Geral
Pré-natal precoce fortalece cuidados com a saúde da mãe e do bebê
O acompanhamento pré-natal é uma das ações mais importantes para garantir uma gestação segura e o nascimento saudável do bebê. A Prefeitura de Porto Velho, por meio da Secretaria Municipal de Saúde (Semusa), reforça a orientação para que todas as mulheres iniciem as consultas e exames assim que confirmarem ou suspeitarem da gravidez, preferencialmente até a 12ª semana de gestação.
O pré-natal permite identificar precocemente fatores de risco, prevenir complicações e acompanhar de perto o desenvolvimento do feto. Na rede pública municipal, a porta de entrada para o atendimento é a Unidade Básica de Saúde (UBS) do bairro onde a gestante mora.
Nas unidades básicas, as gestantes contam com consultas de rotina com médicos e enfermeiros, realização de exames laboratoriais e testes rápidos, acompanhamento do peso e da pressão arterial, atualização da caderneta de vacinação e orientações sobre alimentação saudável e amamentação.
Atendimento especializado e alta complexidade no Creami
Quando a equipe da UBS identifica condições que classificam a gestação como de alto risco, a paciente é encaminhada para acompanhamento especializado no Centro Regional Especializado de Atenção Materno Infantil Madeira-Mamoré (Creami).
Entre as condições acompanhadas no Creami estão hipertensão arterial induzida ou pré-existente (pré-eclâmpsia), diabetes gestacional, alterações cardíacas ou renais, síndromes hemorrágicas, histórico de prematuridade ou perdas gestacionais anteriores, gestação múltipla (gêmeos ou mais), infecções de rastreio contínuo (como sífilis, toxoplasmose e HIV), além de malformações fetais identificadas nos exames de imagem. O encaminhamento é feito diretamente pelas equipes de saúde das unidades básicas após a avaliação inicial.
O prefeito Léo Moraes destacou o compromisso da administração em assegurar assistência humanizada às famílias de Porto Velho. “Cuidar da saúde da mãe e do bebê desde o primeiro momento é prioridade absoluta da nossa gestão. Queremos que as famílias tenham a certeza de que a rede municipal está preparada para acolher, orientar e acompanhar cada etapa da gestação com dignidade, qualidade e respeito.”
A secretária municipal de Saúde, Sandra Cardoso, reforçou a importância da conscientização das futuras mães e o trabalho integrado da rede. “O pré-natal é a principal ferramenta de prevenção que temos na saúde materna. O nosso objetivo é que a informação chegue a todas as comunidades para que a mulher procure a UBS logo nos primeiros sintomas da gravidez. A rede municipal oferece todo o suporte necessário, integrando o atendimento de rotina das unidades ao acompanhamento especializado do Creami.”
Como acessar
Para dar início ao pré-natal, a gestante deve procurar a Unidade Básica de Saúde mais próxima do seu endereço apresentando documento oficial com foto, CPF ou Cartão do SUS.
Siga o canal oficial no WhatsApp e receba as principais informações diretamente no seu celular:
https://whatsapp.com/channel/0029VbCaSTO5q08TB4mYNM0o

Fonte: Secretaria Municipal de Comunicação (Secom)
Geral
Seduc prevê novas convocações de professores do cadastro reserva ainda em 2026
A Secretaria de Estado da Educação (Seduc) prevê novas convocações de candidatos aprovados no cadastro reserva do Edital nº 1/2026, que contempla o cargo de Professor Classe C, ainda em 2026. As convocações devem ocorrer após a conclusão das posses dos 1.083 professores já convocados para o preenchimento das vagas imediatas previstas no concurso.
O processo de posse dos candidatos convocados segue acontecendo em todo o estado e é conduzido pela Superintendência Estadual de Gestão de Pessoas (Segep). Após a conclusão dessa etapa, serão definidos os próximos passos para as novas convocações do cadastro reserva, conforme as necessidades da rede estadual e as regras estabelecidas no concurso.
Atualmente, existem municípios onde não houve candidatos aprovados em quantidade suficiente para preencher todas as vagas previstas. Por isso, será divulgado o procedimento para o remanejamento de localidade, conforme as regras do concurso. Com a entrada dos novos servidores, vagas que hoje são atendidas por contratos emergenciais passarão, gradualmente, a ser ocupadas por servidores efetivos.
O concurso público da Seduc foi realizado para fortalecer a rede estadual de ensino e ampliar o quadro de servidores efetivos. Organizado pelo Instituto Brasileiro de Apoio e Desenvolvimento Executivo (Ibade), o certame teve provas realizadas em março de 2026 e registrou mais de 128 mil inscritos. A seleção contempla o Edital nº 1/2026, para Professor Classe C, e o Edital nº 2/2026, para Técnicos Educacionais.
