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Projeto realiza mais de 400 atendimentos na Zona Norte de Porto Velho

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A Prefeitura de Porto Velho realizou, no sábado (29), mais uma edição do projeto Cidadania em Movimento, iniciativa que reuniu serviços públicos, atendimentos gratuitos e ações de cidadania em um único espaço. A programação ocorreu das 9h às 15h, na EMEIEF Professor Waldey Marciano de Menezes, antiga Escola Nacional, localizada na Rua Vanderlei Pontes, nº 3298, bairro Nacional, Zona Norte da capital, quando foram realizados 412 atendimentos. 

A ação reuniu órgãos municipais, estaduais, instituições do sistema de Justiça e parceiros, com o objetivo de aproximar os serviços públicos dos moradores do bairro Nacional e de comunidades próximas. A concentração dos atendimentos em um único local facilitou o acesso da população a direitos e políticas públicas, reduzindo dificuldades de deslocamento para quem precisava de diferentes serviços. 

Entre os atendimentos oferecidos esteve a participação da Secretaria Municipal de Inclusão e Assistência Social (Semias), que disponibilizou serviços de emissão da Carteira da Pessoa Idosa, ID Jovem, Carteira da Pessoa com Deficiência e Carteira da Pessoa com Transtorno do Espectro Autista (TEA), além de orientações e atendimentos relacionados ao Cadastro Único (CadÚnico). 

Saúde e cidadania 

Na área da saúde, a Secretaria Municipal de Saúde (Semusa) realizou emissão do Cartão SUS, testes de glicemia, aferição de pressão arterial e exame de DNA-HPV, com atendimento limitado à distribuição de 15 senhas. 

A população também contou com serviços jurídicos gratuitos oferecidos pelo Tribunal de Justiça de Rondônia (TJ-RO), por meio da Justiça Rápida Digital, e pela Defensoria Pública do Estado de Rondônia (DPE-RO). Foram prestadas orientações e realizados encaminhamentos relacionados a questões como pensão alimentícia, divórcio, guarda, reconhecimento de paternidade, regularização documental, direito do consumidor, saúde, moradia e violência doméstica, entre outras demandas. 

A programação também reuniu serviços de documentação e trabalho, incluindo emissão de segunda via de documentos, atendimento da Junta Militar e orientações sobre Seguro-Desemprego, Carteira de Trabalho Digital e outros serviços trabalhistas. 

Também foram disponibilizados atendimentos relacionados ao passe livre para pessoas idosas e com deficiência, atividades de educação para o trânsito, além de ações de lazer e recreação, corte de cabelo, cuidados pessoais e exame de vista. 

Semias 

Um dos primeiros moradores do bairro Nacional, José Arouche Ribamar, de 75 anos, aproveitou a realização do projeto Cidadania em Movimento para buscar um serviço que lhe fazia falta: a emissão da Carteira da Pessoa Idosa. Para ele, levar os atendimentos públicos para dentro da comunidade representa mais comodidade e demonstra atenção da Prefeitura às necessidades dos moradores. 

“Foi muito bom a Prefeitura trazer esse atendimento para o bairro. Para nós, que somos moradores antigos do Nacional, fica muito mais fácil resolver as coisas quando os serviços vêm para perto de casa. Vim tirar minha Carteira da Pessoa Idosa e fui bem atendido. É uma iniciativa que ajuda muito a comunidade e mostra que a Prefeitura está olhando para os moradores do bairro.” 

Durante a ação, o secretário municipal de Inclusão e Assistência Social, Paulo Afonso, destacou a importância da descentralização dos serviços e da aproximação das políticas públicas com as comunidades. 

“O Cidadania em Movimento aproxima os serviços das comunidades e facilita o acesso aos direitos. Nossa participação busca garantir que a população tenha orientação, documentação e atendimento social de forma gratuita e mais próxima de casa.” 

