Polícia
PF deflagra operação em combate ao desmatamento ilegal em Reserva Extrativista de RO
A Polícia Federal, com o apoio do Instituto Chico Mendes de Conservação da Biodiversidade (ICMBio), deflagrou, nos dias 9 e 10/2, a Operação Jacaúna, para combater crimes ambientais, sobretudo o desmatamento ilegal, na Reserva Extrativista Rio Ouro Preto, em Guajará-Mirim/RO.
Na sexta-feira (9/2), a equipe, composta por nove policiais federais e quatro servidores do ICMBio, localizou uma carvoaria clandestina em pleno funcionamento e um acampamento utilizado como ponto de apoio para as ações de desmatamento ilegal e beneficiamento de madeira.
As estruturas foram destruídas e os investigados responderão pelos crimes de dano à Unidade de Conservação e de corte ou transformação de madeira de lei em carvão, com penas que podem chegar a 7 anos de reclusão.
No sábado (10/02), foram realizadas novas ações fiscalizatórias na RESEX Rio Ouro Preto e em suas imediações, a fim de controlar a entrada de pessoas na Reserva, cujo acesso é permitido apenas a moradores extrativistas e a pessoas autorizadas pelo órgão ambiental, bem como impedir a saída clandestina de produtos florestais.
Dois homens foram flagrados transportando cerca de 150 sacos de carvão ilegal, em um caminhão. Eles foram encaminhados à Polícia Federal para lavratura de Termo Circunstanciado de Ocorrência pela prática de crime de transporte de carvão ilegal. Se condenados, poderão receber pena de até 1 ano de detenção e multa. O material ilícito e o caminhão utilizado para o transporte clandestino foram apreendidos.
A carvoaria de origem do material foi localizada nas imediações da RESEX e não possuía autorização válida para exploração da atividade.
O nome da Operação “Jacaúna” significa “indivíduo de peito negro” ou “indivíduo de cabeça negra”, em língua indígena, e faz alusão ao rio Ouro Preto, que cruza a Reserva Extrativista de mesmo nome.

Polícia
Grave colisão entre carro e carreta deixa uma pessoa morta na BR-364
Um grave acidente envolvendo um carro de passeio e uma carreta carregada com soja deixou uma pessoa morta na manhã desta terça-feira (28), na BR-364, no trecho entre Ouro Preto do Oeste e Jaru, em Rondônia.
Segundo as primeiras informações, a colisão ocorreu nas primeiras horas do dia e provocou o tombamento da carreta, que ficou atravessada na pista. Com o impacto, a carga de soja acabou sendo espalhada pela rodovia, causando a interdição do tráfego no local.
Equipes da Polícia Rodoviária Federal (PRF), do Serviço de Atendimento Móvel de Urgência (Samu) e da Perícia Técnica foram acionadas para atender a ocorrência e realizar os procedimentos necessários.
Até o momento, a vítima que morreu no acidente ainda não havia sido identificada oficialmente. As autoridades também apuram quantas pessoas estavam no veículo de passeio no momento da colisão.
As circunstâncias que provocaram o acidente serão investigadas pelos órgãos responsáveis.

Fonte: Notícias Urgentes com informações do Diário da Amazônia
Polícia
Casal é preso suspeito de matar bebê recém-nascido
Um casal está sendo investigado pela Polícia Civil do Rio de Janeiro suspeitos de matar o próprio filho logo após o nascimento, em Duque de Caxias, na Baixada Fluminense. A mãe, de 23 anos, contou que deu à luz dentro de casa e que, após o parto, ela e o companheiro decidiram que não queriam ficar com o bebê. As investigações são de que o recém-nascido tenha sido morto sufocado e enterrado no quintal da casa.
O pai, de 29 aos, também confessou participação no crime, Em depoimento à polícia, a mãe contou que não queria o bebê e já tinha deixado isso claro ao companheiro.
Segudo o relato da mulher, no dia do parto, ela estava sozinha em casa quando percebeu que o filho estava prestes a nascer. O parto aconteceu sobre um pedaço de papelão na varanda da casa que é da avó da suspeita.
A mãe contou que ainda estava semiua quando o namorado chegou em casa e eles decidiram que iam matar o filho.
“A criança saiu com vida. Eu a escutei chorando e pedi ao pai que a retirasse do local. Ele ficou perdido, não sabia o que fazer. Eu disse: “Eu não quero a criança”, e ele falou: “Então, eu também não quero”, contou a mulher.
Ela contou que foi o pai do bebê o responsável pelo sufocamento, mas o homem nega a versão e acusa a mulher de ter cometido esta parte do crime. Na versão dele, a companheira é a responsável pela morte do bebê, enquanto ele atuou na ocultação do corpo.
O delegado responsável pela investigação classificou o caso como um dos mais impactantes de sua carreira, destacando a frieza demonstrada pelos dois durante os depoimentos.
O casal foi preso em flagrante e responderá por homicídio duplamente qualificado.
Fonte: D24am
Polícia
FICCO estoura depósito do tráfico e apreende 27 kg de drogas em Rondônia
A Força Integrada de Combate ao Crime Organizado em Rondônia (FICCO/RO) prendeu em flagrante, nessa segunda-feira (27/7), um homem pela suposta prática do crime de tráfico de drogas.
A equipe policial realizava diligências na região quando recebeu a informação de que um imóvel estaria sendo utilizado como depósito de entorpecentes por organização criminosa. Ao averiguar o local, os policiais visualizaram um homem transportando um volume suspeito e, diante do flagrante, entraram no imóvel.
No local, foram apreendidos tabletes de substâncias com características análogas à cocaína, ao crack e à maconha, totalizando aproximadamente 27 kg, cerca de 192 comprimidos de êxtase, uma planta com características semelhantes à maconha, balança de precisão, materiais utilizados para o fracionamento e para o acondicionamento de entorpecentes, cadernos com anotações, além de quantia em dinheiro em espécie.
O suspeito assumiu a propriedade do material. Ele recebeu voz de prisão em flagrante e foi apresentado, com todo o material apreendido, à autoridade policial na Superintendência Regional da Polícia Federal em Rondônia, onde foi lavrado o auto de prisão em flagrante e adotadas as providências legais cabíveis. O material será submetido a exame pericial.
A FICCO/RO é composta pela Polícia Federal, pela Polícia Civil, pela Polícia Penal Estadual, pela Polícia Militar e pela Polícia Penal Federal (SENAPPEN).
Fonte: Polícia Federal
