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Política

CCJ aprova PEC do fim da jornada de trabalho 6×1

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A CCJ (Comissão de Constituição e Justiça) da Câmara aprovou nesta quarta-feira (22), por unanimidade, parecer favorável à proposta sobre o fim da jornada de trabalho 6×1. O texto deve seguir agora para a análise de uma comissão especial.

O colegiado aprovou o relatório do deputado Paulo Azi (União-BA), que foi favorável à admissibilidade de duas PECs (propostas de emenda à Constituição) que tramitam em conjunto. O tema foi pauta única da comissão nesta tarde.

“Hoje, no Brasil, quem mais trabalha efetivamente é quem ganha menos”, argumentou o relator na reunião. Segundo ele, para a população trabalhadora mais vulnerável, as negociações de acordos coletivos têm se mostrado insuficientes. Ele defendeu a alteração no texto constitucional em prol de maior segurança jurídica.

O parecer do relator foi apresentado na semana passada, mas foi alvo de pedido de vista (mais tempo para análise) patrocinado pela oposição, o que adiou a votação.

Na discussão na CCJ nesta quarta, a maioria dos deputados foi favorável à redução em prol da qualidade de vida do trabalhador. Entre os deputado contrários, Lucas Redecker (PSDB-RS) argumentou que a redução da jornada, sem mudança nos salários, vai gerar um “déficit” para o empregador.

Autor de uma das propostas, Reginaldo Lopes (PT-MG), afirmou que a mudança deve contribuir para a diminuição da informalidade e deve viabilizar ganhos de produtividade.

Na semana passada, para dar celeridade ao tema e viabilizar a votação nesta quarta, o presidente da Câmara, Hugo Motta (Republicanos-PB), convocou sessões deliberativas na quinta-feira (16) e sexta-feira (17), que contaram para o prazo de vista de duas sessões do plenário da Casa.

O debate via PEC é defendido por Hugo Motta, que mira maior protagonismo para o Congresso. Ele anunciou que determinaria a criação da comissão especial da PEC “imediatamente” após a aprovação na CCJ.

Em outra frente, o governo tem a redução na jornada de trabalho como pauta prioritária e pressiona pelo avanço rápido do assunto no Legislativo. Na semana passada, o Executivo enviou um projeto com urgência constitucional sobre o tema. A proposta, no entanto, ainda não tem previsão de andamento, já que Hugo apoia a discussão por meio de PEC.

Passada a votação na CCJ, a etapa seguinte é a formação da comissão especial. Hugo definirá um novo relator para o projeto. A expectativa é que seja um nome do centrão, moderado, que seja a favor da proposta. O presidente da Câmara não disse quando será instalado o órgão colegiado, mas tem interesse que todo o trâmite na Casa Baixa termine até o final de maio.

Presidente da CCJ, o deputado Leur Lomanto Jr. (União-BA) considerou a votação desta quarta como “histórica” e afirmou que fará um apelo a Hugo Motta para manter Paulo Azi na relatoria.

Propostas debatidas

As matérias aprovadas pela CCJ estabelecem a redução na jornada de trabalho semanal sem alteração no salário dos trabalhadores. O parecer de Paulo Azi analisou duas propostas sobre o tema, uma de 2019 e outra apresentada no ano passado.

A mais recente, da deputada Erika Hilton (PSOL-SP), determina a redução para 36 horas semanais com jornada de quatro dias por semana após 360 dias da eventual sanção da lei.

A proposta mais antiga, do deputado Reginaldo Lopes, prevê a redução para 36 horas semanais com no máximo oito horas diárias, com período de transição de dez anos.

Em outra frente, a mudança defendida pelo governo, que consta no novo projeto enviado à Câmara, fixa uma jornada 5×2, com 40 horas semanais e dois dias de descanso. A alteração seria imediata, sem período de transição. Atualmente a Constituição prevê jornada de até 44 horas por semana.

Em ano eleitoral, a mudança na jornada tem apoio popular, mas é criticada por setores produtivos que avaliam possíveis impactos econômicos com aumento de preços. Em outra frente, centrais sindicais argumentam que a redução da carga horária pode trazer ganhos de produtividade.

Fonte: CNN Brasil

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Política

Veja quanto cada partido vai receber do Fundo Eleitoral para as eleições de 2026

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O Tribunal Superior Eleitoral (TSE) informou nesta quarta-feira (3) que serão distribuídos R$ 4,9 bilhões do Fundo Especial de Financiamento de Campanha (FEFC) para os 30 partidos que vão disputar as eleições de outubro.

O PL vai receber R$ 881 milhões e será a legenda com a maior fatia do fundo. Em segundo lugar, está o PT, que receberá R$ 615 milhões. Em seguida, aparece o União, com R$ 526 milhões. As três legendas vão receber cerca de 40% dos recursos. 