O prefeito Léo Moraes também ressaltou a importância de levar os serviços públicos para mais perto dos moradores, facilitando o atendimento de diferentes demandas em um mesmo espaço. 

“Queremos levar o poder público para perto das pessoas, facilitando o acesso aos serviços e garantindo que os moradores possam resolver diferentes demandas em um único espaço. É uma ação que promove cidadania, inclusão e cuidado com a população.” 

Serviços mais próximos da população 

A realização de mais uma edição do Cidadania em Movimento reforçou a proposta da Prefeitura de Porto Velho de descentralizar os atendimentos e ampliar o acesso da população aos serviços públicos. A iniciativa integrou diferentes órgãos e instituições em uma programação conjunta, permitindo que os moradores do bairro Nacional e das comunidades próximas encontrassem, em um só local, atendimento social, serviços de saúde, documentação, orientação jurídica, trabalho, inclusão e atividades de cidadania. 

Fonte: Secretaria Municipal de Comunicação

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Anvisa proíbe venda e consumo de água mineral da marca Vitoriosa

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A Agência Nacional de Vigilância Sanitária (Anvisa) determinou, nesta quarta-feira (2), a interdição cautelar da Água Mineral sem Gás da marca Vitoriosa. A medida foi tomada após uma amostra do produto apresentar resultado insatisfatório em análise microbiológica.

Segundo laudo emitido pelo Laboratório Central de Saúde Pública Noel Nutels (Lacen-RJ), foi detectada a presença de coliformes totais em uma amostra de 250 mililitros.

O produto é fabricado pela GEPF Agroindústria Ltda., empresa localizada em Engenheiro Paulo de Frontin, no Rio de Janeiro.

A presença de coliformes totais não significa necessariamente contaminação por fezes, já que essas bactérias também podem estar presentes no ambiente ou indicar falhas nos processos de limpeza. No entanto, a legislação sanitária estabelece que águas minerais envasadas devem apresentar ausência de coliformes em amostras de 250 mililitros.

Por isso, o produto analisado foi considerado insatisfatório e não deve ser consumido ou comercializado enquanto a segurança da água não for comprovada.

Medida é preventiva

De acordo com a Anvisa, a interdição cautelar é uma medida preventiva e temporária adotada para proteger a saúde da população enquanto são realizados testes, análises e outras providências necessárias para esclarecer o caso.

A interdição permanece válida durante o período de investigação e até que sejam concluídas as avaliações sobre a segurança do produto.

Fonte: Metrópoles

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Dólar cai e Bolsa dispara com disputa acirrada entre Lula e Flávio

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O dólar iniciou estável na sessão desta quarta-feira (2/9), oscilando com pequenas variações, mas embicou para queda de 0,60%, cotado a R$ 5,12, por volta das 10h20. No mesmo horário, o Ibovespa, o principal índice da Bolsa brasileira (B3), disparou 2,70%, aos 184 6 mil pontos.

Os dois movimentos foram provocados pela veiculação da nova pesquisa eleitoral da Quaest, às 10h15. O levantamento mostrou uma disputa acirrada entre o presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT) e o senador Flávio Bolsonaro (PL-RJ).

De acordo com a enquete, Lula tem 42% das intenções de voto num cenário de segundo turno nas eleições presidenciais de 2026. Já Flávio soma 41% das intenções. Os dois estão empatados tecnicamente.

A pesquisa chega num momento em que o quadro político está conturbado. A divulgação de supostos contatos entre o ministro do Supremo Tribunal Federal (STF), Alexandre de Moraes, e o ex-dono do Banco Master, Daniel Vorcaro, feita na véspera, afetou os mercado e pode continuar tendo impacto no pregão desta quarta-feira.

Nesta quarta-feira, o mercado também está de olho na cotação do petróleo, que tem variado com os novos ataques entre Estados Unidos e Irã. A commodity, contudo, mantém-se em queda nesta manhã.

