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Polícia

PF deflagra operação contra fraude bancária em Porto Velho

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A Polícia Federal deflagrou, nesta segunda-feira (25/5), a Operação Fraus Pecuniária, para combater a utilização de documentos falsificados na abertura irregular de contas bancárias e na contratação fraudulenta de empréstimos junto à Caixa Econômica Federal, em Porto Velho.

Policiais federais cumprem dez mandados de busca e apreensão, autorizados pela 7ª Vara Federal Criminal da Seção Judiciária de Rondônia em endereços vinculados aos investigados, com o objetivo de localizar documentos, dispositivos eletrônicos e demais elementos probatórios relacionados às condutas ilícitas. As medidas decorrem de três inquéritos policiais instaurados separadamente, com alvos distintos, cujas investigações revelaram conexão entre os grupos investigados e o mesmo esquema de fraudes bancárias. 

As investigações foram iniciadas a partir de comunicação encaminhada pela Caixa Econômica Federal à Polícia Federal e identificaram indícios de pessoas ligadas a um correspondente bancário.

Com o aprofundamento das apurações, foram constatadas movimentações financeiras incompatíveis com o perfil econômico dos investigados. As transações atípicas somaram, aproximadamente, R$ 34 milhões no período compreendido entre 2021 e 2024.

Os investigados poderão responder pelos crimes de uso de documento falso, de falsidade ideológica e de estelionato. O material apreendido, incluindo dispositivos eletrônicos, documentos e registros financeiros, serão analisados pela delegacia responsável.

Fonte: Polícia Federal

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Polícia

Justiça condena sete integrantes de facção por ataques criminosos em Rondônia

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O Ministério Público de Rondônia (MPRO), por meio do Grupo de Atuação Especial de Combate ao Crime Organizado (Gaeco), obteve a condenação de sete denunciados na operação Red Ignis, resultado de uma investigação estratégica realizada em conjunto com a Força-Tarefa de Combate ao Crime Organizado (Fticco/RO). O trabalho integrado permitiu desarticular a estrutura de uma facção criminosa que coordenava ataques contra a segurança pública e o patrimônio em diversos municípios do Estado.

A deflagração da operação contou com o apoio operacional da Secretaria de Estado da Segurança, Defesa e Cidadania (Sesdec) e a mobilização de unidades especializadas das Polícias Civil e Militar, incluindo o Bope, Bptar, Bpchoque e batalhões de fronteira.

Essa cooperação entre os órgãos de inteligência e segurança foi fundamental para a coleta das provas telemáticas que fundamentaram a sentença proferida pela 4ª Vara Criminal de Porto Velho.

A ação penal é resultado das investigações que apuraram os ataques coordenados registrados em janeiro de 2025, período em que foram praticados incêndios contra ônibus, destruição de bens públicos e ameaças a agentes estatais.

Conforme demonstrado durante a instrução processual, os investigados utilizavam um grupo de mensagens instantâneas para compartilhar informações, transmitir ordens e fortalecer a atuação da organização criminosa.

Na decisão, o Juízo reconheceu a responsabilidade penal de sete acusados pelo crime de integração em organização criminosa, com incidência das causas de aumento previstas na Lei nº 12.850/2013.

As penas aplicadas aos condenados variaram de 5 anos e 4 meses a 8 anos, 3 meses e 16 dias de reclusão, conforme a situação individual de cada réu. Os regimes iniciais fixados foram semiaberto e fechado, sendo mantida a prisão dos condenados que já se encontravam custodiados, sem concessão do direito de recorrer em liberdade nos casos em que persistiram os fundamentos da prisão preventiva.

A sentença destacou que os relatórios técnicos, a extração de dados telemáticos autorizada judicialmente, os depoimentos das testemunhas e as demais provas produzidas em juízo demonstraram de forma consistente a integração dos condenados à organização criminosa e sua participação na estrutura utilizada para disseminar orientações relacionadas aos ataques ocorridos no Estado.

Com a decisão, o Ministério Público do Estado de Rondônia reafirma seu compromisso com o enfrentamento qualificado às organizações criminosas, a responsabilização dos envolvidos e a defesa da ordem pública e da segurança da sociedade.

