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Madonna, BTS e Shakira farão show do intervalo da final

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A cantora norte-americana Madonna, a colombiana Shakira e o grupo de K-pop BTS serão os responsáveis pelo primeiro show do intervalo de uma final de Copa do Mundo. A disputa pela taça está marcada para o dia 19 de julho no estádio MetLife, em Nova Jersey, nos Estados Unidos. 

“No dia 19 de julho, Madonna, Shakira e BTS serão as atrações principais do primeiro show do intervalo da final da Copa do Mundo FIFA 2026, reunindo música e futebol no maior palco do esporte por uma causa muito especial”, escreveu o presidente da Fifa, Gianni Infantino, nas redes sociais. 

“O espetáculo apoiará o Fundo Global de Educação Cidadã da Fifa, nosso compromisso comum de ajudar a arrecadar 100 milhões de dólares para expandir o acesso à educação de qualidade e ao futebol para crianças em todo o mundo. Através desta iniciativa, 1 dólar de cada ingresso vendido para a Copa do Mundo irá diretamente para ajudar os jovens a aprender, crescer e jogar”, acrescentou.

O cantor Chris Martin, vocalista da banda Coldplay, foi o responsável pela curadoria do show do intervalo.

A Copa do Mundo de 2026 começa no dia 11 de junho e vai até 19 de julho, quando ocorre a grande final. Os países-sede deste ano são Canadá, Estados Unidos e Japão.

Fonte: CNN Brasil

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Lei reforça combate às queimadas com multas de até R$ 10 milhões

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Todos os anos, durante o período de estiagem, Porto Velho volta a conviver com um problema que ultrapassa os limites das áreas atingidas pelo fogo. A fumaça das queimadas invade bairros, chega às casas, prejudica a qualidade do ar e muda a rotina de quem vive na capital. Em meio à seca e às altas temperaturas, um incêndio que começa em um terreno ou área de vegetação pode rapidamente ganhar proporções maiores, atingindo a mata, colocando animais em risco e ameaçando moradores.

É diante dessa realidade que o combate às queimadas ilegais ganhou um novo instrumento em Porto Velho. A Prefeitura sancionou a Lei Complementar nº 1.026/25, que endurece as penalidades para quem realizar queimadas de forma irregular nas áreas urbana e rural do município. As multas previstas pela legislação podem chegar a R$ 10 milhões, dependendo da gravidade da infração.

A medida busca não apenas punir quem coloca fogo de maneira irregular, mas também reforçar a fiscalização e conscientizar a população sobre os impactos provocados pelo uso inadequado do fogo.

Uma multa que pode chegar a R$ 10 milhões

A legislação estabelece penalidades para quem for flagrado realizando queimadas ao ar livre ou utilizando recipientes, instalações e equipamentos que não sejam licenciados para essa finalidade. A regra vale tanto para áreas urbanas quanto rurais.

A preocupação não está restrita apenas às chamas. A legislação também prevê sanções para práticas que contribuem para a degradação ambiental e podem afetar diretamente a qualidade de vida da população, como o descarte irregular de resíduos sólidos, líquidos ou de qualquer outro material que possa comprometer a saúde pública e o equilíbrio ambiental sem autorização dos órgãos competentes.

Na prática, a intenção é tornar mais rigoroso o combate às ações que podem dar início a incêndios e transformar pequenos focos em ocorrências de grandes proporções.

O prefeito de Porto Velho, Léo Moraes, destaca que o aumento das multas busca criar um mecanismo de responsabilização mais efetivo para quem provoca queimadas ilegais e contribui para o agravamento da poluição na capital.

“Todo ano é isso: queimada, poluição e Porto Velho sufocando. Mas agora vai doer no bolso. Essa Lei Complementar foi necessária porque aumenta os valores das multas, que agora podem chegar a até R$ 10 milhões, servindo como um freio para os infratores.”

Além do endurecimento das penalidades, a legislação reforça o papel da Secretaria Municipal de Meio Ambiente e Desenvolvimento Sustentável (Sema) na fiscalização e no controle das queimadas. A secretaria atua no recebimento de denúncias, na identificação das ocorrências e na aplicação das medidas administrativas previstas na legislação.

O secretário da Sema, Arthur Borin, destaca que os impactos das queimadas ultrapassam os danos ambientais e atingem diretamente a saúde da população. Segundo ele, o endurecimento das penalidades faz parte de um conjunto de ações adotadas para enfrentar o problema.

“A fumaça das queimadas não escolhe quem atinge. Ela invade as casas, agrava doenças respiratórias e prejudica a qualidade de vida de todos, especialmente crianças e idosos. Estamos atuando com rigor, com fiscalização intensificada e com penalidades mais severas, que agora podem chegar a R$ 10 milhões. Mas, além da punição, precisamos da colaboração da população para identificar e denunciar os focos de incêndio. Cada denúncia é uma oportunidade de agir antes que o fogo se espalhe e cause danos ainda maiores.”

