Polícia
Segundo caso de morte após colonoscopia em clínica de RO é denunciado à polícia
A Polícia Civil informou nesse sábado (7) que recebeu uma nova denúncia relacionada a uma morte ocorrida após a realização de uma colonoscopia em uma clínica particular de Cerejeiras (RO). A vítima foi identificada como Alzery Geraldo de Souza. De acordo com familiares, ele faleceu em setembro de 2025, poucos dias depois de passar pelo exame.
Segundo a família, o procedimento foi realizado na mesma clínica e pelo mesmo médico mencionado no caso de Thyago da Silva Severino, de 34 anos, que morreu no último sábado (28) após se submeter ao mesmo tipo de exame. Parentes de Thyago relataram que, durante a colonoscopia, ele teria sofrido uma perfuração no intestino.
RELEMBRE O CASO:
Polícia Civil investiga morte de paciente após realização de exame em Rondônia
Após tomarem conhecimento da morte de Thyago, os familiares de Alzery decidiram registrar um boletim de ocorrência para que as circunstâncias do atendimento sejam apuradas e para verificar se houve possível erro médico. A Polícia Civil informou que o caso passará por investigação.
De acordo com o relato da família, logo após a realização dos exames, Alzery começou a sentir fortes dores abdominais. A intensidade do desconforto teria sido tão grande que ele precisou da ajuda da pessoa que o acompanhava para conseguir se vestir antes de deixar a clínica. Já em casa, familiares tentaram aliviar a dor com massagens na região do abdômen, mas o quadro não apresentou melhora. Mesmo com as queixas, o médico teria prescrito apenas um medicamento para dor e liberado o paciente.
Com o agravamento dos sintomas, Alzery foi levado ao hospital de Cerejeiras e, posteriormente, transferido para uma unidade de saúde em Vilhena (RO). No local, ele realizou uma tomografia que, segundo a família, apontou uma perfuração no intestino. Diante da situação, os médicos informaram que seria necessária uma cirurgia de emergência.
Após o procedimento cirúrgico, Alzery entrou em coma e permaneceu internado por cerca de dez dias na Unidade de Terapia Intensiva (UTI). Ele não resistiu às complicações e morreu no dia 30 de setembro.
Os familiares também afirmam que, após o ocorrido, o médico responsável pelo exame não teria prestado qualquer tipo de assistência. Segundo eles, mesmo após o envio de mensagens à clínica, não houve resposta ou retorno.
Em nota, o Conselho Regional de Medicina do Estado de Rondônia (Cremero) informou que tomou conhecimento da situação e que o caso será analisado pelos setores competentes. O órgão destacou ainda que eventuais investigações seguem em caráter sigiloso, o que impede a divulgação de mais detalhes neste momento.
Fonte: Notícias Urgentes com infomações do G1
Polícia
Polícia investiga morte de bebê e família denuncia falta de insumos em Hospital
A Polícia Civil de Rondônia investiga as circunstâncias da morte da pequena Stefany Dandara, uma bebê prematura que faleceu na última terça-feira (21) após passar 47 dias internada em Hospital na capital. Nascida com sete meses de gestação no dia 4 de março, a criança sofria de uma inflamação aguda. No entanto, os pais denunciam que a unidade hospitalar enfrentava uma grave escassez de materiais essenciais, o que teria comprometido a recuperação da recém-nascida.
De acordo com Crislaine Vitória, mãe da bebê, a falta de insumos afetava desde itens de higiene até equipamentos de precisão. Ela relata que a ausência de uma sonda gástrica de numeração adequada fez com que o leite fosse administrado de forma inadequada, resultando em vômitos que atingiram o pulmão da criança. A família afirma que precisou desembolsar recursos próprios para adquirir curativos específicos e outros materiais básicos, como gaze e lenços, para tentar evitar infecções hospitalares.
