Geral
TCE Intensifica Fiscalização na Policlínica Ana Adelaide e nas UPAs de Porto Velho
O Tribunal de Contas do Estado de Rondônia (TCE-RO) realizou, neste domingo (19/1), ações para aprimorar os serviços de saúde nas redes municipal e estadual. A equipe de auditoria avaliou a qualidade do atendimento à população e as condições de trabalho dos profissionais da área.
As ações envolveram fiscalizações nas UPAs da Zona Leste, Zona Sul e na Policlínica Ana Adelaide, todas gerenciadas pelo município.
Como aspectos positivos, o TCE-RO identificou ambientes mais limpos, escalas de profissionais adequadas, além de um melhor fluxo de atendimento.
Também foi constatado que a maioria dos apontamentos feitos, na última fiscalização, há uma semana, foi sanada. Entretanto, outros pontos de melhoria foram identificados, como falta de exames, equipamentos inoperantes e falhas na segurança para usuários e profissionais.

MELHORIA DO ATENDIMENTO E CONDIÇÕES DIGNAS DE TRABALHO
O presidente do TCE-RO, Wilber Coimbra, explicou que as fiscalizações são permanentes e tem o objetivo de induzir melhorias contínuas na gestão dos recursos e nos serviços oferecidos, melhorando a qualidade de vida do cidadão.
As fiscalizações também têm a finalidade de garantir condições dignas de trabalho aos médicos, enfermeiros, técnicos de enfermagem, farmacêuticos, bioquímicos, biomédicos, odontólogos, fisioterapeutas e demais integrantes da rede de saúde pública.
“É impossível termos uma saúde pública de qualidade sem o devido reconhecimento, valorização e respeito pelos abnegados profissionais de saúde pública que se dedicam incansavelmente à assistência da população”, afirmou o presidente Wilber Coimbra.

POLICLÍNICA ANA ADELAIDE REGISTRA AUMENTO DE CASOS DE GRIPE

Na fiscalização realizada na Policlínica Ana Adelaide, os profissionais de saúde revelaram o aumento de casos relacionados às síndromes gripais. A situação levou à inclusão de um quinto médico, exclusivamente, para esse atendimento.
Havia paciente aguardando regulação (transferência para tratamento mais complexo em hospital). Nesse ponto, foi informado que o tempo médio de espera pela regulação está entre dois e três dias.
Foram constatados equipamentos danificados e outros com quantitativo insuficiente para atendimento. Também camas não adequadas para atendimento a pacientes graves.
O aparelho de exame bioquímico está em funcionamento e os servidores estão sendo treinados.

Ponto positivo também para a limpeza e higienização da unidade. Equipamentos de proteção também sendo usados corretamente pelos profissionais de saúde.
FALTA DE SEGURANÇA NA UPA ZONA LESTE
Uma questão apurada pelo TCE na UPA Zona Leste foi a falta de segurança. Profissionais e pacientes relembraram casos até de agressão física.
Foi verificada também dificuldade na execução de procedimentos no setor de odontologia, devido à falta de um auxiliar para o odontólogo.
No almoxarifado, detectou-se a necessidade de capacitação para o servidor que realiza o controle do estoque.
Os exames estavam sendo feitos, à exceção do raio-X, que ainda está parado.

UPA ZONA SUL SEM INSUMOS E MEDICAMENTOS
A equipe do TCE detectou, como ponto mais grave, na fiscalização realizada na UPA da Zona Sul, a falta de insumos, incluindo máscaras e medicamentos.