Da denúncia à autuação

Os resultados da fiscalização mostram que as denúncias da população têm um papel importante para que as equipes consigam chegar aos locais onde o fogo está sendo utilizado de maneira irregular.

Segundo dados da Sema, em 2025 foram registradas 35 autuações por queimadas, que resultaram em R$ 347.398,17 em multas.

Já em 2026, até o momento, foram contabilizadas 11 autuações, totalizando R$ 40.152,40 em multas.

Os números representam parte de uma estrutura de atendimento que envolve diferentes equipes e órgãos públicos. Até o momento, foram 156 denúncias e ocorrências atendidas dentro desse trabalho integrado.

Desse total, 97 atendimentos tiveram origem nos canais oficiais de denúncia da Sema, enquanto outras 59 ocorrências de incêndio foram atendidas pela Brigada Municipal.

A atuação não acontece de forma isolada. As equipes trabalham com compartilhamento e integração de informações com o Programa Sentinela e o Corpo de Bombeiros Militar, permitindo que os órgãos tenham acesso às informações das ocorrências e possam direcionar o atendimento conforme a necessidade.

População também faz parte do combate

Apesar do trabalho realizado pelos órgãos públicos, a fiscalização não consegue estar em todos os lugares ao mesmo tempo. É nesse ponto que a participação da população se torna essencial.

Um foco de incêndio pode começar em uma área distante das equipes de fiscalização e crescer rapidamente. Por isso, identificar a ocorrência e comunicar as autoridades o quanto antes pode ajudar a evitar que o problema tome proporções maiores.

Em Porto Velho, denúncias de queimadas ilegais podem ser encaminhadas à Secretaria Municipal de Meio Ambiente e Desenvolvimento Sustentável (Sema) pelo WhatsApp (69) 98423-4092. Sempre que possível, informações como localização, ponto de referência, fotos e vídeos podem ajudar as equipes a identificar com maior precisão o local denunciado e verificar a situação.

No âmbito estadual, a população também pode acionar a Secretaria de Estado do Desenvolvimento Ambiental (Sedam) pelo telefone (69) 3212-9648, pelo e-mail ouvidoria@sedam.ro.gov.br ou por meio da plataforma Fala.BR, disponível no site da secretaria.

Já no âmbito federal, as denúncias podem ser encaminhadas ao Instituto Brasileiro do Meio Ambiente e dos Recursos Naturais Renováveis (Ibama) por meio da Linha Verde, no telefone 0800 618080.

Em casos de emergência, principalmente quando houver risco para pessoas, imóveis ou áreas próximas, a orientação é acionar diretamente o Corpo de Bombeiros Militar pelo telefone 193.

A existência de diferentes canais permite que a população comunique as ocorrências de acordo com a área e a competência de cada órgão. Mais do que informar sobre um incêndio, a denúncia contribui para que as equipes possam agir com maior rapidez e evitar que o fogo se espalhe e cause danos ainda maiores.

Combater antes que o fogo cresça

O endurecimento das multas representa uma tentativa de aumentar a responsabilidade de quem utiliza o fogo de maneira irregular, mas o combate às queimadas não depende apenas da punição.

A fiscalização, a atuação das equipes de emergência, o monitoramento e, principalmente, a participação da população formam uma rede necessária para enfrentar o problema.

Em Porto Velho, onde o período de estiagem costuma aumentar o risco de incêndios, uma denúncia pode significar a diferença entre um pequeno foco controlado e uma área inteira consumida pelas chamas.

Por trás de cada número de autuação existe uma história, uma área que poderia ter sido destruída, um animal que poderia ter sido atingido ou uma família que poderia ter sido afetada pela fumaça.

Por isso, diante de uma queimada ilegal, a orientação é não ignorar. Denunciar é uma forma de ajudar a proteger a cidade, o meio ambiente e as pessoas que vivem nela.

Fonte: Secretaria Municipal de Comunicação (Secom)

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Farmácia Popular pode oferecer exames e testes rápidos

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Uma nova regulamentação do Programa Farmácia Popular, publicada esta semana, prevê a modernização tecnológica, a ampliação do acesso e a melhoria do monitoramento do serviço.

Em nota, o Ministério da Saúde informou que um grupo de trabalho vai discutir a oferta de exames de sangue e urina, testes rápidos, teleatendimento e monitoramento terapêutico.

Segundo a pasta, também será avaliado o credenciamento de unidades em áreas vulneráveis, considerando critérios como densidade demográfica e priorizando periferias de grandes centros.

Para locais com maior dificuldade logística, como regiões ribeirinhas, será estudada a possibilidade de estruturas alternativas para assistência, como unidades volantes ou avançadas de atendimento.

Ainda de acordo com o ministério, o uso de inteligência artificial poderá permitir a identificação de pacientes por meio de biometria e reconhecimento facial, reforçando o combate a fraudes no programa.

