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Polícia

Operação IARA apreende armas e petrechos de pesca ilegal

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 A Polícia Militar do Estado de Rondônia, por meio do Batalhão de Polícia Ambiental (BPA), em ação integrada com a Secretaria de Estado do Desenvolvimento Ambiental (SEDAM) e o Batalhão de Operações Policiais Especiais (BOPE), realizou importantes apreensões durante a Operação IARA, desenvolvida na região do Rio Guaporé com o objetivo de combater crimes ambientais e demais ilícitos na faixa de fronteira.

Durante as fiscalizações realizadas no dia 04 de junho de 2026, as equipes abordaram embarcações que navegavam em áreas estratégicas do Rio Guaporé, resultando na apreensão de armas de fogo, munições e diversos petrechos utilizados em atividades ilegais.

Em uma das ocorrências, os policiais localizaram uma espingarda calibre .12 transportada irregularmente em uma embarcação. Durante a fiscalização, o responsável pelo armamento não apresentou qualquer documentação que comprovasse a origem lícita, posse, registro ou autorização para transporte da arma de fogo. O armamento foi apreendido e encaminhado à Delegacia de Polícia Civil de São Francisco do Guaporé para as providências cabíveis.

Em outra ação, uma embarcação do tipo chata empreendeu fuga ao perceber a aproximação das equipes de fiscalização, dirigindo-se para a margem boliviana do Rio Guaporé. Antes da abordagem, os ocupantes abandonaram a embarcação e fugiram para o interior da vegetação em território boliviano.

Durante a vistoria realizada na embarcação abandonada, os policiais apreenderam 24 redes de pesca do tipo malhadeira, uma tarrafa, 81 camurins utilizados na captura ilegal de quelônios, uma espingarda calibre 16 e diversas munições de calibres 12 e 16.

Os petrechos de pesca foram apreendidos e posteriormente destruídos conforme prevê a legislação ambiental, enquanto a arma de fogo e as munições foram encaminhadas à Polícia Civil para investigação e adoção das medidas legais cabíveis.

A Operação IARA tem como objetivo fortalecer a fiscalização ambiental, combater a pesca predatória, proteger a fauna aquática e ampliar a presença do Estado em áreas de difícil acesso na região do Vale do Guaporé, promovendo a preservação dos recursos naturais e a manutenção da ordem pública.

A atuação integrada entre BPA, SEDAM e BOPE reforça o compromisso das instituições com a proteção ambiental, o enfrentamento aos crimes transfronteiriços e a conservação da biodiversidade existente em uma das regiões ambientalmente mais importantes de Rondônia.

Fonte: Polícia Militar

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Polícia

Foragido da Justiça do Paraná por estupro é preso em Rondônia

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Um homem de 39 anos, considerado foragido da Justiça do Paraná, foi preso nesta sexta-feira (24) no município de Presidente Médici, em Rondônia, durante uma ação da Polícia Civil.

A captura foi realizada por equipes da Regional de Vilhena enquanto os policiais cumpriam diligências relacionadas a uma investigação conduzida pela Delegacia Especializada de Atendimento à Mulher (DEAM).

Segundo a Polícia Civil, havia contra o suspeito um mandado de prisão expedido pela 1ª Vara Criminal de Toledo (PR), relacionado a um processo pelo crime de estupro. A ordem judicial foi cumprida sem resistência.

A localização do homem ocorreu durante uma investigação que apura uma denúncia de tentativa de estupro de vulnerável. Conforme as informações levantadas, uma mulher procurou a DEAM após negociar pela internet a contratação de um serviço de mudança. Durante a conversa, o suspeito teria feito propostas de cunho sexual envolvendo a mulher e sua filha, uma criança de 7 anos.

Após a denúncia, os investigadores iniciaram as diligências e conseguiram identificar o responsável pelas mensagens, chegando até o paradeiro do suspeito. Durante a apuração, foi constatado que ele também possuía o mandado de prisão em aberto no estado do Paraná.