No caso dos Técnicos Educacionais, foram convocados 1.573 candidatos para as vagas imediatas. Neste momento, as vagas previstas no concurso são consideradas supridas e, por isso, não há previsão de convocação do cadastro reserva de técnicos em 2026. Entre os cargos de nível médio contemplados estão Agente de Limpeza e Conservação, Agente de Alimentação e Agente de Atividades de Secretariado.
Fonte: Secom
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Redação do Enem: professor aponta 7 temas que merecem atenção em 2026
O Enem (Exame Nacional do Ensino Médio), previsto para acontecer nos dias 8 e 15 de novembro, pretende deixar os estudantes em alerta na reta final do período de preparo para a prova. Candidatos de todo o país intensificam os estudos e um dos conteúdos que pode fazer a diferença na prova é o repertório utilizado na redação.
Para além do domínio das disciplinas, a prova valoriza a capacidade de análise crítica, argumentação e conexão com o mundo real. Segundo o professor Ademar Celedônio, diretor de ensino e inovação da Arco Educação, acompanhar as principais notícias do país pode contribuir tanto para as questões objetivas quanto para a redação, que tradicionalmente aborda problemas sociais de grande relevância.
“O Enem busca avaliar o pensamento crítico do estudante, ou seja, como a pessoa se posiciona diante de questões atuais e estruturais do país. Ter bagagem sobre os acontecimentos recentes ajuda muito na construção de argumentos sólidos e coerentes”, afirma.
Celedônio ressalta ainda que o tema da redação costuma ser definido entre os meses de junho e julho. “O objetivo não é tentar adivinhar o tema da redação, mas identificar assuntos atuais que dialogam com características recorrentes da prova, como problemas sociais brasileiros, garantia de direitos, invisibilidade de determinados grupos e necessidade de construção de propostas de intervenção.”
A partir das discussões que ganharam força no país ao longo dos últimos meses, Ademar Celedônio selecionou sete temas que dialogam com questões recorrentes da redação do Enem e que merecem atenção dos estudantes durante a preparação:
1. Desafios para a proteção de crianças e adolescentes nos ambientes digitais brasileiros
O uso crescente das tecnologias expõe crianças e adolescentes a conteúdos inadequados, publicidade direcionada, coleta indevida de dados, cyberbullying e outras formas de violência. O tema envolve a responsabilidade compartilhada entre família, escola, Estado e empresas de tecnologia.
Por que é relevante? Novas leis e discussões sobre responsabilidade das plataformas e educação digital tornam o tema urgente e bastante atual.
Possíveis abordagens:
- educação digital e letramento midiático nas escolas;
- responsabilidade das plataformas pelos conteúdos e mecanismos de recomendação;
- proteção de dados pessoais e verificação de idade;
- cyberbullying, assédio e exploração sexual on-line – criação de canais acessíveis de denúncia e acolhimento;
- impactos do uso excessivo de telas na saúde mental;
- formação das famílias para a mediação do uso da tecnologia.
2. Desafios para garantir o direito à vida e ao futuro da juventude brasileira
A violência letal, a evasão escolar, o crime organizado e a falta de oportunidades atingem especialmente jovens negros e moradores das periferias. Discutir o futuro da juventude significa articular segurança pública, educação, trabalho, cultura e redução das desigualdades.
Por que é relevante? O tema reúne discussões sobre direitos humanos, segurança pública, educação, trabalho, cultura e desigualdade social.
Possíveis abordagens:
- desigualdade racial e territorial na distribuição da violência;
- prevenção da violência e atuação integrada das políticas públicas voltadas à juventude;
- acesso ao ensino, técnico e ao primeiro emprego;
- aliciamento de jovens pelo crime organizado;
- ausência de espaços culturais, esportivos e de lazer;
- saúde mental e perspectivas de futuro;
- valorização da participação juvenil nas decisões públicas.
3. Desafios para promover a alfabetização plena como condição para o exercício da cidadania no Brasil
A redução do analfabetismo não significa que todos os brasileiros consigam interpretar textos, informações públicas, dados científicos ou conteúdos digitais. A alfabetização plena envolve leitura, escrita, compreensão e autonomia para participar da vida social.
Por que é relevante? Alfabetizar é garantir autonomia, acesso ao trabalho, à informação e participação social de forma plena.
Possíveis abordagens:
- ampliação e valorização da Educação de Jovens e Adultos;
- desigualdades regionais, raciais e socioeconômicas;
- combate à evasão e ao abandono escolar;
- formação e valorização dos professores alfabetizadores;
- alfabetização funcional e compreensão de textos;
- alfabetização digital e acesso às tecnologias;
- alfabetização científica para interpretar evidências;
- letramento midiático para enfrentar a desinformação;
- busca ativa de jovens, adultos e idosos fora da escola.