A Defensoria Pública de Rondônia (DPE-RO) acompanha o caso e já iniciou um procedimento preliminar para apurar as responsabilidades. O defensor Sérgio Muniz informou que ofícios foram encaminhados à direção do hospital e à Secretaria de Estado da Saúde (Sesau) requisitando informações detalhadas sobre o prontuário e a disponibilidade de estoque no período. A família busca entender se a nova infecção adquirida pela bebê no ambiente hospitalar possui relação direta com a precariedade relatada.
Em nota oficial, a Sesau lamentou o falecimento e informou que a paciente apresentava um quadro clínico extremamente grave desde a internação. Segundo a pasta, foram utilizados todos os recursos disponíveis, incluindo suporte avançado de vida e antibióticos de amplo espectro. O Estado sustenta que o óbito foi decorrente de uma falência múltipla de órgãos, condição com alta taxa de mortalidade em prematuros, e defende que todas as condutas médicas foram adotadas de forma técnica e ética.
Polícia
Homem cai em golpe do nudes, manda mais de R$ 1.400 para golpista e aciona a PM
Após enviar fotos íntimas a um perfil falso, um homem passou a ser ameaçado e realizou diversas transferências para evitar a divulgação das imagens, em um caso de extorsão registrado por volta das 15 horas desta sexta-feira (24), no distrito de Calama, em Porto Velho.
Segundo relato da vítima, o contato começou após aceitar uma solicitação de amizade no Facebook de uma pessoa que se apresentava como “Mariana Rodapés”. Depois de iniciar a conversa, o perfil pediu o número de WhatsApp, onde a comunicação continuou.
Durante o diálogo, a pessoa do outro lado da conversa afirmou ter 19 anos e passou a solicitar fotos íntimas. Acreditando na informação, o homem enviou as imagens. Em seguida, a situação mudou quando passou a afirmar que teria 15 anos e iniciou ameaças de divulgação do material caso não recebesse dinheiro.
Assustado, o homem fez uma primeira transferência via PIX no valor de R$ 20,00.
A situação se agravou quando outro contato, que se identificou como “Gustavo” e disse ser irmão da suposta adolescente, passou a exigir dinheiro, alegando que um notebook teria sido danificado.
Sob pressão, a vítima realizou várias transferências somando mais de R$ 1.400. Mesmo após os pagamentos, as ameaças continuaram. Em contato mais recente, foi exigido o valor de R$ 1.000.
Diante do medo de ter as imagens divulgadas, o homem procurou a Polícia e registrou a ocorrência. Ele foi orientado a preservar mensagens e comprovantes de transferência, que poderão auxiliar nas investigações.
Polícia
Universidade demite dois servidores por assédio sexual
A Universidade Federal do Ceará (UFC) demitiu uma professora e um técnico-administrativo após a comprovação de casos de assédio sexual no ambiente acadêmico. As decisões foram tomadas após processos administrativos disciplinares conduzidos pela instituição.
No caso do técnico-administrativo, a vítima foi uma estudante. A denúncia foi registrada por meio da plataforma Fala.BR, plataforma de ouvidoria do Governo Federal, e relatava condutas ao longo de 2024, como investidas não correspondidas, conversas de teor sexual indesejadas, insistência em convites, envio de presentes e perseguição em redes sociais. Após investigação, o servidor foi afastado e, ao final do processo, demitido.
Já no caso da docente, as apurações reuniram 10 denúncias envolvendo alunos e professores. Entre as condutas identificadas estão exposição de estudantes a situações constrangedoras, comunicação desrespeitosa e comentários e simulações de teor sexual em sala de aula. Cinco vítimas foram ouvidas formalmente, e o processo levou cerca de dois anos até a conclusão.
Segundo a universidade, os processos garantiram direito de defesa aos investigados e foram analisados por instâncias internas antes da decisão final.
Além dos dois casos concluídos, a instituição informou que outros 17 casos de assédio seguem sob investigação.
Fonte: Metrópoles