“A oferta efetiva das ações está condicionada às avaliações técnicas nos estados e municípios, pesquisa sanitária e assistencial, de acordo com a necessidade de cada território”, completou a nota.

Unidades credenciadas

De forma imediata, a atualização da portaria do Farmácia Popular traz o aprimoramento do controle e o monitoramento das unidades credenciadas, com foco em gestão de risco.

“O novo modelo visa aprimorar o controle e o monitoramento do programa por meio de sanções administrativas proporcionais à gravidade da situação, com suspensão automática em casos de risco alto ou muito alto”, informou o ministério.

A adoção de sistemas automatizados e a digitalização de dados e processos, segundo a pasta, também vão permitir maior acompanhamento do serviço.

Ainda segundo a nota, o sistema responsável pela dispensação de insumos passará por atualizações para reforçar a segurança, a rastreabilidade e a integração de informações, além de incorporar novas ferramentas digitais.

O programa

O Farmácia Popular oferece, gratuitamente, um total de 41 itens de saúde, incluindo fraldas geriátricas, absorventes higiênicos e medicamentos para diversas condições, como hipertensão, diabetes, asma, doença de Parkinson e glaucoma.

Atualmente, o programa registra 28 mil farmácias credenciadas e está presente em mais de 4,9 mil municípios, com cobertura de 97% da população brasileira. Em 2025, dados do ministério indicam que 27,3 milhões de pessoas foram beneficiadas pelo serviço.

Fonte: Agência Brasil

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Rondônia enfrenta veranico com temperaturas de até 39°C

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Um período de calor intenso deve atingir diferentes áreas do Brasil entre os dias 12 e 19 de agosto de 2026. Conforme previsão da Climatempo, o novo veranico terá maior duração e alcance em comparação com outros episódios registrados neste inverno, provocando vários dias seguidos de temperaturas acima do padrão para o mês.

Em algumas regiões do Centro-Oeste, Norte e Nordeste, os termômetros podem alcançar 42°C. As temperaturas mais elevadas são esperadas principalmente em áreas de Mato Grosso, Goiás, Tocantins, sudeste do Pará, sul do Maranhão e Piauí.

Em Rondônia, além do sul do Amazonas, Mato Grosso do Sul, oeste de Minas Gerais, norte e centro-oeste de São Paulo e oeste da Bahia, as máximas podem ficar entre 36°C e 39°C.

Apesar do calor acentuado, o fenômeno é classificado como veranico, e não como onda de calor. O período é caracterizado por uma sequência de dias quentes e secos durante o inverno, com temperaturas significativamente superiores à média histórica.

Rondônia está entre as áreas mais afetadas

Na Região Norte, o calor deverá se concentrar principalmente em Rondônia, Tocantins e no sul do Pará. Porto Velho está entre as capitais que podem registrar temperaturas próximas ou superiores aos seus recordes anuais.

A capital de Rondônia tem como atual recorde anual 37,3°C, e a previsão indica possibilidade de uma nova marca durante o período de calor intenso.

Além de Porto Velho, outras capitais também poderão registrar temperaturas acima de seus respectivos recordes, entre elas Cuiabá, Goiânia, Campo Grande, Brasília, Palmas e Teresina.

Calor pode chegar a 42°C

As maiores temperaturas devem ocorrer em pontos de Mato Grosso, incluindo a região de Cuiabá, além de Goiás e Tocantins. Nesses locais, as máximas podem alcançar 40°C ou mais.

Também são esperadas temperaturas entre 40°C e 42°C no sudeste do Pará e em áreas do sul do Maranhão e do Piauí. Já em Rondônia, os termômetros podem atingir entre 36°C e 39°C.

O novo episódio será o terceiro veranico registrado durante o inverno de 2026. O primeiro ocorreu entre 17 e 24 de julho, enquanto o segundo foi observado entre 3 e 7 de agosto.

Durante o novo período, algumas localidades poderão registrar máximas pelo menos 3°C acima do normal para agosto. Em determinados dias, essa diferença pode chegar a 5°C.

Sistema de alta pressão favorece o calor

A elevação das temperaturas está relacionada às condições da atmosfera sobre a América do Sul, que devem dificultar o avanço de massas de ar frio para o interior do país.

As frentes frias previstas para os próximos dias tendem a avançar principalmente pelo extremo Sul e seguir em direção ao oceano. Na faixa litorânea do Sudeste, esses sistemas devem chegar de maneira mais enfraquecida.

Ao mesmo tempo, uma área de alta pressão atmosférica deve ganhar força sobre o interior do Brasil. Esse sistema reduz a formação de nuvens, favorece o tempo seco e aumenta a quantidade de horas de sol, contribuindo para a elevação das temperaturas.

Enquanto o calor se intensifica em grande parte do interior brasileiro, a umidade deve permanecer mais concentrada sobre o Rio Grande do Sul, Santa Catarina, Paraguai e norte da Argentina, regiões que podem registrar condições mais favoráveis à ocorrência de chuva.

Fonte: CNN Brasil

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