Polícia
Polícia Civil deflagra operação “Linha de Frente” contra homicídios e facções criminosas em Rondônia
Nesta quinta-feira (24), a Polícia Civil de Rondônia deflagrou a Operação Linha de Frente, com o objetivo de desarticular organizações criminosas envolvidas em homicídios e na disputa pelo controle do tráfico de drogas na região central do estado. A ação foi coordenada pela Delegacia de Polícia Civil de Ouro Preto do Oeste e contou com o apoio da Polícia Militar e da Polícia Penal.
Foram cumpridos seis mandados de prisão temporária e 19 mandados de busca e apreensão domiciliar. As diligências se estenderam também aos municípios de Ji-Paraná, Vale do Paraíso e Jaru, onde dois dos alvos foram presos em flagrante após cometerem o assassinato de uma mulher durante a madrugada.
A operação incluiu ainda varreduras em celas de unidades prisionais localizadas em Ji-Paraná, como parte do esforço investigativo para conter a atuação de facções criminosas que vinham orquestrando crimes de dentro do sistema penitenciário.
As investigações tiveram início há pouco mais de 30 dias e já resultaram, antes da operação de hoje, na prisão de cinco indivíduos e na apreensão de quatro armas de fogo, além de outros elementos probatórios. Ao todo, cerca de 70 policiais civis, militares e penais foram mobilizados para a execução da operação, que segue em andamento com novas diligências em curso.
A escalada de homicídios registrada nos últimos meses na região estaria relacionada a uma guerra entre grupos criminosos rivais pelo domínio do tráfico de entorpecentes. Os presos são apontados como integrantes ativos dessas organizações e suspeitos de participação direta em execuções recentes.
A Polícia Civil informa que os nomes dos investigados não serão divulgados neste momento, em razão do sigilo necessário às investigações em andamento. Ressalta ainda que esta é apenas a primeira fase de uma força-tarefa estratégica e permanente de enfrentamento ao crime organizado em Rondônia.


Fonte: Assessoria da Polícia Civil
Polícia
Polícia Civil combate facção armada durante Operação Águia
Na tarde desta sexta-feira (22), a Polícia Civil de Rondônia, por intermédio da 1ª Delegacia de Polícia de Cujubim, da Delegacia Regional de Ariquemes, com o apoio da 1ª Delegacia de Polícia Civil de Alto Paraíso, deflagrou a Operação ÁGUIA. A ação teve como objetivo o cumprimento de prisão temporária e oito mandados de busca e apreensão expedidos pela 1ª Vara de Garantias da Comarca de Porto Velho.
As investigações apontam que os alvos da operação estão envolvidos em crimes de tráfico de drogas, associação para o tráfico e constituição de organização criminosa armada, integrando uma célula estruturada de uma facção. O grupo tentava instituir um verdadeiro “poder paralelo” em Cujubim, impondo o monopólio da venda de entorpecentes e cobrando taxas de extorsão mensais (a “caixinha”) de traficantes menores e até de estabelecimentos comerciais locais. Além disso, aterrorizavam a população por meio de um “Tribunal do Crime” (Conselho da Disciplina), aplicando penas de espancamento, tortura, expulsão e até execuções para quem desobedecesse às suas regras ou tentasse denunciar à polícia.
O nome da operação faz referência a visão aguçada e ao monitoramento minucioso de cima realizado pela equipe policial, que conseguiu mapear de forma silenciosa e precisa toda a complexa hierarquia da facção. O nome também alude a uma rua do município, um dos endereços estratégicos mapeados pela inteligência policial, onde residiam e operavam lideranças fundamentais do grupo criminoso durante as investigações.
A Polícia Civil reforça seu compromisso no combate à criminalidade e destaca a importância da colaboração da sociedade na elucidação de crimes. Denúncias anônimas podem ser feitas pelo número 197. Seu sigilo é absoluto!
Fonte: Polícia Civil
Polícia
PM prende traficante com 28 pedras de crack em Rondônia
Na manhã desta sexta-feira, 22, dando continuidade às ações de combate ao tráfico de drogas em Ji-Paraná, uma guarnição de Rádio Patrulha da Polícia Militar realizou diligências em um imóvel abandonado no bairro JK, conhecido popularmente como “Boca da Dalva”, apontado por diversas denúncias como ponto utilizado para comercialização e consumo de entorpecentes.
Segundo a Polícia Militar, o tráfico de drogas está diretamente relacionado ao aumento de crimes patrimoniais, como furtos e receptações, motivo pelo qual as equipes vêm intensificando ações preventivas e repressivas na região.
Ao chegar ao local, os policiais visualizaram vários indivíduos consumindo drogas no interior do imóvel, sendo realizada a abordagem de todos os presentes.
Durante busca pessoal em um dos suspeitos, os militares localizaram um invólucro contendo 28 porções de substância análoga ao crack, já fracionadas e prontas para comercialização, além da quantia de R$ 50 em espécie, dividida em notas de pequeno valor, característica comum do comércio ilícito de drogas.
Durante entrevista policial, o suspeito informou que havia chegado recentemente de outro município com o objetivo de atuar no tráfico de drogas em Ji-Paraná.
Outros três abordados relataram espontaneamente serem usuários de entorpecentes e afirmaram que estavam no local para adquirir drogas do conduzido.
Diante das informações obtidas, os policiais foram até um endereço ligado ao suspeito, no bairro Capelasso, onde localizaram R$ 595 em espécie, divididos principalmente em notas de pequeno valor, além de uma porção considerável de substância análoga à maconha.
Diante da situação de flagrante relacionada ao tráfico de drogas, o suspeito recebeu voz de prisão e foi encaminhado à UNISP, juntamente com os entorpecentes, dinheiro apreendido e demais materiais relacionados à prática criminosa, para adoção das medidas cabíveis.
Fonte: Polícia Militar
Polícia
Sogro é preso acusado de estuprar a própria nora com deficiência
Um homem de 69 anos foi preso temporariamente, na tarde desta sexta-feira (22/5), suspeito de estuprar a própria nora, uma mulher com deficiência. Segundo as investigações da Polícia Civil do Distrito Federal (PCDF), por meio da Decrin, a vítima, de 55 anos, sofreu lesões graves e permaneceu internada por vários dias no Hospital Regional de Ceilândia (HRC).
Uma testemunha relatou aos agentes que a própria filha do acusado teria afirmado que a vítima, antes de perder a capacidade de comunicação, atribuiu a autoria dos fatos ao investigado.
Ainda conforme apurado pela Decrin, também havia medida protetiva de urgência vigente em desfavor do suspeito, pela testemunha, em razão de episódios anteriores relacionados aos crimes de injúria, ameaça e violência psicológica, no contexto da Lei Maria da Penha.
Durante o cumprimento do mandado, expedido pelo Juizado de Violência Doméstica e Familiar Contra a Mulher de Samambaia (DF), os policiais localizaram e prenderam o investigado no mesmo endereço onde os fatos teriam ocorrido.
Fonte: Metrópoles
