Política
Cristiane Lopes destina emenda para Mutirão de Cirurgias de Cataratas no Hospital Santa Marcelina de Porto Velho
A Deputada Federal informa que o recurso será fundamental para atender pacientes de todo o
Estado de Rondônia
A Deputada Federal Cristiane Lopes (União Brasil) anunciou uma importante
iniciativa em prol da saúde pública no Estado de Rondônia. No último dia 12 de
março, a parlamentar indicou uma emenda parlamentar no valor de 400 mil reais
que serão transferidos por meio da Secretaria de Estado da Saúde (SESAU/RO)
para o Hospital Santa Marcelina de Porto Velho, destinada à realização de um
mutirão de cirurgias de cataratas.
Para a Deputada é uma grande satisfação poder colaborar com melhorias para o
Hospital Santa Marcelina, uma instituição que atende pacientes de baixa renda há
quase 50 anos. “As irmãs nos procuraram e nos explicaram sobre a necessidade da
execução de um mutirão de cirurgias e esta medida visa atender uma demanda
urgente e essencial para a população, contribuindo significativamente para a
melhoria dos serviços de saúde na região”, explicou.
Durante uma visita à instituição no ano passado, Cristiane Lopes conheceu a
estrutura do Hospital Santa Marcelina e compreendeu as necessidades urgentes da
comunidade atendida. Foi nesse contexto que surgiu o compromisso de destinar a
emenda parlamentar para viabilizar o mutirão, um serviço de extrema importância
para garantir a qualidade de vida dos pacientes.
A Casa de Saúde Santa Marcelina é uma entidade beneficente, sem fins lucrativos,
que possui 155 leitos e realiza atendimentos ambulatoriais, clínicos e cirúrgicos.
Além disso, o hospital é referência no acolhimento, tratamento e acompanhamento
de portadores de hanseníase e procedimentos em ortopedia.
A diretora geral do Hospital Santa Marcelina, Irmã Lina Ambiel, expressou sua
gratidão pela iniciativa. “Expressamos nossa gratidão à deputada Cristiane Lopes
pelo empenho em contribuir com esta missão”.
A parlamentar reforçou seu compromisso com a saúde pública, como também
reafirmou a importância além das obrigações políticas, direcionando recursos aonde eles podem fazer a maior diferença na vida das pessoas.

Política
Vereador Thiago Tezzari articula soluções para crise de saneamento no Porto Madeira
Em uma ofensiva para resolver um problema que já se arrasta por uma década, o vereador Thiago Tezzari esteve presente na sede do Ministério Público do Estado de Rondônia (MP-RO) nesta quarta-feira.
O parlamentar participou de uma reunião estratégica na Promotoria de Defesa do Consumidor para tratar da precária situação de fornecimento de água e esgotamento sanitário nos residenciais Porto Madeira II e V.
Tezzari, que tem intensificado a fiscalização através da Comissão de Saneamento, destacou a gravidade do cenário enfrentado pelos moradores.
“Estamos acompanhando de perto essa situação extremamente grave. Nosso objetivo é garantir que os direitos básicos dessa comunidade sejam finalmente respeitados”, afirmou o vereador.
Articulação e Cobrança
A reunião contou com a presença de síndicos dos residenciais e dos vereadores Santana e Márcio Pacele.
Durante o encontro, Tezzari reforçou a necessidade de uma ação coordenada entre os órgãos responsáveis.
Como resultado da articulação, as empresas e instituições envolvidas — Energisa, CAERD e Caixa Econômica Federal — solicitaram um prazo de 60 dias para regularizar as pendências que impedem a entrega definitiva e o funcionamento pleno das unidades.
Compromisso com a Comunidade
Apesar do novo prazo, Thiago Tezzari demonstrou cautela e prometeu manter a pressão sobre as concessionárias. O vereador ressaltou que a “batalha pela regularização” continua sendo prioridade em seu mandato.
“Os síndicos e moradores sabem que podem contar conosco. Estamos todos juntos nessa luta para que as coisas aconteçam o quanto antes. Não aceitaremos mais desculpas para um problema que afeta a dignidade dessas famílias há 10 anos”, pontuou Tezzari.
A mobilização liderada pelo parlamentar marca um avanço importante nas tratativas, colocando o saneamento básico do Porto Madeira no centro da agenda política municipal.
Fonte: Assessoria
Política
Marcos Rocha sanciona lei e destrava situação de famílias no Soldado da Borracha
O governador de Rondônia, Marcos Rocha, sancionou nesta segunda-feira (9), no Palácio Rio Madeira, em Porto Velho, a Lei Complementar nº 172/2026, que cria o regime de transição na área da Estação Ecológica Soldado da Borracha e permite que famílias e produtores rurais voltem a trabalhar com segurança jurídica enquanto avançam os processos de indenização e desapropriação.
A medida põe fim a um dos principais entraves enfrentados por moradores da região nos últimos anos, que estavam impedidos de acessar documentos, licenças e serviços básicos para manter suas atividades. Segundo o governador, a solução não poderia ser feita por decreto e exigiu um caminho jurídico seguro para evitar novos conflitos e garantir proteção às famílias.
