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Polícia

Gaeco desarticula esquema milionário de lavagem de dinheiro em Rondônia

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O Ministério Público do Estado de Rondônia (MPRO), por meio do Grupo de Atuação Especial de Combate ao Crime Organizado (Gaeco), deflagrou, nesta terça-feira (26/5/2026), a Operação “Labirinto de Bronze”, com o objetivo de cumprir mandados de prisão, busca e apreensão e medidas assecuratórias patrimoniais nas cidades de Ariquemes, Cujubim e Porto Velho/RO, no âmbito de investigação que apura, em tese, a prática do crime de lavagem de dinheiro.

A operação decorre de Procedimento Investigatório Criminal instaurado para apurar a existência de uma milícia privada que opera um esquema de lavagem de dinheiro, mediante ocultação patrimonial com utilização de interpostas pessoas e empresas para dissimulação da origem de valores ilícitos.

As investigações identificaram movimentações financeiras incompatíveis com a capacidade econômica formal dos investigados, utilização de empresa de terraplanagem para circulação de recursos, além da ocultação de patrimônio rural, veículos e semoventes em nome de terceiros. Também foram reunidos elementos indicando a continuidade da atuação do grupo mesmo durante período de evasão de um dos principais investigados, que era foragido da justiça, com histórico de crimes violentos e reiteradas fugas em outras operações.

Além da prisão, foram cumpridos 7 (sete) mandados de busca e apreensão em endereços localizados nos municípios acima citados, incluindo residências, propriedades rurais e empresa vinculadas aos investigados.

Além das buscas, a Justiça deferiu medidas assecuratórias patrimoniais que incluem bloqueio de valores, restrições de circulação e transferência de veículos, sequestro de imóveis, indisponibilidade de cotas empresariais, apreensão de maquinários e restrição sobre rebanho bovino registrado em nome dos investigados. Estas medidas patrimoniais alcançam valores superiores a 48 milhões de reais, incluindo bloqueios financeiros, indisponibilidade de imóveis, apreensão de veículos e constrição de 1.611 cabeças de gado bovino localizadas em propriedades rurais investigadas nos municípios de Cujubim e região.

A fase ostensiva da operação conta com o apoio estratégico, logístico e operacional de diversas forças de segurança e órgãos públicos, incluindo a Polícia Militar do Estado de Rondônia (PMRO), Polícia Civil do Estado de Rondônia (PCRO), Secretaria de Estado de Justiça (Sejus), Polícia Penal do Estado de Rondônia (PPRO), Polícia Técnico-Científica do Estado deRondônia (Politec/RO), o Corpo de Bombeiros Militar do Estado de Rondônia (CBMRO), Força Tarefa Integrada de Combate ao Crime Organizado (Fticco) e Departamento Estadual de Estradas de Rodagem e Transportes do Estado de Rondônia (DER/RO) e Polícia Rodoviária Federal (PRF).

O nome da operação — Labirinto de Bronze — faz referência ao histórico de fuga e evasão das ações dos órgãos de Segurança Pública pelo principal investigado, bem como à complexa estrutura de ocultação patrimonial identificada ao longo das investigações, marcada pela utilização de empresas, movimentações financeiras fracionadas, interpostas pessoas e patrimônio rural para dificultar o rastreamento da origem e da titularidade de bens e valores supostamente ilícitos.

O MPRO reafirma seu compromisso com o enfrentamento qualificado à criminalidade organizada, à lavagem de dinheiro e à recuperação de ativos ilícitos, visando à defesa da ordem jurídica e da sociedade rondoniense.

Fonte: MPRO

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Operação policial mobiliza equipes especializadas em Rondônia

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A Polícia Civil do Estado de Rondônia, por meio da Delegacia Especializada de Proteção à Criança e ao Adolescente (DEPCA), deflagrou na manhã desta terça-feira (26) uma operação integrada relacionada às investigações envolvendo B. C. de A.

