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CHAMADA ESCOLAR 2026: matrículas para alunos com deficiência iniciam nesta segunda-feira, 12

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A matrícula online para o ano letivo de 2026 da rede pública estadual de ensino acontece entre os dias 12 e 16 de janeiro, exclusivamente para alunos com deficiência, em Rondônia. O procedimento deve ser realizado de forma digital, por meio do site oficial da Secretaria de Estado da Educação (Seduc), garantindo praticidade, transparência e segurança no acesso às vagas da rede estadual de ensino.

O link para matrícula já está ativo, porém ficará disponível para acesso e realização do procedimento somente a partir da próxima segunda-feira (12), assegurando organização, acessibilidade e prioridade no atendimento a esse público específico.

PERÍODO PRIORITÁRIO

A iniciativa contempla estudantes que necessitam de acompanhamento educacional especializado, assegurando o direito à educação inclusiva desde o início do ano letivo. A ação é coordenada pelo governo de Rondônia, com execução da Secretaria de Estado da Educação, que reforça o compromisso com políticas públicas voltadas à equidade no ensino.

O governador de Rondônia, Marcos Rocha, ressaltou que o estado tem investido continuamente na ampliação de ações inclusivas na educação. “Garantir um período específico de matrícula para alunos com deficiência demonstra respeito às famílias e fortalece a construção de um ambiente escolar mais justo, estruturado e preparado para atender às diferentes necessidades dos estudantes.”

A secretária de Estado da Educação, Albaniza Oliveira, enfatizou que o planejamento antecipado permite às escolas se organizarem melhor para acolher os alunos com deficiência. “A medida possibilita a adequação de equipes pedagógicas, espaços e recursos, promovendo um atendimento mais humanizado e eficiente desde o primeiro dia de aula.”

DEMAIS MATRÍCULAS 

Além do período prioritário, a matrícula online para os demais alunos da rede estadual ocorrerá de 19 a 23 de janeiro. A Seduc orienta pais e responsáveis a ficarem atentos aos prazos e a não deixarem o procedimento para a última hora.

Secom – Governo de Rondônia

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Seca e calor intenso colocam animais em risco em Rondônia

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O período de seca e as altas temperaturas em Rondônia exigem atenção especial dos tutores de cães, gatos e outros animais. Em Porto Velho, onde os termômetros podem superar os 35°C, a combinação de calor intenso, baixa umidade e falta de hidratação pode provocar desidratação e até quadros graves de hipertermia.

A principal recomendação é garantir água limpa e fresca à vontade, mantendo os recipientes em locais protegidos do sol. Os animais também precisam ter acesso constante a ambientes com sombra e boa ventilação.

Os passeios devem ser realizados nos horários mais frescos do dia. O asfalto aquecido pelo sol pode provocar queimaduras nas patas, enquanto exercícios durante o calor aumentam o risco de superaquecimento.

A alimentação também merece atenção. A orientação é manter uma dieta adequada à espécie e evitar mudanças repentinas ou alimentos que não sejam recomendados para cães e gatos. A ração deve permanecer protegida do sol e armazenada corretamente.

Animais idosos, filhotes, obesos, com problemas cardíacos ou respiratórios e cães de focinho curto estão entre os que podem apresentar maior risco durante períodos de calor intenso.

Sinais de alerta

Respiração excessivamente acelerada, fraqueza, salivação intensa, apatia, vômitos, dificuldade para caminhar, desorientação e desmaio podem indicar uma emergência.

Estudos do Royal Veterinary College, no Reino Unido, mostram que casos graves de doenças relacionadas ao calor podem ser fatais em cães. Por isso, ao perceber sinais de superaquecimento, o animal deve ser retirado imediatamente do ambiente quente e levado para atendimento veterinário.

Outro cuidado fundamental é nunca deixar animais sozinhos dentro de veículos, mesmo por poucos minutos. O interior do carro pode atingir temperaturas perigosas rapidamente.

Durante a seca em Porto Velho, medidas simples como água disponível, sombra, ventilação e mudança nos horários de passeio podem ajudar a evitar que o calor coloque a vida dos animais em risco.

Fonte: Notícias Urgentes

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Porto Velho enfrenta calor de 36°C e sensação de 41°C; veja como proteger a saúde

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Porto Velho enfrenta uma quarta-feira (2) de calor intenso, com temperatura de 36°C e sensação térmica chegando aos 41°C. O céu permanece predominantemente ensolarado, com poucas nuvens, enquanto a umidade relativa do ar gira em torno de 43%.

O cenário exige atenção, principalmente durante os períodos mais quentes do dia. De acordo com as informações meteorológicas, a temperatura deve começar a diminuir gradualmente no início da noite, mas o calor continuará presente.

A previsão indica 36°C às 16h, com céu entre sol e nuvens. Às 17h, a temperatura deve ficar em 35°C e cair para 33°C às 18h. Por volta das 19h, os termômetros devem marcar 31°C, chegando a 30°C às 20h e 28°C às 21h. Não há previsão de chuva significativa para o restante do dia.

