Polícia
Homem é condenado a 29 anos de prisão por matar ex-companheira após ela se recusar a dançar em festa
José Paula Goveia acusado de matar Rayane Ferreira Nascimento, de 30 anos, foi condenado a 28 anos e 11 meses de prisão em regime inicialmente fechado, nesta terça-feira (10). O crime aconteceu em abril de 2022, em Alta Floresta do Oeste (RO).
De acordo com a sentença, o réu José Paula Goveia, foi condenado por três crimes: feminicídio, três tentativas de homicídio e pelo porte de arma.
Segundo as investigações, Rayane teve um relacionamento com o suspeito por 12 anos. Eles estavam separados há 60 dias. Antes de ser morta, ela avisou à família que sofria ameaças do ex-companheiro.
Relembre o crime
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De acordo com o histórico do boletim de ocorrência, a Força Tática da Polícia Militar foi acionada para atender um chamado no Circuito de Cowboy na LH 46, que fica a 8 km de Alta Floresta D’Oeste.
Ao chegar no local, a PM foi informada por testemunhas que um homem havia disparado com uma arma de fogo contra uma mulher, que os tiros também atingiram outras três pessoas e depois disso ele teria ido embora.
As testemunhas informaram as características do carro em que o suspeito estava. Com isso, a polícia localizou o homem. O motorista ignorou a ordem de parada da polícia, neste momento começou uma perseguição pela zona rural.
Ele só foi detido quando chegou na cidade. José, segundo o boletim de ocorrência, desceu do carro já falando que havia feito uma “cagada” com a vida dele.
O suspeito apresentou o Certificado de Registro Federal de Arma de Fogo e disse que a arma usada estava no banco do passageiro do carro. A arma de fogo, uma Taurus, 9mm foi apreendida. No estojo, haviam 12 munições intactas e cinco deflagradas.
Ao ser indagado, o suspeito disse que viu a ex-companheira dançando com um homem. Ele contou que pediu para dançar com ela, mas ela se recusou. Inconformado, ele pegou a arma, que estava na cintura, e disparou contra ela. Em seguida fugiu do local.
Após confessar aos policiais a autoria do crime, foi dada a voz de prisão e José foi encaminhado à delegacia.
A vítima foi identificada como Rayane Ferreira Nascimento, de 30 anos. Ela morreu no local da festa. Segundo as investigações, ela teve um relacionamento com o suspeito por 12 anos. Eles estavam separados há 60 dias.
G1
Polícia
Menina denuncia padrasto por estupro em carta entregue à mãe
Uma menina de 10 anos denunciou à mãe, por meio de um bilhete, que teria sido vítima de abuso sexual cometido pelo padrasto desde os 8 anos. O caso aconteceu em Santa Luzia, na Região Metropolitana de Belo Horizonte.
O suspeito, de 31 anos, chegou a ser detido pela Polícia Militar, mas foi liberado após ser ouvido pela Polícia Civil. Segundo a corporação, não estavam presentes os requisitos legais para a prisão em flagrante.
A Polícia Civil abriu um inquérito para investigar o caso em caráter prioritário e informou que solicitou uma medida protetiva em favor da criança.
Nesta segunda-feira (31), a mãe entregou à Delegacia Especializada de Atendimento à Mulher de Santa Luzia um vídeo que, segundo ela, registra uma abordagem do suspeito à filha. O material foi anexado ao inquérito.
O que diz o bilhete
Segundo a mãe, ela descobriu a denúncia por meio do bilhete escrito pela filha. No texto, a menina afirma que demorou a contar o que estava acontecendo porque acreditava que a mãe estava feliz no relacionamento.
“Me abusa desde os meus 8 anos. Eu quis falar isso porque eu tô cansada disso. Eu não te falei antes porque eu achava que vocês eram um casal feliz”, escreveu a criança.
Após ler o bilhete, a mãe afirmou que passou a buscar formas de confirmar o relato e procurou ajuda.
“Eu estou morta por dentro! Minha filha, graças a Deus, está se recuperando. Eu estou revoltada com a liberdade dele, tinha que estar preso. A minha luta agora é por justiça e tratar minha menina”, disse.
Câmera foi instalada na casa
Depois de receber o bilhete, a mãe contou que instalou uma câmera provisória na sala da residência para verificar o relato da filha.
