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Projeto de Léo Moraes é aprovado e Unir irá gerenciar Hospital Municipal
A Câmara de Vereadores aprovou por maioria a proposta do prefeito
A Câmara Municipal de Porto Velho aprovou, por maioria absoluta, o projeto de lei apresentado pelo prefeito Léo Moraes que praticamente encerra a fase de estruturação para o início do processo de implantação do Hospital Municipal da capital.
Na prática, o projeto autoriza que o município faça a cessão da estrutura do hospital, comprado pela Prefeitura de Porto Velho com recursos próprios, para gestão do Governo Federal, através da Universidade Federal de Rondônia e do Ministério da Saúde, por meio dos órgãos responsáveis.
A proposta havia sido pautada para votação na última segunda-feira (25), mas acabou retirada de pauta após manifestação da Comissão de Saúde da Câmara, presidida pelo vereador Macário Barbos.
Já nesta terça-feira (26), o texto retornou ao plenário e foi aprovado em duas votações, ambas por ampla maioria entre os parlamentares. Com isso, a Prefeitura de Porto Velho avança oficialmente para a próxima etapa do processo de abertura da unidade hospitalar.
De acordo com o prefeito Léo Moraes, a aprovação representa um marco histórico para a saúde pública da capital.
“Esse é um novo momento que a nossa cidade vai viver no que diz respeito à saúde pública, por conta desse hospital aguardado há mais de 100 anos pela nossa população. Agora viveremos uma nova realidade. Essa é a nossa luta pela qualidade de vida de quem mora em Porto Velho”, declarou o prefeito.
Agora o projeto segue para sanção do prefeito Léo Moraes (PODE) e a expectativa é de que os prodecimentos para abertura do hospital comecem de forma imediata.
Fonte: Assessoria
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Anabolizantes podem levar à hipertofria cardíaca; saiba como prevenir
A morte do influenciador e fisiculturista Gabriel Ganley, aos 22 anos, após um quadro de cardiomiopatia hipertrófica, reacendeu o debate sobre os impactos do uso de anabolizantes na saúde do coração. 

Com 1,7 milhão de seguidores nas rede sociais, Ganley compartilhava sua rotina de treinos e já tinha revelado o uso de hormônios anabolizantes em sua preparação física. Ele foi encontrado morto em seu apartamento na Mooca, em São Paulo, no último sábado (23).
“Em muitos pacientes, o uso de anabolizantes em doses elevadas acaba levando à hipertrofia do coração. O coração cresce acima do normal porque ele também é um músculo. A hipertrofia que aumenta os músculos dos braços, das pernas, também aumenta o coração”, explica o cardiologista Herbert Lima Mendes, professor do Instituto de Educação Médica (Idomed).
O que são os anabolizantes?
Cada vez mais populares para o ganho de massa muscular e melhoria de performance física, os esteroides anabolizantes (EA) são drogas sintéticas que têm como função central a reposição de testosterona, o principal masculino.
Seu uso regular ocorre nos casos em que há déficit desse hormônio como, por exemplo, no envelhecimento. Entretanto, o uso sem supervisão médica para fins estéticos e de performance esportiva é proibido e altamente prejudicial à saúde.
Insuficiência cardíaca
A cardiomiopatia hipertrófica causa o espessamento anormal do músculo cardíaco, tornando-o mais rígido. Esse quadro dificulta o bombeamento de sangue e o relaxamento do coração, sendo uma das principais causas de morte súbita em jovens e atletas.
Lima Mendes destaca que, a longo prazo, o crescimento do coração pode causar a falha do órgão, levando a uma insuficiência cardíaca. Segundo o médico, entre atletas que usam anabolizantes é comum a ocorrência da chamada “Síndrome de Super Homem”.
“Os atletas dizem que isso acontece com os outros, não vai acontecer comigo. Eu não vou ter nada”, afirma.
O médico alerta, ainda, que a ânsia em apresentar resultados leva as pessoas a aumentarem a dose e o número de substâncias em uso e, por consequência, elevar o risco de morte.
“Infelizmente, muitas pessoas usam anabolizantes sem fazer avaliação cardiológica. E, quando descobrem alguma doença, já estão em uma fase que não dá para fazer nada”, diz o médico.
