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Boletim médico diz que Bolsonaro teve “piora” da função renal

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Boletim médico divulgado neste sábado (14/3) afirma que o ex-presidente Jair Bolsonaro (PL) encontra-se “estável clinicamente”, mas apresentou “piora na função renal e elevação dos marcadores inflamatórios”.

O documento, assinado pela equipe médica do ex-chefe do Executivo, diz que ele mantém o “tratamento com antibióticos e hidratação por via endovenosa, fisioterapia respiratória e motora, além das medidas de prevenção de trombose venosa”.

Não há previsão de alta da Unidade Intensiva de Tratamento (UTI) neste momento, segundo o boletim.

Bolsonaro foi internado no hospital DF Star, em Brasília, por conta de um quadro de broncopneumonia bacteriana bilateral.

De acordo com informações antecipadas pela equipe médica, Bolsonaro apresentou febre alta, queda de saturação de oxigênio, sudorese intensa e calafrios enquanto estava detido na Papudinha, em Brasília.

Diante da piora clínica, a equipe de plantão optou por transferi-lo, na manhã de sexta (13/2), para avaliação hospitalar mais detalhada.

O ex-presidente cumpre pena de 27 anos e 3 meses na Papudinha, presídio localizado no complexo da Papuda, no Distrito Federal, desde o dia 15 de janeiro.

Como mostou o Metrópoles, na coluna de Manoela Alcântara, laudo dos médicos que atendem o ex-presidente caminhou 5km no dia anterior ao que passou mal. Na tarde do dia 12 de março, “Bolsonaro estava com bom estado de saúde, lúcido e orientado”.

Em seguida, conforme relatos do plantão noturno, ele apresentou “um pouco de crise de soluço”, mas não quis a medicação no momento. “Informou que ia tomar após o jogo”, diz o documento.

Flávio se manifesta

Na manhã deste sábado, o filho 01 do ex-presidente, Flávio Bolsonaro (PL), afirmou que seu pai “escapou por pouco” da morte.

“Ontem, no final do dia, eu conversei com o médico do meu pai, Dr. Leandro Echenique, e o Dr me falou: ‘Flávio, mais uma vez, teu pai escapou por pouco. Se ele ficasse mais uma ou duas horas lá no 19º Batalhão [Papudinha] e não fosse levado ao hospital, ele tinha grandes chances de se complicar”, comentou o senador.

Flávio aproveitou para lembrar do episódio em que Bolsonaro caiu na cela quando ainda estava detido na Superintendência da Polícia Federal (PF), e acusou o ministro Alexandre de Moraes, do Supremo Tribunal Federal (STF), de liberar a ida do ex-presidente ao hospital apenas 24 horas depois.

“Se tivesse acontecido isso de novo agora […], se ele demorasse mais uma, duas horas, a chance era de que ele tivesse uma infecção generalizada e, em casos como esse, uma a cada duas pessoas sobrevivem”, declarou o pré-candidato à Presidência.

Em evento em Rondônia, Flávio afirmou que voltará a Brasília (DF) ainda hoje para acompanhar o pai. “A gente vem pra cá com o coração, cabeça fica lá também, vamos voltamos lá, hoje ainda, para dar um abraço nele”, disse.

“Boa melhora, mas inspira muito cuidado”, diz Bia Kicis

A deputada federal eleita pelo Distrito Federal, Bia Kicis (PL), esteve na porta do DF Star, onde Bolsonaro está internado. Lá, gravou um vídeo em que afirma que o ex-presidente está “muito melhor” comparado a quando chegou ao hospital, mas seu quadro ainda “inspira muito cuidado”.

“O presidente estava muito mal, sem conseguir respirar, mas graças a Deus e à intervenção médica competente, ele está muito melhor. Então a família se entusiasma, a gente se entusiasma. Mas o quadro real é de muita atenção, porque agora o organismo dele tem que reagir à infecção, infecção era muito forte ontem”, declarou.

Hoje seria o dia da visita da deputada ao ex-presidente, na Papudinha.

Fonte: Metrópoles

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Família de Bruce Willis se prepara a morte do ator e anuncia decisão importante

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A convivência com uma doença neurodegenerativa tem fortalecido ainda mais os laços familiares de Bruce Willis, de 71 anos. Desde a confirmação do diagnóstico de demência frontotemporal, em 2023, o avanço do quadro vem exigindo decisões sensíveis — tomadas de forma conjunta entre pessoas próximas ao ator.

Diante da progressão da doença, a atual esposa, Emma Heming Willis, a ex-companheira Demi Moore e as cinco filhas chegaram a um consenso sobre uma medida significativa: a doação do cérebro do artista para pesquisas científicas após sua morte. A iniciativa tem como objetivo contribuir para o avanço dos estudos sobre a condição, que ainda não possui cura e representa um desafio para a medicina.

A decisão foi compartilhada publicamente por Emma em seu livro, The Unexpected Journey, no qual relata aspectos da rotina familiar desde o surgimento dos primeiros sinais da doença. Segundo ela, o tema foi discutido abertamente dentro de casa, com a participação das filhas, especialmente as mais velhas, que acompanharam de perto o processo.

Nos últimos anos, a saúde do ator passou por mudanças importantes. Em março de 2022, ele anunciou o fim da carreira após ser diagnosticado com afasia, condição que afeta a comunicação. Posteriormente, o quadro evoluiu para a forma mais complexa da doença neurodegenerativa.

Reconhecido mundialmente por seu papel na franquia Die Hard, Bruce Willis vive atualmente sob cuidados paliativos, cercado pela família. Em meio aos desafios, a decisão de doar o cérebro representa não apenas um gesto pessoal, mas também uma contribuição que pode ajudar a ampliar o conhecimento científico e beneficiar futuras pesquisas sobre doenças semelhantes.

