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Política

Dra. Taíssa faz entrega simbólica de cheque de 1,3 milhão para o Hospital de Base Ary Pinheiro

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Nesta quarta-feira (13) a deputada estadual Dra Taíssa (PSC) fez a entrega de um cheque simbólico de R$ 1,3 milhão de emenda parlamentar para o Hospital de Base Ary Pinheiro, em Porto Velho. O evento contou com a presença do secretário-adjunto da Secretaria de Estado da Saúde (Sesau), Élcio Barony, com a diretora do hospital, Katiane Guedes, e também servidores de diversas unidades. 

A emenda destinada pela parlamentar visa a aquisição de mobília moderna e adequada para os servidores do hospital, que enfrentam há cerca de 15 anos as dificuldades de realizar suas atividades diárias com móveis desgastados e, em alguns casos, improvisados com divisórias de parede de PVC. “Fui visitar o hospital e quando cheguei aqui foram apontadas diversas dificuldades, e eu perguntei onde seria melhor para aplicar esse recurso, e nada mais justo do que dar essa ergonomia aos servidores que, diariamente, atendem várias pessoas da minha região, madeira-mamoré. Hoje estou aqui entregando esse cheque simbólico com muita felicidade e quero deixar meu agradecimento ao Barony, ao secretário Jefferson e também ao governador Marcos Rocha, pela parceria”, expressou a parlamentar. 

O valor destinado pela deputada será direcionado para a compra de bancadas, cadeiras e outros móveis que contribuirão significativamente para a melhoria da ergonomia no ambiente de trabalho. No dia cinco de março iniciaram as chegadas dos móveis no almoxarifado da Sesau e logo iniciaram as montagens dos móveis e entregue no hospital para começar a substituição dos móveis.

O secretário-adjunto, Élcio Barony, agradeceu a deputada pela atenção que deu à unidade e por toda parceria com o governo do estado. “Quero expressar minha gratidão, em nome do secretário e do governador. Quando a Taíssa esteve aqui eu ainda estava como diretor do hospital, e ela foi muito clara que gostaria de ajudar destinando a emenda, logo começamos os tramites e aqui estamos fazendo a entrega desse cheque”, expressou o secretário-adjunto. 

A direção do hospital também expressou sua gratidão pela iniciativa da deputada e ressaltou que a renovação da mobília será um passo importante para melhorar as condições de trabalho e, consequentemente, elevar a qualidade do atendimento oferecido à população.

“Agradeço a deputada por essa emenda, a situação dos nossos móveis realmente é critica e, em nome dos servidores deixo nossa gratidão e que essa parceria possa acontecer outras vezes e ajudar cada vez mais a nossa unidade”, expressou a diretora.

Assessoria

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Política

Posses de Lula e de governadores será em 5 de janeiro

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A posse para o quarto mandato do presidente Luiz Inácio Lula da Silva e do vice Geraldo Alckmin ocorrerá no dia 5 de janeiro de 2027, e não mais no primeiro dia do ano. Os governadores e vices vão assumir o mandato no dia seguinte.

Essa mudança de datas foi estabelecida pela Emenda Constitucional nº 111, de 28 de setembro de 2021. Trata-se de uma novidade na rotina da democracia brasileira. Desde a promulgação da Constituição de 1988, a data de posse ocorria sempre no dia 1º de janeiro. Antes de 1988, os chefes do Executivo tinham o evento de início de mandato no dia 15 de março.

Agenda

Com a mudança, os governadores eleitos conseguem participar da posse do presidente em Brasília. Antes, as cerimônias aconteciam no mesmo dia. O evento de posse do presidente tem a tradição de anteceder o desfile em carro aberto e a recepção na rampa do Congresso pelos chefes do Senado e da Câmara.

Legislativo

Na Câmara e no Senado, a data de posse dos novos senadores e deputados permanece inalterada: 1º de fevereiro. Na ocasião, os parlamentares eleitos prestam o compromisso regimental, sem discurso dos presentes. Neste mesmo dia, acontece a eleição das Mesas de cada Casa para mandato de dois anos.

Fonte: Agência Brasil

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Política

Trump diz que eleição no Brasil “pareceu fraudada”

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O presidente dos Estados Unidos, Donald Trump, comentou as eleições brasileiras nesta segunda-feira (26/10) e afirmou que o pleito “pareceu mais uma eleição fraudada”. Na sequência, disse que gosta do presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT) e que se dá bem com o brasileiro.

“Bem, para mim, pareceu péssimo. Achei que foi uma situação de péssima aparência. Não tomei partido, mas, francamente, parecia mais uma eleição fraudulenta”, declarou Trump.

O presidente norte-americano afirmou ainda que o processo eleitoral passou uma imagem negativa para o mundo.

“Não tomei partido, mas foi uma péssima imagem para o mundo. É mais uma eleição. Sabe, as eleições precisam ser incontestáveis, e, para mim, isso pareceu muito ruim”, acrescentou.

A declaração ocorre após Trump afirmar, no domingo (25/10), que estava monitorando a disputa presidencial brasileira, mas evitar manifestar apoio a qualquer um dos candidatos. Na ocasião, o republicano foi questionado sobre o segundo turno entre Lula e o senador Flávio Bolsonaro (PL) e respondeu: “Não quero entrar nesse assunto, mas estamos monitorando”.