O repasse dos recursos está previsto na Lei das Eleições e leva em conta a divisão igualitária entre todos os partidos registrados no TSE, que levam 2% do total, mais 35% em relação aos votos obtidos na Câmara dos Deputados, mais 48% conforme o tamanho da bancada na Câmara (fusões e incorporações), além da cota de 15% pela bancada no Senado.

>> Saiba os valores recebidos por partido

O Fundo Eleitoral é repassado aos partidos em anos de eleições. O repasse foi criado pelo Congresso em 2017 após a decisão do Supremo, que, em 2015, proibiu o financiamento das campanhas por empresas privadas.

Além do Fundo Eleitoral, os partidos também contam com o Fundo Partidário, que é distribuído anualmente para manutenção das atividades administrativas.

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Política

Deputado Alex Redano solicita recuperação da RO-408 entre Campo Novo e Vila União

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O deputado estadual Alex Redano (Republicanos), apresentou indicação ao Governo de Rondônia, com cópia ao Departamento Estadual de Estradas de Rodagem e Transportes (DER), solicitando a recuperação, encascalhamento e manutenção da RO-408, no trecho que liga o município de Campo Novo de Rondônia ao distrito de Vila União, sentido Buritis.

A proposta atende a uma demanda apresentada pelo vereador Claudecir Alexandre Alves e busca garantir melhores condições de trafegabilidade para moradores, produtores rurais, transportadores e demais usuários que dependem diariamente da rodovia.

Segundo o parlamentar, a RO-408 desempenha papel fundamental para a mobilidade da população e para o escoamento da produção agropecuária da região. No entanto, as condições atuais da estrada, agravadas pela ação do tempo e pelo intenso fluxo de veículos, têm causado dificuldades de tráfego, aumentado os riscos de acidentes e comprometido o transporte de pessoas, insumos e mercadorias.

Na indicação, Alex Redano destaca a necessidade urgente da execução de serviços de recuperação, encascalhamento e manutenção da via, visando proporcionar mais segurança aos usuários, reduzir custos de transporte e fortalecer as atividades econômicas locais.

“O fortalecimento da infraestrutura viária é essencial para garantir o desenvolvimento regional, melhorar a qualidade de vida da população e assegurar o acesso aos serviços essenciais”, ressaltou o deputado.

Redano também agradeceu ao vereador Claudecir Alexandre Alves pela solicitação e reafirmou seu compromisso em atuar junto ao Governo do Estado para que a demanda seja atendida o mais breve possível, beneficiando diretamente os moradores de Campo Novo de Rondônia, Vila União e toda a região de Buritis.

Texto Mateus Andrade | Jornalista
Foto: Rafael Oliveira | Secom ALE/RO

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Política

Alero sedia posse da nova diretoria da Arom em solenidade com autoridades

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A Assembleia Legislativa de Rondônia sediou, na noite de quarta-feira (3), a solenidade de posse da nova diretoria da Associação Rondoniense de Municípios (Arom), realizada no auditório da Casa de Leis, em Porto Velho. O evento marcou o início da gestão do prefeito de Nova Mamoré, Marcélio Brasileiro (PL), à frente da entidade, ao lado do vice-presidente, prefeito de Corumbiara, Leandro Teixeira Vieira (União Brasil), e dos demais integrantes dos conselhos diretor e fiscal.

A cerimônia reuniu autoridades políticas, institucionais e representantes dos municípios rondonienses. O deputado Jean de Oliveira (MDB) compôs a mesa de honra e representou a Assembleia Legislativa de Rondônia durante a solenidade.

Também participaram o senador Marcos Rogério (PL); o deputado federal Fernando Máximo (PL); o prefeito de Porto Velho, Léo Moraes (Podemos); o procurador do estado Francisco Silveira de Aguiar Neto, representando o governador Marcos Rocha; o desembargador Alexandre Corbacho, representando o Tribunal de Justiça de Rondônia; o presidente da Ordem dos Advogados do Brasil Seccional Rondônia (OAB-RO), Márcio Nogueira; e o representante da Confederação Nacional dos Municípios (CNM), André Alencar.

Assembleia Legislativa sediou posse da nova diretoria da Associação Rondoniense de Municípios (Foto: Isabela Gomes | Secom ALE/RO)

Também estiveram presentes prefeitos, vereadores, secretários municipais, lideranças políticas e representantes de instituições públicas. Entre eles, o prefeito de Espigão do Oeste e presidente do Consórcio Interfederativo de Desenvolvimento do Estado de Rondônia (Cinderondônia), Wéliton Pereira Campos (PL); o presidente da União das Câmaras e Vereadores de Rondônia (Ucaver), Joel Venuti; e o prefeito de São Felipe d’Oeste, Ney da Paiol (PSD), vice-presidente do Consórcio Intermunicipal da Região Centro Leste do Estado de Rondônia (Cimcero).

