Polícia
PF deflagra operação em combate ao desmatamento ilegal em Reserva Extrativista de RO
A Polícia Federal, com o apoio do Instituto Chico Mendes de Conservação da Biodiversidade (ICMBio), deflagrou, nos dias 9 e 10/2, a Operação Jacaúna, para combater crimes ambientais, sobretudo o desmatamento ilegal, na Reserva Extrativista Rio Ouro Preto, em Guajará-Mirim/RO.
Na sexta-feira (9/2), a equipe, composta por nove policiais federais e quatro servidores do ICMBio, localizou uma carvoaria clandestina em pleno funcionamento e um acampamento utilizado como ponto de apoio para as ações de desmatamento ilegal e beneficiamento de madeira.
As estruturas foram destruídas e os investigados responderão pelos crimes de dano à Unidade de Conservação e de corte ou transformação de madeira de lei em carvão, com penas que podem chegar a 7 anos de reclusão.
No sábado (10/02), foram realizadas novas ações fiscalizatórias na RESEX Rio Ouro Preto e em suas imediações, a fim de controlar a entrada de pessoas na Reserva, cujo acesso é permitido apenas a moradores extrativistas e a pessoas autorizadas pelo órgão ambiental, bem como impedir a saída clandestina de produtos florestais.
Dois homens foram flagrados transportando cerca de 150 sacos de carvão ilegal, em um caminhão. Eles foram encaminhados à Polícia Federal para lavratura de Termo Circunstanciado de Ocorrência pela prática de crime de transporte de carvão ilegal. Se condenados, poderão receber pena de até 1 ano de detenção e multa. O material ilícito e o caminhão utilizado para o transporte clandestino foram apreendidos.
A carvoaria de origem do material foi localizada nas imediações da RESEX e não possuía autorização válida para exploração da atividade.
O nome da Operação “Jacaúna” significa “indivíduo de peito negro” ou “indivíduo de cabeça negra”, em língua indígena, e faz alusão ao rio Ouro Preto, que cruza a Reserva Extrativista de mesmo nome.

Polícia
Pai é preso após confessar assassinato das duas filhas no Dia dos Pais
Breno de Souza Castro foi detido após confessar o assassinato das duas filhas, Laís, de 5 anos e Isis, de 3 anos, no domingo (9), Dia dos Pais, em São Paulo. O crime aconteceu durante uma visita que ele fez às crianças sob o pretexto de levá-las ao museu. Segundo informações da polícia, Breno não aceitava o término do relacionamento com Jennifer dos Santos, mãe das meninas, e decidiu cometer o ato brutal como forma de vingança.
Tudo começou no sábado (8), Jennifer entregou as meninas à ex-sogra, que costumava ficar com as netas nos fins de semana. A entrega das crianças eram feitas no meio do caminho, justamente para evitar encontros com o ex-companheiro. Breno morava no andar de cima da casa da mãe.
No domingo (9), Jennifer publicou uma foto com as amigas nas redes sociais e recebeu uma mensagem de Breno lhe ameaçando. O homem disse que aquela seria a última vez que ela veria as filhas.
Naquele dia, Breno disse que levaria as crianças ao museu. Em seguida, um familiar questionou o homem sobre a demora para voltar para a casa. O pai respondeu que ninguém mais veria as crianças e que iria matá-las e se matar em seguida.
Com as ameaças feitas pelo ex-companheiro, Jennifer voltou a casa da ex-sogra e passou a oite com familiares em buscas de informações por Breno e as filhas.
A mulher voltou à casa da ex-sogra e passou a noite acompanhada por familiares, enquanto buscas eram feitas por Breno e pelas meninas.
Os policiais foram até o endereço indicado por ele e encontraram os corpos das meninas dentro de um carro, na Rua Luiz Supertti, no bairro Jardim Guanabara, na Zona Sul de São Paulo.
