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Professores e estudantes de Rondônia retornam de intercâmbio na Inglaterra relatando experiências enriquecedoras

Viagem faz parte do programa “Intercâmbio Rondônia”, idealizado pelo governo de Rondônia e teve como objetivo o aprimoramento das habilidades em Língua Inglesa

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Professores e estudantes da rede pública estadual retornaram, no início de agosto, de um enriquecedor intercâmbio na Inglaterra. A viagem, que faz parte do programa “Intercâmbio Rondônia”, idealizado pelo governo de Rondônia, teve como objetivo principal o aprimoramento das habilidades em Língua Inglesa e o contato com novas culturas. Durante 10 dias, os professores participaram de um curso de aperfeiçoamento na International House London, escola especializada no ensino de inglês para estrangeiros; enquanto os alunos tiveram uma experiência imersiva na Universidade de Oxford durante duas semanas, participando de um programa acadêmico intensivo, que incluiu aulas de inglês, workshops e atividades culturais.

Para o governador de Rondônia, Marcos Rocha, o programa vai além do desenvolvimento linguístico, oferecendo aos professores e alunos a chance de melhorar suas habilidades e se conectar com pessoas de todo o mundo, explorando novas culturas e descobrindo programas de estudos no exterior como bolsistas. “O conhecimento adquirido durante o intercâmbio contribuirá significativamente para o desenvolvimento e aprimoramento dos alunos”, ressaltou.

Além das aulas, os docentes tiveram a oportunidade de visitar as cidades históricas de Oxford e Cambridge, acompanhados de um guia turístico. Um dos destaques do intercâmbio foi o encontro com autores ingleses dos livros da coleção Metro, adquiridos pela Secretaria de Estado da Educação (Seduc) para estudantes e professores do ensino fundamental, que ocorreu no auditório da biblioteca nacional de Londres. Os docentes também foram imersos em atividades acadêmicas e culturais na Universidade de Oxford, participando de sessões de tutoria e interações com pessoas de diversas nacionalidades.

Com uma carreira de mais de 20 anos no ensino da Língua Inglesa, uma das participantes do intercâmbio, professora Adileide Martins, compartilhou sua satisfação com a experiência, evidenciando a importância da oportunidade para o desenvolvimento profissional. “A viagem foi muito tranquila e o curso superou todas as expectativas. Todos os colegas voltaram com a certeza de continuar se aprimorando, o que será extremamente positivo para o avanço da educação em Rondônia,” destacou.

EXPERIÊNCIA IMERSIVA

Os vinte estudantes da rede estadual, selecionados para participar do intercâmbio, tiveram uma experiência imersiva na Universidade de Oxford. Durante as duas semanas, eles participaram de um programa acadêmico intensivo, que incluiu aulas de inglês, workshops e atividades culturais. Os estudantes também tiveram a oportunidade de explorar pontos turísticos icônicos e participar de atividades extracurriculares, como visitas a museus e teatros. A imersão cultural e o convívio com estudantes de diferentes partes do mundo proporcionaram um ambiente rico para o aprendizado e o desenvolvimento pessoal.

O programa de intercâmbio também incluiu visitas a instituições de renome, onde os estudantes puderam conhecer de perto o funcionamento de universidades britânicas e participar de palestras com acadêmicos e especialistas. As experiências visaram não apenas o aprimoramento linguístico, mas também a ampliação das perspectivas educacionais e profissionais dos jovens participantes.

Estudantes também tiveram a oportunidade de explorar pontos turísticos e participar de atividades extracurriculares

A estudante da escola Rocha Pombo, de Nova Brasilândia D’Oeste, Emilly Brito,  falou das impressões sobre o intercâmbio. “Participar do programa foi uma experiência inesquecível. Tive a oportunidade de conhecer pessoas de várias partes do mundo e aprender mais sobre a cultura inglesa, o que ampliou muito a minha visão de mundo. As aulas em Oxford foram desafiadoras, mas ao mesmo tempo muito enriquecedoras. Volto para Rondônia com novas perspectivas e a vontade de continuar me dedicando aos estudos para, quem sabe, um dia retornar à Inglaterra ou a outro país para expandir ainda mais meu conhecimento. Esse intercâmbio me mostrou que, com esforço e dedicação, é possível alcançar grandes sonhos.”

CERTIFICADOS

O intercâmbio não só fortaleceu as competências linguísticas dos professores e estudantes, mas também abriu portas para novas oportunidades de estudo e crescimento pessoal, contribuindo para a elevação dos indicadores educacionais no estado. Os professores receberam um certificado do curso de inglês geral no nível avançado da escola Internacional House de London e os estudantes receberam um certificado de nível pré-intermediário da International House de Oxford.

