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Polícia

Empresa é pega com subestação clandestina para desvio de energia

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Um laticínio de Ji-Paraná foi flagrado realizando um desvio ilegal de energia elétrica por meio de uma subestação clandestina montada em um terreno vizinho. A irregularidade foi identificada durante uma fiscalização da Energisa, com apoio da Polícia Militar e da Polícia Técnico-Científica.

Segundo a inspeção, a empresa estava com o fornecimento de energia suspenso por falta de pagamento, mas continuava sendo abastecida de forma irregular. A estrutura clandestina tinha capacidade de 75 kVA e era usada para puxar energia diretamente da rede de distribuição.

Mesmo com o local sem funcionamento, alguns equipamentos ainda estavam ligados, o que indicava consumo elevado. A energia desviada seria suficiente para abastecer cerca de 100 residências populares por um mês.

De acordo com a Energisa, o esquema representa riscos sérios, como choques elétricos, incêndios e sobrecarga na rede, além de prejuízos aos consumidores que pagam corretamente suas contas.

O responsável pelo estabelecimento poderá responder por furto de energia, crime previsto no Código Penal. Em casos de fraude ou adulteração, também pode haver enquadramento por estelionato.

A Energisa reforça que denúncias de irregularidades podem ser feitas de forma anônima pelos canais oficiais, pelo 190 da Polícia Militar ou pelo 0800 da concessionária.

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Polícia

Motociclista morre após colisão contra mureta

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O motociclista Valdemir Silva Soares, de 48 anos, morreu após sofrer um acidente na madrugada deste sábado (22), na BR-364, nas proximidades da base da Polícia Rodoviária Federal (PRF), em Porto Velho.

Segundo informações apuradas pela a equipe do Notícias Urgentes, pessoas que trafegavam pela rodovia no sentido Candeias do Jamari encontraram Valdemir caído na pista e acionaram o Serviço de Atendimento Móvel de Urgência (Samu). Quando a equipe chegou ao local, a morte do motociclista foi constatada.

Durante os trabalhos periciais, os primeiros levantamentos indicaram que Valdemir pode ter perdido o controle da motocicleta e atingido a mureta de proteção que divide as pistas.

As circunstâncias do acidente ainda serão investigadas pelas autoridades responsáveis.

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Polícia

Motociclista morre após bater contra mureta na BR-364

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Um homem morreu após sofrer um grave acidente de motocicleta na madrugada deste sábado (22), na BR-364, nas proximidades da base da Polícia Rodoviária Federal (PRF), em Porto Velho (RO).

Segundo informações apuradas pela a equipe do Notícias Urgentes, pessoas que trafegavam pela rodovia no sentido Candeias do Jamari encontraram o motociclista caído às margens da pista e acionaram o socorro. Uma equipe do Serviço de Atendimento Móvel de Urgência (Samu) esteve no local, mas constatou que a vítima já estava sem vida.

Durante os trabalhos periciais, os indícios apontaram inicialmente que o motociclista pode ter perdido o controle da direção e atingido a mureta de proteção que separa as pistas da rodovia.

As circunstâncias do acidente ainda serão investigadas pelas autoridades, que deverão apurar o que provocou a perda de controle da motocicleta.

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Polícia

Justiça de Rondônia mantém condenação por fraude em licitações em Seringueiras

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Em decisão colegiada, os julgadores da 1ª Câmara Especial do Tribunal de Justiça do Estado de Rondônia (TJRO) negaram o recurso de apelação e mantiveram as condenações por ato de improbidade administrativa impostas pela 1ª Vara Genérica de São Miguel do Guaporé contra um ex-prefeito, um ex-pregoeiro, um engenheiro – apontado como líder –, um executor de obras, um empresário (sócio de fachada) e duas empresas. As punições ocorrem em razão de fraudes em licitações realizadas pelos réus no Município de Seringueiras (RO), em 2014, mediante a inserção de Diários Oficiais falsificados nos processos administrativos.

Para punir os envolvidos, as sanções financeiras aplicadas variam de 10 a 30 vezes o valor das remunerações recebidas à época dos fatos, além da proibição de contratar com o Poder Público por prazos de 3 a 4 anos. As penalidades mais severas foram impostas à empresa de engenharia (multa equivalente a 30 vezes o salário do chefe do Executivo à época), ao ex-prefeito e ao engenheiro apontado como líder do esquema, ambos condenados a pagar multa de 20 vezes a remuneração do cargo e proibidos de contratar com a administração pública pelo período máximo de 4 anos.

Para o colegiado, diante das provas juntadas ao processo, ficou comprovada a intenção deliberada do grupo em direcionar as licitações. O acórdão reafirmou que a caracterização desse ato de improbidade independe da demonstração de dano material efetivo ao erário ou de enriquecimento ilícito.

A investigação judicial apontou que o grupo operava em divisão de tarefas bem definida: o engenheiro confeccionava as publicações oficiais falsas; o pregoeiro viabilizava a juntada dos papéis adulterados aos autos; o ex-prefeito homologava os certames e autorizava os pagamentos; e executores e sócios de fachada atuavam no recebimento e na movimentação dos valores em contas de pessoas físicas.

O caso

O esquema ocorreu nos processos licitatórios nº 611/2014, 694/2014 e 736/2014 da Prefeitura de Seringueiras, destinados a obras de terraplenagem, topografia e construção de bueiros. Para simular a legalidade dos certames, os acusados inseriram exemplares falsificados do Diário Oficial nos processos administrativos, contendo avisos de licitação inexistentes nos registros reais. Sem a publicidade autêntica, empresas concorrentes não tomavam conhecimento dos editais, garantindo que apenas os empreendimentos vinculados ao grupo participassem e saíssem vencedores das contratações públicas.

O recurso de apelação foi julgado durante a sessão eletrônica realizada entre os dias 11 e 14 de agosto de 2026. Participaram do julgamento os desembargadores Gilberto Barbosa (relator), Daniel Lagos e o juiz convocado Ilisir Bueno Rodrigues.

Apelação Cível n. 7001886-98.2016.8.22.0022

Assessoria de Comunicação Institucional

Fonte: TJRO

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