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Mega-Sena acumula e prêmio principal vai para R$ 27 milhões

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Nenhum apostador acertou as seis dezenas do Concurso 3.025 da Mega-Sena, realizado nesta terça-feira (30). O prêmio acumulou e está estimado em R$ 27 milhões para o próximo sorteio.

Os números sorteados são: 07 – 14 – 16 – 21 – 33 – 58

  • 95 apostas acertaram cinco dezenas e irão receber R$ 13.278,38 cada
  • 3.679 apostas acertaram quatro dezenas e irão receber R$ 565,18 cada

Apostas

Para o próximo concurso, as apostas podem ser feitas até as 20h (horário de Brasília) de quinta-feira (2), em qualquer lotérica do país ou pela internet, no site ou aplicativo da Caixa.

A aposta simples, com seis dezenas, custa R$ 6.

Fonte: Agência Brasil

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Oito em cada 10 mortos em ações policiais são negros, mostra relatório

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Em 2025, nove estados brasileiros registraram, juntos, 4.330 mortes em decorrência de ações policiais, alta de 6,4% na comparação com 2024. Quase nove em cada dez desses registros – 86,3% ou 3.104 mortes –, envolveram vítimas negras (pretas ou pardas). 

Os dados constam da 7ª edição do relatório Pele Alvo – entre Racismo e Letalidade, o Amanhã, divulgada nesta quarta-feira (1°) pela Rede de Observatórios, do Centro de Estudos de Segurança e Cidadania (CESeC). O documento reúne dados das secretarias estaduais de Segurança do Amazonas, da Bahia, do Ceará, Maranhão, Pará, de Pernambuco, do Piauí, Rio de Janeiro e de São Paulo.

Além do padrão de vítimas majoritariamente negro, chama a atenção ainda a pouca idade dos envolvidos nas ocorrências: 64,8% do total (2.804 mortes) eram jovens com até 29 anos, sendo 310 eram crianças e adolescentes.

“Ao transformar adolescentes de favelas e periferias em alvos preferenciais de um confronto permanente, o aparato policial sabota o futuro de comunidades inteiras.”

De acordo com o relatório, em média, os negros têm quatro vezes mais chances de serem mortos pela polícia do que brancos. Essa probabilidade é ainda maior em alguns estados como Pernambuco, onde essa parcela da população tem 11 vezes mais chance de ser vítima de ações policiais, e também no Rio de Janeiro, onde a probabilidade é seis vezes maior.

Dinâmica

Segundo os pesquisadores, mesmo com alterações nas dinâmicas de violência no país, os alvos preferenciais (homens, jovens e negros) se mantêm inalterados.

“A centralidade do racismo, enquanto instrumento de operação de uma lógica hierarquizante da sociedade, segue a sua marcha silenciosa e constante, determinando quem são aqueles que podem e devem ser alvos do aparato estatal.”

O relatório chama a atenção para a expansão e a articulação de facções como o Comando Vermelho (CV) e o Primeiro Comando da Capital (PCC) para o Norte e o Nordeste do país, que dominaram o debate de pesquisadores e da imprensa.

Recorte regional

Os dados do relatório Pele Alvo trazem destaques que “exigem atenção urgente”. Quatro estados brasileiros registraram o maior número de mortes em decorrência de ações policiais, desde 2019: Ceará (200), Maranhão (142), Pará (632) e São Paulo (834).

O Maranhão apresentou alta recorde (86,8%) na comparação com os dados de 2024. Mais da metade das vítimas (56,3%) tinha idade entre 18 e 29 anos. Em sete anos, foram notificadas 628 mortes. Os pesquisadores justificam esse “aumento explosivo” em função da mudança na dinâmica do crime: 

“Hipóteses para esse fenômeno apontam para a interiorização de facções oriundas do Rio e de São Paulo, que articulam-se com grupos locais, como o Bonde dos 40, na disputa por rotas de escoamento.”

O relatório também cita a negligência histórica de governos estaduais no registro dos dados sobre raça e cor. No Maranhão, por exemplo, a falha no detalhamento de perfil étnico-racial das vítimas em 2.023 abrangia 67,7% dos casos, proporção que caiu para 54,9%, mas ainda preocupa os autores do estudo.

Embora também tenha registrado uma ligeira melhora nos dados, o Ceará também tem deixado essa lacuna por resolver. A caracterização incompleta das vítimas passou de 77,2% dos casos em 2023, para 57,5% em 2025.

Segundo os pesquisadores, após o Maranhão reconhecer o erro e passar a fornecer mais dados, o total de vítimas negras cresceu 22 pontos percentuais, ao passo que no Ceará o aumento foi de aproximadamente oito pontos, o que, ressaltam, consolida o racismo como componente essencial para se compreender a letalidade cometida por agentes da segurança pública. 

Na Bahia, a letalidade policial atingiu o ápice em 2023, com 1.702 pessoas mortas por agentes de segurança. Apesar da queda no ano passado (1.570 mortes) a equipe que assina o relatório chama a atenção para o fato de que em apenas 19 dos 365 dias de 2025, não houve registro de morte em decorrência de ações policiais no estado que reúne a maior população negra do país, e palco de disputas de mais de 20 facções criminosas.