Ministro Augusto Nardes participou da solenidade por vídeo e parabenizou a nova diretoria empossada (Foto: Isabela Gomes | Secom ALE/RO) 

Durante o evento, foi exibido um vídeo com mensagem do ministro do Tribunal de Contas da União (TCU), Augusto Nardes, que destacou a necessidade de fortalecimento dos municípios e da atuação integrada entre as instituições públicas para ampliar resultados em benefício da população. O ministro também parabenizou a nova diretoria pela posse.

Representação da Alero

Jean de Oliveira representou a Assembleia Legislativa de Rondônia durante a solenidade (Foto: Isabela Gomes | Secom ALE/RO) 

Ao representar a Assembleia Legislativa, o deputado Jean de Oliveira destacou o compromisso do Poder Legislativo com os municípios rondonienses. O parlamentar afirmou que a descentralização de recursos e a parceria entre o estado e as prefeituras são caminhos para garantir desenvolvimento regional.

Jean também ressaltou a relevância da pauta municipalista e a liderança do novo presidente da Arom. “Eu não tenho dúvida de que todos nós que estamos aqui defendemos essa pauta e acreditamos que, por meio dos municípios, é possível mudar a história de um estado e, principalmente, de um país. Os municípios são a porta de entrada do desenvolvimento, do progresso e da evolução. Parabéns, Marcélio. Essa associação não estaria em melhores mãos”, declarou.

O deputado reforçou ainda que a aproximação entre o Legislativo estadual e os gestores municipais contribui para identificar demandas regionais e construir soluções voltadas ao desenvolvimento de Rondônia.

Nova diretoria

Diretoria empossada assume a gestão da Associação Rondoniense de Municípios para o triênio 2026/2029 (Foto: Isabela Gomes | Secom ALE/RO) 

A nova diretoria da Arom assume com o compromisso de fortalecer o municipalismo, ampliar o diálogo com os Poderes e instituições e defender os interesses das prefeituras rondonienses. A entidade atua na representação dos 52 municípios de Rondônia, com foco na articulação institucional, no apoio técnico às administrações municipais e na defesa de políticas públicas voltadas ao desenvolvimento local.

Foram empossados Marcélio Rodrigues Uchôa, prefeito de Nova Mamoré, como presidente; Leandro Teixeira Vieira, prefeito de Corumbiara, como vice-presidente; José Wellington Drumond Gouveia, prefeito de São Francisco do Guaporé, como secretário-geral; Fábio Garcia de Oliveira, prefeito de Guajará-Mirim, como primeiro-secretário; Edmilson Rodrigues de Almeida, prefeito de Colorado do Oeste, como tesoureiro; e Cleone Lima Ribeiro, prefeito de Vale do Anari, como primeiro-tesoureiro.

Também tomaram posse os membros do Conselho Fiscal. Como titulares, Paulo Henrique dos Santos, prefeito de Machadinho do Oeste; Valtair Fritz dos Reis, prefeito de Buritis; e Sérgio Pedro da Silva, prefeito de Presidente Médici. Como suplentes, Silvano Ascari de Almeida, prefeito de Cabixi; Éder da Silva, prefeito de Rio Crespo; e Ezequiel Saldanha, prefeito de Urupá.

Em seu discurso, o novo presidente agradeceu a confiança dos prefeitos e destacou a importância da união entre os gestores municipais. Marcélio Brasileiro também citou o gesto do prefeito Ney da Paiol, que participou da solenidade mesmo tendo sido seu concorrente no processo eleitoral interno da entidade, como exemplo de compromisso com o municipalismo.

O presidente da Arom ressaltou ainda a parceria com o governo do estado e com os consórcios intermunicipais, como o Cimcero, o Consórcio Intermunicipal de Saneamento da Região Central de Rondônia (Cisan) e o Cinderondônia, para fortalecer a gestão local e ampliar a capacidade de atendimento às demandas dos municípios.

Marcélio também defendeu o fortalecimento do pacto federativo e afirmou que os municípios precisam ter mais condições para responder às demandas da população. “O município é a parte mais fragilizada do pacto federativo, mas é o mais cobrado por tudo que acontece. A gente tem que fortalecer a Arom, a Ucaver e lutar de mãos dadas para esse desequilíbrio diminuir”, declarou.

Ao fazer um apelo aos vereadores, o presidente empossado defendeu a união entre os Poderes municipais. “Fica aqui o meu apelo a todos os 52 presidentes de Câmara, a todos os 533 vereadores, lembrando: nós somos os maiores poderes constituídos desse estado e do Brasil, desde que a gente não disperse os nossos interesses e o nosso foco, que é o municipalismo”, afirmou.

A solenidade reforçou o papel da Assembleia Legislativa como espaço de diálogo institucional e de construção de agendas voltadas ao desenvolvimento dos municípios e à melhoria dos serviços prestados à população.

Texto e foto: Isabela Gomes | Jornalista Secom ALE/RO

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