O Instituto Nacional de Meteorologia (INMET) vem destacando a ocorrência de temperaturas elevadas em diferentes áreas do país neste início de setembro. Em previsão divulgada para esta semana, o instituto apontou calor intenso no Norte e Nordeste, com temperaturas que podem alcançar 41°C em algumas localidades.

Calor pode afetar a saúde

Temperaturas muito elevadas aumentam a necessidade de atenção com a hidratação e com a exposição ao sol. Segundo o Ministério da Saúde, o calor intenso pode provocar desidratação, insolação e agravamento de doenças crônicas, principalmente cardiovasculares e respiratórias.

A desidratação ocorre quando o organismo perde mais líquidos do que consegue repor. Entre os sinais que merecem atenção estão sede intensa, fraqueza, tontura, dor de cabeça, cãibras, náuseas e transpiração excessiva. Em situações mais graves, a exposição ao calor pode levar ao chamado golpe de calor, uma emergência médica que pode causar confusão mental, convulsões e perda de consciência.

O calor também pode aumentar a sobrecarga sobre o coração e os pulmões, tornando períodos de temperaturas extremas especialmente preocupantes para pessoas que já possuem doenças cardiovasculares ou respiratórias.

Quem precisa ter mais cuidado?

Embora qualquer pessoa possa sofrer com os efeitos do calor excessivo, alguns grupos apresentam maior vulnerabilidade. Entre eles estão crianças, idosos, gestantes e pessoas com doenças crônicas, além de pessoas em situação de rua.

Crianças e idosos precisam de atenção especial porque podem ter maior dificuldade para perceber ou comunicar a necessidade de hidratação e de redução da exposição ao calor.

Por isso, familiares e responsáveis devem observar mudanças no comportamento, fraqueza, tontura, náuseas, dor de cabeça, cãibras ou outros sinais associados ao excesso de calor.

Mudança de hábitos ajuda a enfrentar os dias quentes

Em períodos de temperaturas elevadas, pequenas mudanças na rotina podem reduzir os riscos à saúde.

O Ministério da Saúde recomenda beber água regularmente, mesmo sem sentir sede, manter os ambientes frescos e evitar atividades físicas nos horários de maior exposição ao sol. Também são indicadas roupas leves, largas e de cores claras.

Atividades ao ar livre devem ser, sempre que possível, programadas para os horários mais frescos do dia. Durante os períodos de maior calor, a orientação é procurar locais ventilados, utilizar ventiladores ou ar-condicionado quando disponíveis e evitar a exposição prolongada ao sol.

Dentro de casa, outra recomendação é manter cortinas ou persianas fechadas durante os períodos de maior incidência solar e favorecer a circulação de ar nos horários em que a temperatura estiver mais baixa.

Alimentação também merece atenção

A alimentação pode acompanhar essas mudanças na rotina. Em dias muito quentes, o Ministério da Saúde orienta priorizar alimentos frescos e leves, como frutas, verduras e saladas, além de manter uma boa ingestão de líquidos.

Também é recomendável evitar bebidas alcoólicas durante períodos de calor intenso, já que a prioridade deve ser a manutenção da hidratação.

Atenção aos sinais de alerta

Não é preciso esperar que o mal-estar fique intenso para buscar ajuda. Fraqueza, tontura, náuseas, dor de cabeça, cãibras e transpiração excessiva podem indicar que o organismo está sofrendo com o calor.

Em situações mais graves, podem surgir confusão mental, convulsões ou perda de consciência. O golpe de calor é uma emergência médica e exige atendimento imediato.

Com temperaturas elevadas e sensação térmica acima dos 40°C, como ocorre nesta quarta-feira em Porto Velho, a recomendação é adaptar a rotina, reforçar a hidratação e reduzir a exposição ao sol nos horários mais quentes.

O calor não representa apenas desconforto: quando intenso e prolongado, pode provocar problemas de saúde e agravar condições já existentes. Por isso, manter atenção ao próprio corpo e às pessoas mais vulneráveis é fundamental durante os períodos de temperaturas elevadas.

Fonte: Notícias Urgentes

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Sarampo volta a preocupar após período de controle no Brasil

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Depois de anos de avanços no controle do sarampo, o Brasil voltou a registrar casos da doença e enfrenta novamente o desafio de manter a população protegida. Embora o país continue oficialmente reconhecido como livre da circulação endêmica do vírus, ocorrências recentes reforçam a importância da vacinação para evitar que casos importados provoquem novas cadeias de transmissão.

O Brasil havia recebido, em 2016, da Organização Pan-Americana da Saúde (OPAS), a certificação de eliminação do sarampo. Naquele período, a circulação endêmica do vírus havia sido interrompida e, em 2016 e 2017, não houve casos confirmados no território nacional.

