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Brasileiros já podem iniciar troca do RG pela nova identidade usando o celular

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Brasileiros que ainda utilizam o antigo RG já podem começar a troca pela nova carteira de identidade usando o próprio celular. Em vários estados, o cidadão consegue acessar o serviço, escolher um posto e fazer o agendamento sem precisar sair de casa.

Além disso, a facilidade pode continuar depois do atendimento. Algumas localidades permitem que a Carteira de Identidade Nacional (CIN) seja enviada diretamente para a residência pelos Correios.

No entanto, o procedimento ainda possui uma etapa presencial obrigatória. O cidadão precisa comparecer ao posto de identificação para apresentar os documentos, confirmar os dados e realizar os procedimentos necessários para a emissão.

Depois disso, o acompanhamento pode voltar a ocorrer pela internet. Assim, dependendo do estado, o interessado consegue verificar o andamento pelo celular e até receber a carteira física no endereço informado.

A nova identidade também possui versão digital. Após a emissão, o documento pode ser adicionado à carteira de documentos do aplicativo Gov.br.

A implantação da Carteira de Identidade Nacional trouxe novos serviços digitais para quem pretende substituir o RG.

Em diversos estados, o primeiro contato com o serviço acontece totalmente pela internet. Dessa forma, o cidadão utiliza o celular para localizar postos, consultar vagas e agendar o atendimento.

São Paulo, por exemplo, oferece o serviço da CIN pelos canais do Poupatempo. O cidadão pode utilizar o site, aplicativo e outros canais digitais para iniciar o procedimento e acompanhar a emissão.

Portanto, o celular já consegue eliminar várias etapas que anteriormente exigiam deslocamento.

Porém, existe uma diferença importante entre solicitar e emitir a nova identidade. Atualmente, o cidadão ainda precisa comparecer presencialmente para concluir a identificação.

Carteira de identidade pode chegar em casa pelos Correios

Outra facilidade chama a atenção de quem não quer retornar ao posto apenas para buscar o documento pronto.

Alguns estados já oferecem entrega da Carteira de Identidade Nacional pelos Correios.

Em Minas Gerais, por exemplo, o cidadão informa o endereço durante o atendimento. Depois da emissão, a CIN segue para o local indicado.

O prazo informado pelo serviço estadual é de até 15 dias úteis para emissão e entrega. Além disso, os Correios fazem tentativas para entregar o documento ao destinatário.

São Paulo também permite solicitar o envio pelos Correios durante o processo de emissão da carteira.

Dessa maneira, depois de comparecer ao atendimento obrigatório, o cidadão pode evitar uma segunda ida ao posto exclusivamente para retirar o documento.

Entretanto, essa opção ainda não funciona da mesma maneira em todo o Brasil. Cada estado administra seus postos de identificação e define como realiza a retirada ou entrega.

Por isso, antes do atendimento, o interessado precisa consultar as regras da sua localidade.

Passo a passo para solicitar a nova carteira de identidade pelo celular:

  • Acesse o site oficial do seu estado
  • Use o celular para entrar no site ou aplicativo do órgão responsável pela emissão da Carteira de Identidade Nacional.
  • Procure pela Carteira de Identidade Nacional
  • Busque por CIN, nova identidade ou Carteira de Identidade Nacional.
  • Consulte os postos disponíveis
  • Veja quais unidades fazem a emissão na sua cidade ou em municípios próximos.
  • Faça o agendamento
  • Caso o estado trabalhe com horário marcado, escolha pelo celular a data e o horário disponíveis.
  • Confira os documentos necessários
  • Antes de sair de casa, consulte a relação exigida pelo posto escolhido.
  • Compareça presencialmente
  • No dia marcado, vá ao posto para confirmar as informações e realizar os procedimentos de identificação.
  • Acompanhe a produção pelo celular
  • Depois do atendimento, alguns estados oferecem consulta on-line do andamento da carteira.
  • Solicite a entrega pelos Correios, quando disponível
  • Confira durante o atendimento se o seu estado permite receber a CIN diretamente no endereço informado.
  • Acesse a identidade digital
  • Após a emissão, abra o aplicativo Gov.br e adicione a CIN à carteira de documentos.

Fonte: Portal Tempo Novo

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Dólar cai e Bolsa dispara com disputa acirrada entre Lula e Flávio

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O dólar iniciou estável na sessão desta quarta-feira (2/9), oscilando com pequenas variações, mas embicou para queda de 0,60%, cotado a R$ 5,12, por volta das 10h20. No mesmo horário, o Ibovespa, o principal índice da Bolsa brasileira (B3), disparou 2,70%, aos 184 6 mil pontos.

Os dois movimentos foram provocados pela veiculação da nova pesquisa eleitoral da Quaest, às 10h15. O levantamento mostrou uma disputa acirrada entre o presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT) e o senador Flávio Bolsonaro (PL-RJ).

De acordo com a enquete, Lula tem 42% das intenções de voto num cenário de segundo turno nas eleições presidenciais de 2026. Já Flávio soma 41% das intenções. Os dois estão empatados tecnicamente.

A pesquisa chega num momento em que o quadro político está conturbado. A divulgação de supostos contatos entre o ministro do Supremo Tribunal Federal (STF), Alexandre de Moraes, e o ex-dono do Banco Master, Daniel Vorcaro, feita na véspera, afetou os mercado e pode continuar tendo impacto no pregão desta quarta-feira.

Nesta quarta-feira, o mercado também está de olho na cotação do petróleo, que tem variado com os novos ataques entre Estados Unidos e Irã. A commodity, contudo, mantém-se em queda nesta manhã.