A ação ocorreu para execução de mandado de busca e apreensão e contou com apoio do Grupamento Especializado em Operações Prisionais (GEOPE) e do Grupo de Ações Penitenciárias Especiais (GAPE), reforçando a integração entre as forças de segurança pública.

Durante a operação, o cão farejador “Bazuca” auxiliou as equipes na varredura técnica do local, contribuindo para a localização de materiais de interesse investigativo.

Os objetos apreendidos foram encaminhados à sede da DEPCA, onde passarão por análise pericial e integrarão o procedimento investigativo em andamento.

A Polícia Civil de Rondônia segue atuando com firmeza na proteção de crianças e adolescentes, conduzindo investigações com técnica, integração e efetividade no combate à criminalidade

Fonte: Polícia Civil

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Operação conjunta apreende 600 kg de cocaína na BR-364

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Ação conjunta realizada entre Polícia Rodoviária Federal (PRF) em Rondônia, Receita Federal e Departamento de Narcóticos da Polícia Civil/RO (DENARC), deflagrada no último sábado (23), resultou na apreensão de 600 kg de substância análoga à cocaína, no município de Vilhena/RO.

Ação ocorreu por volta das 12h00, no km 1,0 da BR-364, quando a equipe PRF, em razão de indicativo decorrente de análise de risco, realizou abordagem a um veículo que transportava, supostamente, uma carga de suplementos alimentares. Aprofundadas as averiguações, uma vez realizado o narcoteste, constatou-se resultado positivo para substância com características análogas à cocaína.

Conforme nota fiscal das embalagens dos suplementos, apreenderam-se 600 kg da substância ilícita. Diante dos fatos, o veículo e a carga foram encaminhados pela equipe da Polícia Civil à UNISP de Vilhena, para adoção das medidas cabíveis e formalização do procedimento flagrancial.

Fonte: PRF

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MPRO investiga condições estruturais de delegacias da Polícia Civil em Rondônia

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O Ministério Público de Rondônia (MPRO), por meio da 26ª Promotoria de Justiça instaurou, na última quinta-feira (21/5), inquérito civil para apurar possíveis irregularidades na estrutura física de três delegacias da Polícia Civil pertencentes à comarca de capital. A investigação envolve a 9ª Delegacia de Polícia no distrito de Extrema, a Delegacia de Itapuã do Oeste e a unidade de segurança pública de Candeias do Jamari.

A atividade foi conduzida pelo titular da 26ª PJ, promotor de Justiça Dandy Jesus Leite Borges, após análise de relatórios técnicos realizados pelo Núcleo de Análises Técnicas (NAT), que apontaram problemas estruturais nos prédios. O objetivo do inquérito é a verificação das condições das delegacias, bem como a adoção de medidas que garantam o funcionamento adequado dos serviços.

Estruturas apresentam falhas

Os relatórios apresentaram problemas nas estruturas dos três locais. Foram identificados pisos quebrados, paredes com rachaduras e sinais de umidade. Também constam falhas no teto e no telhado, com partes danificadas e locais com infiltração de água.

Riscos e falta de itens básicos

As inspeções apontaram risco nas instalações elétricas. Foram encontrados fios expostos e ligações improvisadas. Também foi registrada falta de itens de segurança, como extintores e sinalização de emergência. Em Candeias do Jamari, a unidade não possui itens básicos de acessibilidade, como banheiros adaptados.

Falta de estrutura afeta o serviço

Em Extrema, há falta de internet, equipamentos e viaturas para trabalho policial. Em Itapuã do Oeste, o prédio funciona com poucas salas e um banheiro em condições precárias. Em Candeias do Jamari, os próprios servidores fazem a limpeza do local. Também foi constatado que há salas com mau cheiro e locais sem iluminação.

Acompanhamento

Com a abertura do inquérito, o MPRO vai reunir informações e acompanhar o caso. A instituição poderá adotar medidas para corrigir os problemas. O objetivo é assegurar que as instalações das delegacias atendam às necessidades básicas de funcionamento e de segurança tanto para os policiais, quanto para a população.

Fonte: MPRO

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