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Prefeitura retoma passeio de trem na Madeira-Mamoré neste sábado (3)
Considerado por décadas como um feito impossível por conta do abandono registrado ao longo do tempo, o retorno do passeio de vagão sob os trilhos da lendária Estrada de Ferro Madeira-Mamoré até a Igreja de Santo Antônio será um dos presentes à população porto-velhense em comemoração aos 112 anos da cidade.
O primeiro embarque acontece no próximo sábado (3), a partir das 15h. Esse passeio inicial será marcado pela emoção da retomada de uma parte maltratada da história do nosso povo e que agora volta a ter o seu devido protagonismo.
De acordo com o prefeito Léo Moraes, o propósito dessa iniciativa é proporcionar uma experiência que faz parte da história de Porto Velho, garantindo um futuro de valorização de tudo que fez parte da construção da capital de Rondônia.
“Durante quase três décadas esse nosso acervo histórico e turístico ficou parado, agora é o momento de celebrarmos esse novo momento de Porto Velho, onde história e progresso caminham juntos. Estão todos convidados para esse passeio que está na memória afetiva de muita gente”, disse Léo Moraes.
Para o secretário adjunto de Turismo, Alekis Palitot, esse é um momento que todos os apaixonados pela história da Madeira Mamoré tanto sonhavam.
“Teremos a oportunidade de mostrarmos Porto Velho de uma maneira que a atual geração ainda não teve a oportunidade conhecer. Isso assegura a valorização da nossa história para as próximas gerações de porto-velhenses”, disse Alekis Palitot.
Vale destacar que, após o embarque inicial, o passeio pelos trilhos da EFMM em um vagão puxado pela Locomotiva 18 será realizado todos os sábados, com 18 embarques e desembarques.
As vagas são limitadas e disponibilizadas pelo App PVH+. Não perca essa oportunidade de viver a sua história!
Fonte: Secretaria Municipal de Comunicação (Secom)
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Receita médica particular também pode ser usada para retirar medicamentos na rede municipal
Quem passou por uma consulta particular e recebeu uma receita médica não precisa procurar uma unidade de saúde apenas para conseguir uma nova prescrição pelo SUS. Em Porto Velho, o receituário emitido na rede privada pode ser utilizado para retirar medicamentos disponíveis na rede pública municipal, desde que cumpra os requisitos necessários.
A orientação da Prefeitura de Porto Velho, por meio da Secretaria Municipal de Saúde (Semusa), evita que o paciente tenha que passar por uma consulta somente para transcrever uma receita que já possui, além de contribuir para que os atendimentos da rede sejam direcionados a quem realmente necessita de avaliação médica.
“Quando o usuário já possui um diagnóstico e a prescrição da rede privada para um medicamento disponível na lista municipal, não há necessidade de nova consulta na rede pública apenas para carimbar a receita”, explicou a secretária municipal de Saúde, Sandra Cardoso.
Antes mesmo de sair de casa, o paciente pode consultar pelo FarmaPub (https://farmapub.portovelho.ro.gov.br/) se o medicamento está disponível e em qual unidade pode encontrá-lo. A plataforma apresenta informações sobre o estoque da rede, ajudando a evitar que o morador se desloque até uma unidade onde o produto esteja em falta.
“O FarmaPub possibilita que o cidadão consulte o estoque dos medicamentos essenciais diretamente de casa antes de se dirigir a uma unidade. A receita particular é aceita para os itens padronizados na Relação Municipal de Medicamentos Essenciais, desde que atenda aos requisitos técnicos”, explicou a diretora do Departamento de Assistência Farmacêutica da Semusa, Maíra Oliveira Nery.
Para retirar o medicamento em uma farmácia de Unidade Básica de Saúde (UBS), é necessário apresentar a receita médica original dentro do prazo de validade e com o nome genérico da substância, além de documento oficial com foto, Cartão do SUS ou CPF.
Para o prefeito Léo Moraes, a medida simplifica o acesso de quem já está em tratamento.
“A pessoa que já passou por uma consulta particular não precisa enfrentar uma nova consulta apenas para trocar a receita. Se o medicamento faz parte da rede municipal e a prescrição está dentro das regras, queremos que esse acesso aconteça de maneira simples e ágil”.
ATENÇÃO ÀS REGRAS
Medicamentos de controle especial, como psicotrópicos, seguem regras específicas e exigem o receituário correspondente dentro do prazo determinado pela Anvisa, com retenção da via quando prevista.
Já medicamentos que não integram a Relação Municipal de Medicamentos Essenciais (Remume) ou que são considerados de alto custo não são disponibilizados diretamente nas farmácias das UBSs. Nesses casos, o paciente recebe orientação para solicitar o medicamento administrativamente junto ao Governo do Estado ou ao Ministério da Saúde.

Fonte: Secretaria Municipal de Comunicação (Secom)
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Primeira ecobarreira de Porto Velho é instalada no igarapé Belmont
Porto Velho passou a contar com sua primeira ecobarreira instalada em um canal urbano. O equipamento foi colocado no igarapé Belmont, na rua Silas Shockness, ao lado do Pocket Park Paneiro, com a função de reter resíduos sólidos levados pela água e facilitar o recolhimento antes que o material avance pelo curso do igarapé.