Outro ponto de melhoria: a questão da segurança tanto interna, quanto no estacionamento da unidade.
Um destaque positivo: todos os profissionais plantonistas estavam presentes e o atendimento sendo feito dentro da normalidade.
ELOGIOS À ATUAÇÃO DO TRIBUNAL DE CONTAS
A melhoria dos serviços prestados, nas unidades de saúde, a partir da atuação efetiva e permanente do Tribunal de Contas, foi destacada por profissionais de saúde e pacientes ouvidos pela equipe de fiscalização.
Os servidores destacaram o retorno de exames médicos e laboratoriais para a população. Também citaram equipamentos parados que voltaram a funcionar.
Já os pacientes disseram, à equipe de auditoria do TCE, que as fiscalizações contribuíram para melhorar os serviços de saúde.
SESAU NOTIFICADA POR ALAGAMENTOS E GOTEIRAS NO JOÃO PAULO II
Ainda neste domingo (19/1), O Tribunal de Contas formalizou notificação, destinada à Secretaria de Estado da Saúde (Sesau-RO). O motivo: a situação verificada no Hospital João Paulo II, em especial alagamentos e goteiras em suas dependências.
O quadro de precariedade foi constatado, em fiscalização do TCE, realizada no setor de Pronto-Socorro II e no laboratório.
Os Auditores identificaram incidência de água de chuva nesses ambientes internos, comprometendo a segurança dos servidores, o atendimento à população, além de prejudicar os equipamentos.
Na notificação, o TCE determina providências urgentes à gestão estadual, buscando solucionar as irregularidades constatadas durante a vistoria.
PARCERIA PARA BENEFICIAR O CIDADÃO
O TCE-RO acredita que a melhoria na saúde pública passa pela parceria com gestores públicos comprometidos, Conselho Regional de Medicina de Rondônia (CREMERO), Sindicato dos Médicos de Rondônia (SIMERO) e todos os demais profissionais de saúde.
Com essa união estratégica é possível alinhar esforços para garantir que os cidadãos rondonienses tenham acesso a um sistema de saúde eficiente, humanizado e de qualidade.

PROCESSOS DE RESPONSABILIZAÇÃO
O presidente do TCE-RO, Wilber Coimbra, destacou que a abordagem das fiscalizações busca identificar as falhas e propor soluções com imediatas notificações aos gestores públicos responsáveis.
“E nos casos de não cumprimento e adoção de medidas efetivas para solucionar os problemas encontrados, no prazo e na forma fixados nas notificações, serão formuladas as respectivas representações ao Tribunal para instauração de processos de responsabilização, assegurado o devido processo legal, com direito ao contraditório e à ampla defesa”, disse.
Wilber Coimbra acrescentou: “O Tribunal de Contas irá imputar as sanções devidas quando da apuração dos fatos representados restarem caracterizadas as responsabilidades, por ação ou omissão, dos gestores responsáveis”.

A estratégia busca, não só, identificar falhas e propor correções, mas também contribuir, fortemente, para o fortalecimento e a efetividade das políticas públicas de saúde em Rondônia, promovendo uma gestão eficiente e, sobretudo, humanizada que atenda às demandas e expectativas da população.
Geral
Atendimentos dos casos de Mpox são expandidos pela prefeitura
A Prefeitura de Porto Velho, por meio da Secretaria Municipal de Saúde (Semusa) inicia, a partir desta segunda-feira (2), um novo fluxo de atendimento para casos suspeitos de Mpox em Porto Velho. A medida foi definida após análise técnica dos atendimentos realizados nas últimas semanas.
Segundo a secretaria, os casos registrados até o momento não apresentaram critérios clínicos de urgência ou emergência e podem ser atendidos com segurança na Atenção Básica.
Com a reorganização, os atendimentos para casos suspeitos passam a ser realizados exclusivamente nas seguintes unidades:
U.S.F. Manoel Amorim de Matos – Rua Angico, nº 5030, bairro Cohab
Unidade de Saúde da Família Aponiã – Rua Andréia, nº 5383, bairro Aponiã
U.S.F. Socialista – Rua Mané Garrincha, s/n, bairro Socialista
Para garantir que o novo fluxo não comprometa o funcionamento regular das unidades, a Semusa designou uma equipe exclusiva para esses atendimentos, composta por médico, técnico de laboratório e servidor administrativo. Este último também será responsável pelas notificações no sistema nacional de vigilância, assegurando o acompanhamento adequado dos casos.
Na sexta-feira (27), as equipes participaram de treinamento específico sobre manejo clínico, coleta de amostras e organização do fluxo assistencial.
O prefeito de Porto Velho, Léo Moraes, destacou que a medida fortalece a organização da rede municipal de saúde. “Estamos estruturando o atendimento de forma responsável e estratégica. A definição de um fluxo específico garante mais eficiência, evita deslocamentos desnecessários e assegura atendimento com qualidade e segurança à população.”
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Semusa designou uma equipe exclusiva para esses atendimentos
Situação atual
Em 2026, o município registrou nove casos confirmados de Mpox. Desses, sete pacientes seguem em isolamento domiciliar, em estado estável e sob monitoramento das equipes de saúde. Dois casos já foram encerrados, com alta.
O acompanhamento é realizado por até 21 dias ou até a completa resolução das lesões, com monitoramento das equipes de vigilância.
O secretário municipal de Saúde, Jaime Gazola, reforçou a orientação à população. “Os casos estão sendo monitorados continuamente. É fundamental que qualquer pessoa com suspeita procure uma das três unidades de referência. Caso busque outra unidade, será atendida e encaminhada corretamente. Estamos acompanhando cada situação com responsabilidade e transparência.”