Fator genético
A médica Marcely Bonatto, diretora da Sociedade Brasileira de Cardiologia (SBC), esclarece que a cardiomiopatia é uma doença de fundo genético, acometendo um em cada 500 indivíduos.
“Muitas pessoas não sabem que têm por serem assintomáticas. Mas existe um grande pano de fundo de transmissibilidade genética. E essa doença pode se manifestar na segunda ou terceira década de vida”, afirma.
Independentemente do uso de anabolizantes, ela acredita que Gabriel Ganley podia ser portador da cardiomiopatia e desconhecer a condição.
Para ter certeza de que a morte do atleta foi causada exclusivamente pelo uso dessas substâncias, seria preciso avaliar exames cardíacos anteriores, a fim de detectar se ele tinha um coração estruturalmente normal que evoluiu para hipertrofia.
“Se for considerar só o laudo da declaração de óbito, a gente poderia pensar que ele tem cardiomiopatia hipertrófica e tinha essa predisposição. Talvez já tivesse alterações e o anabolizante foi só um fator agravante, desencadeante da consequência. Mas não a causa absoluta”, afirma a médica.
Prevenção
Marcely Bonatto reforça a importância para que as pessoas, mesmo jovem, façam exames para identificar precocemente alguma condição cardíaca. Segundo ela, atletas que praticam atividade física de forma competitiva, como esportes de alto rendimento, fisiculturismo ou triatlo, precisam passar por avaliação cardiovascular.
Exames básicos, como eletrocardiograma e ecocardiograma, poderiam ter diagnosticado a cardiomiopatia hipertrófica no caso de Ganley e evitado sua morte, aponta a médica.
“Nem sempre a gente deveria esperar sintomas”, diz.
Entre os sintomas que podem motivar investigação cardiológica estão falta de ar ao esforço, dor no peito, tontura, desmaio e histórico de morte súbita sem causa na família.
Proibição
A diretora da SBC reafirma que o uso de anabolizantes para fins estéticos e performance é proibido no Brasil. As substâncias estão indicadas em casos de deficiência real de testosterona, a fim de restabelecer os níveis hormonais em homens com hipogonadismo (diminuição da produção de esperma ou de testosterona) confirmado clinicamente e por exames de sangue.
“Entretanto, isso é feito de maneira indiscriminada entre jovens, muitas vezes prescrito por colegas ou profissionais de academias. Não tem acompanhamento. E a gente tem visto cada vez mais nos consultórios de cardiologia a consequência disso”, alerta.
A médica trabalha com insuficiência cardíaca e transplante e, todas as semanas, recebe pacientes usando testosterona sem acompanhamento médico, com impacto cardiovascular.
“A gente já teve pacientes com perda importantíssima de função do coração, que foram referenciados para transplante cardíaco porque eram pessoas jovens, de 30 a 40 anos, e usavam anabolizantes sem nenhuma indicação”, conta.
No caso das mulheres, o uso hormônio masculino na forma injetável e também em chips, implantados no corpo, tem sido cada vez mais comum, apesar de proibição pela Agência Nacional de Vigilância Sanitária (Anvisa). Os chamados “chips da beleza” são dispositivos que liberam essas substâncias a longo prazo e oferecem às mulheres aumento do libido, da energia e da massa muscular.
“Mas trazem também diversas consequências cardiovasculares, disfunções hepáticas, queda de cabelos, engrossamento da voz, acne, hipertrofia de clitóris. E isso é irreversível”, destaca Marcely.
Fonte: Agência Brasil
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Fies: convocação para vagas remanescentes termina na sexta-feira
O Ministério da Educação (MEC) convoca até esta sexta-feira (29) os candidatos participantes da lista de espera para as vagas remanescentes do Fundo de Financiamento Estudantil (Fies) do primeiro semestre de 2026. O período de convocação começou no dia 15 de maio.

O Fies financia a graduação de estudantes matriculados em cursos presenciais não gratuitos em faculdades privadas e com avaliação positiva do MEC.
Todos os candidatos inscritos devem obrigatoriamente ter condições de atingir a frequência mínima exigida no primeiro semestre de 2026, porque os financiamentos devem ser contratados exclusivamente nestes seis primeiros meses.
A ocupação das vagas remanescentes do Fies referente ao primeiro semestre de 2026 não será postergada para semestres posteriores.
