Candeias do Jamari.
A atividade foi conduzida pelo titular da 26ª PJ, promotor de Justiça Dandy Jesus Leite Borges, após análise de relatórios técnicos realizados pelo Núcleo de Análises Técnicas (NAT), que apontaram problemas estruturais nos prédios. O objetivo do inquérito é a verificação das condições das delegacias, bem como a adoção de medidas que garantam o funcionamento adequado dos serviços.
Estruturas apresentam falhas
Os relatórios apresentaram problemas nas estruturas dos três locais. Foram identificados pisos quebrados, paredes com rachaduras e sinais de umidade. Também constam falhas no teto e no telhado, com partes danificadas e locais com infiltração de água.
Riscos e falta de itens básicos
As inspeções apontaram risco nas instalações elétricas. Foram encontrados fios expostos e ligações improvisadas. Também foi registrada falta de itens de segurança, como extintores e sinalização de emergência. Em Candeias do Jamari, a unidade não possui itens básicos de acessibilidade, como banheiros adaptados.

Falta de estrutura afeta o serviço
Em Extrema, há falta de internet, equipamentos e viaturas para trabalho policial. Em Itapuã do Oeste, o prédio funciona com poucas salas e um banheiro em condições precárias. Em Candeias do Jamari, os próprios servidores fazem a limpeza do local. Também foi constatado que há salas com mau cheiro e locais sem iluminação.
Acompanhamento
Com a abertura do inquérito, o MPRO vai reunir informações e acompanhar o caso. A instituição poderá adotar medidas para corrigir os problemas. O objetivo é assegurar que as instalações das delegacias atendam às necessidades básicas de funcionamento e de segurança tanto para os policiais, quanto para a população.
Fonte: MPRO