Para o estudante da escola Migrantes, de Ariquemes, Matheus Henrique, receber o certificado de nível pré-intermediário da International House de Oxford é uma conquista muito importante. “Foi um desafio aprender em um ambiente tão diferente, mas isso me motivou ainda mais. Esse certificado não é apenas um papel; é a prova do meu esforço e dedicação, e tenho certeza de que vai abrir muitas portas no meu futuro acadêmico e profissional”, afirmou.

Onze professores selecionados e três membros da comissão da Seduc embarcaram para Londres no dia 20 de julho, retornando a Porto Velho no dia 5 de agosto. Paralelamente, enquanto vinte estudantes e três profissionais da Seduc embarcaram no dia 22 de julho e retornaram à Rondônia no dia 7 de agosto.

Fonte: Secom – Governo de Rondônia

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Mortes violentas caem 8,2% no país em 2025; feminicídios aumentam 4%

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A 20ª edição do Anuário Brasileiro de Segurança Pública, divulgada nesta quinta-feira (23), mostra que o número de mortes violentas intencionais (MVI) no Brasil caiu de 20,6 casos por 100 mil habitantes em 2024, para 19,1 casos por 100 mil habitantes, em 2025 – uma diminuição de 8,2%. 

Esse é o menor patamar registrado desde 2012, quando o índice começou a ser medido. Em números absolutos, foram registradas 40.775 mortes violentas intencionais no ano passado ante 44.127 em 2024.

A categoria MVI inclui homicídio doloso, feminicídio, roubo seguidos de morte (latrocínio), lesão corporal seguida de morte, morte decorrente de intervenções policiais e morte de policiais em serviço e fora do horário de trabalho.  

Em 2025, foi a primeira vez que a categoria MVI ficou abaixo de 20 mortes por 100 mil habitantes no país. Em 2012, essa taxa era de 27,7 por 100 mil habitantes.

No último ano, registraram queda os crimes de homicídio doloso (queda de 10%), latrocínio (-17%) e lesão corporal seguida de morte (-15,2%). Os dados mostram, no entanto, que as mortes por intervenção policial e os feminicídios subiram 5,4% e 4%, respectivamente.

Apesar da queda na média nacional das MVI, sete unidades da federação tiveram alta em comparação com os dados do ano anterior: Rio Grande do Norte (19,6%), Rondônia (7,5%), Acre (6,3%), Roraima (5,8%), Distrito Federal (5,8%), Mato Grosso do Sul (4,9%) e Rio de Janeiro (2,1%).

De acordo com o relatório, os demais estados apresentaram reduções nas MVI: Amazonas (-32,5%), Rio Grande do Sul (-25,7%), Mato Grosso (-23,2%), Piauí (-15,7%), Paraná (-15,5%), Minas Gerais (-14,2%), Goiás (-12,7%), Santa Catarina (-11,1%), Bahia (-9,6%), Pernambuco (-9,3%), Espírito Santo (-8,4%). Ceará (-7,5%), Alagoas (-6,6%), Amapá (-5,9%), Paraíba (-3,9%) São Paulo (-3,9%), Pará (-3,7%), Sergipe (-3%), Tocantins (-2,2%), e Maranhão (-2,2%). 

Feminicídios

Em 2025, os registros do Anuário de Segurança Pública mostram que 44,4% das mulheres assassinadas no país foram mortas por razões de gênero – o maior percentual desde quando o feminicídio entrou para o Código Penal brasileiro, em 2015.

Em números absolutos, no último ano, 1.571 mulheres foram vítimas de feminicídio, ou 4,3 mortes por dia. O resultado representa uma taxa nacional de 1,4 vítimas por grupo de 100 mil mulheres (alta de 4% em relação a 2024).

As tentativas de feminicídio, segundo o Anuário, também continuaram a crescer em 2025. Foram 4.189 mulheres sobreviventes, um aumento de 5,9% em relação a 2024, ou seja, para cada feminicídio consumado registrado no país em 2025 houve quase três tentativas.

Segundo a publicação, considerando conjuntamente os feminicídios consumados e tentados, as regiões Centro-Oeste e Norte apresentaram as maiores taxas do país, com 9,8 e 8 vítimas por 100 mil mulheres, respectivamente.

Já as regiões Sudeste (4,2), Nordeste (4,8) e Sul (5,2) registraram menores níveis de violência letal de gênero consumada e tentada.

Font: Agência Brasil

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Caixa paga Bolsa Família de julho a beneficiários com NIS de final 4

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A Caixa Econômica Federal paga nesta quinta-feira (23) a parcela de julho do Bolsa Família aos beneficiários com Número de Inscrição Social (NIS) de final 4. Neste mês, o valor médio do benefício está em R$ 679,19.