Pernambuco apresentou alta de 30,8% na letalidade policial, em um cenário em que a presença do Comando Vermelho (CV) e do Primeiro Comando da Capital (PCC) também contribuiu para o resultado, na leitura dos especialistas. São Paulo e Pará registraram alta de 2,3% e 12,3% no número de mortes por agentes de segurança.

O Amazonas manteve um total de 43 mortes; enquanto o Piauí foi o único estado com recuo no índice (16,67%). Neste estado do Nordeste, a pressão e o controle social exercidos coletivamente, por movimentos sociais, universidades públicas e o Ministério Público do Estado, podem ter influenciado o resultado, como pondera o relatório. 

Sobre o Rio de Janeiro, que viu o índice subir 13,8%, enfatiza-se que, no âmbito da Operação Contenção, nos Complexos da Penha e do Alemão, 115 mortos foram classificados como “narcoterroristas”.

“A utilização do termo narcoterroristas, assim como a associação desses indivíduos à chamada ‘chacina do Alemão’, reflete a normalização da violência extrema como elemento estruturante da segurança pública fluminense. Ao mesmo tempo, a caracterização recorrente do Rio de Janeiro como um narcoestado funciona como uma admissão institucional da incapacidade de formular políticas eficazes”, comentam os pesquisadores.

Confira alguns destaques de cada estado:

Amazonas
75% das mortes foram provocadas pela Polícia Militar
100% das vítimas eram homens
Manaus concentrou 37,21% dos casos

Bahia
99,6% das vítimas eram homens
12 municípios concentraram metade das vítimas
De 365 dias do ano, 346 registraram mortes

Ceará
12 municípios registraram 50,5% das vítimas
64% das vítimas tinham entre 18 e 29 anos
57,5% das vítimas não tinham informação de raça ou cor

Maranhão
100% das vítimas eram homens
67,6% das vítimas tinham até 29 anos
11 municípios concentraram 50,7% das vítimas

Pará
61,4% das vítimas tinham entre 18 e 29 anos
89,7% das vítimas foram mortas pela Polícia Militar
4.028 mortos pela polícia em sete anos

Pernambuco
Recife concentrou 12,4% das vítimas
1 policial foi morto decorrente de intervenção policial
100% das vítimas eram homens

Piauí
55% das vítimas tinham de 18 a 29 anos
85% das vítimas eram negras
65% das vítimas foram mortas em confronto com a PM

Rio de Janeiro
Aumento de 13,8% no número de vítimas
96,5% das vítimas eram homens
A capital registrou 56,3% das vítimas

São Paulo
Quase 5 mil mortes em sete anos
98,7% das vítimas eram homens
A capital teve 30,5% das mortes

Outro lado

Os dados de mortes decorrentes da intervenção policial são obtidos junto às secretarias de segurança dos estados e órgãos correlatos por meio de solicitações via Lei de Acesso à Informação (LAI).

A Agência Brasil entrou em contato com a pasta de Segurança Pública dos nove estados mencionados no estudo, mas nem todas se pronunciaram. 

A Secretaria de Defesa Social de Pernambuco (SDS), a quem as polícias estão vinculadas, afirmou que todas as ações realizadas pelas forças de segurança são norteadas por preceitos técnicos, operacionais e legais e protocolos que priorizam a preservação da vida.

A pasta nega adotar como critério para autorizar intervenções policiais “características pessoais, como a cor da pele” e enumera como procedimentos considerados nesses casos o registro de ocorrências, informações produzidas pelos setores de inteligência, cumprimento de mandados judiciais ou situações de flagrante delito.

Na nota encaminhada à reportagem, a SDS disse submeter à sua Corregedoria-Geral casos envolvendo operações que culminam em mortes, para que os fatos sejam apurados, em condução consonante com diretrizes do Ministério Público. E que, quando são identificadas irregularidades, os responsáveis respondem por seus atos, conforme prevê a lei. 

“A SDS também destaca que investe permanentemente na formação e no aperfeiçoamento dos profissionais de segurança pública”, informou. “O fortalecimento das ações de inteligência e o aperfeiçoamento contínuo dos protocolos operacionais também integram a estratégia da Secretaria para reduzir situações de confronto e ampliar a eficiência e a responsabilidade das ações policiais”, conclui.

Também em nota da Secretaria de Estado de Segurança Pública, o governo fluminense salientou que o indicador de Mortes por Intervenção de Agentes do Estado (Miae) vem apresentando queda.

“Segundo dados do Instituto de Segurança Pública (ISP), no acumulado de janeiro a maio de 2026, foram registradas 295 ocorrências, uma redução de 12% em relação ao mesmo período do ano anterior. Trata-se do menor número para o período desde 2014”, pontuou. 

