Polícia
Operação resulta em cinco prisões e apreensão de drogas, veículos e produtos furtados no interior de RO
A Polícia Civil deflagrou, com apoio da Polícia Militar e da Polícia Penal, a Operação CATARSE, em Alvorada do Oeste (RO), com o objetivo de combater o tráfico de drogas e restabelecer a tranquilidade na comunidade local. A ação foi resultado de uma investigação minuciosa conduzida pelo Serviço de Vigilância, Investigação e Captura (SEVIC) da Polícia Civil de Alvorada, motivada por diversas denúncias da população.
O nome da operação, CATARSE, faz alusão ao processo de purificação social por meio da repressão ao crime, simbolizando o esforço das forças de segurança em livrar a sociedade da influência do tráfico e da criminalidade associada.
A operação resultou em cinco prisões, sendo duas em flagrante, pelos crimes de tráfico de drogas, receptação, ameaça, desobediência e dano, e três por mandados de prisão. Entre os capturados está um indivíduo conhecido como “Bolívia”, autor de uma tentativa de homicídio, preso em um dos pontos de venda de drogas. Outro detido é acusado de ter assassinado o próprio tio a pauladas, em agosto de 2024. O terceiro teve a regressão de pena determinada pelo Tribunal de Justiça.
O principal alvo da operação era o homem responsável por abastecer a cidade com drogas ilícitas. Para manter o tráfico ativo, ele recrutava menores de idade para comercializar os entorpecentes, recebendo diretamente os valores das vendas. Durante o cumprimento dos mandados, o suspeito tentou se livrar das drogas jogando-as sobre o telhado, mas, com o apoio de imagens de drone e atenção redobrada, os policiais conseguiram localizar e apreender o material.
Entre os itens apreendidos estão drogas do tipo crack, cocaína e maconha, duas motocicletas utilizadas no tráfico, além de diversos produtos de origem furtosa e aparelhos celulares.
A ação conjunta das forças policiais reforça o compromisso com a segurança pública e representa uma resposta eficaz às denúncias da população, que vinha relatando o medo constante provocado pela intensa movimentação de usuários de drogas em pontos já conhecidos de tráfico.
Todos os presos foram conduzidos ao presídio local e permanecem à disposição da Justiça.




Fonte: Planeta Folha
Geral
MPRO apura pagamento de quase R$ 180 mil em diárias a servidor entre 2023 e 2025
O Ministério Público de Rondônia (MPRO), por meio da 7ª Promotoria de Justiça, recomendou que a Agência Estadual de Vigilância em Saúde (Agevisa) adote medidas para corrigir possíveis irregularidades no uso de diárias, fortalecer o controle interno e evitar favorecimento pessoal. A recomendação foi feita na última terça-feira (27/1), em Porto Velho.
O documento foi expedido pela 7ª Promotoria de Justiça da capital, por meio do promotor de Justiça Geraldo Henrique Ramos Guimarães, que estabeleceu prazo para a Agevisa fornecer providências. O objetivo é a prevenção de gastos desnecessários, a proteção do dinheiro público e a promoção da boa governança administrativa.
Motivação
Segundo informações enviadas ao MPRO, entre 2023 e 2025, um dirigente recebeu diárias que somaram quase R$180 mil. Os atos foram formais, sem elementos suficientes à caracterização de ato de improbidade administrativa ou de prejuízos aos cofres públicos; sobretudo o volume e a frequência das diárias levaram à recomendação de ajustes. O objetivo é prevenir falhas, reduzir riscos e melhorar a gestão, sem caráter punitivo.
Recomendação
O MPRO orientou o aperfeiçoamento da justificativa de cada viagem, devendo ser explicada a finalidade do deslocamento, a relação com o cargo e a necessidade da presença do servidor ou dirigente.
Nela também consta a orientação quanto ao reforço do controle interno, que além de checar a parte formal, deve fazer a análise de custo-benefício, razoabilidade e economia, com atenção especial a cargos de direção.
Os relatórios de comprovação devem ser padronizados, descrever o que foi feito, os resultados e os produtos gerados para a administração.
O MPRO recomendou que a participação em eventos deve ter como prioridade temas ligados às funções da Agevisa e que viagens repetidas, sem retorno claro, devem ser evitadas. A medida busca mais transparência e controle.
Ficou estabelecido o prazo de dez dias para que a Agevisa informe ao Órgão Ministerial se acata ou não a Recomendação, bem como quais medidas administrativas serão adotadas para seu cumprimento.
Gerência de Comunicação Integrada (GCI)
Polícia
Justiça de Rondônia mantém prisão de piloto investigado por tráfico de drogas e organização criminosa
Os julgadores da 2ª Câmara Criminal do Tribunal de Justiça de Rondônia negaram o pedido de revogação de prisão de um aviador, preso preventivamente e, apontado em investigação da Polícia Federal (PF) como piloto de uma organização criminosa voltada para o tráfico de drogas. A investigação da PF apontou que o grupo atuava nos estados de Rondônia, Amazonas e Roraima.
Consta na decisão colegiada que existem indícios em mais de vinte elementos de prova, produzidos pela Polícia Federal, de que o grupo utilizava aeronaves particulares de pequeno porte para a prática criminosa, inclusive em pousos clandestinos.
Segundo a decisão da 2ª Câmara Criminal, membros do grupo foram abordados pela PF nos anos de 2022 e 2024 com carregamento de entorpecentes. Em 2022, um dos membros foi preso em flagrante com 430 kg de drogas. Já o piloto, que entrou com o pedido de Habeas Corpus (HC), foi alvo de uma operação da PF em Roraima, também em 2022, na qual foi apontado como “integrante de um grupo criminoso envolvido com o tráfico de drogas no gabinete de um vereador da cidade de Boa Vista/RR”.
Para o relator, desembargador José Jorge Ribeiro da Luz, diante dos fortes indícios e da decisão fundamentada do juízo de 1º grau, “deve ser mantida a prisão preventiva do paciente (acusado), pois realizada em harmonia com a legislação processual penal e sem ofensas às garantias constitucionais previstas”.
O Habeas Corpus (n. 0816227-72.2025.8.22.0000) foi julgado durante sessão eletrônica realizada entre os dias 26 e 30 de janeiro de 2026. Participaram do julgamento os desembargadores José Jorge Ribeiro da Luz (relator), Álvaro Kalix Ferro e Adolfo Theodoro Naujorks Neto.
Fonte: Assessoria TJ/RO
Polícia
Suspeito de homicídio é capturado em operação policial
Um homem foi preso na manhã desta terça-feira após ser localizado em uma ação conjunta entre a 1ª Delegacia de Polícia de Jaru e o Núcleo de Inteligência (NI) do 8º Batalhão da Polícia Militar. O indivíduo, identificado pelas iniciais C.V.D., possuía um mandado de prisão em aberto pelo crime de homicídio.
Segundo informações, a captura é fruto de um trabalho minucioso de investigação e inteligência. O crime ao qual o suspeito é vinculado ocorreu no município de Vilhena, e as autoridades vinham monitorando o paradeiro do investigado até a sua localização em Jaru.
A abordagem foi realizada de forma estratégica, garantindo a segurança da operação e a rápida imobilização do suspeito. A integração entre as polícias Civil e Militar foi apontada como peça-chave para o sucesso da diligência, demonstrando a eficiência no combate à criminalidade na região.

Diante dos fatos, o homem foi conduzido para a realização dos exames de praxe e, posteriormente, encaminhado à unidade prisional, onde permanece à disposição da Justiça. A prisão reforça o compromisso das forças de segurança com a proteção da população e o cumprimento de ordens judiciais.
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