Polícia
Policial civil aposentado é investigado após agredir idosos dentro de elevador – VEJA VÍDEO
Um caso de agressão ocorrido dentro de um condomínio residencial em Cuiabá, no Mato Grosso, passou a ser investigado pela Polícia Civil após imagens do sistema de monitoramento do prédio circularem amplamente nas redes sociais.
O episódio aconteceu na noite do dia 11 de junho, no bairro Cidade Alta. As gravações mostram um policial civil aposentado e um casal de idosos dentro de um elevador momentos antes do início das agressões.
Segundo relato das vítimas à polícia, a confusão teria começado quando o homem entrou no elevador e iniciou uma discussão. Durante o desentendimento, o idoso, de 62 anos, teria sido agredido com socos e chutes, sofrendo lesões em diferentes partes do corpo. As informações apontam que, mesmo após cair ao chão, ele continuou sendo atacado.
A esposa da vítima, de 59 anos, também teria sido atingida ao tentar intervir para proteger o marido. Após a ocorrência, o casal buscou ajuda no apartamento do síndico e registrou boletim de ocorrência no dia seguinte. Conforme relataram, o medo de novos confrontos fez com que deixassem de frequentar o imóvel após o episódio.
Depois que as imagens vieram a público, o policial aposentado apresentou sua versão dos fatos. Em manifestação divulgada nas redes sociais, ele alegou que o conflito teria origem em um desentendimento anterior envolvendo o morador e afirmou possuir registros que sustentariam sua narrativa. O aposentado também declarou que pretende divulgar outros vídeos relacionados ao caso.
O idoso nega as acusações feitas contra ele e, por meio de sua defesa, informou que estuda a adoção de medidas judiciais em razão das declarações divulgadas.
O caso foi registrado e é investigado pela Delegacia Especializada de Delitos Contra a Pessoa Idosa. As apurações buscam esclarecer a dinâmica dos fatos e verificar as responsabilidades dos envolvidos; veja vídeo
Polícia
Mãe é presa suspeita de matar filhos de 5 e 1 ano encontrados mortos em carro abandonado
Um menino de 5 anos e uma menina de 1 ano foram encontrados mortos dentro de um carro abandonado em uma ponte localizada entre Bandeirantes e Itambaracá, no Paraná. A descoberta ocorreu nesta quarta-feira (4) e terminou com a prisão da mãe das crianças, suspeita de envolvimento nas mortes.
Identificada como Franciele Gawleta, a mulher foi localizada horas depois por populares, que acionaram a Polícia Militar. Segundo o delegado Denner Roque, da Polícia Civil do Paraná, ela foi presa sob suspeita de ter matado os próprios filhos.
A Polícia Civil informou que as duas crianças apresentavam sinais de violência. Os corpos foram encaminhados à Polícia Científica, que deverá realizar exames para determinar as causas das mortes.
Durante a investigação, também foi constatado que os pais enfrentavam uma disputa judicial pela guarda dos filhos. O pai mora em Itambaracá, enquanto a mãe residia em Arapongas.
No entanto, a Polícia Civil ressaltou que ainda não existe confirmação de que a disputa pela guarda tenha relação direta com o crime.
A investigação continua para esclarecer como as crianças foram mortas e todas as circunstâncias do caso. Até a última atualização, Franciele não tinha defesa constituída no processo.
Polícia
Saiba quem era a jovem que morreu após cair de janela no 7º andar de hotel
A mulher que morreu após cair do 7º andar de um hotel em São Luís, na madrugada desta terça-feira (4/11), se chamava Renata Rebeca Negrão Saldanha dos Santos, de 26 anos. O acidente, que foi registrado pela câmera de segurança, mostra que a jovem caiu após tentar se encostar em uma janela.
No vídeo, Renata e o namorado aparecem caminhando pelo corredor do hotel momentos antes da queda. Em determinado momento, a jovem se encosta na parede e parte da janela se abre.
Saiba quem era a vítima
- Renata tinha 26 anos e morava em Ananindeua, no Pará. Mãe de dois filhos pequenos, ela estava em São Luís desde a última quarta-feira (28/10) para acompanhar o namorado, que disputaria um campeonato de pôquer na capital.
- O casal tinha passagem de volta marcada para esta terça, dia em que ocorreu o acidente.
- O corpo de Renata foi liberado pelo Instituto Médico Legal (IML) no início da tarde de terça. O velório deve acontecer em Ananindeua.
Caso é investigado como morte acidental
Momentos antes da queda dela, o casal procurava a chave do quarto. Foi quando Renata decidiu se sentar no batente da janela do corredor. Ao apoiar as costas em uma estrutura de alumínio, a peça cedeu e provocou a queda. Veja o vídeo abaixo;
Segundo a Polícia Civil do Maranhão (PCMA), a jovem caiu sobre uma marquise localizada na entrada do hotel. Ela chegou a ser socorrida, mas não resistiu.
Após a queda, o namorado ficou parado por alguns segundos, até ser abordado por um funcionário do estabelecimento.
O caso é investigado como morte acidental. O delegado George Marques, da Superintendência de Homicídios e Proteção à Pessoa (SHPP), afirmou que as imagens indicam que a morte foi acidental e que, até o momento, não há indícios de participação do namorado.
O namorado foi ouvido pela polícia e liberado. Em depoimento, disse que havia consumido bebidas alcoólicas e que não se lembra do momento da queda.
A Secretaria de Estado da Segurança Pública do Maranhão (SSP-MA) informou que a Perícia Oficial realizou exames no Rio Poty Hotel para identificar o que provocou o desprendimento da estrutura de alumínio da janela. Segundo a pasta, os exames ainda estão em andamento e não há conclusões técnicas sobre as causas ou eventuais irregularidades.
Em nota, o Rio Poty Hotel lamentou o episódio e manifestou solidariedade aos familiares e amigos de Renata.
“O Rio Poty Hotel reafirma que a segurança e o bem-estar de hóspedes, colaboradores e visitantes constituem prioridades permanentes de sua gestão. Nesse sentido, mantém seu compromisso com a avaliação e o aprimoramento contínuo dos procedimentos internos de prevenção e segurança”, disse.
Fonte: Metrópoles
Polícia
Trabalhador encontra ossada de criança ao cavar fossa
Uma possível ossada humana, que pode pertencer a uma criança, foi encontrada enterrada em uma obra de construção na Rua Lobo Dalmada, no bairro Cidade Nova, zona Sul de Porto Velho. O caso foi registrado na quarta-feira (4), após um trabalhador localizar os restos mortais enquanto cavava uma fossa no terreno.
De acordo com as informações apuradas, o material estava enrolado em um lençol e havia um pente infantil próximo à suposta ossada.
Equipes do Departamento de Homicídios e Proteção à Pessoa (DHPP), do Instituto Médico Legal (IML) e da Perícia Criminal foram acionadas para atender à ocorrência.
Os restos mortais foram recolhidos e encaminhados ao IML, onde passarão por exames periciais. Os procedimentos deverão confirmar se o material é de origem humana e se pertence, de fato, a uma criança.
A investigação deverá esclarecer as circunstâncias do achado e a origem dos restos mortais.
Matéria em atualização.
