Polícia
VAMPIRO: Polícia prende homem acusado de matar e beber sangue das vítimas
A Polícia Civil de Goiás (PCGO) desencadeou a Operação Sanguinaz contra um homem investigado por três homicídios ocorridos na região norte de Goiânia.
A ação contou com o apoio da Polícia Técnico-Científica de Goiás, e a prisão foi realizada pela Polícia Militar de Goiás no domingo (25).
Segundo as autoridades, os crimes do Vampiro de Goiânia ocorreram em dezembro de 2023 e fevereiro deste ano.
A Delegacia Estadual de Investigação de Homicídios aponta que o investigado matava por prazer e bebia o sangue das vítimas após as execuções.
As investigações apontaram, ainda, que o preso praticou o mesmo modus operandi nas três execuções. “Tratando-se de pessoa de altíssima periculosidade e que aproveitava do estado de vulnerabilidade das vítimas em situação de rua e usuários de drogas para atraí-las e depois executá-las”, destacou a corporação.
Polícia
Saiba quem são os técnicos de enfermagem suspeitos de matar três pacientes em hospital
Os técnicos de enfermagem acusados de matar pelo menos três pacientes na UTI (Unidade de Terapia Intensiva) do Hospital Anchieta, em Taguatinga (DF), foram identificados como Marcos Vinícius Silva Barbosa de Araújo, Amanda Rodrigues de Sousa e Marcela Camilly Alves da Silva.
Marcos Vinícius é investigado por administrar doses letais de medicamentos a pacientes internados na UTI, com o objetivo de matá-los. Segundo os investigadores, ele atuava há pelo menos cinco anos como técnico de enfermagem. Em uma das tentativas, quando não obteve sucesso, ele recorreu a uma medida extrema, injetando desinfetante na veia de uma das vítimas.
Marcela e Amanda estão sendo investigadas por negligência e possível coautoria nos crimes. Conforme apontam as investigações, Amanda trabalhava em outro setor do hospital, mas era amiga de longa data de Marcos. Já Marcela era nova na instituição e recebia instruções do técnico acerca do serviço no setor.
Em nota, o Hospital Anchieta afirmou que, ao perceber irregularidades em três óbitos ocorridos na UTI, instaurou uma investigação interna. A partir das conclusões do processo interno, foi solicitado o início de um inquérito policial.
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Os três técnicos de enfermagem foram demitidos após a apuração, e as famílias das vítimas foram notificadas, sendo fornecidas as explicações necessárias de forma transparente e cuidadosa.
A Polícia Civil revelou que, em um dos casos, um técnico de 24 anos utilizou a conta de um médico para acessar o sistema do hospital, prescrevendo um medicamento errado. Ele retirou a substância da farmácia e administrou nas três vítimas, sem a consulta da equipe médica. As aplicações ocorreram em duas datas: 17 de novembro do ano passado e 1º de dezembro. Para tentar encobrir sua ação, o técnico ainda realizava massagens cardíacas nos pacientes, simulando tentativas de reanimação.
Além disso, o técnico de 24 anos também injetou desinfetante em uma paciente de 75 anos, utilizando uma seringa. As investigações indicam que ele aplicou o produto dez vezes no mesmo dia, após a paciente ter sofrido várias paradas cardíacas.
De acordo com a Polícia Civil, Marcos Vinícius foi o responsável pelas aplicações letais, enquanto Amanda e Marcela, de 22 e 28 anos, teriam auxiliado em dois dos casos. Inicialmente, todos negaram envolvimento nos crimes, mas, após confrontos com imagens de câmeras de segurança, acabaram confessando.
A investigação ainda não aponta que os crimes tenham sido cometidos sob pedido das vítimas ou de seus familiares. A Polícia Civil segue apurando a possibilidade de outras ocorrências semelhantes.
CNN Brasil
Polícia
Técnico de enfermagem aplicou 10 vezes seringa com desinfetante em mulher em UTI
Miranilde Pereira da Silva (foto em destaque), 75 anos, uma das vítimas dos técnicos de enfermagem que atuavam dentro da Unidade de Terapia Intensiva (UTI) do Hospital Anchieta, em Taguatinga (DF), morreu após um dos investigados usar uma seringa para aplicar desinfetante no corpo dela.
Segundo o delegado responsável pelo caso, Wisllei Salomão, a vítima recebeu “pelo menos 10 vezes” o produto. Miranilde, que era professora aposentada, teve o óbito declarado em 17 de novembro de 2025.
Segundo uma publicação feita pelo Sindicato dos Professores (Sinpro) à época, a vítima era lotada na Regional de Ensino de Ceilândia como professora de atividades na Escola Classe 3.