Segundo ela, em determinado momento, a menina foi enviada para casa sob a justificativa de que iria tomar banho. O suspeito teria ido até o imóvel e abordado a criança.
De acordo com o boletim de ocorrência, ao descobrir que a menina havia contado à mãe sobre os supostos abusos, o homem teria questionado por que ela não havia pedido que ele parasse, em vez de revelar o que acontecia.
As imagens, que têm áudio, foram entregues à Polícia Civil nesta segunda-feira (31). A corporação confirmou o recebimento e informou que o material foi anexado à investigação.
Como o suspeito foi localizado
A mãe pediu ajuda a um sobrinho para acionar a polícia. Enquanto buscavam ajuda, os dois encontraram uma viatura da Polícia Militar que fazia patrulhamento na região e relataram o caso aos agentes.
Os policiais localizaram o suspeito, que foi conduzido por suspeita de estupro de vulnerável.
A menina foi encaminhada ao Hospital Odilon Behrens, em Belo Horizonte.
Por que o suspeito foi liberado
O homem foi ouvido em 25 de agosto, por meio da Central Estadual do Plantão Digital, e depois foi liberado.
Segundo a Polícia Civil, não estavam presentes os requisitos legais para a prisão em flagrante. A corporação não detalhou quais circunstâncias levaram à decisão.
O que a Polícia Civil investiga
O caso é investigado pela Delegacia Especializada de Atendimento à Mulher de Santa Luzia. Segundo a Polícia Civil, o inquérito tramita em caráter prioritário e busca esclarecer a autoria e as circunstâncias dos fatos.
A mãe da menina já prestou depoimento. A polícia também informou que adotou as providências de polícia judiciária necessárias e formalizou um pedido de medida protetiva em favor da criança.
O vídeo entregue pela mãe também foi anexado aos autos.
O que ainda falta esclarecer
A investigação ainda precisa esclarecer o conteúdo das imagens entregues à Polícia Civil e se o material contribui para confirmar o relato apresentado pela criança. A corporação confirmou o recebimento do vídeo, mas não divulgou detalhes sobre as gravações.
Também não foi informado quantos episódios de abuso são investigados. No bilhete, a menina afirma que os abusos teriam começado quando ela tinha 8 anos.
A Polícia Civil também não detalhou quais outras provas já foram reunidas durante a investigação, além dos depoimentos e do vídeo.
Outro ponto ainda não esclarecido é a situação do investigado. Ele foi ouvido e liberado em 25 de agosto, mas a polícia não informou se houve ou se haverá um pedido de prisão durante o andamento do inquérito.
A corporação informou ainda que solicitou uma medida protetiva para a criança, mas não esclareceu se o pedido já foi analisado pela Justiça.
Fonte: G1 Minas Gerais
Polícia
Motociclista sofre fratura após carro avançar preferencial
Uma motociclista ficou ferida após se envolver em um acidente de trânsito com um carro na manhã desta quarta-feira (2), no bairro Pedrinhas, em Porto Velho. A colisão aconteceu no cruzamento da Avenida Imigrantes com a Rua Portugal.
Segundo informações apuradas pela a equipe do Notícias Urgentes, a mulher seguia pela Avenida Imigrantes quando o motorista do automóvel teria avançado a via preferencial e atingido a motocicleta.
Com o impacto, a vítima caiu no asfalto e sofreu uma fratura no braço. Pessoas que estavam nas proximidades acionaram o Serviço de Atendimento Móvel de Urgência (Samu).
Uma equipe de motolância realizou os primeiros atendimentos ainda no local. Na sequência, a motociclista foi colocada em uma ambulância e encaminhada a uma unidade hospitalar para receber atendimento médico.
As circunstâncias do acidente deverão ser apuradas pelas autoridades responsáveis.

Polícia
PF prende condenado por estupro de vulnerável em Rondônia
A Polícia Federal realizou, nessa sexta-feira (28/8), a prisão de um foragido da Justiça condenado pelo crime de estupro de vulnerável. A ordem judicial foi expedida pela Vara Criminal da Comarca de Guajará-Mirim do Tribunal de Justiça do Estado de Rondônia (TJRO).
Após a captura, o homem foi encaminhado às autoridades competentes para os procedimentos legais cabíveis e para posterior cumprimento da decisão judicial.
Fonte: Polícia Federal
