Polícia
Após investigações, MPRO denuncia alvos da Operação Godos
O Ministério Público de Rondônia (MPRO), por meio do Grupo de Atuação Especial de Combate ao Crime Organizado (Gaeco), ofereceu na última sexta-feira (23/01), denúncia contra 25 (vinte e cinco) investigados na Operação Godos, deflagrada no dia 12/11/2025, visando desarticular uma complexa organização criminosa destinada à prática dos crimes de extorsão, esbulho possessório violento, crimes ambientais, tortura, furtos, roubos, homicídios, posse e porte ilegal de arma de fogo e ameaça contra proprietários ou posseiros de terras e outras pessoas na região do distrito de Nova Mutum Paraná, comarca de Porto Velho.
Foram imputados os crimes de organização criminosa (Lei nº 12.850/13, art. 2º, §§ 2º e 3º, § 4º, incisos I e IV), extorsão qualificada (CP, art. 158, §§ 1º e 3º), roubo (CP, art. 157, § 2º, incisos II e V, § 2ª-A, inciso I, e § 2º-B), dano qualificado (CP, art. 163, parágrafo único, incisos I, II e IV), incêndio (CP, art. 250, § 1º, inciso I e inciso II, alínea “a”) e crimes ambientais (Lei nº 9.605/98, arts. 38, 39, 48 e 50). Especificamente sobre o crime de organização criminosa armada são atribuídas as causas de aumento da participação de adolescente e de manutenção de vínculo com outra organização criminosa independente.
São alvos dessa primeira denúncia os investigados que se encontram presos no âmbito da Operação “Godos”, (Relembre), desde a liderança até os ocupantes das outras atividades na divisão de tarefas estabelecida pela organização (blindagem estratégica, setor de segurança, setor financeiro e especulativo, apoio operacional e apoio logístico).
O Ministério Público requereu o estabelecimento de um valor mínimo de indenização para as vítimas, totalizando mais de R$ 1,8 bilhão por danos ambientais, mais de R$ 51 milhões por danos materiais e R$ 10 milhões por danos morais coletivos, somando um total superior a R$ 1,95 bilhão. Esses valores deverão ser suportados solidariamente pelos membros da organização criminosa, visando ressarcir os graves prejuízos causados, que incluem danos ambientais, materiais e morais coletivos, decorrentes de suas atividades ilícitas.
Os valores de indenização propostos consideram, ainda, a gravidade e a extensão dos crimes praticados, que resultaram em vasta destruição ambiental e prejuízos patrimoniais e sociais significativos.
Agora inicia-se a fase judicial, com o recebimento da denúncia pela 3ª Vara Criminal da Comarca de Porto Velho/RO, onde os denunciados serão citados para apresentarem resposta à acusação, instrução processual, até o julgamento final sobre o mérito dos pedidos condenatórios formulados pelo MPRO.
Os trabalhos do Gaeco prosseguem e as denúncias contra os investigados soltos e foragidos serão apresentadas em apartado para não prejudicar a tramitação do processo instaurado contra os denunciados presos, devido a necessidade de maior celeridade na tramitação processual.
O Ministério Público de Rondônia reafirma seu compromisso inabalável com a defesa da ordem jurídica, do regime democrático e dos interesses sociais e individuais indisponíveis, atuando firmemente no combate ao crime organizado e defesa da sociedade.
Fonte: Gerência de Comunicação Integrada (GCI)
Polícia
Homem é executado com tiros na cabeça em distrito de Porto Velho
Um homem de 35 anos, identificado como Ronaldo Pereira de Sales, foi assassinado a tiros na noite desta sexta-feira (30), na Vila da Penha, distrito de Abunã, em Porto Velho.
De acordo com informações apuradas pela equipe do Notícias Urgentes, Ronaldo passou a noite ingerindo bebida alcoólica e teria ido diversas vezes até a frente da casa dela, tentando entrar. Na última vez, ele deixou o local em um Fiat Uno.
Pouco tempo depois, a mulher ouviu três disparos de arma de fogo, mas não conseguiu ver o autor do crime, optando por permanecer dentro da residência.
Ronaldo foi baleado na região da cabeça e não resistiu aos ferimentos. A equipe de perícia esteve no local e, após os levantamentos, o corpo foi encaminhado ao IML. O caso segue sob investigação da Polícia Civil.
Fonte: Notícias Urgentes
Polícia
Piloto é preso após espancar jovem por causa de chiclete; vítima segue na UTI
A Polícia Civil do Distrito Federal prendeu nesta sexta-feira (30) o empresário e piloto de automobilismo Pedro Arthur Turra Basso, de 19 anos, em Brasília.

Ele é acusado de agredir um adolescente de 16 anos, durante uma briga ocorrida na semana passada, no bairro de Vicente Pires, na capital federal. O desentendimento ocorreu por causa de um chiclete arremessado em um amigo da vítima.
O jovem agredido foi gravemente ferido e está internado em uma unidade de terapia intensiva (UTI) do Hospital Águas Claras, onde segue em estado de coma.
O empresário chegou a ser preso um dia após a agressão, mas pagou fiança de R$ 24 mil e passou a ser responder ao inquérito por lesão corporal em liberdade.
Após o episódio, Turra também foi desligado da Fórmula Delta, competição de automobilismo na qual atuava como piloto.

Nova prisão
A nova prisão foi autorizada pela Justiça após a polícia apresentar provas de que Basso está envolvido em outros casos de agressão. Em um deles, ele teria usado um taser (arma de choque) contra uma adolescente de 17 anos para obrigá-la a ingerir bebida alcoólica durante uma festa.
Além disso, um homem compareceu à delegacia para informar que também foi agredido pelo piloto em junho do ano passado.
Outro lado
O advogado Eder Fior disse que pretende se manifestar sobre a prisão após a audiência de custódia prevista para às 14h deste sábado (31).
Na semana passada, Turra prestou depoimento à Polícia Civil e disse que tentou evitar a briga, mas a vítima desferiu um soco nele. Ao revidar, o jovem bateu a cabeça na lataria de um carro que estava próximo do local da briga.
“Minha intenção não foi machucar ele, mas apartar a briga, porque ele não estava parando, ele estava me batendo também”, afirmou.
Agência Brasil
Polícia
Polícia procura suspeito de balear criança no rosto durante ataque no interior de Rondônia
A Polícia Civil intensificou as buscas por um homem suspeito de planejar um ataque contra um empresário em Ji-Paraná, episódio que terminou com uma menina de três anos baleada no rosto durante uma troca de tiros. O crime é tratado como tentativa de homicídio.
RELEMBRE O CRIME: Menina de 3 anos é baleada no rosto durante troca de tiros
Segundo a investigação, a Justiça autorizou três mandados de busca e um de prisão contra Rogério dos Santos Quimba, de 34 anos. Ele teria marcado um encontro com o empresário, para quem prestava serviços, e durante a reunião houve o confronto armado.
De acordo com a polícia, o empresário reagiu aos disparos, e uma criança que estava dentro de um veículo acabou atingida. A menina foi socorrida pelo Samu e levada ao Hospital Municipal, onde passou por cirurgia para retirada do projétil. O material foi encaminhado para perícia.
A motivação do crime ainda é desconhecida e segue sob investigação. A Polícia Civil pede que qualquer informação que ajude a localizar o suspeito seja repassada de forma anônima pelos números 197 ou 190.
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