Moradores de 175 municípios de seis estados receberam o crédito antes, na segunda (20), independentemente do número final do NIS. O pagamento unificado beneficiou localidades em situação de emergência ou em estado de calamidade pública nos seguintes estados: Amazonas (três municípios), Paraíba (31), Paraná (8), Rio Grande do Norte (120), Roraima (6) e Sergipe (7).

>>A lista dos municípios com pagamento unificado está disponível aqui

O valor mínimo do Bolsa Família corresponde a R$ 600. Além do benefício mínimo, há o pagamento de três adicionais: 

  • o Benefício Variável Familiar Nutriz paga seis parcelas de R$ 50 a mães de bebês de até seis meses de idade, para garantir a alimentação da criança;
  • há também um acréscimo de R$ 50 a famílias com gestantes e filhos de 7 a 18 anos;
  • outro adicional, de R$ 150, é para famílias com crianças de até 6 anos.

No modelo tradicional do Bolsa Família, o pagamento ocorre nos últimos dez dias úteis de cada mês. O beneficiário poderá consultar informações sobre as datas de pagamento, o valor do benefício e a composição das parcelas no aplicativo Caixa Tem, usado para acompanhar as contas poupança digitais do banco.

Regra de proteção

Além do benefício integral, há o pagamento da regra de proteção. Em vigor desde junho de 2023, essa regra permite que famílias cujos membros consigam emprego e melhorem a renda recebam 50% do benefício a que teriam direito por até dois anos, desde que cada integrante receba o equivalente a até meio salário mínimo.

Desde junho do ano passado, o tempo de permanência na regra de proteção foi reduzido de dois para um ano. No entanto, quem entrou na regra até maio de 2025 continua a receber metade do benefício por dois anos.

Desde 2024, os beneficiários do Bolsa Família não têm mais o desconto do Seguro Defeso. A mudança foi estabelecida pela Lei 14.601/2023, que resgatou o Programa Bolsa Família (PBF). O Seguro Defeso é pago a pessoas que sobrevivem exclusivamente da pesca artesanal e que não podem exercer a atividade durante o período da piracema (reprodução dos peixes).

Confira o calendário de pagamentos de julho

Fonte: Agência Brasil

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Justiça manda Virgínia apagar anúncios de bet em 48 horas

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O prazo de 48 horas determinado pela Justiça para que a influenciadora Virgínia Fonseca apague anúncios de apostas online de suas redes sociais já está em curso. A decisão, uma liminar de urgência do Tribunal de Justiça do Distrito Federal, proíbe parte da publicidade veiculada por ela e pela plataforma Blaze em seu Instagram. A informação foi apurada pelo analista de Segurança Pública da CNN Elijonas Maia.

A medida foi concedida a pedido do Ministério Público do Distrito Federal, que apontou risco de dano coletivo aos seguidores da influenciadora. Segundo o Ministério Público, Virgínia estaria publicando vídeos incentivando seus seguidores a apostarem na plataforma sem identificar o conteúdo como publicidade paga.

O que determina a decisão

A decisão, assinada pelo desembargador Renato Rodovalho Scussel, estabelece que toda publicidade de apostas divulgada por Virgínia — incluindo stories, reels, postagens e transmissões ao vivo — deve ser identificada de forma clara e ostensiva como conteúdo publicitário, mesmo quando inserida em publicações sobre sua rotina pessoal ou de viagens.

Além disso, a influenciadora deve se abster de divulgar anúncios que prometam lucros fixos ou garantidos, que apresentem apostas como fonte de renda, investimento alternativo ao emprego ou solução para dificuldades financeiras, bem como campanhas que sugiram não haver risco de perda.

Histórico do caso e pedido de indenização

A decisão é resultado de um recurso interposto pelo Ministério Público do Distrito Federal no Tribunal de Justiça, após um pedido anterior de remoção das publicações ter sido negado por falta de comprovação de urgência e risco coletivo.

No recurso, o Ministério Público apresentou o contrato de contratação da empresa Blaze e outros elementos que, no entendimento da investigação, configurariam urgência para a retirada das publicações.

Nessa mesma ocasião, o Ministério Público também ampliou o pedido de indenização, que passou a ser de R$ 380 milhões, a serem pagos por Virgínia Fonseca e pela plataforma Blaze aos apostadores que, segundo a investigação, teriam perdido dinheiro sem saber que estavam sendo influenciados por uma publicidade paga.

Posicionamento das partes

A assessoria de Virgínia Fonseca informou que ainda não havia tido acesso ao conteúdo da decisão e que, assim que o tivesse, deveria se manifestar. Já a plataforma Blaze não se pronunciou sobre a decisão mais recente, mas, em ocasiões anteriores, declarou que colabora com a investigação e que sempre preza pela ética e pela responsabilidade na internet.

Fonte: CNN Brasil

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