Polícia
Mais de R$ 1,4 mil e 1,4 kg de drogas são apreendidos pela PM
Uma ação da Polícia Militar realizada na noite da última quinta-feira, 4, resultou na apreensão de 1,4 quilo de entorpecentes, dinheiro em espécie, materiais utilizados para o tráfico de drogas e uma motocicleta em Ouro Preto do Oeste.
Durante patrulhamento nas proximidades da Linha 4, policiais visualizaram uma motoneta estacionada às margens da estrada em local considerado suspeito. O veículo já havia sido observado anteriormente em um endereço alvo de informações relacionadas à possível comercialização de drogas, o que motivou averiguações na região.
Ao realizarem buscas em uma área de mata próxima, os militares encontraram dois suspeitos agachados na entrada da vegetação. Ao perceberem a aproximação policial, ambos fugiram para o interior da mata. Apesar do acompanhamento realizado pela equipe, os indivíduos conseguiram escapar devido às condições do terreno, caracterizado por áreas alagadiças e vegetação densa.
No local onde os suspeitos estavam, os policiais localizaram bolsas e uma pochete contendo grande quantidade de entorpecentes, balança de precisão, rolos de papel filme e aproximadamente 150 embalagens utilizadas para fracionamento de drogas. Também foram encontrados entorpecentes espalhados pelo trajeto percorrido durante a fuga.
Ao todo, foram apreendidos cerca de 686 gramas de crack e 778 gramas de maconha. Além disso, os policiais encontraram R$ 1.473 em espécie, distribuídos em notas de diversos valores, bem como documentos pessoais e objetos que auxiliarão no prosseguimento das investigações.
A chave da motocicleta localizada nas proximidades também foi encontrada entre os materiais abandonados. O veículo foi recolhido e encaminhado, juntamente com os entorpecentes e demais objetos apreendidos, para a Unidade Integrada de Segurança Pública (UNISP).
Todo o material foi apresentado à autoridade policial para os procedimentos legais cabíveis. O caso segue sob investigação por suspeita de tráfico de drogas.
Fonte: Polícia Militar
Polícia
Foragido da Justiça do Paraná por estupro é preso em Rondônia
Um homem de 39 anos, considerado foragido da Justiça do Paraná, foi preso nesta sexta-feira (24) no município de Presidente Médici, em Rondônia, durante uma ação da Polícia Civil.
A captura foi realizada por equipes da Regional de Vilhena enquanto os policiais cumpriam diligências relacionadas a uma investigação conduzida pela Delegacia Especializada de Atendimento à Mulher (DEAM).
Segundo a Polícia Civil, havia contra o suspeito um mandado de prisão expedido pela 1ª Vara Criminal de Toledo (PR), relacionado a um processo pelo crime de estupro. A ordem judicial foi cumprida sem resistência.
A localização do homem ocorreu durante uma investigação que apura uma denúncia de tentativa de estupro de vulnerável. Conforme as informações levantadas, uma mulher procurou a DEAM após negociar pela internet a contratação de um serviço de mudança. Durante a conversa, o suspeito teria feito propostas de cunho sexual envolvendo a mulher e sua filha, uma criança de 7 anos.
Após a denúncia, os investigadores iniciaram as diligências e conseguiram identificar o responsável pelas mensagens, chegando até o paradeiro do suspeito. Durante a apuração, foi constatado que ele também possuía o mandado de prisão em aberto no estado do Paraná.
Depois de preso, o homem foi levado para os procedimentos legais e posteriormente encaminhado ao sistema prisional, onde permanece à disposição da Justiça.
Além do cumprimento da ordem judicial, o suspeito segue sendo investigado pela suposta tentativa de estupro de vulnerável no âmbito do inquérito conduzido pela DEAM de Vilhena.
A Polícia Civil reforçou que denúncias sobre crimes podem ser feitas pelos canais oficiais, como o telefone 197, o Disque-Denúncia 181 e o WhatsApp institucional (69) 3216-8940. A identidade de vítimas e familiares é mantida em sigilo, especialmente em casos envolvendo crianças e adolescentes.
Polícia
Furto de energia leva 74 pessoas à prisão em Rondônia
As ações de combate ao furto de energia elétrica em Rondônia resultaram em 74 prisões e na recuperação de mais de 27 GWh de energia durante o primeiro semestre deste ano. Segundo a Energisa, o volume recuperado seria suficiente para abastecer aproximadamente 135 mil residências populares por um mês.
No período, a concessionária recebeu mais de mil denúncias relacionadas a possíveis irregularidades em diferentes regiões do estado. As fiscalizações são realizadas por equipes técnicas e, quando necessário, contam com o apoio das forças de segurança, incluindo Polícia Militar, Polícia Civil e Polícia Técnico-Científica (Politec).
Entre os municípios com maior número de prisões relacionadas ao furto de energia estão Porto Velho, Ji-Paraná, Ariquemes, Cacoal e Rolim de Moura.
De acordo com a Energisa, além dos prejuízos ao sistema elétrico, as ligações clandestinas representam riscos graves à população, já que são realizadas sem critérios técnicos e podem provocar acidentes, inclusive fatais. A prática também pode comprometer a qualidade do fornecimento de energia para os demais consumidores.
O furto de energia é considerado crime previsto no Código Penal e pode resultar em responsabilização criminal, com penas de até oito anos de prisão, além da obrigação de ressarcir os danos causados.
A concessionária reforça a importância da participação da população no combate às irregularidades e orienta que denúncias sejam encaminhadas pelos canais oficiais de atendimento.
Polícia
MPRO quer aumentar pena de condenado por matar pecuarista
O Ministério Público de Rondônia (MPRO), por meio da Promotoria de Justiça de Ariquemes, recorreu da sentença que condenou o réu pelo assassinato do pecuarista Nelson Alexandre Santos Mello a 11 anos, um mês e 10 dias de prisão, em regime inicial fechado. O MPRO considera que a pena aplicada não é proporcional à gravidade do crime.
O Ministério Público denunciou o acusado por homicídio duplamente qualificado. O julgamento pelo Tribunal do Júri iniciou nesta quarta-feira (22/7) e terminou na tarde de quinta-feira (23/7), no Fórum do município.
Durante o julgamento, o Conselho de Sentença acolheu as duas qualificadoras apresentadas pela acusação, de que o crime foi cometido com recurso que dificultou a defesa da vítima e que gerou perigo comum. Essa segunda qualificadora foi aplicada porque os disparos ocorreram em um posto de combustíveis, local onde outras pessoas também estavam e poderiam ter sido atingidas.
O caso
O crime ocorreu em fevereiro de 2025, em um posto de combustíveis de Ariquemes. Segundo as investigações, o pecuarista Nelson Alexandre Santos Mello foi atingido por cinco disparos de arma de fogo. O denunciado chegou a disparar 7 tiros.
A apuração também apontou que o acusado viajou de Porto Velho até Ariquemes com o objetivo de cometer o homicídio. De acordo com o MPRO, o inquérito policial foi concluído pela legítima defesa, todavia, após novas diligências, foi constatado que ele premeditou o crime.
Fonte: MPRO