Marcos Rocha afirmou que a decisão de sancionar a lei foi resultado de um trabalho técnico conduzido dentro do próprio governo. “Nós enfrentamos uma situação delicada, que não poderia ser resolvida por decreto, e por isso construímos, com muito cuidado e responsabilidade, o caminho jurídico seguro para garantir os direitos das famílias atingidas e proteger o Estado. Hoje eu faço a sanção desta lei, que representa um passo concreto de justiça, de pacificação e de compromisso com as pessoas que aguardavam há anos por essa resposta”, declarou.
Com a nova lei, os produtores passam a ter acesso novamente a instrumentos essenciais, como licenciamento ambiental, emissão de notas fiscais, guias de trânsito animal e autorizações para manejo sustentável, permitindo a retomada regular das atividades na região.
Para o governador, a sanção representa mais do que uma solução administrativa. Segundo ele, o momento simboliza a reconstrução da confiança do poder público com as comunidades do Soldado da Borracha, ao mostrar que é possível conciliar proteção ambiental, responsabilidade jurídica e desenvolvimento social.
A cerimônia de sanção reuniu equipes técnicas do Estado, representantes da Procuradoria-Geral do Estado, secretarias envolvidas e lideranças locais, que acompanharam o anúncio considerado um marco para as famílias que vivem na área.
Fonte: Assessoria
Política
Ministro do STJ apresenta laudo psiquiátrico e solicita afastamento de 90 dias
O ministro Marco Buzzi, do Superior Tribunal de Justiça (STJ), apresentou nesta terça-feira (10) um atestado médico com a recomendação de afastamento por 90 dias por motivos psiquiátricos. O magistrado, de 68 anos, responde a uma acusação de importunação sexual feita por uma jovem de 18 anos. 

Na manhã desta terça (10), os ministros do STJ fazem uma segunda reunião extraordinária na qual devem discutir o caso. A sessão ocorre a portas fechadas, um dia depois de Buzzi ter enviado aos colegas uma carta em que defende sua inocência.
“Jamais adotei conduta que envergonhasse a família ou maculasse a magistratura”, diz o ministro na mensagem. “Esse histórico não é invocado como prova de inocência, mas como elemento relevante de coerência biográfica, o que clama por cautela redobrada na apreciação das graves acusações”, acrescenta o texto.
Denúncias
Na segunda (9), o Conselho Nacional de Justiça (CNJ) confirmou ter recebido uma segunda denúncia de importunação sexual contra Buzzi.
A primeira, recebida na semana passada, é de uma jovem de 18 anos, filha de um casal de amigos do ministro, que o acusa de tentar agarrá-la durante um banho de mar.
O episódio teria ocorrido no mês passado, quando o ministro, a jovem e seus pais passavam férias em Balneário Camboriú, litoral de Santa Catarina. A mulher prestou depoimento à Polícia Civil e ao CNJ. Uma investigação criminal também foi aberta no Supremo Tribunal Federal (STF), onde Buzzi possui prerrogativa de foro em razão do cargo.
O STJ, por sua vez, abriu uma sindicância para apurar o caso. Em seguida, Buzzi apresentou um primeiro atestado médico, após ter sido internado em um hospital de Brasília. Ele segue afastado e, agora, pede ampliação da licença.
Confira abaixo a íntegra a carta enviada por Buzzi aos demais ministros do STJ:
Caros colegas,
Muito impactado com as notícias veiculadas e também por me encontrar internado em hospital, sob acompanhamento cardíaco e emocional, até o momento estive calado.
De modo informal soube de fatos contra mim imputados, os quais igualmente repudio.
Tudo está causando mágoas às pessoas da minha família e convivência.
Creio que nos procedimentos já instauradas demonstrarei minha inocência.
Tenho quase 70 anos de idade, trajetória pessoal e profissional ilibadas, casamento feliz, de 45 anos, que frutificou três filhas amorosas e minha família está coesa ao meu lado.
Jamais adotei conduta que envergonhasse a família ou maculasse a magistratura.
Esse histórico não é invocado como prova de inocência, mas como elemento relevante de coerência biográfica, o que clama por cautela redobrada na apreciação das graves acusações.
Sem ainda compreender as razões das imputações feitas, lamento todo esse grande sofrimento e também desgaste da nossa Corte, revelando que estou submetido a dor, angústia e exposição que ninguém desejaria vivenciar.
De consciência tranquila, mas alma muitíssimo agitada, ante a prematura divulgação de informações, agradeço aqueles que me franquearam o benefício da dúvida. Confio que, por meio de apuração técnica e imparcial, os fatos serão plenamente esclarecidos.
Fonte: Agência Brasil
-
Geral14 horas atrásTRF1 restabelece cobrança de pedágio na BR-364
-
Polícia6 horas atrásSuspeito é baleado em confronto com a Força Tática no bairro Três Marias
-
Polícia14 horas atrásVulgo “Canela” é baleado perto da ponte sobre o Rio Madeira
-
Polícia10 horas atrásHomem é preso por cárcere privado após vítima conseguir denunciar o crime
-
Polícia12 horas atrásFamílias de vítimas de acidente com ambulância buscam indenização na Justiça
-
Polícia11 horas atrásPolícia Civil prende suspeito de estuprar criança de 5 anos
-
Geral15 horas atrásComeça nesta quarta-feira a convocação da lista de espera do Sisu 2026
-
Polícia14 horas atrásCondenado por matar a esposa tem pena mantida pelo TJRO e seguirá em regime fechado

