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Polícia

Filha de vice-presidente do Tribunal de Contas é encontrada morta

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A advogada Rafaela Polanco , de 39 anos, foi encontrada morta, na tarde do último sábado (6/6), em sua residência, localizada no bairro Manoel Julião, em Rio Branco (AC). Ela era filha do vice-presidente do Tribunal de Contas do Estado do Acre (TCE-AC), conselheiro Ronald Polanco Ribeiro.

A informação foi confirmada por meio das redes sociais do Conselho. Em razão do falecimento, o TCE decretou luto oficial de três dias.

“Consternados com a notícia, a presidente do TCE-AC, conselheira Dulce Benício, em nome dos conselheiros, membros do Ministério Público de Contas, auditores e servidores da instituição, manifesta sua solidariedade e seus mais sinceros sentimentos ao conselheiro Ronald Polanco, à senhora Marilza Batista de Farias, mãe de Rafaela, aos irmãos Renan, Iza e Cecília Polanco, ao filho Enrico, bem como a todos os familiares e amigos”, destacou o órgão em nota.

Luto

Nas redes sociais, diversas manifestações de pesar foram publicadas por amigos, colegas de profissão e pessoas que conviveram com Rafaela.

A governadora do Acre, Mailza Assis, divulgou nota de pesar lamentando a morte da advogada. “Nenhuma palavra é capaz de amenizar a dor de uma perda tão grande. Que Deus acolha Rafaela em sua infinita misericórdia e conceda conforto, força e serenidade ao conselheiro Ronald Polanco, à dona Marilza, aos seus irmãos Renan, Iza e Cecília, ao filho Enrico e a todos os familiares e amigos”, assinalou.

Rafaela Polanco também atuou como servidora do Ministério Público do Acre. Em nota, a instituição manifestou solidariedade aos familiares e destacou o legado deixado pela advogada.

“Neste momento de dor, o MPAC se solidariza com familiares e amigos, especialmente com o conselheiro do Tribunal de Contas do Estado do Acre, Ronald Polanco, e sua família, desejando-lhes força e serenidade para enfrentar esta irreparável perda”, diz trecho da manifestação.

O velório e sepultamento de Rafaela estão marcados para este domingo (7/6), na Capela São João Batista, localizada na Avenida Antônio da Rocha Viana, em Rio Branco (AC).

Fonte: Metrópoles

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Polícia

Foragido da Justiça do Paraná por estupro é preso em Rondônia

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Um homem de 39 anos, considerado foragido da Justiça do Paraná, foi preso nesta sexta-feira (24) no município de Presidente Médici, em Rondônia, durante uma ação da Polícia Civil.

A captura foi realizada por equipes da Regional de Vilhena enquanto os policiais cumpriam diligências relacionadas a uma investigação conduzida pela Delegacia Especializada de Atendimento à Mulher (DEAM).

Segundo a Polícia Civil, havia contra o suspeito um mandado de prisão expedido pela 1ª Vara Criminal de Toledo (PR), relacionado a um processo pelo crime de estupro. A ordem judicial foi cumprida sem resistência.

A localização do homem ocorreu durante uma investigação que apura uma denúncia de tentativa de estupro de vulnerável. Conforme as informações levantadas, uma mulher procurou a DEAM após negociar pela internet a contratação de um serviço de mudança. Durante a conversa, o suspeito teria feito propostas de cunho sexual envolvendo a mulher e sua filha, uma criança de 7 anos.

Após a denúncia, os investigadores iniciaram as diligências e conseguiram identificar o responsável pelas mensagens, chegando até o paradeiro do suspeito. Durante a apuração, foi constatado que ele também possuía o mandado de prisão em aberto no estado do Paraná.

Depois de preso, o homem foi levado para os procedimentos legais e posteriormente encaminhado ao sistema prisional, onde permanece à disposição da Justiça.

Além do cumprimento da ordem judicial, o suspeito segue sendo investigado pela suposta tentativa de estupro de vulnerável no âmbito do inquérito conduzido pela DEAM de Vilhena.

A Polícia Civil reforçou que denúncias sobre crimes podem ser feitas pelos canais oficiais, como o telefone 197, o Disque-Denúncia 181 e o WhatsApp institucional (69) 3216-8940. A identidade de vítimas e familiares é mantida em sigilo, especialmente em casos envolvendo crianças e adolescentes.

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Polícia

Furto de energia leva 74 pessoas à prisão em Rondônia

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As ações de combate ao furto de energia elétrica em Rondônia resultaram em 74 prisões e na recuperação de mais de 27 GWh de energia durante o primeiro semestre deste ano. Segundo a Energisa, o volume recuperado seria suficiente para abastecer aproximadamente 135 mil residências populares por um mês.

No período, a concessionária recebeu mais de mil denúncias relacionadas a possíveis irregularidades em diferentes regiões do estado. As fiscalizações são realizadas por equipes técnicas e, quando necessário, contam com o apoio das forças de segurança, incluindo Polícia Militar, Polícia Civil e Polícia Técnico-Científica (Politec).

Entre os municípios com maior número de prisões relacionadas ao furto de energia estão Porto Velho, Ji-Paraná, Ariquemes, Cacoal e Rolim de Moura.

De acordo com a Energisa, além dos prejuízos ao sistema elétrico, as ligações clandestinas representam riscos graves à população, já que são realizadas sem critérios técnicos e podem provocar acidentes, inclusive fatais. A prática também pode comprometer a qualidade do fornecimento de energia para os demais consumidores.

O furto de energia é considerado crime previsto no Código Penal e pode resultar em responsabilização criminal, com penas de até oito anos de prisão, além da obrigação de ressarcir os danos causados.

A concessionária reforça a importância da participação da população no combate às irregularidades e orienta que denúncias sejam encaminhadas pelos canais oficiais de atendimento.

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Polícia

MPRO quer aumentar pena de condenado por matar pecuarista

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O Ministério Público de Rondônia (MPRO), por meio da Promotoria de Justiça de Ariquemes, recorreu da sentença que condenou o réu pelo assassinato do pecuarista Nelson Alexandre Santos Mello a 11 anos, um mês e 10 dias de prisão, em regime inicial fechado. O MPRO considera que a pena aplicada não é proporcional à gravidade do crime.

O Ministério Público denunciou o acusado por homicídio duplamente qualificado. O julgamento pelo Tribunal do Júri iniciou nesta quarta-feira (22/7) e terminou na tarde de quinta-feira (23/7), no Fórum do município.

Durante o julgamento, o Conselho de Sentença acolheu as duas qualificadoras apresentadas pela acusação, de que o crime foi cometido com recurso que dificultou a defesa da vítima e que gerou perigo comum. Essa segunda qualificadora foi aplicada porque os disparos ocorreram em um posto de combustíveis, local onde outras pessoas também estavam e poderiam ter sido atingidas.

O caso

O crime ocorreu em fevereiro de 2025, em um posto de combustíveis de Ariquemes. Segundo as investigações, o pecuarista Nelson Alexandre Santos Mello foi atingido por cinco disparos de arma de fogo. O denunciado chegou a disparar 7 tiros.

A apuração também apontou que o acusado viajou de Porto Velho até Ariquemes com o objetivo de cometer o homicídio. De acordo com o MPRO, o inquérito policial foi concluído pela legítima defesa, todavia, após novas diligências, foi constatado que ele premeditou o crime.

Fonte: MPRO

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