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Polícia

Operação Mute apreende 442 celulares em unidades prisionais de todo o País

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A nova edição nacional da Operação MUTE apreendeu 442 aparelhos celulares em estabelecimentos prisionais de todo o País entre os dias 21 e 24 de setembro, até as 17h. No período, 3.540 policiais penais participaram das ações realizadas em 90 unidades prisionais, com a revista de 2.868 celas.

As unidades participantes abrigam 65.174 pessoas privadas de liberdade. A operação reúne policiais penais federais e estaduais em revistas estratégicas orientadas por informações de inteligência, com foco na localização e retirada de celulares e outros materiais ilícitos e na interrupção de comunicações proibidas no interior dos estabelecimentos prisionais.

Coordenada pelo Ministério da Justiça e Segurança Pública (MJSP), por meio da Secretaria Nacional de Políticas Penais (Senappen), a MUTE integra a agenda nacional realizada entre os dias 21 e 25 de setembro e reforça a cooperação com os estados. A ação apoia secretarias de administração penitenciária, polícias penais e demais órgãos responsáveis pela gestão do sistema prisional, com compartilhamento de inteligência, apoio operacional, modernização tecnológica e capacitação de policiais penais.

“A Operação MUTE mostra a importância da atuação integrada entre a União e os estados para enfrentar o crime organizado a partir do sistema prisional. O foco é interromper comunicações ilícitas, retirar celulares e outros materiais proibidos das unidades e ampliar a capacidade de resposta dos policiais penais. É um trabalho orientado por inteligência, planejamento e cooperação, que fortalece a segurança prisional e contribui para a proteção das pessoas também fora dos muros”, afirmou o secretário nacional de Políticas Penais, André Garcia.

As ações ainda em andamento em vários estados serão concluídas ao final desta sexta-feira (25). O balanço final será divulgado após o encerramento das atividades.

Fonte: Agência Gov

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Polícia

Criança de 3 anos é encontrada com marcas de agressão em Rondônia

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Uma criança de três anos foi encontrada com diversas lesões pelo corpo durante uma ação conjunta do Conselho Tutelar e da Polícia Militar, nesta sexta-feira (25), em Ji-Paraná.

Segundo o sargento Cristiano, os policiais foram acionados para prestar apoio ao Conselho Tutelar durante uma intervenção em uma residência. No local, a equipe encontrou a criança com sinais de agressão.

Ainda conforme o relato policial, a criança apresentava lesões no lado direito do rosto, próximo ao olho, além de hematomas e ferimentos em outras partes do corpo, incluindo o antebraço.

Aos policiais, foi informado que a criança teria sido agredida pela responsável. Conforme o militar, em determinado momento, a mulher teria jogado a criança sobre um colchão enquanto ela chorava.

Diante da situação, a mulher foi conduzida à Unidade Integrada de Segurança Pública (Unisp) para os procedimentos necessários. Durante a abordagem, segundo a Polícia Militar, ela teria resistido à prisão e apresentado comportamento agressivo, sendo necessário o uso de agente químico e algemas para contê-la.

Na Unisp, a suspeita teria continuado exaltada e, conforme o relato policial, chegou a bater nas grades da cela onde foi colocada.

A ocorrência foi apresentada à autoridade policial de plantão, que deverá adotar as medidas cabíveis. A criança ficou sob os cuidados da rede de proteção para os encaminhamentos necessários.

O sargento Cristiano também orientou responsáveis a manterem a calma diante de situações envolvendo crianças e buscarem ajuda e orientação, evitando qualquer tipo de violência.

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Polícia

Mãe de bebê carbonizado em monte de lixo é presa por infantícidio

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A mãe do bebê encontrado morto carbonizado no Distrito Federal foi presa em flagrante suspeita de infanticídio. O corpo do bebê foi localizado por um trabalhador junto a um monte de lixo no Recanto das Emas (DF) na manhã desta sexta-feira (25/9).

Segundo o delegado responsável pelo caso, Zander Vieira Pacheco ainda não se sabe se o bebê estava vivo ou morto quando teve o corpo queimado, mas a mãe teve a clara ” intenção de se livrar da criança” e, por isso foi autuada pelo crime.

A mulher foi encontrada em casa, a poucos metros do local onde o corpo estava, e disse que havia sofrido um aborto espontâneo em casa. Versão que foi descartada pela PCDF após identificação de imagens que mostram a mãe descartando o corpo no lixo. Após ser identificada, a mulher foi levada a uma unidade de atendimento de saúde e presa em seguida. 

“O bebê estava com a placenta colada ao corpo, o que indicava que era um recém-nascido. Nós fizemos a varredura dos endereços no local, e identificamos a genitora da criança e o esposo dela. A princpípio ela disse que sofreu um aborto espotâneo e que o filho teria caído no vaso. Essa versão não se sustentou. Conseguimos imagens de câmeras de segurança de ela indo descartar a criança no lixo e ele ajudando. Indicando onde o corpo deveria ser descartado. Depois, uma terceira pessoa ateou fogo no local. Ele ainda não foi identificado e não sabemos se ele tinha intenção de atear fogo na criança ou não”, explicou o delegado.

O laudo do Instituto Médico Legal (IML) deverá determinar a causa da morte.

“Existe a possibilidade dela ter nascido com vida, ter sido descartada com vida. E temos que verificar se ela estava ou não com vida em função da carbonização. Está sendo feita uma perícia complementar na casa da mãe para saber como foi esse nascimento. Se há remédio abortivo no local ou não”, disse o delegado Zander.

Corpo de bebê encontrado carbonizado

O comerciante Adriano Pereira Leite Neto, de 45 anos, é dono de uma borracharia que fica em frente ao local onde o recém-nascido foi encontrado. Segundo o borracheiro, o catador de recicláveis que encontrou o bebê avisou a uma cliente dele; essa mulher, então, pediu ajuda ao rapaz e, juntos, acionaram a Polícia Militar (PMDF).

“Fomos lá olhar. Ela começou a passar mal pela situação e veio para dentro da borracharia. Depois, me contou que quem achou , na verdade, foi um catador de latinha”, completa o borracheiro.

Adriano se mostrou consternado com a situação. “Eu estou sem conseguir trabalhar até agora, não estou dando conta. Estou arrepiado até agora. É feia a cena”, afirmou.

Fonte: Metrópoles

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Polícia

Quatro pessoas são presas por furto de energia em três cidades de RO

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Em menos de 24 horas, 4 pessoas foram presas por furto de energia em 3 municípios das regiões central e sul de Rondônia. As ocorrências atingiram um frigorífico de grande porte em Ji-Paraná, uma empresa em Cacoal e imóveis residenciais em São Miguel do Guaporé.

No caso de Ji-Paraná, a irregularidade foi constatada nas instalações de um frigorífico de grande porte. Em Cacoal, a prisão ocorreu em uma empresa que trabalha com limpeza e manutenção de ar-condicionado. Outras 2 pessoas foram presas em imóveis residenciais de São Miguel do Guaporé.

A Energisa identificou indícios de irregularidades nas instalações e acionou a Polícia Técnico-Científica (Politec), responsável pela constatação das fraudes. A Polícia Militar foi chamada após a verificação e realizou as prisões.

O furto de energia, conhecido popularmente como “gato”, é enquadrado no artigo 155 do Código Penal.

Daniel Andrade, gerente do Departamento de Combate a Perdas da Energisa Rondônia, afirmou que o desvio de energia também pode afetar a segurança da rede e prejudicar consumidores que mantêm as contas em dia.

Fonte: Assessoria

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