Até esta segunda-feira, o governo norte-americano também não havia divulgado comunicado oficial parabenizando Lula pela vitória ou reconhecendo formalmente o resultado da eleição. A administração Trump havia postergado a publicação de uma mensagem sobre o pleito.

Pressão sobre o processo eleitoral

  • As declarações de Trump ocorrem em meio a questionamentos de parlamentares democratas sobre a atuação dos Estados Unidos nas eleições brasileiras.
  • Em setembro, 31 deputados do partido acusaram o governo norte-americano de pressionar instituições brasileiras por meio de medidas econômicas, políticas e diplomáticas.
  • Os parlamentares também cobraram garantias de que Washington respeitaria o resultado das urnas.
  • A preocupação foi expressa em meio às tensões entre os dois países e às manifestações de integrantes do governo Trump sobre o cenário político brasileiro.
  • Em agosto, um funcionário do Departamento de Estado afirmou ao Metrópoles que os Estados Unidos respeitariam a escolha dos brasileiros em “eleições livres e justas”. Na ocasião, o representante também descartou a intenção de romper as relações diplomáticas com o Brasil.
  • Antes do primeiro turno, Trump havia classificado a eleição brasileira como importante e elogiado o país.
  • Depois da primeira etapa da disputa, também chamou o desempenho de Flávio Bolsonaro de “grande vitória”, embora tenha previsto uma disputa apertada no segundo turno.

Vitória histórica

Lula derrotou o filho mais velho de Jair Bolsonaro (PL) no segundo turno, realizado no domingo (25/10), e obteve 51,79% dos votos válidos, contra 48,21% do adversário.

O resultado marcou uma virada inédita desde a redemocratização: pela primeira vez, um candidato à Presidência conseguiu vencer o segundo turno após terminar a primeira etapa da disputa em segundo lugar. Flávio havia recebido 47,03% dos votos válidos no primeiro turno, enquanto Lula somou 45,16%.

Com a vitória, Lula se tornou o primeiro presidente brasileiro eleito quatro vezes pelo voto popular. O petista governou o país entre 2003 e 2010 e voltou ao Palácio do Planalto em 2023, após derrotar Jair Bolsonaro (PL) nas eleições de 2022.

Às vésperas de completar 81 anos, nesta terça-feira (27/10), Lula se prepara para iniciar o quarto mandato presidencial, previsto para começar em 5 de janeiro de 2027.

Fonte: Metrópoles

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Política

Celina Leão é a primeira mulher eleita governadora do DF

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Celina Leão (PP) é a primeira mulher eleita governadora do Distrito Federal. O resultado foi confirmado com mais de 90% das urnas apuradas. Gustavo Rocha (Republicanos) é o vice-governador eleito. O resultado foi confimado às 20h. A primeira reação da nova chefe do Executo local ao saber do resultado foi abraçar o marido e filho (foto acima).

Celina é a segunda mulher a governar o DF, mas a primeira eleita para a cadeira principal do Palácio do Buriti. Em março de 2006, Maria Abadia assumiu o comando do Governo do Distrito Federal, após renúncia do então governador Joaquim Roriz. Ela permaneceu na função por nove meses.

Celina assumiu o GDF em março deste ano, após o então governador Ibaneis Rocha (MDB) renunciar ao cargo. Na campanha para a reeleição, ela contou com o apoio de Michelle Bolsonaro (PL) e Bia Kicis (PL), eleitas para o Senado.

Quem é Celina Leão

Natural de Goiânia, Celina Leão é formada em administração e direito. Ela é casada com o empresário Fabrício Faleiro e é mãe de Bruna e Pedro.

Iniciou a vida pública como aliada do ex-governador do Distrito Federal Joaquim Roriz.

Foi eleita deputada distrital pela primeira vez em 2011 e reeleita em 2015. Nas eleições de 2018, já como aliada de Ibaneis Rocha (MDB), disputou e conquistou uma vaga na Câmara dos Deputados.

Celina chegou a se afastar do mandato de deputada federal para assumir os cargos de secretária de Esporte e da Mulher do DF, no primeiro mandato de Ibaneis. Em 2022, foi eleita vice-governadora ao lado dele.

Ao longo da vida política, Celina chegou a ser alvo do Ministério Público em investigação envolvendo suposta propina na Câmara Legislativa do DF, mas acabou absolvida em primeira instância. Um processo de improbidade administrativa sobre a Operação Drácon ainda tramita na Justiça do DF.

Em março de 2026, quando Ibaneis se afastou do cargo com a então intenção de concorrer nas eleições, Celina assumiu como governadora. Ela assumiu em meio à crise do BRB causada pela relação com o Banco Master.

Celina ficou sete meses no cargo até ser reeleita em outubro de 2026, no segundo turno das eleições.

Primeiro turno

No primeiro turno, Celina ficou a apenas 168 votos da vitória. A candidata à reeleição recebeu 825.530 votos (49,93% dos votos válidos) e Leandro Grass (PT) somou 564.930 (34,47% dos votos válidos).

A análise dos dados mostrou que 26 mil eleitores do DF anularam os votos ao digitar 22, número do PL, o que também teria atrapalhado o desempenho da governadora, segundo aliados.

Embora o partido faça parte da coligação encabeçada por Celina, o partido da governadora é o PP, que tem o número 11 nas urnas.

Fonte: Metrópoles

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