Horas depois, o suspeito foi até uma delegacia e confessou o crime. Ele indicou que os corpos das meninas estavam dentro de um carro, na Rua Luiz Supertti, no bairro Jardim Guanabara, na Zona Sul de São Paulo.
Ele foi preso em flagrante por duplo homicídio. A principal hipótese investigada pela polícia é que as crianças tenham sido mortas por asfixia.
A mãe das crianças aguarda os resultados dos exames realizados pelo Instituto Médico Legal (IML), que devem confirmar a causa das mortes e investigar possíveis abusos adicionais cometidos contra as meninas. O suspeito permanece sob custódia enquanto aguarda julgamento pelos atos.
Fonte: d24am
Polícia
Homem morre afogado durante confraternização no Dia dos Pais
Uma confraternização entre familiares e amigos terminou em tragédia neste domingo (9), na região do rio Jacu da Vala, nas proximidades da Estrada da Penal, na zona rural de Porto Velho.
A vítima foi identificada como Jhonni Brás dos Santos, de 37 anos. Segundo as informações, o grupo havia se reunido para uma pescaria e para celebrar o Dia dos Pais quando Jhonni entrou no rio.
Pouco tempo depois de mergulhar, o homem não retornou à superfície. Pessoas que estavam no local perceberam o desaparecimento e acionaram o Corpo de Bombeiros.
Uma equipe foi enviada à região e iniciou as buscas pelo homem. Após os trabalhos de localização, os bombeiros conseguiram encontrar o corpo da vítima.
A área foi preservada para os procedimentos das autoridades. A Perícia Criminal realizou os levantamentos necessários e, posteriormente, o corpo foi removido por uma equipe do Instituto Médico Legal (IML).
As circunstâncias do afogamento deverão ser investigadas pelas autoridades responsáveis.
Polícia
Ex-marido de Maria da Penha é preso após dar entrevista
O ex-marido de Maria da Penha Maia Fernandes, que dá nome à Lei Maria da Penha, foi preso neste domingo (9/8) em Natal (RN). Marco Antônio Heredia Viveros descumpriu uma medida protetiva de urgência ao ceder entrevista a uma emissora de TV sobre a tentativa de feminicídio da ativista, violando uma das cautelares judiciais às quais foi submetido em 2024.
A prisão preventiva foi proferida nesse sábado (8/8) pelo juiz Cesar Morel Alcantara, durante o plantão judicial, após um pedido do Ministério Público do Ceará. A entrevista foi dada à Record e seria exibida neste domingo.
Desde 2024, o 1º Juizado da Violência Doméstica e Familiar contra a Mulher de Fortaleza proibiu o colombiano de divulgar informações sobre o processo e de propagar o nome ou a imagem de Maria da Penha e suas filhas.
Na decisão, Alcantara afirmou haver indícios suficientes da prática do crime de descumprimento de medidas protetivas de urgência, previsto inclusive no artigo 24-A da Lei Maria da Penha, e destacou que o investigado foi devidamente notificado das restrições impostas e das consequências jurídicas em caso de violação da medida.
O magistrado também determinou a retirada imediata do ar de conteúdos relacionados à entrevista, sendo proibida a veiculação da reportagem em quaisquer plataformas. A Justiça exige ainda a preservação de todo o material ligado à produção do material, sob pena de multa diária de R$ 100 mil.
A reportagem tenta contato com a defesa de Marco.
Lei fez 20 anos há 3 dias
A Lei Maria da Penha é considerada um dos principais aparatos de proteção de mulheres em situação de violência da história do país. A legislação completou 20 anos nessa sexta-feira (7/8).
A lei foi criada após a farmacêutica Maria da Penha sobreviver a duas tentativas de homicídio cometidas pelo ex-marido, o colombiano Marco Antônio Heredia Viveiros. Uma das agressões a deixou paraplégica e, meses depois, quando voltou para casa após a internação, ele tentou eletrocutá-la no banho.
Fonte: Metrópoles