Depois de preso, o homem foi levado para os procedimentos legais e posteriormente encaminhado ao sistema prisional, onde permanece à disposição da Justiça.

Além do cumprimento da ordem judicial, o suspeito segue sendo investigado pela suposta tentativa de estupro de vulnerável no âmbito do inquérito conduzido pela DEAM de Vilhena.

A Polícia Civil reforçou que denúncias sobre crimes podem ser feitas pelos canais oficiais, como o telefone 197, o Disque-Denúncia 181 e o WhatsApp institucional (69) 3216-8940. A identidade de vítimas e familiares é mantida em sigilo, especialmente em casos envolvendo crianças e adolescentes.

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Polícia

Furto de energia leva 74 pessoas à prisão em Rondônia

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As ações de combate ao furto de energia elétrica em Rondônia resultaram em 74 prisões e na recuperação de mais de 27 GWh de energia durante o primeiro semestre deste ano. Segundo a Energisa, o volume recuperado seria suficiente para abastecer aproximadamente 135 mil residências populares por um mês.

No período, a concessionária recebeu mais de mil denúncias relacionadas a possíveis irregularidades em diferentes regiões do estado. As fiscalizações são realizadas por equipes técnicas e, quando necessário, contam com o apoio das forças de segurança, incluindo Polícia Militar, Polícia Civil e Polícia Técnico-Científica (Politec).

Entre os municípios com maior número de prisões relacionadas ao furto de energia estão Porto Velho, Ji-Paraná, Ariquemes, Cacoal e Rolim de Moura.

De acordo com a Energisa, além dos prejuízos ao sistema elétrico, as ligações clandestinas representam riscos graves à população, já que são realizadas sem critérios técnicos e podem provocar acidentes, inclusive fatais. A prática também pode comprometer a qualidade do fornecimento de energia para os demais consumidores.

O furto de energia é considerado crime previsto no Código Penal e pode resultar em responsabilização criminal, com penas de até oito anos de prisão, além da obrigação de ressarcir os danos causados.

A concessionária reforça a importância da participação da população no combate às irregularidades e orienta que denúncias sejam encaminhadas pelos canais oficiais de atendimento.

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Polícia

MPRO quer aumentar pena de condenado por matar pecuarista

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O Ministério Público de Rondônia (MPRO), por meio da Promotoria de Justiça de Ariquemes, recorreu da sentença que condenou o réu pelo assassinato do pecuarista Nelson Alexandre Santos Mello a 11 anos, um mês e 10 dias de prisão, em regime inicial fechado. O MPRO considera que a pena aplicada não é proporcional à gravidade do crime.

O Ministério Público denunciou o acusado por homicídio duplamente qualificado. O julgamento pelo Tribunal do Júri iniciou nesta quarta-feira (22/7) e terminou na tarde de quinta-feira (23/7), no Fórum do município.

Durante o julgamento, o Conselho de Sentença acolheu as duas qualificadoras apresentadas pela acusação, de que o crime foi cometido com recurso que dificultou a defesa da vítima e que gerou perigo comum. Essa segunda qualificadora foi aplicada porque os disparos ocorreram em um posto de combustíveis, local onde outras pessoas também estavam e poderiam ter sido atingidas.

O caso

O crime ocorreu em fevereiro de 2025, em um posto de combustíveis de Ariquemes. Segundo as investigações, o pecuarista Nelson Alexandre Santos Mello foi atingido por cinco disparos de arma de fogo. O denunciado chegou a disparar 7 tiros.

A apuração também apontou que o acusado viajou de Porto Velho até Ariquemes com o objetivo de cometer o homicídio. De acordo com o MPRO, o inquérito policial foi concluído pela legítima defesa, todavia, após novas diligências, foi constatado que ele premeditou o crime.

Fonte: MPRO

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