4. Caminhos para fortalecer a confiança da população brasileira na ciência e nas instituições de saúde
A desinformação, notícias falsas e interpretações equivocadas comprometem decisões individuais e políticas públicas essenciais.
Por que é relevante? A pandemia mostrou a importância da ciência. O tema permite discutir comunicação científica, educação, transparência e combate à desinformação.
Possíveis abordagens:
- educação científica desde a Educação Básica;
- combate à desinformação sobre vacinas e tratamentos;
- transparência na divulgação de riscos e eventos adversos;
- comunicação pública em linguagem clara e acessível;
- responsabilidade das plataformas na circulação de conteúdos falsos;
- valorização das universidades e instituições de pesquisa;
- formação de profissionais de saúde para a comunicação com a população;
- aproximação entre ciência, imprensa e sociedade;
- recuperação da confiança por meio de dados abertos e prestação de contas.
5. Desafios para identificar e incluir estudantes com altas habilidades ou superdotação na educação brasileira
Muitos estudantes com altas habilidades permanecem invisíveis porque as escolas não possuem instrumentos de identificação, profissionais preparados ou propostas pedagógicas adequadas. A inclusão também exige atender quem aprende em ritmo ou profundidade diferentes.
Por que é relevante? A nova lei sobre o tema em 2026 prevê mapeamento, atendimento especializado e valorização das potencialidades, inclusive da dupla excepcionalidade.
Possíveis abordagens:
- identificação precoce de diferentes tipos de altas habilidades;
- formação docente para reconhecer potencialidades;
- atendimento educacional especializado;
- enriquecimento e flexibilização curricular;
- aceleração dos estudos quando pedagogicamente recomendada;
- criação de centros e programas de referência;
- desigualdade de acesso ao diagnóstico e ao acompanhamento;
- apoio socioemocional aos estudantes;
- combate ao estereótipo de que todo estudante superdotado tem desempenho elevado em todas as áreas;
- reconhecimento da dupla excepcionalidade, como altas habilidades associadas a autismo, TDAH ou dislexia.
6. Perspectivas para a inclusão das pessoas neurodivergentes na sociedade brasileira
Pessoas com autismo, TDAH, dislexia e outras condições ainda enfrentam barreiras educacionais, profissionais, comunicacionais, sensoriais e culturais. A inclusão depende não apenas do diagnóstico, mas da adaptação dos ambientes e da superação do capacitismo.
Por que é relevante? Avanços legislativos recentes indicam novos caminhos, mas a inclusão real depende de mudanças culturais, formação profissional e eliminação de preconceitos.
Possíveis abordagens:
- formação de professores para práticas pedagógicas inclusivas;
- adaptação de avaliações, metodologias e espaços escolares;
- acesso ao diagnóstico e ao acompanhamento multidisciplinar;
- inclusão no ensino superior e nos processos seletivos;
- empregabilidade e adaptação dos ambientes de trabalho;
- criação de espaços com menor sobrecarga sensorial;
- combate ao preconceito, à infantilização e ao capacitismo;
- valorização da autonomia das próprias pessoas neurodivergentes;
- apoio às famílias e aos cuidadores;
- garantia de acessibilidade em serviços públicos, eventos e espaços culturais.
7. Perspectivas para o enfrentamento das calamidades climáticas e da degradação ambiental no Brasil
Enchentes como as do Rio Grande do Sul e o desmatamento da Amazônia mostram como eventos extremos e degradação ambiental atingem, sobretudo, as populações mais vulneráveis.
Por que é relevante? O assunto permite discutir prevenção, planejamento, justiça climática e a responsabilidade compartilhada entre governos, empresas e sociedade.
Possíveis abordagens:
- prevenção de desastres e sistemas de alerta;
- planejamento urbano e fiscalização de áreas de risco;
- adaptação das cidades aos eventos climáticos extremos;
- combate ao desmatamento e às queimadas;
- proteção da Amazônia e de outros biomas;
- recuperação de matas ciliares e áreas degradadas;
- justiça climática e proteção das populações vulneráveis;
- responsabilização de governos e agentes econômicos;
- educação ambiental e consumo sustentável;
- reassentamento digno das famílias atingidas;
- integração entre ciência, Defesa Civil e gestão pública;
- continuidade das políticas ambientais, independentemente das mudanças de governo.
Como se preparar para qualquer tema?
Para o professor, o mais importante não é tentar prever o tema da prova, mas desenvolver repertório, capacidade de interpretação e argumentação. “Para atingir a nota 1000, é importante saber interpretar o problema, argumentar e propor soluções viáveis. Recomendo que os candidatos pratiquem redações com temas atuais para construir argumentos consistentes e propostas de intervenção.”