O cenário mudou a partir de 2018, quando o vírus voltou a circular no país, associado principalmente à entrada de casos provenientes de outros locais e à redução das coberturas vacinais. A elevada capacidade de transmissão da doença favoreceu a formação de grandes surtos. Entre 2018 e 2022, foram registrados mais de 39 mil casos de sarampo no Brasil, com concentração significativa em 2019.

Após a interrupção da transmissão endêmica, o Brasil voltou a conquistar a certificação internacional em novembro de 2024. A OPAS reconheceu novamente o país como livre da circulação endêmica do sarampo, destacando o avanço das ações de vacinação e vigilância.

Isso, porém, não significa que o vírus tenha deixado de representar uma ameaça. O Ministério da Saúde ressalta que casos isolados ou importados não caracterizam, por si só, o retorno do sarampo como problema de saúde pública. Ainda assim, eles demonstram a necessidade de manter altas coberturas vacinais para impedir que o vírus volte a se espalhar.

Novos casos acendem alerta

O alerta voltou a ganhar força em 2026 com a identificação de casos em diferentes localidades. Em São Paulo, o número de registros chegou a 28 até esta terça-feira (1º), conforme o balanço informado pela Secretaria de Estado da Saúde. Entre os casos mais recentes estão um bebê e uma mulher de 40 anos.

A capital paulista concentra a maior parte das ocorrências, com 25 casos, enquanto São Bernardo do Campo registra dois e Guarulhos, um. A situação levou o estado a ampliar as estratégias de vacinação, principalmente nos municípios com registros da doença.

Durante agosto, mais de 2,5 milhões de doses de vacinas contra o sarampo foram aplicadas no estado de São Paulo. A maior parte das aplicações ocorreu na capital, em Guarulhos e em São Bernardo do Campo, dentro da estratégia de multivacinação e das ações ampliadas de imunização.

O Ministério da Saúde também vem reforçando a necessidade de manter a vacinação atualizada. Em 2025, por exemplo, o Brasil confirmou 38 casos de sarampo, sendo que 36 deles ocorreram em pessoas sem histórico de vacinação, segundo dados oficiais.

Por que o sarampo preocupa?

O sarampo é uma das doenças infecciosas mais contagiosas conhecidas. A transmissão acontece de pessoa para pessoa principalmente pelas vias respiratórias, quando alguém infectado tosse, espirra, fala ou respira. Uma pessoa doente pode transmitir o vírus para até 90% das pessoas próximas que não possuem imunidade.

Outro fator que dificulta o controle é o período em que uma pessoa infectada pode transmitir o vírus. Segundo o Ministério da Saúde, a transmissão pode ocorrer desde seis dias antes até quatro dias depois do surgimento das manchas vermelhas características da doença.

Por isso, a presença de casos em locais com baixa cobertura vacinal pode favorecer a disseminação rápida do vírus, principalmente entre pessoas que não foram imunizadas ou que estão com o esquema vacinal incompleto.

Sintomas exigem atenção

Os principais sinais do sarampo incluem febre alta, geralmente acima de 38,5°C, acompanhada de sintomas como tosse, coriza ou conjuntivite. As manchas avermelhadas costumam surgir inicialmente no rosto e atrás das orelhas e depois se espalham pelo corpo.

A doença não possui tratamento específico. Nos casos sem complicações, são indicados cuidados de suporte, como hidratação e acompanhamento médico. O sarampo, entretanto, pode evoluir para quadros graves, deixar sequelas e até provocar morte, principalmente entre crianças pequenas.

Diante de sintomas compatíveis, a recomendação é procurar um serviço de saúde para avaliação. A vigilância também é fundamental para identificar rapidamente casos suspeitos e interromper possíveis cadeias de transmissão.

Vacinação continua sendo a principal proteção

A principal forma de prevenir o sarampo é a vacinação. De acordo com o Ministério da Saúde, a rotina de imunização contempla pessoas de 12 meses a 59 anos, conforme o Calendário Nacional de Vacinação e a situação vacinal de cada indivíduo. As vacinas tríplice viral e tetraviral protegem contra o sarampo, além de outras doenças.

Em situações epidemiológicas específicas, estratégias adicionais podem ser adotadas pelas autoridades de saúde. É o caso da chamada “dose zero”, que pode ser indicada para bebês de 6 meses a menores de 1 ano em determinadas localidades com circulação da doença. Essa dose não substitui as doses previstas no calendário regular.

Mesmo após a reconquista da certificação internacional, a manutenção de uma alta cobertura vacinal continua essencial. A entrada do vírus por meio de pessoas infectadas em outros países pode ocorrer, mas a população protegida reduz significativamente a possibilidade de o vírus encontrar condições para se espalhar.

O cenário atual, portanto, funciona como um alerta: o Brasil não voltou a ter circulação endêmica do sarampo, mas o surgimento de novos casos mostra que a doença continua sendo uma ameaça quando existem pessoas sem proteção vacinal.

Fonte: Notícias Urgentes

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