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MPF obtém decisão judicial para combater comércio clandestino de mercúrio no Porto de Guajará-Mirim (RO)

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Em resposta a uma ação civil pública ajuizada pelo Ministério Público Federal (MPF), a Justiça Federal determinou que a União e a Agência Nacional de Transportes Aquaviários (Antaq) elaborem, no prazo de 90 dias, um plano de ação e fiscalização integrado para o Porto Fluvial de Guajará-Mirim. A decisão busca sanar o que o MPF classifica como um “cenário de paralisia institucional” que tem transformado a fronteira com a Bolívia em um corredor logístico para o contrabando de mercúrio metálico destinado a garimpos ilegais na Amazônia.

O trabalho do MPF baseou-se em uma investigação que apurou a precariedade da estrutura estatal na região. Durante inspeção presencial realizada em junho de 2025, o órgão constatou graves falhas de segurança e controle:

• O único aparelho de raio-x da Receita Federal estava quebrado há muito tempo e não havia detectores de metal em funcionamento.
• A Polícia Federal mantinha apenas um agente para monitorar um fluxo médio diário de 700 pessoas e 90 embarcações.
• Passageiros e cargas circulavam sem conferência de documentos ou revistas, utilizando inclusive portos informais para evitar o pagamento de tarifas oficiais.

O MPF destacou que a falta de fiscalização facilita a entrada de mercúrio vindo de Riberalta e Guayaramerín, na Bolívia. A substância, transportada de forma rudimentar em garrafas PET, cruza o Rio Mamoré e segue por terra até Porto Velho, de onde é distribuída para centros de mineração ilegal como Itaituba (PA) e o sul do Amazonas.

Para o MPF, a omissão dos órgãos federais (Receita Federal, Polícia Federal, Marinha e Antaq) os qualifica juridicamente como “poluidores indiretos”, uma vez que a inércia estatal contribui diretamente para a degradação ambiental causada pelo mercúrio na bacia amazônica.

O MPF reforça que a proteção ambiental e a segurança na fronteira são condições indispensáveis para a soberania nacional e a saúde das populações amazônicas, que sofrem com a contaminação por mercúrio em níveis acima do permitido. A Organização Mundial da Saúde classifica o mercúrio como uma das dez substâncias químicas mais perigosas para a saúde humana, contaminando rios, peixes e populações ribeirinhas e indígenas.

A Justiça Federal acatou o argumento do MPF de que a fiscalização aduaneira, a segurança da navegação e o controle de fronteira são deveres jurídicos vinculados e não meras escolhas facultativas do governo. A decisão impõe que o novo plano de ação inclua a identificação e interdição de portos e embarcações clandestinas; o fechamento de acessos irregulares identificados nas imediações do porto; e a lotação adequada de servidores efetivos e o reparo imediato dos equipamentos de inspeção.

Ação Civil Pública nº 1004553-19.2026.4.01.4100

Fonte: MPF

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Bairro Novo ganhará escola com 20 salas de aula

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Quem mora no Bairro Novo e acompanha o crescimento acelerado da região sabe que, junto com as novas casas e famílias, vem também uma necessidade urgente: educação de qualidade perto de onde se vive.

A rotina de muitos pais, que hoje precisam se desdobrar para levar os filhos a escolas distantes, está prestes a ganhar um novo capítulo, com mais tranquilidade e acesso à educação.

A construção da nova unidade de ensino no Bairro Novo é um dos destaques do pacote de investimentos que a Prefeitura de Porto Velho acaba de colocar em andamento. Não é apenas uma obra isolada, mas parte de um planejamento voltado para acompanhar o ritmo de crescimento da capital.

O investimento em números

Entre janeiro e maio de 2026, a Prefeitura concluiu licitações que somam R$ 187,8 milhões. O valor será aplicado em 12 grandes frentes de trabalho espalhadas pela cidade, movimentando a economia e gerando empregos.

Somente para a nova escola do Bairro Novo, o investimento será de R$ 14,1 milhões.

O que esperar da nova escola?

O projeto foi planejado para atender a demanda da comunidade, com estrutura moderna e capacidade ampliada:

20 salas de aula amplas e arejadas;

Capacidade para atender centenas de alunos em dois turnos;

Estrutura completa para garantir mais conforto para alunos e profissionais da educação.

O impacto será sentido diretamente na rotina das famílias: menos deslocamentos, mais segurança e acesso facilitado à educação dentro do próprio bairro.

O prefeito Léo Moraes destacou que o investimento acompanha o crescimento da cidade e fortalece a educação pública. “A nossa capital vive um momento de expansão importante e a Prefeitura precisa acompanhar esse crescimento com planejamento. A escola do Bairro Novo representa mais acesso à educação, mais dignidade para as famílias e um compromisso com o futuro das nossas crianças”.

O secretário municipal de Educação, Giordani Lima, complementou: “Não estamos apenas construindo paredes, estamos ampliando oportunidades. Essas 20 salas de aula representam o fim de uma espera para muitas famílias. É o planejamento urbano saindo do papel para transformar a rotina de quem mais precisa.”

Cidade que cresce com planejamento

O início das obras marca um novo ciclo para Porto Velho. Com várias frentes de trabalho acontecendo ao mesmo tempo, a capital se transforma em um canteiro de obras que reflete uma gestão organizada. A ideia é simples: a cidade cresce, e os serviços públicos precisam crescer junto.

Com a educação chegando de mãos dadas com o desenvolvimento urbano, o Bairro Novo deixa de ser apenas uma área de expansão para se tornar um local com infraestrutura completa para se viver e aprender.

Fonte: Secretaria Municipal de Comunicação (Secom)

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