Semusa orienta que pessoas com sinais e sintomas suspeitos de Mpox procurem atendimento médico
Sintomas e cuidados
A Semusa orienta que pessoas com sinais e sintomas suspeitos de Mpox — como febre, ínguas (linfonodos inchados), dores no corpo e de cabeça, calafrios, fraqueza e lesões na pele — procurem atendimento médico.
Entre as principais medidas de prevenção estão:
Evitar contato direto com lesões de pele de outras pessoas;
Não compartilhar objetos de uso pessoal, como toalhas, roupas e roupas de cama;
Higienizar as mãos com frequência;
Observar o surgimento de febre e lesões na pele.
A Secretaria reforça que mantém vigilância ativa e acompanhamento contínuo do cenário epidemiológico no município.
Fonte: Secretaria Municipal de Comunicação (Secom)
Geral
Saiba o estado de saúde de Ivete Sangalo após cirurgia
A cantora Ivete Sangalo pediu aos médicos para não ficar internada antes de passar por cirurgia. O procedimento foi realizado com sucesso no Hospital Sírio-Libanês, em São Paulo, e transcorreu sem intercorrências.
A decisão da artista foi compartilhada por ela mesma durante um show realizado no sábado (28/2), no ginásio do Ibirapuera, quando Ivete explicou ao público que preferiu manter sua rotina até poucas horas antes da operação.
Segundo a cantora, ela conversou diretamente com o médico responsável e demonstrou tranquilidade em relação ao procedimento, marcado para a manhã seguinte. “Conversei com o meu médico e falei: ‘Eu tenho que fazer uma cirurgia. Vou fazer amanhã, às 8 horas da manhã, e vai dar tudo certo’. Por que quem vai estar comigo? Deus. Eu falei para ele: ‘Doutor, eu acho que eu estou bem’”, afirmou.
Mesmo às vésperas da cirurgia, Ivete optou por manter a apresentação musical, destacando que queria viver aquele momento como um ato de fé e conexão com o público.
“Eu acho que a gente vai falar de fé e não vai existir lugar melhor para eu captar a energia boa da fé, das pessoas de bem, das orações aqui nessa noite. Eu vou cantar para eles, eu vou estar com eles, porque Deus jamais escreveria isso para mim para eu não tirasse dessa história uma lição maravilhosa e positiva. Então, eu tinha que estar aqui para o meu dever com Deus”, disse durante o show.
A artista também comentou brevemente sobre o olho machucado, sem entrar em detalhes sobre o ocorrido, e tratou o assunto com humor. “E eu vou com o olho roxo mesmo, porque eu sou bonita demais e o que um olho roxo faria comigo? Nada”, brincou.
Após o procedimento, a cantora passa bem e se recupera normalmente.
Fonte: Metrópoles
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Sesau alerta para aumento de casos de Mpox em Porto Velho; já são 11 confirmados
A Secretaria de Saúde de Porto Velho confirmou 11 casos de mpox na capital de Rondônia. A doença é transmitida principalmente pelo contato próximo com lesões na pele, fluidos corporais ou mucosas de pessoas infectadas.
Os principais sintomas incluem:
- Erupções ou lesões na pele (bolhas);
- Febre;
- Dor de cabeça;
- Dores no corpo.
A recomendação das autoridades de saúde é que qualquer pessoa que apresente esses sinais procure imediatamente uma unidade de saúde para avaliação e acompanhamento.
Informação, prevenção e cuidados são essenciais para conter a transmissão e proteger a comunidade.

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