Fonte: Metrópoles

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Blaze rebate MP e pede perícia em ação de R$ 120 milhões com Virginia

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A coluna Fábia Oliveira descobriu, com exclusividade, detalhes da defesa da Foggo apresentada à Justiça na Ação Civil Pública, movida pelo Ministério Público do Distrito Federal e Territórios (MPDFT), em que figura como ré ao lado de Virginia Fonseca. A empresa, que é detentora da marca e operação da Blaze no Brasil, solicitou a produção de uma prova pericial estatística para apurar os efeitos de uma publicidade feita pela influenciadora.

O objetivo da ação seria garantir a responsabilização por supostas práticas abusivas na divulgação de apostas esportivas e a adoção de medidas imediatas para impedir a repetição de abusos publicitários. Foi solicitada a condenação solidária de R$ 120 milhões por danos morais coletivos. A ação destaca um episódio recente no qual Virginia, durante a Copa do Mundo de 2026, divulgou conteúdo em seus stories em que aparentava realizar aposta na vitória da seleção de Cabo Verde sobre a Argentina, sem identificar com clareza que o material se tratava de publicidade.

Detalhes exclusivos da defesa da Foggo (Blaze)

Esta colunista descobriu, com exclusividade, os principais argumentos expostos pela empresa ré referentes ao envolvimento de Virginia nas acusações.

A Foggo, detentora da marca e operação da Blaze no Brasil, negou veemente que a remuneração de Virginia Fonseca variasse conforme os prejuízos dos apostadores. Para respaldar tal sustentação, a empresa disse ter juntado o contrato celebrado com a criadora de conteúdo aos autos. Segundo a empresa corré, a famosa foi paga no momento da celebração do contrato e receberia, também, parcelas mensais fixas ao longo de dezoito meses, sem qualquer participação na receita referente às apostas realizadas.

A Foggo expôs que por força contratual Virginia era obrigada a observar as normas e orientações do Conselho Nacional de Autorregulamentação Publicitária, em especial o guia de publicidade por influenciadores digitais. Dessa forma, sustentou que, enquanto contratante, previu regras para garantir a regularidade das publicidades feitas em seu favor.

Propaganda durante a Copa do Mundo

A empresa ré afirmou que, diferente do argumento do MPDFT, o aumento das apostas envolvendo a disputa entre Argentina e Cabo Verde não se deu por decorrência da publicidade feita pela influenciadora em seus stories.

A Foggo apresentou dados que revelariam que a evolução das apostas se deu pelo “hype natural” de pré-jogo e o forte apelo midiático que o mesmo atraiu. Ela observou que não existem provas que estabeleçam um nexo causal entre a publicidade de Virginia Fonseca e o incremento das apostas.

Nesse contexto, a empresa solicitou a produção de uma prova pericial estatística. A perícia por objeto apurar todas as informações acerca das apostas referentes àquela partida, esclarecendo os efeitos da publicidade de Virginia nos ganhos auferidos, na captação de novos apostadores e na média de apostas.

O elemento “fama”

A Foggo registrou em sua defesa que o simples fato de ter contratado Virginia Fonseca não caracteriza uma irregularidade. A ré sustentou que o MPDFT deu enfoque excessivo à notoriedade da famosa e deixou de lado a análise do conteúdo da propaganda.

Segundo a empresa, não existe proibição legal ou regulamentar à contratação de influenciadores, bem como qualquer restrição que seja regulada com base no grau de fama do agente publicitário contratado.

Propaganda de conscientização

Em outro momento de sua defesa, a Foggo expôs que, antes de ser alvo da ação, foi responsável por veicular campanha institucional de prevenção e conscientização quanto ao jogo responsável. A referida campanha foi protagonizada por Virginia e Neymar. Segundo a ré, tal acontecimento desmonta a acusação do MPDFT que descreveu a famosa como simples instrumento de captação de apostadores.

Fonte: Metrópoles

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Morre Gracindo Jr., ator e diretor, aos 83 anos

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Gracindo Jr., nome presente na dramaturgia brasileira desde os primeiros anos da televisão, morreu aos 83 anos no Rio de Janeiro (RJ). O ator e diretor faleceu em casa na manhã desta quarta-feira (2/9).

A informação foi confirmada por Pedro Gracindo, um dos filhos dele, ao G1. A causa da morte não foi informada.

O ator deixa uma trajetória de mais de 50 anos no meio artístico, com trabalhos que ultrapassaram a atuação e incluíram experiências como diretor e redator. Um dos importantes capítulos da carreira aconteceu em 1965, quando Gracindo Jr. fez parte da inauguração da TV Globo.

Posteriormente, acumulou participações em diferentes produções da emissora. Entre os trabalhos na televisão, estão Rosinha do Sobrado, Padre Tião, A Rainha Louca, A Próxima Atração, Os Ossos do Barão e Supermanoela.

Antes de chegar à TV, porém, foi pelo rádio que o artista iniciou a vida profissional. Ainda adolescente, aos 15 anos, ele fez um teste para a Rádio Nacional e passou a trabalhar na emissora como ator e redator.

Gracindo Jr. também estudou psicologia, mas escolheu não seguir carreira na área. A atuação artística acabou se tornando a principal atividade profissional do artista.

Nos palcos, a estreia ocorreu com A Escada, de Oswald de Andrade. A partir daí, construiu uma carreira que transitou entre teatro, televisão, rádio e cinema.

Registrado como Epaminondas Xavier Gracindo, ele também carregava um sobrenome conhecido pelo público. Era filho de Paulo Gracindo, ator que se tornou um dos nomes de destaque da televisão e do teatro brasileiros e morreu em setembro de 1995.

Fonte: Metrópoles

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