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Polícia

Polícia resgata 70 mulheres de cárcere privado em clínica clandestina

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A Polícia Civil de Goiás (PCGO) resgatou, nessa quinta-feira (23/4), cerca de 70 mulheres de uma clínica terapêutica que funcionava de forma irregular em Abadia de Goiás. Durante a operação, dois responsáveis pelo local foram presos em flagrante.

A ação foi coordenada pela 16ª Delegacia Regional de Polícia, com apoio da Vigilância Sanitária e da Guarda Civil Municipal, após denúncia de descumprimento de um auto de interdição previamente aplicado ao estabelecimento.

No momento da fiscalização, as equipes foram recebidas por uma interna, que confirmou o funcionamento da clínica, caracterizando, em tese, o crime de desobediência.

Durante a abordagem, os agentes também ouviram pedidos de socorro vindos de outros cômodos, o que levou à entrada imediata no local.

Dentro da unidade, os policiais encontraram aproximadamente 70 mulheres. Pelo menos 12 delas relataram estar internadas contra a própria vontade, o que indica a prática de cárcere privado. As vítimas também denunciaram condições precárias de higiene, falhas na segurança e alimentação inadequada.

Segundo a investigação, havia uma pessoa responsável pela coordenação da clínica e um responsável legal pelo estabelecimento, que compareceu durante a operação.

Ambos foram levados à delegacia, passaram por exames de corpo de delito e acabaram autuados em flagrante por cárcere privado qualificado.

As mulheres resgatadas foram acolhidas e encaminhadas às famílias com apoio da assistência social do município.

O nome da clínica não foi divulgado pelas autoridades.

A Polícia Civil segue investigando o caso para esclarecer todas as circunstâncias e identificar possíveis outras irregularidades.

Fonte: Metrópoles

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Polícia

Universidade demite dois servidores por assédio sexual 

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A Universidade Federal do Ceará (UFC) demitiu uma professora e um técnico-administrativo após a comprovação de casos de assédio sexual no ambiente acadêmico. As decisões foram tomadas após processos administrativos disciplinares conduzidos pela instituição.

No caso do técnico-administrativo, a vítima foi uma estudante. A denúncia foi registrada por meio da plataforma Fala.BR, plataforma de ouvidoria do Governo Federal, e relatava condutas ao longo de 2024, como investidas não correspondidas, conversas de teor sexual indesejadas, insistência em convites, envio de presentes e perseguição em redes sociais. Após investigação, o servidor foi afastado e, ao final do processo, demitido.

Já no caso da docente, as apurações reuniram 10 denúncias envolvendo alunos e professores. Entre as condutas identificadas estão exposição de estudantes a situações constrangedoras, comunicação desrespeitosa e comentários e simulações de teor sexual em sala de aula. Cinco vítimas foram ouvidas formalmente, e o processo levou cerca de dois anos até a conclusão.

Segundo a universidade, os processos garantiram direito de defesa aos investigados e foram analisados por instâncias internas antes da decisão final.

Além dos dois casos concluídos, a instituição informou que outros 17 casos de assédio seguem sob investigação.

Fonte: Metrópoles

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Polícia

Casal é condenado por envolvimento na execução de dentista

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O júri popular realizado nesta sexta-feira (24/4), na comarca de Vilhena, levou ao banco dos réus um casal, apontado nas investigações e denunciado pelo MPRO, por intermediar e facilitar a execução do dentista Clei Bagattini, morto a tiros dentro de seu consultório no centro da cidade no dia 12 de julho de 2024.

Com a atuação dos promotores de Justiça Rodrigo Leventi Guimarães e Vinícius Basso de Oliveira e após quase 20 horas de júri, o homem foi condenado a 23 anos e 4 meses e a mulher recebeu a pena de 6 anos. Ambos já se encontravam presos.

O MPRO sustentou que o casal integrava um grupo organizado, que atua de forma planejada e com divisão de funções para cometer crimes. Além disso, a mulher denunciada também responde por porte ilegal de arma de fogo.

Planejamento do crime

De acordo com a investigação, o autor dos disparos marcou uma consulta na clínica um dia antes do crime, usando nome falso. A ideia era se passar por paciente para se aproximar da vítima. No dia do fato, ele entrou no consultório e atirou várias vezes.

A investigação aponta que o grupo se reuniu na noite anterior para combinar detalhes da ação. Um dos envolvidos teria dado apoio na fuga, enquanto outra denunciada ajudou no plano ao marcar um segundo horário na clínica, como alternativa caso o primeiro não desse certo.

Execução e fuga

Após os disparos, o autor saiu do local e fugiu em uma motocicleta. Em seguida, trocou de veículo com apoio de outro denunciado e deixou a cidade. O MPRO afirma que o crime foi cometido mediante promessa de recompensa.

De acordo com os promotores de Justiça, a investigação continua para esclarecer outros fatos do crime, como o mandante e a motivação do assassinato do dentista.

O homem apontado como executor, Maicon da Silva Raimundo, morreu em dezembro de 2024, num confronto com a polícia no município de Colniza, MT.

Fonte: MPRO

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Homem mata companheira espancada e é preso 5 dias depois

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Um homem foi preso na noite dessa quinta-feira (23/4) acusado de espancar a própria companheira até a morte. O crime ocorreu na madrugada de 18 de abril, em Campinaçu (GO).

A vítima, Andreia Beltrão da Silva, não resistiu aos ferimentos e morreu cinco dias depois, na quinta-feira (23/4).

A prisão foi realizada pela Polícia Civil de Goiás, por meio da Delegacia de Minaçu (12ª DRP).

Desde o dia do crime, equipes das polícias Civil e Militar iniciaram buscas para localizar o autor. As diligências ocorreram em Campinaçu, Minaçu e Uruaçu, incluindo áreas rurais, possíveis rotas de fuga, fazendas e imóveis ligados ao acusado.

Segundo a corporação, o homem se apresentou à delegacia quando já havia um cerco investigativo montado pelas forças de segurança, resultado das buscas realizadas ao longo dos últimos dias.

Após ser detido, ele foi encaminhado à unidade prisional, onde permanece à disposição da Justiça.

Fonte: Metrópoles

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