A ecobarreira foi confeccionada pela equipe da Secretaria Executiva de Serviços Básicos (Sesb), vinculada à Secretaria Municipal de Infraestrutura (Seinfra). O projeto foi viabilizado em parceria com a Agência Reguladora dos Serviços Públicos Delegados e de Desenvolvimento do Município de Porto Velho (ARDPV). A produção levou cerca de um dia e utilizou materiais simples, parte deles recicláveis. O projeto e a coordenação da montagem e instalação ficaram sob responsabilidade do arquiteto e urbanista Alecsander de Souza, servidor da secretaria.
Foram utilizados galões plásticos com tampas vedadas para garantir a flutuação, além de uma rede de nylon com aproximadamente 1,5 metro de largura e malha pequena para reter o lixo. Cordas de poliamida fazem a ligação entre os galões e a ancoragem nas margens, enquanto argolas e distanciadores auxiliam na fixação das pontas.
A barreira deve reter garrafas, embalagens, sacolas e outros materiais descartados irregularmente que chegam ao igarapé. Concentrado em um ponto, o lixo pode ser retirado pelas equipes antes de seguir pelo curso da água.
O prefeito Léo Moraes acompanhou o resultado da instalação e lembrou que o local já recebeu serviços de limpeza três vezes nos últimos meses. “Nos últimos meses, nós limpamos esse igarapé três vezes. A gente limpa, mas quando chove o lixo descartado de forma irregular acaba chegando novamente ao canal. Com a ecobarreira, esse material vai ficar retido e depois a nossa equipe vem fazer o recolhimento. Agora, precisamos da ajuda da população: não jogue lixo na rua. Nós estamos fazendo a nossa parte, mas esse cuidado com Porto Velho precisa ser de todos”.
Com a instalação, a Seinfra poderá verificar na prática a quantidade de resíduos retidos, o comportamento da barreira durante as chuvas e a necessidade de ajustes na estrutura.
Porto Velho possui mais de 100 quilômetros de canais e igarapés. Segundo o secretário executivo de Serviços Básicos, Giovanni Marini, somente o Canal dos Tanques tem cerca de 33 quilômetros de extensão. Para ele, além da retenção do lixo, a iniciativa chama atenção para a necessidade do descarte correto pela população.“A ecobarreira ajuda a interceptar aquilo que chega ao canal, mas o principal é evitar que esse resíduo seja descartado de forma irregular. Estamos criando uma solução com a nossa equipe, utilizando materiais acessíveis, e agora vamos acompanhar o funcionamento dessa primeira estrutura”.
Os resultados obtidos no igarapé Belmont também vão ajudar a Prefeitura a avaliar a possibilidade de instalar ecobarreiras em outros canais de Porto Velho.
A Prefeitura reforça que a instalação não substitui o descarte correto dos resíduos. Evitar que lixo seja lançado nas ruas, terrenos e canais reduz a quantidade de material que chega à rede de drenagem e aos cursos d’água.
Fonte: Secretaria Municipal de Comunicação (Secom)
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Prefeitura inaugura Hospital Municipal em Porto Velho
O corte da fita de inauguração do Hospital Municipal Universitário marcou uma manhã histórica para Porto Velho nesta terça-feira (29). Após 112 anos de espera, a capital de Rondônia passa a contar oficialmente com uma unidade hospitalar que funcionará sob gestão universitária, ampliando o acesso da população aos serviços de saúde pública.
Com 150 atendimentos registrados nos dois primeiros dias de funcionamento, o Hospital Municipal já está operando em três especialidades: oftalmologia, ortopedia e cardiologia.
Durante a inauguração, a reportagem conversou com a jovem Jenifer de Lima, de 17 anos, que depende do Sistema Único de Saúde (SUS) para dar continuidade ao tratamento oftalmológico. Ela destacou a qualidade do atendimento recebido e elogiou a entrega da unidade.
“Eu enxergo apenas de um lado e anualmente eu preciso fazer esse acompanhamento. Me ligaram da regulação e agendaram minha consulta nesse novo hospital, onde fui muito bem atendida. A prefeitura está de parabéns por comprar esse hospital para todos nós”, disse Jenifer de Lima.
O prefeito Léo Moraes destacou o trabalho de articulação realizado junto ao Ministério da Saúde para viabilizar o início das atividades da unidade no menor prazo possível. A Prefeitura de Porto Velho foi responsável pela aquisição de toda a estrutura do hospital.
“É um dia que ficará na memória de todos os rondonienses, isso porque esse hospital vai reduzir o tempo na fila da regulação, além de desafogar unidades de saúde da rede estadual. É uma entrega digna do povo de Porto Velho que merece uma gestão atenta à uma saúde de qualidade”, disse Léo Moraes.
Entre os primeiros pacientes atendidos está Francinéia Munhoz, que acompanha a mãe, de 75 anos, em consultas médicas. Ela relatou a diferença no tempo de espera para conseguir o atendimento.
“Geralmente a gente espera de até quatro meses para essas consultas, mas dessa vez recebemos a ligação com o agendamento desse atendimento que foi muito bom. Esse hospital é uma benção para o povo de Porto Velho”, disse Francinéia Munhoz.
De acordo com a Agência Brasileira de Apoio à Gestão do SUS (AgSUS), a previsão é de que o Hospital Municipal Universitário realize mais de 20 mil atendimentos ainda neste ano, entre consultas e outros procedimentos, ampliando a assistência à população e contribuindo para reduzir a demanda reprimida na rede pública de saúde
Fonte: Secretaria Municipal de Comunicação (Secom)