Fonte: CNN Brasil
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Glória Menezes morre aos 91 anos após carreira histórica
Uma das artistas mais reconhecidas da dramaturgia brasileira, Glória Menezes morreu nesta terça-feira (18), aos 91 anos, em sua casa, no Rio de Janeiro. A informação foi confirmada pela família.Play Video
Segundo a Folha de S.Paulo, a atriz construiu uma trajetória de mais de seis décadas nos palcos, no cinema e principalmente na televisão, onde se tornou um dos rostos mais populares do país ao interpretar mocinhas, vilãs e personagens de grande apelo popular em cerca de 40 produções.
Nascida em Pelotas, no Rio Grande do Sul, em 1934, Nilcedes Soares Guimarães estudou piano na juventude antes de seguir para as artes dramáticas. Nos anos 1950, ingressou na Escola de Artes Dramáticas, mas deixou o curso um ano antes da conclusão, em 1959. A estreia profissional veio no teleteatro da TV Tupi, em uma fase decisiva da formação da televisão brasileira.
Ainda em 1959, participou de sua primeira novela, “Um Lugar ao Sol”, exibida pela TV Excelsior. No ano seguinte, já usando o nome artístico Glória Menezes, estreou nos palcos em “As Feiticeiras de Salém”, de Arthur Miller, em montagem dirigida por Antunes Filho.
O reconhecimento nacional ganhou força com “O Pagador de Promessas”, de 1962, filme dirigido por Anselmo Duarte a partir da peça de Dias Gomes. No longa, Glória interpretou Rosa, personagem marcada pelo sofrimento e pela tensão dramática da obra. O filme, protagonizado por Leonardo Villar, venceu a Palma de Ouro no Festival de Cannes e foi indicado ao Oscar de melhor filme estrangeiro.
Em 1963, Glória alcançou novo ponto de virada na televisão ao protagonizar “2-5499 Ocupado”, na TV Excelsior. Na novela, interpretava uma presidiária e fazia par romântico com Tarcísio Meira, com quem se casou em outubro daquele ano. A parceria artística e pessoal se tornaria uma das mais conhecidas da televisão brasileira.
O casal teve Tarcísio Filho em 1964. O ator é o único filho de Tarcísio Meira e o terceiro de Glória Menezes, que também era mãe de Maria Amélia e João Paulo, de um casamento anterior.
Na TV Globo, Glória e Tarcísio consolidaram a imagem de casal símbolo das novelas. Atuaram juntos em produções como “Sangue e Areia”, exibida entre 1967 e 1968, “Rosa Rebelde”, de 1969, “Espelho Mágico”, de 1977, “Guerra dos Sexos”, de 1983, a série “Tarcísio & Glória”, de 1988, “Páginas da Vida”, de 2006, e “A Favorita”, de 2008.
Entre os trabalhos mais lembrados está “Irmãos Coragem”, de 1970, escrita por Janete Clair. Em um dos maiores sucessos de audiência da Globo, Glória viveu Lara, jovem marcada por três personalidades distintas, papel que reforçou sua versatilidade diante do público.
A atriz também brilhou sem Tarcísio Meira em momentos centrais da carreira. Em “Brega & Chique”, de 1987, interpretou uma dona de casa pobre que recebe uma herança milionária. Em “Rainha da Sucata”, de 1990, deu vida à vilã Laurinha Figueroa, socialite falida que tentava manter as aparências. A cena em que Laurinha se joga do alto de um prédio na avenida Paulista tornou-se uma das mais lembradas da teledramaturgia.
No teatro, Glória também acumulou trabalhos de destaque. Em 1976, dividiu o palco com Tarcísio Meira na comédia “Tudo Bem no Ano Que Vem”, de Bernard Slade, dirigida por Flávio Rangel. Em 2000, em “Jornada de um Poema”, dirigida por Diogo Vilela, interpretou uma professora com câncer e raspou a cabeça para o papel. Ela repetiria a transformação física anos depois, na novela “Jóia Rara”, ao viver uma monja tibetana.
Em 2013, voltou aos palcos com a comédia “Ensina-Me a Viver”, dirigida por João Falcão. A peça, escrita por Colin Higgins, abordava a relação entre uma octogenária e um jovem obcecado pela morte.
No cinema, além do marco de “O Pagador de Promessas”, Glória participou em 2006 da comédia “Se Eu Fosse Você…”, dirigida por Daniel Filho, após cerca de 20 anos afastada das telas. Um de seus últimos trabalhos na televisão foi em “Totalmente Demais”, novela de Rosane Svartman e Paulo Halm, na qual interpretou Stelinha, socialite rica e mãe de Arthur, personagem de Fabio Assunção.
Com uma carreira atravessada por diferentes fases da televisão brasileira, Glória Menezes deixa um legado associado à popularização da novela, à força do teleteatro e a personagens que marcaram gerações.
Fonte: Brasil 247