“Vale destacar que as forças policiais atuam com planejamento e inteligência, porém ressaltamos que os confrontos são provocados pela resistência criminosa, que insiste em atacar as forças de segurança. A Secretaria reafirma seu compromisso com a segurança pública, com a preservação da vida da população fluminense e com o combate permanente ao crime organizado.”

Os demais estados não se manifestarem até a publicação desta reportagem.

Fonte: Agência Brasil

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Agora o Cadastro Único da Prefeitura de Porto Velho também está no Tudo Aqui Centro

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A Prefeitura de Porto Velho, por meio da Secretaria Municipal de Inclusão e Assistência Social (Semias), passou a oferecer, a partir do dia 24 de junho, os serviços do Cadastro Único (CadÚnico) na unidade Centro do Tudo Aqui, localizada na Avenida Sete de Setembro, nº 830. 

O novo ponto de atendimento foi implantado para facilitar o acesso da população aos programas sociais, oferecendo mais comodidade e rapidez aos usuários. No local, será possível realizar inscrição e atualização cadastral, consulta ao NIS, emissão de comprovantes, transferência de cadastro, inclusão ou exclusão de integrantes da família, além de orientações sobre benefícios sociais. 

A iniciativa fortalece a parceria entre a Prefeitura e o Governo de Rondônia, ampliando a oferta de serviços públicos em um espaço de fácil acesso. A Semias informa que o cadastramento de famílias unipessoais continua sendo realizado exclusivamente nos Centros de Referência de Assistência Social (Cras), conforme a área de residência de cada cidadão. 

Uma história curiosa marcou os primeiros atendimentos do novo posto do Cadastro Único no Tudo Aqui Centro. Gabrielly Gonçalves, de 19 anos, graduanda em Ciência da Computação, saiu de casa, no bairro Mato Grosso, para ir aos Correios e, em seguida, à Central do Cadastro Único, na Avenida Quintino Bocaiúva, no bairro Olaria, onde faria seu cadastro. 

Ao chegar ao Tudo Aqui Centro para utilizar os serviços dos Correios, ela descobriu que o espaço onde antes funcionava a agência postal agora abriga um posto do Cadastro Único. Aproveitando a oportunidade, realizou seu cadastro no próprio local, sem precisar se deslocar até a unidade central. 

“Foi uma excelente iniciativa da Prefeitura de Porto Velho instalar esse posto do Cadastro Único aqui no Tudo Aqui Centro. Vai facilitar muito a vida de quem precisa do serviço. Achei a ideia muito interessante. Parabenizo a Prefeitura por essa iniciativa e espero que outros postos como esse também sejam implantados”, disse a estudante. 

“Levar o Cadastro Único para o Tudo Aqui Centro representa mais um avanço da Prefeitura de Porto Velho na ampliação do acesso aos serviços da assistência social. Nosso objetivo é facilitar a vida da população, oferecendo um atendimento mais ágil, em um local de fácil acesso e integrado a diversos outros serviços públicos. Essa iniciativa reforça nosso compromisso de aproximar as políticas sociais de quem mais precisa, garantindo mais cidadania, inclusão e eficiência no atendimento às famílias porto-velhenses”, disse o secretário da Semias, Paulo Afonso. 

“Nosso compromisso é aproximar cada vez mais os serviços públicos da população. A instalação do Cadastro Único no Tudo Aqui Centro facilita o acesso das famílias aos programas sociais, reduz deslocamentos e oferece mais comodidade e eficiência no atendimento. É uma iniciativa que fortalece a cidadania e demonstra o trabalho integrado entre a Prefeitura de Porto Velho e o Governo de Rondônia para atender melhor a nossa população”, disse o prefeito Léo Moraes. 

Fonte: Secretaria Municipal de Comunicação (Secom)

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Fã tatua data de show de Henrique & Juliano, mas apresentação é cancelada

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Uma moradora de Ji-Paraná, em Rondônia, viralizou nas redes sociais após decidir eternizar no braço a data do show da dupla Henrique & Juliano, que estava marcado para o próximo dia 4 de julho, durante a 45ª edição da ExpoJipa.

A tatuagem, feita como forma de demonstrar o carinho pelos artistas e marcar a expectativa pelo evento, ganhou outro significado poucos dias depois. Isso porque a apresentação foi cancelada em razão de um problema de saúde do cantor Henrique.

De acordo com a equipe da dupla, o sertanejo passou por uma cirurgia no último domingo (28) e, seguindo orientação médica, deverá permanecer em repouso até o dia 8 de julho. Em função da recuperação, os shows agendados para Porto Velho, no dia 3 de julho, e Ji-Paraná, no dia 4, foram cancelados.

Após a notícia, a história da fã se espalhou rapidamente pelas redes sociais. Internautas comentaram a situação, que misturou a admiração da jovem pela dupla com a coincidência do cancelamento do show logo após a tatuagem. Enquanto alguns elogiaram a homenagem, outros destacaram o inusitado da situação.

A expectativa agora é pela recuperação do cantor Henrique e pela divulgação de uma nova data para que a dupla possa reencontrar os fãs rondonienses.

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