Convocação da lista de espera
A lista de convocados pode ser consultada diretamente no Portal Único de Acesso ao Ensino Superior do MEC. O acesso é feito com o login da plataforma de serviços digitais do governo federal, o Gov.br.
O candidato deve acompanhar diariamente o portal, pois, se for convocado, terá um prazo curto para validar suas informações.
Classificação
A classificação segue a ordem decrescente das notas do Exame Nacional do Ensino Médio (Enem), com prioridade para candidatos:
- sem ensino superior que nunca foram beneficiados pelo Fies;
- sem ensino superior que quitaram financiamentos anteriores;
- com ensino superior que nunca foram beneficiados pelo Fies;
- com ensino superior que quitaram financiamentos anteriores.
Próximos passos
Os estudantes de ensino superior pré-selecionados na lista de espera do Fies devem validar as informações declaradas no momento da inscrição.
Para validação, o estudante deve procurar a Comissão Permanente de Supervisão e Acompanhamento da instituição de ensino superior privada onde foi pré-selecionado.
A documentação exigida pode ser entregue no formato físico ou digital, conforme definido pela faculdade privada.
Validação do banco
Depois dessa etapa, ocorrerá a validação das informações pelo banco (agente financeiro) responsável pelo financiamento, conforme previsto no edital público.
O prazo para essa última validação é de até dez dias, contados a partir do terceiro dia útil, logo após a data da validação da inscrição pela faculdade privada, para a qual o estudante foi selecionado.
Fies Social
O pré-selecionado na vaga do Fies Social com renda familiar de até meio salário mínimo por pessoa (R$ 810,50) tem a situação distinta. Neste caso, o estudante não precisa comprovar a renda familiar junto à Comissão Permanente de Supervisão e Acompanhamento da instituição privada.
Fies
O Fies é destinado prioritariamente a estudantes que não tenham concluído o ensino superior e não tenham sido beneficiados por outro financiamento estudantil.
O programa realiza anualmente dois processos seletivos regulares, um para o primeiro semestre e outro para o segundo semestre de cada ano letivo, além de processos seletivos para vagas remanescentes.
Para obter mais informações, o interessado pode entrar em contato com o MEC pelo telefone 0800-616161.
Fonte: Agência Brasil
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Licenciamento anual de veículos com placa final 5 vai até o dia 29 de maio
Os proprietários de veículos com placa final 5 devem ficar atentos ao prazo para renovação do Licenciamento Anual junto ao Departamento Estadual de Trânsito (Detran-RO). O pagamento deve ser feito até o último dia útil de maio, neste ano até 29.
A taxa do licenciamento pode ser emitida pela Central de Serviços no site oficial do Detran-RO ou presencialmente em uma das unidades de atendimento. O Certificado de Registro e Licenciamento Anual (CRLV) atualizado é liberado cerca de 30 minutos após a confirmação do pagamento, desde que o Imposto sobre Propriedades de Veículos Automotores (IPVA) e eventuais multas também estejam quitados.
O governador de Rondônia, Marcos Rocha destaca que, a regularização da documentação veicular gera benefícios para toda a população. “Os recursos arrecadados com o Imposto sobre a Propriedade de Veículos Automotores (IPVA) e o licenciamento retornam em investimentos na infraestrutura viária, segurança no trânsito, saúde e educação.”
ISENÇÃO DE IPVA
O diretor-geral do Detran-RO, Sandro Rocha lembra que, conforme a Lei nº 5.706/2023, motocicletas de até 170 cilindradas estão isentas do IPVA e da taxa do Corpo de Bombeiros Militar de Rondônia (CBMRO). “Nesses casos, o proprietário paga apenas a taxa de licenciamento. A medida beneficia quem usa a moto como principal meio de transporte ou fonte de renda”.
CALENDÁRIO DE LICENCIAMENTO ANUAL
| Final da Placa | Prazo Final para Renovação |
| 1, 2, 3 | Até 31 de março |
| 4 | Até 30 de abril |
| 5 | Até 29 de maio |
| 6 | Até 30 de junho |
| 7 | Até 31 de julho |
| 8 | Até 31 de agosto |
| 9 | Até 30 de setembro |
| 0 | Até 30 de outubro |
Fonte: Secom – Governo de Rondônia