Fonte: MPRO

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Polícia

Duas carretas explodem após violenta colisão e interditam a BR-364

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Um grave acidente envolvendo duas carretas foi registrado nas primeiras horas da manhã desta sexta-feira (10) na BR-364, entre os municípios de Jaru e Ariquemes, em Rondônia. A colisão frontal provocou um incêndio de grandes proporções, seguido de explosões, deixando a rodovia totalmente interditada nos dois sentidos.

Logo após o impacto, os dois veículos foram rapidamente tomados pelas chamas. Vídeos gravados por motoristas que passavam pelo trecho mostram uma intensa fumaça escura e altas labaredas consumindo completamente as cabines e parte das carrocerias das carretas.

Por causa do risco de novas explosões, condutores que trafegavam pela rodovia precisaram manter distância do local até a chegada das equipes de emergência.

O Corpo de Bombeiros foi acionado para controlar o incêndio e realizar o resfriamento das ferragens, enquanto equipes da Polícia Rodoviária Federal (PRF) organizaram o bloqueio da via e o controle do trânsito. Equipes de atendimento pré-hospitalar também prestaram socorro às vítimas.

De acordo com as informações preliminares, os dois motoristas e uma passageira sofreram apenas ferimentos leves.

Uma das carretas transportava gado. Para evitar que os animais morressem carbonizados, eles foram retirados do veículo e soltos às margens da rodovia durante a ocorrência.

Após o controle das chamas, a Perícia Técnica da Polícia Civil deverá realizar os levantamentos necessários para apurar as circunstâncias do acidente. A liberação da pista dependerá da conclusão dos trabalhos periciais e da remoção dos veículos envolvidos.

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Polícia

PM estoura boca de fumo e apreende mais de 2,2 kg de drogas em RO

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Efetivos do 3º Batalhão de Polícia Militar apreenderam mais de 2,2 quilos de entorpecentes, prenderam três adultos e apreenderam uma menor de idade durante uma ação da Operação “Brasil Contra o Crime Organizado”, realizada na noite da última quarta-feira, 08, no distrito de Novo Plano, em Chupinguaia. A ação identificou crimes de tráfico de drogas, associação para o tráfico e corrupção de menores.

A ação foi realizada por equipes da Força Tática de Colorado do Oeste e da Patrulha Reforço do 3º BPM, de Vilhena, em ação conjunta com a Força-Tarefa de Combate às Organizações Criminosas. Informações indicaram que uma adolescente, que havia fugido de casa, estaria escondida em uma residência na Rua Ipê, esquina com a Avenida Chupinguaia, na companhia de um homem de 26 anos, uma mulher de 21 anos e outro homem de 44 anos. Segundo a denúncia, o grupo estaria envolvido com o comércio de drogas no local.

Ao chegarem ao endereço, os policiais avistaram os suspeitos tentando fugir pelos fundos do imóvel em direção a um terreno baldio, mas o perímetro já estava cercado pelas guarnições.

No quintal da residência, os militares localizaram aproximadamente 1,728 quilo de maconha enterrado, além de dezenas de pinos vazios utilizados para armazenar cocaína e uma balança de precisão. Ainda no imóvel, foram encontradas anotações relacionadas à contabilidade do tráfico.

Durante a ocorrência, os policiais descobriram outro ponto onde haveria mais entorpecentes enterrados, em um imóvel vinculado ao homem de 44 anos. No local, os militares encontraram 386 pinos com substância análoga à cocaína, que totalizaram aproximadamente 450 gramas, além de 20 porções de maconha fracionadas e prontas para venda, com peso aproximado de 47 gramas, e outra balança de precisão.

Diante dos fatos, foram presos A.C.F., de 21 anos, R.S.S., de 26, e F.V.A., de 44 anos. A adolescente de 15 anos foi apreendida. Os envolvidos foram encaminhados à Unidade Integrada de Segurança Pública (Unisp) de Vilhena.

A equipe policial também constatou que os conduzidos possuem ligação com facções criminosas.

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