“Sua dedicação, sensibilidade e cuidado marcaram a trajetória de inúmeras crianças e fortaleceram a escola pública como um espaço de afeto, aprendizagem e cidadania”, declarou o Sinpro. A professora deixou três filhos, uma filha, duas netas e cinco netos.
Embora a polícia não tenha revelado a identidade das vítimas, o Metrópoles apurou quem são os mortos na ação criminosa cometida pelos técnicos de enfermagem Marcos Vinícius Silva Barbosa de Araújo (à esquerda na foto abaixo), Amanda Rodrigues de Sousa e Marcela Camilly Alves da Silva (à direita).
Outras vítimas
Uma segunda vítima do trio é Marcos Moreira (à esquerda na foto abaixo), 33 anos. Ele era morador de Brazlândia (DF) e servidor dos Correios. Ele deixou uma filha de 5 anos.
O Sindicato dos Trabalhadores dos Correios e Telégrafos do Distrito Federal e Região do Entorno (Sindect-DF) lamentou a morte do carteiro, ocorrida no início de dezembro.
“É com pesar que o Sintect-DF comunica o falecimento do carteiro Marcos Raymundo Fernandes Moreira, trabalhador dos Correios lotado no CDD Brazlândia. Nossa solidariedade vai para os familiares, amigos e colegas de trabalho neste momento de despedida e dor. Descanse em paz, Marcos”, disse o sindicato em nota.
O servidor dos Correios deu entrada na UTI com dores abdominais e morreu no dia 1º de dezembro de 2025. O velório aconteceu no dia seguinte, no Campo da Esperança de Brazlândia.
Em entrevista ao Metrópoles, a esposa de Marcos afirmou que a notícia da morte do marido foi recebida com muita surpresa. “Ele chegou consciente e conversando normalmente com a equipe médica. Foi um choque”, disse a mulher.

Entenda o caso
- A primeira fase da Operação Anúbis foi deflagrada na manhã de 11 de janeiro, com o apoio do Departamento de Polícia Especializada (DPE).
- Na ocasião, dois investigados foram presos temporariamente por ordem judicial. Também foram cumpridos mandados de busca e apreensão em endereços localizados em Taguatinga, Brazlândia e Águas Lindas, no Entorno do Distrito Federal.
- Durante as diligências, os policiais recolheram materiais considerados relevantes para a apuração, que passaram a ser analisados pelos investigadores.
- A polícia busca esclarecer a dinâmica das mortes, o papel de cada suspeito e se houve participação de outras pessoas.
- As investigações tiveram um novo avanço na última quinta-feira (15), com a deflagração da segunda fase da Operação Anúbis.
- Nesta etapa, a Polícia Civil cumpriu mais um mandado de prisão temporária contra uma investigada e realizou novas apreensões de dispositivos eletrônicos em Ceilândia e Samambaia.
A outra vítima é João Clemente Pereira (à direita na foto acima). Ele tinha 63 anos e era servidor da Caesb. Segundo a família, o paciente reclamava de dores de cabeça. No hospital, foi constatado que ele estava com um coágulo na parte superior do crânio.
Após cirurgia, o paciente apresentou algumas complicações pulmonares devido à intubação, mas melhorou com o passar dos dias. Em 18 de novembro, ele sofreu quatro paradas cardíacas e morreu.
João Clemente se aposentaria em dois anos. Ele deixa a esposa, dois filhos e um neto.
A Polícia Civil (PCDF) agora investiga pelo menos 20 outros atestados de óbito em hospitais do Distrito Federal.
Por Metrópoles
Polícia
Homem é preso após dirigir bêbado, estacionar na porta da Central de Flagrantes e dormir no local – VEJA O VÍDEO
Um motorista foi preso em flagrante na madrugada de domingo (18), em Porto Velho (RO), após uma sequência de infrações que terminou dentro da Central de Flagrantes. Ele estacionou o carro sobre a calçada da unidade policial e foi encontrado dormindo na recepção.
Conforme a Polícia Militar, o veículo trafegava pela Avenida Raimundo Cantuária e entrou na Avenida Governador Jorge Teixeira pela contramão. Em seguida, o carro foi deixado na calçada em frente à Central, obstruindo a circulação de pedestres.
Os policiais localizaram o homem dentro do prédio, apresentando claros sinais de embriaguez. Mesmo se recusando a realizar o teste do bafômetro, os indícios foram suficientes para a prisão em flagrante por embriaguez ao volante.
O automóvel foi removido do local, e a PM informou que as infrações administrativas de trânsito não puderam ser aplicadas devido à jurisdição federal da área.
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