Fonte: Metrópoles

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Blaze rebate MP e pede perícia em ação de R$ 120 milhões com Virginia

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A coluna Fábia Oliveira descobriu, com exclusividade, detalhes da defesa da Foggo apresentada à Justiça na Ação Civil Pública, movida pelo Ministério Público do Distrito Federal e Territórios (MPDFT), em que figura como ré ao lado de Virginia Fonseca. A empresa, que é detentora da marca e operação da Blaze no Brasil, solicitou a produção de uma prova pericial estatística para apurar os efeitos de uma publicidade feita pela influenciadora.

O objetivo da ação seria garantir a responsabilização por supostas práticas abusivas na divulgação de apostas esportivas e a adoção de medidas imediatas para impedir a repetição de abusos publicitários. Foi solicitada a condenação solidária de R$ 120 milhões por danos morais coletivos. A ação destaca um episódio recente no qual Virginia, durante a Copa do Mundo de 2026, divulgou conteúdo em seus stories em que aparentava realizar aposta na vitória da seleção de Cabo Verde sobre a Argentina, sem identificar com clareza que o material se tratava de publicidade.

Detalhes exclusivos da defesa da Foggo (Blaze)

Esta colunista descobriu, com exclusividade, os principais argumentos expostos pela empresa ré referentes ao envolvimento de Virginia nas acusações.

A Foggo, detentora da marca e operação da Blaze no Brasil, negou veemente que a remuneração de Virginia Fonseca variasse conforme os prejuízos dos apostadores. Para respaldar tal sustentação, a empresa disse ter juntado o contrato celebrado com a criadora de conteúdo aos autos. Segundo a empresa corré, a famosa foi paga no momento da celebração do contrato e receberia, também, parcelas mensais fixas ao longo de dezoito meses, sem qualquer participação na receita referente às apostas realizadas.

A Foggo expôs que por força contratual Virginia era obrigada a observar as normas e orientações do Conselho Nacional de Autorregulamentação Publicitária, em especial o guia de publicidade por influenciadores digitais. Dessa forma, sustentou que, enquanto contratante, previu regras para garantir a regularidade das publicidades feitas em seu favor.

Propaganda durante a Copa do Mundo

A empresa ré afirmou que, diferente do argumento do MPDFT, o aumento das apostas envolvendo a disputa entre Argentina e Cabo Verde não se deu por decorrência da publicidade feita pela influenciadora em seus stories.

A Foggo apresentou dados que revelariam que a evolução das apostas se deu pelo “hype natural” de pré-jogo e o forte apelo midiático que o mesmo atraiu. Ela observou que não existem provas que estabeleçam um nexo causal entre a publicidade de Virginia Fonseca e o incremento das apostas.

Nesse contexto, a empresa solicitou a produção de uma prova pericial estatística. A perícia por objeto apurar todas as informações acerca das apostas referentes àquela partida, esclarecendo os efeitos da publicidade de Virginia nos ganhos auferidos, na captação de novos apostadores e na média de apostas.

O elemento “fama”

A Foggo registrou em sua defesa que o simples fato de ter contratado Virginia Fonseca não caracteriza uma irregularidade. A ré sustentou que o MPDFT deu enfoque excessivo à notoriedade da famosa e deixou de lado a análise do conteúdo da propaganda.

Segundo a empresa, não existe proibição legal ou regulamentar à contratação de influenciadores, bem como qualquer restrição que seja regulada com base no grau de fama do agente publicitário contratado.

Propaganda de conscientização

Em outro momento de sua defesa, a Foggo expôs que, antes de ser alvo da ação, foi responsável por veicular campanha institucional de prevenção e conscientização quanto ao jogo responsável. A referida campanha foi protagonizada por Virginia e Neymar. Segundo a ré, tal acontecimento desmonta a acusação do MPDFT que descreveu a famosa como simples instrumento de captação de apostadores.

Fonte: Metrópoles

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