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Polícia

OPERAÇÃO SINAL ZERO: 2ª fase reforça fiscalização de monitorados eletrônicos em Porto Velho e Candeias do Jamari

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O governo de Rondônia, por meio da Secretaria de Estado da Justiça (Sejus), deflagrou na manhã desta terça-feira (23) a segunda fase da Operação Sinal Zero, uma ação de fiscalização conduzida pela Polícia Penal, através da Unidade de Monitoramento Eletrônico do Sistema Prisional (Umesp). Nesta etapa, 17 alvos serão fiscalizados, todos com irregularidades relacionadas ao descumprimento das condições do monitoramento eletrônico, como saída da rota autorizada e desligamento do equipamento, além de tentativas de contato sem sucesso por parte da equipe técnica. Para o governador de Rondônia, Marcos Rocha, destacou que esse trabalho reforça o controle, previne novos crimes e assegura mais tranquilidade à população.

ÁREAS FISCALIZADAS

A operação ocorre em áreas da zona Norte, zona Sul e zona Leste de Porto Velho, além do município de Candeias do Jamari, e integra a rotina permanente de fiscalização da Umesp, que é intensificada no período de fim de ano, em razão do aumento do fluxo urbano e da necessidade de reforço na segurança pública.

Segundo o diretor da Umesp, Eliel de Souza, a ação tem caráter preventivo e de controle. “O monitoramento eletrônico exige acompanhamento constante. Quando há rompimento do dispositivo eletrônico ou descumprimento de regras, como recolhimento domiciliar em hora predeterminados e desligamento, a resposta do estado é imediata.”

Fiscalização integra o planejamento estratégico para fortalecimento da segurança prisional e urbana.

AÇÕES INTEGRADAS

A Operação Sinal Zero faz parte de um conjunto mais amplo de iniciativas do governo de Rondônia e da Sejus para reforçar a segurança prisional e o monitoramento de pessoas privadas de liberdade, incluindo revistas gerais e ações de fiscalização do monitoramento eletrônico em diversos municípios do estado, realizadas recentemente como parte do planejamento estratégico de fim de ano e voltadas para o fortalecimento da segurança pública e do controle interno do sistema prisional.

Para o secretário de Estado da Justiça, Marcus Rito, a operação demonstra o compromisso institucional com a ordem e a legalidade. “A Operação Sinal Zero mostra que o sistema funciona, que há fiscalização efetiva e que o descumprimento das regras gera consequências, assegurando mais controle e mais segurança para a sociedade”.

Fonte: Secom

Polícia

Morador reage e imobiliza suspeito durante tentativa de furto em residência – VEJA O VÍDEO

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Um homem foi preso em flagrante na tarde desta segunda-feira (23) após tentar invadir uma residência na rua Salvador, bairro Cuniã, em Porto Velho.

De acordo com informações apuradas pela equipe do Notícias Urgentes, o suspeito teria pulado o muro do imóvel com a intenção de cometer furto. A ação, no entanto, foi percebida pelo proprietário da casa, que conseguiu surpreender o invasor ainda dentro da propriedade.

O morador agiu rapidamente, imobilizou o homem e acionou a Polícia Militar, que se deslocou até o local e realizou a prisão em flagrante. Veja o vídeo abaixo;

O suspeito foi conduzido à Central de Flagrantes, onde foi apresentado ao delegado de plantão para as providências legais. O caso será investigado pelas autoridades policiais.

Fonte: Notícias Urgentes

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Polícia

Servidor é investigado por desviar mais de R$ 13 milhões da Prefeitura para gastar no “Tigrinho”

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Um servidor de carreira da Prefeitura de São Francisco do Guaporé é investigado por suspeita de desviar mais de R$ 13 milhões dos cofres públicos municipais. O caso veio à tona na última sexta-feira (20) e provocou forte repercussão na cidade.

De acordo com informações apuradas, o funcionário era responsável pela execução de pagamentos do município e teria utilizado o próprio computador de trabalho para realizar transferências diárias de valores para sua conta pessoal. Para ocultar o esquema, ele teria falsificado relatórios internos e extratos bancários, mantendo a fraude ativa por cerca de dez meses.

As irregularidades foram identificadas pela própria gestão municipal, que formalizou denúncia às autoridades. Em depoimento à Polícia Civil, o servidor confessou as práticas ilícitas e afirmou que o montante pode ultrapassar R$ 13 milhões. Segundo relato, parte do dinheiro teria sido utilizada em jogos de azar eletrônicos conhecidos como “Tigrinho”.

Apesar da confissão, a Polícia Civil apura o caso com cautela e não descarta o possível envolvimento de terceiros. O delegado responsável informou que solicitou à Justiça a quebra dos sigilos bancário e telemático do investigado para rastrear o destino dos valores e identificar eventuais beneficiários.

O procurador do município, Valnir Azevedo, acompanhou o servidor até a delegacia após o registro da ocorrência. Diante da gravidade dos fatos, o prefeito José Welington anunciou a exoneração do cargo de confiança ocupado pelo investigado e a suspensão de suas funções efetivas. A prefeitura também instaurou um Processo Administrativo Disciplinar (PAD) para apurar responsabilidades na esfera administrativa.

A repercussão foi imediata, com manifestações de indignação nas redes sociais. A Câmara Municipal deverá discutir, na próxima sessão, a possível criação de uma Comissão Parlamentar de Inquérito (CPI) para acompanhar o caso e avaliar a extensão dos prejuízos.

Após prestar depoimento, o servidor foi liberado. Segundo a polícia, ele atende aos critérios legais para responder em liberdade, como possuir bons antecedentes, residência fixa e não apresentar risco à investigação.

As apurações seguem em andamento e novos desdobramentos podem ocorrer nos próximos dias.

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Polícia afirma que não houve mudança na linha de investigação sobre mortes de secretário e filhos

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A Polícia Civil de Goiás (PCGO) desmentiu, nesta segunda-feira (23/2), que haja novas linhas de investigação no caso que envolve a m0rt3 do secretário de Governo de Itumbiara, Thales Naves Alves Machado, e de seus dois filhos.

LEIA MAIS: Secretário executa os próprios filhos e se mata dentro de condomínio

Em nota oficial, a corporação afirmou que o inquérito conduzido pelo Grupo de Investigações de H0mic1dios (GIH) de Itumbiara “segue em andamento, mantendo o mesmo escopo adotado desde o início dos trabalhos, sem alterações na linha investigativa”.

A manifestação ocorre após a repercussão de possíveis relatos sobre uma mudança na linha de investigação que poderia, inclusive, mudar a autoria do crime.

Segundo a nota, novas informações só serão divulgadas após a conclusão das diligências e dos laudos periciais, respeitando o sigilo legal da investigação.

A coluna Mirelle Pinheiro teve acesso ao depoimento de testemunhas que estiveram no apartamento onde ocorreu a tragédia, no Condomínio Paraíso, no sul de Goiás. As informações indicaram detalhes da cena encontrada por moradores que correram ao imóvel após uma publicação feita por Thales em rede social, na qual ele dizia que pretendia tirar a vida dos filhos e, em seguida, a própria.

Segundo esses relatos, Thales foi encontrado deitado sobre a cama, com uma pistola Glock G25, calibre .380, sobre o peito. As duas crianças, Miguel Araújo Machado, de 12 anos, e Benício Araújo Machado, de 8, estavam feridas ao lado do pai. Ambas apresentavam marcas de disparos na região da cabeça.

Moradores iniciaram o socorro imediato e levaram os meninos ao Hospital Municipal Modesto de Carvalho. Miguel não resistiu. Benício foi transferido em estado grave para o Hospital Estadual São Marcos e faleceu. Thales teve a m0rt3 constatada ainda no local pelo Serviço de Atendimento Móvel de Urgência (Samu).

Testemunhas também relataram forte cheiro de gasolina no interior do imóvel. Dois galões vazios foram encontrados no apartamento, indicando que o combustível teria sido espalhado no ambiente. A perícia recolheu a arma e realizou os levantamentos técnicos.

Fonte: Metrópoles

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